IPGO Há mais de 20 anos o IPGO vem se dedicando à pesquisa e ao tratamento de mulheres e homens

Há mais de 20 anos o Centro de Reprodução Humana do IPGO vem se dedicando à pesquisa e ao tratamento de mulheres e homens que desejam ter filhos e não conseguem naturalmente. O coordenador e diretor do IPGO, Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi, além de ser estudioso da reprodução humana, cuida da manutenção do equilíbrio do sistema reprodutor feminino, essencial para o bem-estar da mulher. Este site f

oi planejado com intuito de elucidar as curiosidades, medos, incertezas e inquietações que cercam estas pessoas. As informações são escritas de forma simples, verdadeiras e didáticas, sem esquecer a precisão científica de um livro especializado.

Essa figura sobre a relação da endometriose com a fertilidade foi apresentada no último congresso internacional de endom...
21/05/2026

Essa figura sobre a relação da endometriose com a fertilidade foi apresentada no último congresso internacional de endometriose em que estive presente, em Frankfurt, na Alemanha, em 2026.

Ela representa exatamente aquilo que eu penso e aquilo que eu faço logo na primeira consulta.

Quando uma paciente chega ao consultório, eu não avalio apenas hormônios ou reserva ovariana. Eu procuro sinais silenciosos que possam indicar endometriose e, frequentemente, adenomiose, doenças que muitas vezes caminham juntas e podem comprometer fertilidade, implantação embrionária e qualidade de vida da mulher.

Faço perguntas diretas sobre cólicas, dor nas relações, alterações intestinais, fluxo menstrual, dores pélvicas e histórico clínico. Depois disso, realizo um exame ginecológico rigoroso. Havendo suspeita, encaminho imediatamente para exames especializados, como ressonância magnética pélvica ou ultrassom com preparo intestinal realizado por especialistas em endometriose.

É assim que consigo detectar a doença precocemente e iniciar um tratamento adequado antes que a fertilidade seja comprometida de forma silenciosa.

E existe um detalhe importante: essa investigação não deveria acontecer apenas em mulheres inférteis.

Mesmo mulheres que ainda não desejam engravidar precisam ser investigadas quando apresentam sintomas sugestivos.

O diagnóstico da endometriose não deveria demorar anos.

A pesquisa precisa começar cedo. Na primeira consulta de infertilidade ou até mesmo em uma consulta ginecológica de rotina.
As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
IPGO - Medicina da Reprodução

A idade da doadora faz tanta diferença assim? 🤔Essa é uma dúvida muito comum e a resposta pode te tranquilizar.Dentro da...
26/04/2026

A idade da doadora faz tanta diferença assim? 🤔

Essa é uma dúvida muito comum e a resposta pode te tranquilizar.

Dentro da faixa dos 23 aos 30 anos, não há diferença significativa nos resultados. Ou seja: não é esse detalhe que vai determinar o sucesso do tratamento.

O mais importante é uma avaliação criteriosa da doadora, considerando saúde, histórico e compatibilidade com o seu caso.

✨ Pequenas diferenças de idade, nesse intervalo, não são determinantes todas estão em uma excelente fase reprodutiva.

Respire fundo: você não precisa carregar essa angústia sozinha. Informação de qualidade traz mais segurança para suas decisões.

💬 Ficou com dúvidas? Deixe aqui ou fale com a nossa equipe.

25/04/2026

Uma das maiores frustrações na medicina reprodutiva é ver mulheres ainda jovens, com menos de 40 anos, que já apresentam uma baixa reserva ovariana e não conseguem produzir óvulos. Isso gera um impacto emocional enorme, principalmente quando ainda não tiveram filhos e se deparam com a possibilidade de não conseguir engravidar com seus próprios óvulos.

Por isso, cada nova alternativa que surge na ciência precisa ser valorizada. Um exame recente que começa a ganhar espaço é a ELASTOGRAFIA OVARIANA L. Trata-se de um tipo de ultrassom que avalia a “rigidez” do ovário. Existem dois principais tipos: a elastografia STRAIN , que avalia a deformação do tecido, e a SHEAR WAVE , que mede a velocidade de propagação de ondas dentro do ovário. Quanto mais rígido o tecido, maior pode ser o comprometimento do ambiente onde os óvulos se desenvolvem.

Essa avaliação pode trazer uma nova perspectiva. Em alguns casos, ovários mais rígidos podem estar relacionados à fibrose, o que pode dificultar a resposta aos estímulos hormonais. E é exatamente aí que surgem novas linhas de pesquisa: medicamentos como a FINERENONA e a PIRFENIDONA estão sendo estudados por seu possível efeito na redução dessa fibrose.

Ainda estamos em uma fase inicial, sem garantias e sem protocolos definidos. Mas o mais importante é que isso abre uma nova possibilidade. A ideia de que, ao melhorar o ambiente do ovário, possamos recuperar parte da sua função e aumentar as chances de obter óvulos.

Para muitas mulheres, isso representa algo fundamental: esperança.

As informações contidas nas publicações deste perfil são de uso educacional e informativo: não substituem o aconselhamento adequado de um médico. Procure sempre a ajuda de um profissional especializado.

Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
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22/04/2026

LANÇAMENTO DESTE MEU NOVO LIVRO

Inovação em medicina reprodutiva e em qualquer área da medicina é fundamental. Buscar o progresso científico, que pode trazer benefícios ao bem-estar dos pacientes, é essencial. E eu não abro mão de fazer tudo o que posso para ajudar as pacientes a construírem sua família, principalmente aquelas mulheres que têm baixa reserva ovariana, idade avançada, endometriose ou qualquer outro fator que impeça a gravidez.

Foi pensando nessas mulheres que este livro A Rapamicina nos Tratamentos de Fertilização foi criado. Porque, por trás de cada tentativa, existe um sonho. E, por trás de cada sonho, existe uma história de espera, frustração e, principalmente, esperança.

Neste livro, em formato digital, você vai entender de forma clara como a ciência tem avançado para ajudar mulheres que acreditavam ter poucas chances. Um dos pontos principais é a rapamicina, uma substância que vem sendo estudada por seu potencial de “proteger” os óvulos e, em algumas situações, desacelerar o envelhecimento dos ovários.

De forma simples: ao longo do tempo, a fertilidade feminina diminui naturalmente. Os óvulos vão sendo perdidos, e sua qualidade também cai. O que esse estudo mostra é que existe a possibilidade de agir nesse processo, preservando melhor essa reserva e aumentando as chances de sucesso nos tratamentos.

Além disso, o livro mostra que melhorar o “ambiente” onde o óvulo se desenvolve faz toda a diferença. Menos inflamação, menos desgaste celular e mais equilíbrio podem significar mais qualidade nos embriões e mais chances reais de gravidez.

Também são apresentados resultados que indicam melhora em casos difíceis, como endometriose ou falhas repetidas na fertilização.

Este medicamento não promete milagres. Mas abre uma nova possibilidade. Um novo caminho.

E, para muitas mulheres, isso pode ser exatamente o que faltava para transformar tentativa em conquista.

Acesse o link da BIO e veja como garantir o seu!


Dr. Arnaldo Cambiaghi - CRM 33.692 RQE 42074
Título Especialista Reprodução Assistida: RQE 42074-1
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❓Recebemos muitas dúvidas sobre o teste de compatibilidade genética❓Todos nós temos cerca de 22 a 25 mil genes e podemos...
21/04/2026

❓Recebemos muitas dúvidas sobre o teste de compatibilidade genética❓

Todos nós temos cerca de 22 a 25 mil genes e podemos ser portadores de doenças recessivas sem apresentar sintomas.

O risco surge quando o casal possui o mesmo gene recessivo, podendo resultar em uma doença genética no bebê.

O exame é simples, feito por saliva, e ajuda a identificar esses riscos. É especialmente indicado para casais com histórico familiar, algum grau de parentesco ou em casos de ovodoação.

Quando necessário, a medicina reprodutiva permite avançar com técnicas como FIV associada ao PGT-M, aumentando as chances de um bebê saudável.

Cuidar desses detalhes é um passo importante na jornada da fertilidade.

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A chance pode variar, mas ela nunca é zero!  sempre existe uma possibilidade.O seu hormônio anti-mülleriano está bastant...
16/04/2026

A chance pode variar, mas ela nunca é zero! sempre existe uma possibilidade.

O seu hormônio anti-mülleriano está bastante baixo, o que indica uma chance reduzida com óvulos próprios. Ainda assim, não é impossível. Já acompanhei casos semelhantes, inclusive com valores ainda menores, que evoluíram positivamente, embora isso não seja a regra.

O caminho tende a ser mais desafiador e, por isso, é importante ter clareza sobre os limites e expectativas ao longo do processo. Muitas pacientes optam por tentar inicialmente com seus próprios óvulos, entendendo que, caso não haja sucesso após algumas tentativas, a ovodoação pode ser uma excelente alternativa, com ótimas taxas de sucesso.

Em resumo: é mais difícil, mas não impossível. Existem casos de gestação mesmo com níveis de AMH mais baixos. O mais importante é equilibrar esperança com consciência, respeitando seu momento e suas decisões ao longo da jornada.

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Hoje celebramos quem acompanha de perto os momentos mais importantes da vida: o obstetra. 🤍Muito além de cuidar da gesta...
12/04/2026

Hoje celebramos quem acompanha de perto os momentos mais importantes da vida: o obstetra. 🤍

Muito além de cuidar da gestação, o obstetra acolhe, orienta e caminha ao lado de cada paciente com sensibilidade, conhecimento e dedicação.

No IPGO, valorizamos essa jornada e reconhecemos a importância de quem continua fazendo parte de tantas histórias de vida!

Feliz Dia do Obstetra! 👶✨

Há dias em que o silêncio pesa mais do que qualquer palavra. O teste negativo, a espera que parece não ter fim, o calend...
09/04/2026

Há dias em que o silêncio pesa mais do que qualquer palavra. O teste negativo, a espera que parece não ter fim, o calendário que insiste em avançar. Para quem está tentando engravidar, o cansaço não é apenas físico. Ele é emocional, profundo, difícil de explicar para quem nunca passou por isso.

Muitas vezes, o que sustenta essa caminhada não é a certeza, mas a decisão de não desistir naquele dia. E no dia seguinte. E no outro. Existe uma força discreta em seguir comparecendo às consultas, fazendo exames, ajustando tratamentos, mesmo quando o coração já passou por frustrações.

Ao longo dos anos, aprendi que a jornada reprodutiva não é feita apenas de protocolos e técnicas. Ela é feita de pessoas que continuam acreditando, mesmo depois de resultados difíceis. Pessoas que sentem medo, que se permitem chorar, mas que escolhem continuar.

Essa escolha diária exige coragem. Não a coragem barulhenta, que chama atenção. Mas aquela silenciosa, que acontece dentro de casa, na conversa do casal, no compromisso de seguir mais um ciclo, mais uma tentativa.

A medicina oferece caminhos, alternativas, ciência, estratégia. Mas há algo que nenhuma tecnologia substitui: a capacidade humana de continuar sonhando, mesmo quando tudo parece incerto.

Se você está nesse percurso, saiba que o cansaço não diminui sua força e que cada passo dado, mesmo pequeno, carrega uma grandeza que nem sempre é visível.

Eu sigo ao lado de quem escolhe continuar. Com responsabilidade, com técnica, e principalmente com respeito pela história que cada casal traz consigo.

Dr. Arnaldo Cambiaghi
CRM 33.692 | RQE 42074
IPGO – Medicina da Reprodução

✨O segredo do sucesso de um tratamento de fertilização está nos detalhes✨De nada adianta, depois de um tratamento ter da...
09/04/2026

✨O segredo do sucesso de um tratamento de fertilização está nos detalhes✨

De nada adianta, depois de um tratamento ter dado errado, voltar atrás e pedir alguns exames que poderiam ter sido feitos antes e evitado esse resultado negativo.
É muito frustrante para o paciente passar por essa jornada, desgaste emocional, expectativa, injeções, um alto custo financeiro e foi tudo em vão.
E pensar que algo melhor poderia ter sido feito, mas não foi.

Por isso, o importante é que essa atitude seja tomada antes do primeiro tratamento, pedir todos os exames que evitem o resultado negativo.

E aqui no IPGO realizamos todos os exames, dos mais simples aos mais complexos, que possam justificar as causas da infertilidade e possam levar aos melhores resultados nos tratamentos de fertilização.

⤵️⤵️

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Dividindo sonhos, multiplicando alegrias... e renovando esperanças. 🐣A Páscoa nos ensina que o tempo da espera também é ...
05/04/2026

Dividindo sonhos, multiplicando alegrias... e renovando esperanças. 🐣

A Páscoa nos ensina que o tempo da espera também é um tempo de preparação para o novo.

No IPGO, acreditamos que a vida é o maior presente de todos e estamos aqui para cuidar de cada detalhe desse ciclo com você.

Feliz Páscoa para todas as famílias e futuros papais! ✨

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05/04/2026

Não conseguir engravidar, mesmo após várias tentativas, é uma dor profunda. Eu vejo isso todos os dias. E é exatamente por isso que eu não me permito parar.

Para mim, cada caso é único. Cada falha não é o fim, é um sinal de que ainda há algo a ser compreendido, ajustado, investigado. Eu não aceito respostas superficiais quando o sonho de um casal está em jogo.

Sou incansável. Estudo continuamente, participo dos principais congressos do mundo, acompanho tudo o que há de mais atual na medicina reprodutiva. Porque sempre existe uma nova estratégia, um detalhe ainda não explorado, uma alternativa possível.

A fertilização não é feita apenas de protocolos. É feita de precisão, de experiência e de dedicação absoluta.

Estou presente, disponível, atento a cada etapa. Porque aumentar as chances de sucesso não é uma opção, é uma responsabilidade.

Enquanto houver possibilidade, eu sigo lutando.

E muitas vezes, é essa persistência que transforma histórias.
Dr. Arnaldo Cambiaghi – CRM 33692
Título de Especialista em Reprodução Assistida: RQE 42074-1
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