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Você sabia que existe um tipo de crise epiléptica que não envolve quedas, tremores ou convulsões — e que, às vezes, pass...
22/08/2026

Você sabia que existe um tipo de crise epiléptica que não envolve quedas, tremores ou convulsões — e que, às vezes, passa quase despercebida?

Essa semana, o meio-campista Jamal Musiala, uma das grandes promessas do futebol alemão, desmaiou em campo pela segunda vez em poucos dias, durante jogos do Bayern de Munique. Depois do episódio, ele mesmo explicou nas redes sociais que foi diagnosticado com crises de ausência: uma disfunção neurológica breve, mas tratável, que pode causar esses apagões. Segundo ele, "para mim, na verdade, fazem parte do meu dia a dia".

E a ciência explica bem esse tipo de crise 🧠 As crises de ausência (antigamente chamadas de "pequeno mal") existem em duas formas:

📍 Típicas: a pessoa para o que está fazendo e parece "desligar" por 10 a 20 segundos — os olhos podem olhar para cima ou piscar, e pode haver uma leve confusão antes de voltar ao normal.

📍 Atípicas: duram um pouco mais e podem incluir movimentos de mastigação, estalar dos lábios ou piscadas repetitivas.

Por serem tão sutis, esses episódios muitas vezes só são percebidos — ou compreendidos — quando alguém observa o padrão ao longo do tempo. É exatamente por isso que registrar cada crise, mesmo as mais discretas, faz tanta diferença no acompanhamento da epilepsia.

Baixe o Epistemic App para registrar seus episódios. Link na bio.

Você já tinha ouvido falar sobre crises de ausência? Conta pra gente nos comentários 💬

Fonte: G1/Deutsche Welle, 20/08/2026.

Semana de imersão no Congresso da LBE 2026 📍Os sócios da Epistemic acompanharam palestras, trocaram experiências com pro...
20/07/2026

Semana de imersão no Congresso da LBE 2026 📍

Os sócios da Epistemic acompanharam palestras, trocaram experiências com profissionais de saúde, membros da LBE, da ABE e farmacêuticas, e apresentaram os te**es clínicos do Epistemic App para a comunidade.

Gratidão a todos que participaram dessas conversas com a gente!

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Tem uma coisa que quem convive com epilepsia quase nunca diz em voz alta: o medo. Medo de ter uma crise na frente de que...
19/07/2026

Tem uma coisa que quem convive com epilepsia quase nunca diz em voz alta: o medo. Medo de ter uma crise na frente de quem a gente ama. Medo do olhar de pena, ou do olhar de medo. E, às vezes, a sensação de estar sozinho(a) nisso, mesmo rodeado(a) de gente.

Mas existe um primeiro passo simples pra não carregar esse peso sozinho(a): falar sobre isso. Nomear o que sentimos já é um jeito de nos conhecermos melhor — e é exatamente esse autoconhecimento que o Epistemic ajuda a construir, dia após dia, no seu diário digital de epilepsia.

Você já dividiu esse medo com alguém? Conta pra gente nos comentários. 💜

👉 Baixe o Epistemic App (link na bio) e comece a entender seus próprios padrões, no seu tempo.

03/06/2026
💜 Purple Day 2025 — A Epistemic estava lá!No último domingo, a Avenida Paulista se pintou de roxo pelo Purple Day — o di...
30/03/2026

💜 Purple Day 2025 — A Epistemic estava lá!
No último domingo, a Avenida Paulista se pintou de roxo pelo Purple Day — o dia mundial de conscientização sobre a epilepsia.
Mais do que uma data, o Purple Day é um movimento. Um chamado para que a sociedade conheça, entenda e respeite quem convive com a epilepsia no dia a dia. Porque conscientizar é combater o preconceito — e o preconceito ainda é um dos maiores obstáculos enfrentados por quem tem epilepsia. 💜🧠
Cada pessoa que para, ouve e aprende faz diferença. E eventos como esse mostram que não estamos sozinhos nessa jornada.

💜 A Epistemic acredita que informação e tecnologia transformam vidas. Por isso criamos o Epistemic App — um diário inteligente que ajuda pacientes a registrarem crises, medicações e hábitos, gerando relatórios que tornam cada consulta mais precisa e personalizada.
📲 Baixe gratuitamente pelo link na bio!

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A ciência brasileira acaba de dar um passo importante e histórico.O Instituto do Cérebro da PUCRS (InsCer) venceu o Prêm...
25/03/2026

A ciência brasileira acaba de dar um passo importante e histórico.

O Instituto do Cérebro da PUCRS (InsCer) venceu o Prêmio Finep de Inovação com um projeto que pode transformar a forma como entendemos e tratamos a epilepsia.

A proposta?

Editar genes diretamente em neurônios afetados por mutações no gene mTOR, um dos principais envolvidos em quadros de epilepsia e distúrbios do neurodesenvolvimento.

🧬 Em outras palavras:
Não apenas tratar os sintomas, mas atuar também na origem do problema.

Isso ainda está em desenvolvimento.
Mas o que esse avanço revela já é muito significativo.

Estamos caminhando para uma medicina mais precisa, mais personalizada,
e cada vez mais baseada na compreensão do que acontece dentro do cérebro, em profundidade.

Parabéns ao InsCer, à PUCRS e à Finep por fortalecerem a ciência brasileira e impulsionarem avanços com potencial de impacto real na saúde.

Fonte: Instituto do Cérebro da PUCRS / Prêmio Finep de Inovação 2025

Durante muito tempo, o cérebro foi tratado como se fosse dividido em partes isoladas.Como se a origem de uma crise estiv...
24/03/2026

Durante muito tempo, o cérebro foi tratado como se fosse dividido em partes isoladas.

Como se a origem de uma crise estivesse em um único ponto.
Como se bastasse “acertar o alvo”.

Mas a ciência está começando a mostrar outra coisa.

Um estudo recente publicado na Nature Communications investigou algo essencial: 👉 A forma como diferentes regiões do cérebro se conectam durante uma crise epiléptica.

E o que os pesquisadores encontraram muda a perspectiva.

Em vez de pensar em um único ponto, eles olharam para os caminhos de conexão entre cérebro e tálamo — uma estrutura central que atua como um grande regulador da atividade cerebral.

O conceito é simples, mas poderoso:

Não é só onde a crise começa.
É como essa região está conectada ao resto do cérebro.

🔬 Quando a estimulação elétrica foi feita em áreas do tálamo que estavam diretamente conectadas à origem da crise:

• houve supressão imediata da atividade epiléptica
• e, no longo prazo, redução de até 87,5% na frequência de crises

Quando a estimulação não respeitava essas conexões?
O efeito praticamente desaparecia.

⚡ O que isso revela?
O cérebro não funciona em pontos isolados.
Ele funciona em rede.

E tratar epilepsia pode não ser sobre “desligar um foco” mas sobre modular o circuito certo.

🤍 Na prática, isso muda tudo.

Porque reforça algo que muitas pessoas já sentem no dia a dia:

Crises não são eventos soltos.
Elas fazem parte de um sistema.

E entender esse sistema — padrões, conexões, contexto — pode abrir caminho para tratamentos muito mais personalizados.

📲 É exatamente por isso que registrar o dia a dia faz diferença.

Quando você organiza suas informações:
• crises
• hábitos
• rotina
• medicação

Você começa a enxergar o que antes parecia aleatório.

E o que é visto… pode ser cuidado.💜

O Epistemic App está disponível para download gratuitamente nas lojas de aplicativos.

Fonte: Nature Communications (2025) > Thalamocortical hodology to personalize electrical stimulation for focal epilepsy

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