25/03/2026
A gente não é uma coisa só.
Somos feitos de papéis que vamos construindo ao longo da vida, nas relações, nos contextos, nas experiências.
Hoje estamos falando dos papéis psicossociais, como: filho, mãe, amigo, estudante, cidadão...
Quando um papel cristaliza, ou seja, se torna mais rígido, outras possibilidades deixam de existir.
E, muitas vezes, é aí que o sofrimento aparece.
No psicodrama, trabalhamos para ampliar esse repertório, experimentar novos modos de estar no mundo, com mais flexibilidade e escolha.
Porque, no fim, cuidar também é isso:
abrir espaço para outras formas de existir.
Em quais papéis você sente que está mais preso hoje?