Vagner Miranda

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O que é Felicidade? Esse pequeno vídeo do Clóvis faz a gente pensar sobre meta de vida de todos nós. É um vídeo antigo m...
17/11/2018

O que é Felicidade?
Esse pequeno vídeo do Clóvis faz a gente pensar sobre meta de vida de todos nós.
É um vídeo antigo mas não me canso de rever.

A Felicidade é Um Instante de Vida que Vale por ele mesmo!

Esse é um assunto bastante interessante para reflexão, tanto para nós pais quanto para nós filhos. Texto que tem a contr...
05/10/2018

Esse é um assunto bastante interessante para reflexão, tanto para nós pais quanto para nós filhos. Texto que tem a contribuição de minha querida orientadora Dora Lorch.

O incesto emocional não tem a ver com s**o. Porém, é um tipo de interação que confunde os limites entre o adulto e a criança de uma maneira psicologicamente inadequada e que tem consequências tão d

Depressão:Abaixo um filme muito interessante , com depoimentos, sobre o assunto. O vídeo é relativamente longo mas bem l...
27/10/2017

Depressão:

Abaixo um filme muito interessante , com depoimentos, sobre o assunto. O vídeo é relativamente longo mas bem legal, principalmente para quem sofre com os sintomas ou para aqueles que tem um amigo ou familiar com depressão. Ele traz a ideia fundamental de se tratar a doença de modo sério e responsável, tanto da parte dos profissionais quanto da sociedade em geral, não descartando-se o valor de técnicas como a psicoterapia, a psiquiatria, a meditação ,entre outras, no auxilio à cura.

Agradeço ao colaborador da FanPage, Krlos de Oliveira, por ter me apresentado a obra.

Um Grande Abraço a Todos!!!

O Filme "Dentro de Nós, as respostas sobre a depressão", aborda a possibilidade de cura dessas doenças quando utilizado o remédio principal: o autoconhecimen...

vale a reflexão de nossas atitudes e julgamentos:
25/10/2017

vale a reflexão de nossas atitudes e julgamentos:

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Parabéns a todos meus colegas!!!
27/08/2017

Parabéns a todos meus colegas!!!

Trauma  Percebo no consultório o quanto é difícil a retomada da vida depois da vivência de algum evento traumatizante.  ...
04/06/2017

Trauma


Percebo no consultório o quanto é difícil a retomada da vida depois da vivência de algum evento traumatizante.

A natureza de tais eventos podem ser diversas: a vivência de uma grande ameaça (à integridade física ou moral), um assalto, um acidente, a sobrevivência diante de um enfarto, o término inesperado de um relacionamento amoroso ou até mesmo uma traição.

O que me parece mais evidente nesses casos é o fato de que a pessoa se demonstra paralisada diante das atividades e estímulos que a vida a propõe, e é nesse momento que busca-se ajuda.

Muitas vezes a autoestima da pessoa traumatizada encontra-se esmagada, por ter vivido tamanha interrupção no que era confiável e estável. A pessoa pode ter medo de andar na rua, de se relacionar com outras pessoas. Dentre outros sintomas, pode se tornar agressiva contra os outros ou contra si mesma, e se utilizar de ações que em nada ajudariam na resolução do problema, tais como a busca de alívio no álcool ou nas dr**as, entre outras.

É muito comum também o sentimento de culpa e de autopunição evidentes em pensamentos como: “por que eu confiei tanto em tal pessoa;” “se eu tivesse reagido de tal forma”, ou; “se eu não tivesse saído de casa nada teria acontecido;” “se eu tivesse ouvido meus pais”….etc.. Quando somos colocados frente a uma situação abrupta, muito angustiante, é natural que busquemos dar razões para o fato ocorrido, como numa tentativa de tentar organizá-lo em nossa mente.

Nesse particular o trabalho de psicoterapia pode ser um grande aliado para a retomada da vida. Ele permite através da atenção e da técnica do psicoterapeuta a percepção mais profunda pela qual a pessoa traumatizada vive e viveu seus problemas. O paciente tem, então, consciência do modo que se utiliza para reagir diante de suas próprias angústias, e uma reelaboração torna-se possível.

O psicólogo ajuda a pessoa a se perceber disso a partir do acolhimento e do conhecimento da história de vida, tudo com bastante cuidado e respeitando o tempo do paciente. O trabalho visa, portanto, proporcionar o fortalecimento pessoal necessário para a retomada da vida, superação do trauma e desenvolvimento emocional sustentável da pessoa.

21/05/2017

Conversa sobre Ansiedade no programa Saúde e Você da RecordNews, com Duda Rodrigues.
Diante da angústia nos utilizamos de ações que podem causar maiores prejuízos. A psicoterapia, por outro lado, permite o devido direcionamento desses sentimentos ligados à ansiedade, por meio da fala do paciente e da escuta acolhedora e diferenciada do terapeuta.

Nesse Domingo estarei mais uma vez no programa Saúde e Você, da RecordNews, para falar sobre Ansiedade.  Um Abraço a Tod...
12/05/2017

Nesse Domingo estarei mais uma vez no programa Saúde e Você, da RecordNews, para falar sobre Ansiedade.
Um Abraço a Todos!!!

A dor psíquica (emocional) não é tão breve. Pode durar semanas, meses...Sem querer ser alarmista, pode durar uma vida. P...
06/05/2017

A dor psíquica (emocional) não é tão breve. Pode durar semanas, meses...Sem querer ser alarmista, pode durar uma vida. Porém, é mais elegante que a dor física: nos dá a chance de duelar com ela, ao contrário da outra, que é um ataque covarde.
A dor psíquica possibilita um diálogo, e isso torna a luta menos desigual. São dois pesos-pesados, sendo que você é o favorito.
Escolha suas armas para vencê-la.

Quem não dialoga com sua dor psíquica , não a reconhece como inimiga admirável que é, capaz de torná-lo um ser humano melhor. A reduz a uma simples dor de dente e, como uma criança, desespera-se sozinho no escuro.

Martha Medeiros
Crônica Dialogando Com a Dor
citado por Ricardo Mardegam

Olá Amigos! Achei bem interessante o texto da psicanalista ANA SUY sobre a BALEIA AZUL, esse tema tão impactante. A conv...
24/04/2017

Olá Amigos!

Achei bem interessante o texto da psicanalista ANA SUY sobre a BALEIA AZUL, esse tema tão impactante.
A conversa pode ser a melhor prevenção.

Que tal discutirmos o assunto?

BALEIA AZUL

Toda pessoa viva já pensou na morte. Pensar na morte faz parte da vida. O que diferencia alguém vivo de alguém morto é que o vivo ainda não morreu. Vida e morte são coisas claramente separadas, apenas nas palavras. Viver é morrer um pouco a cada dia. Morrer é parar de morrer.
Uma vez, uma aluna minha, do curso de psicologia, disse que o “problema da vida” é que a gente já nasce morrendo. Assim, pensar na morte, faz parte da nossa constituição psíquica. É normal, não tem nada de errado com quem pensa na morte.
Porém, a gente não pensa na morte de modo uniforme, ao longo de toda a vida. Se tem um tempo onde é mais comum pensar na morte, esse tempo, certamente, é a adolescência.
Isso porque, na primeira infância, a gente vive como se fosse objeto do outro. “Sou da mamãe”, “sou do papai”, “sou da dinda”, dizem os bordados nos macacões e babadores que os bebês usam. Quer dizer, somos do outro.
É no fim da infância e no começo da adolescência que vamos tomando posse do nosso corpo. É só aí que vamos entendendo, (inconscientemente, porque geralmente não percebemos que pensamos nisso) que nós pertencemos a nós mesmos.
Se por um lado isso pode ser libertador, pois “se sou de mim mesmo, posso fazer o que eu quiser da minha vida” – por outro lado, isso pode ser vivido como pura angústia: “não sou de ninguém, então, não há ninguém por mim”.
O encontro com essa descoberta em torno da liberdade/solidão, próprio da adolescência, pode levar vários jovens a imaginarem como seria a sua morte, como seria a reação das pessoas diante da morte dele. E pode levar os jovens ao desejo de morte – não como quem quer morrer, mas como quem quer levar o outro a sentir sua falta.
No texto “Luto e melancolia” Freud diz que ninguém tem energia suficiente para tirar a própria vida, a não ser que entenda que, tirando a própria vida, está matando alguém em si. Nesse sentido, f**a fácil entender como algumas pessoas podem tentar ou até mesmo conseguir tirar a própria vida. Nada parece mais ef**az para fazer falta no outro do que a eternização de uma falta.
Assim, é comum na adolescência, certa melancolia. Os sentidos que os pais deram aos seus filhos para a vida, até então, demonstram falir.
Até que os adolescentes encontrem seus próprios motivos para viver, por meio dos amigos, das causas e dos amores, um luto pode advir. É preciso que o adolescente possa expressar sua tristeza, porque vai descobrindo que seu modo de ver a vida, não é exatamente o mesmo que o dos pais.
É por aí que ideias suicidas podem aparecer, e é bem aí que o jogo a baleia azul pode “cair como uma luva”. Um desastre.
Se o adolescente consegue elaborar sua tristeza dizendo do que o incomoda, isso é uma coisa – e tem solução. Mas se ele não pode elaborar isso, se ele não encontra palavras para falar dessa tristeza, e então, se depara com o jogo da "baleia azul", então temos um problema de solução mais difícil, bem mais difícil.
Um adolescente que levava a ferro e fogo as palavras dos pais, diante da falência das palavras deles, pode encontrar no jogo da "baleia azul", algo que substitua o que os pais disseram. É aí que mora o perigo.
Por isso, pais, é de extrema importância que a gente fale com nossos filhos adolescentes. Não sobre o jogo da baleia azul, ou sobre o GTA (que é aquele video-game super agressivo que deixa muita gente de cabelo em pé) ou sobre o 13 reasons why, mas sobre as coisas da vida. Sobre a vida do vizinho, sobre a matéria do jornal, sobre o filme que passou na tevê, sobre propagandas, trivialidades, sobre qualquer coisa.
O desejo de morrer, ou as fantasias sobre a morte, que esses jovens nos trazem, não devem nos assustar e assim nos levar a apressadamente a calá-los - mas deve nos convocar a escutá-los, deve nos levar ao convite para falarem mais disso.
A palavra é o único modo de elaborarmos. Com aquilo que vira palavra podemos fazer algo. Mas aquilo que não vira palavra, nos faz refém dos acontecimentos.
Então, bora falar e ouvir.

https://www.facebook.com/anasuysesarinokuss/posts/1931855103765580 #

AnsiedadeQuem nunca se sentiu completamente tomado por uma ansiedade incontrolável em algum momento da vida? Eventos com...
06/04/2017

Ansiedade

Quem nunca se sentiu completamente tomado por uma ansiedade incontrolável em algum momento da vida? Eventos como entrevistas para um novo emprego, uma prova de vestibular, o casamento de nossos sonhos, a necessidade de se expressar em público entre outros podem mobilizar grande ansiedade. O coração acelera,falta o ar, a boca pode f**ar seca, sua-se frio, pode haver tremedeira ou até mesmo falhas de memórias ou completa paralisia.

A Ansiedade está ligada a percepção de algo futuro. Ela existe para mobilizar a energia necessária que precisaremos ter a nossa disposição para vivenciarmos, de modo seguro, esse evento. Portanto a Ansiedade normal é algo bastante importante para nossa adaptação e interação com o mundo externo.

Porém, para algumas pessoas essa Ansiedade Incontrolável se torna presente na maior parte do tempo,e seus dias f**am permeados por fortes angústias e grandes desgastes emocionais.

Para quem tem um transtorno de ansiedade coisas que deveriam ser encaradas como normais podem gerar grande estresse e medo - o simples ato de ir à padaria pode desencadear um ataque de pânico. Coisas que deveriam ser entendidas como oportunidades são entendidas como ameaças - por exemplo da possibilidade de se conhecer alguém interessante. Pensamentos de impotência, auto desvalorização, e o medo de que algo ruim possa acontecer se tornam cada vez mais frequentes, e a pessoa vai se sentindo cada vez mais diminuída diante de um terror sem nome*.

Há pessoas que comem demais, trabalham demais, apresentam impaciência contra tudo e todos, e até mesmos, se utilizam de ingestão de dr**as e outras substâncias com frequência. O déficit de atenção e dificuldades de memória também são sintomas de uma ansiedade patológica. As pessoas ansiosas se utilizam, inconscientemente, de diferentes ações para evitar esse terror sem nome, que acabam por aumentar ainda mais seus problemas.

Na psicoterapia são, entre outras, trabalhadas questões que buscam uma melhora da auto estima da pessoa. Em um ambiente de total atenção e cuidado são promovidas ressignif**ações de suas ações e medos, do presente e do passado, buscando-se dar nomes e traduções às suas atitudes e angústias vividas e imaginadas. A partir disso, e do consequente sentimento de segurança em si, a pessoa entende o futuro como algo menos ameaçador e sente que pode lidar com essas situações de forma mais assertiva e prazerosa, sem necessidade de fuga, mas com maior capacidade de enfrentamento e aproveitamento destas.

Felizmente pesquisas recentes apontam que o trabalho em Psicoterapia Psicanalítica promove muito bons resultados no tratamento de pessoas com Transtornos de Ansiedade em um período relativamente curto de tempo.

* Expressão utilizada por Wilfred Ruprecht Bion em Learning from Experience 1962

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