Davi Rodriguez - Psicólogo em São Paulo e ABC

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Davi Rodriguez - Psicólogo em São Paulo e ABC Psicólogo com atendimento clínico, na atuação pelo desenvolvimento humano, saúde e bem estar! Atende Adultos, Adolescentes, Casais e Família.

Davi Rodriguez Ruivo Fernandes, ou Davi Ruivo é psicólogo clínico (CRP06.118838). Apaixonado pela sua profissão, formou-se na Universidade Metodista de São Paulo. Conselheiro Estadual, Ouvidor e Subcoordenador da Comunicação no CRP SP, atual Coordenador Gestor do CRP ABC. Especialista em Psicanálise e Saúde pelo Instituto de Ensino Hospital Israelita Albert Einstein, pós-graduando Ciências Humanas: Sociologia, História e Filosofia pela PUC, possui formação em Gênero e Masculinidades (Consórcio Intermunicipal do Grande ABC e Defensoria Pública do Estado de São Paulo). Supervisor na Área, dedica-se a Clínica e a debates sobre as construções em Psicologia. Membro da Comissão Gestora 2017- 2019 e Subcoordenador na Gestão 2020/2022 do CRP SP - Subsede do Grande ABC. Coordenador do Núcleo de Psicoterapias CRP-ABC de 2017 a 2022, compõe núcleos de gênero e sexualidades, psicoterapias e desenvolvimento/direitos humanos.

🏳️‍🌈 Estive em uma incrível partilha, uma roda de conversa com Jean Wyllys e Rafael Gonzaga, representando a Aliança Nac...
12/09/2026

🏳️‍🌈 Estive em uma incrível partilha, uma roda de conversa com Jean Wyllys e Rafael Gonzaga, representando a Aliança Nacional LGBTI+, para pensar questões contemporâneas, da nossa sociedade e, sobretudo, os desafios que um Estado Democrático de Direito terá de enfrentar no futuro próximo do Brasil.

Saí muito mais pensativo ( do que já estava) em como esse debate conversa diretamente com algumas questões que venho observando como psicólogo, como pessoa:

👉🏽o funcionamento das redes sociais,
👉🏽a formação de grupos
👉🏽a circulação de desinformação
👉🏽as inteligências artificiais
👉🏽a maneira como tudo isso pode interferir na forma como construímos percepções sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre a realidade.

Compreendo, ao meu ver, ser um diálogo sobre dissonância cognitiva, viés de confirmação, pertencimento e sobre aquilo que pode ser compreendido como uma subjetividade de “seita”, grupos muito, muito fechados com suas próprias “verdades”.

Quando uma crença passa a ocupar um lugar central na identidade, informações que a contradizem podem produzir desconforto, enquanto o grupo oferece proteção, reconhecimento e uma narrativa compartilhada.

Nas redes, essa dinâmica encontra algoritmos que disputam nossa atenção e podem amplif**ar indignação, medo e certezas.

No meio dessa conversa, o livro de Jean Wyllys, dialoga muito com perguntas que tenho feito sobre os nossos dias.

…Como estamos formando nossas opiniões?

Parece uma pergunta simples mas não é!

• O que acontece quando nossas relações passam a ser mediadas por plataformas e sistemas capazes de produzir e distribuir informação em escala inédita?
• Como preservar o pensamento crítico, o dissenso e a possibilidade de convivência democrática em um ambiente cada vez mais atravessado por tecnologias e disputas de narrativa?

Talvez pensar o futuro do nosso 🇧🇷 Estado Democrático de Direito também exija olhar para dentro das pessoas e para os modos contemporâneos de produzir subjetividade

Foi uma alegria compartilhar essa roda com Jean e Rafael Gonzaga, pessoas que acompanho e sair dela com mais perguntas do que resposta rs.

Algumas conversas valem justamente por isso. 🧠📚🏳️‍🌈✊🏾

📚✨ Entre os encontros que a Bienal do Livro me proporcionou, um dos que mais me alegraram foi reencontrar minha amiga, a...
12/09/2026

📚✨ Entre os encontros que a Bienal do Livro me proporcionou, um dos que mais me alegraram foi reencontrar minha amiga, a psicóloga Carolina Primo, que lançou pela editora BOC , no segundo volume de Educação Positiva, o capítulo 7, dedicado ao brincar e à criatividade numa perspectiva de Winicott. E falar de brincar é falar de algo muito sério para a Psicologia.

Brincar é experimentar possibilidades, inventar mundos, elaborar experiências, construir relações e encontrar formas próprias de expressão.

A criatividade nasce nesse espaço em que a criança pode imaginar sem precisar transformar cada experiência em desempenho ou resultado.

É também por isso que o brincar merece ser protegido como parte da infância, e não tratado como intervalo entre aquilo que os adultos consideram realmente importante. O encontro com a Carolina me fez pensar nisso também por outro caminho.

Tenho a alegria de trocar com ela não apenas em momentos como esse, mas ao longo de uma trajetória que foi construindo admiração, afeto e amizade.

Existe algo especialmente bonito em encontrar uma pessoa querida realizando um trabalho que traduz aquilo que ela é. Carol é uma profissional dedicada, uma psicóloga comprometida com seu trabalho, uma mãe que admiro e uma amiga brilhante. Conhecer sua trajetória, acompanhar suas escolhas e agora vê la colocando sua experiência em um livro me deixa genuinamente feliz. ❤️

📖 Que alegria celebrar sua conquista, Carol.

Que esse livro alcance muitas famílias, profissionais e educadores e que seu trabalho continue abrindo espaço para aquilo que a infância precisa preservar: tempo para brincar, liberdade para imaginar e condições para criar. 🌱🧸🎨

📚🌙☀️ LANÇAMENTO: Dia de celebrar uma amiga querida e também escritora. Na Bienal do Livro de 2026, minha querida Isabela...
12/09/2026

📚🌙☀️ LANÇAMENTO: Dia de celebrar uma amiga querida e também escritora. Na Bienal do Livro de 2026, minha querida Isabela Santos Isabela Santos I.S.A. 🐺 ❤️ lançou Menina Sol ☀️ , Menina Lua 🌓 pela Ciranda Cultural, e foi impossível não sentir orgulho.

Mineira de Belo Horizonte, formada pela UEMG, Isa construiu há mais de duas décadas uma trajetória admirável como ilustradora, com trabalhos em muitos e muitos livros como Pipo e Fifi, Um Superamigo, Procura-se Carolina, Eu também!, Ouvi dizer que sou pequeno, Bebezinho bebezão e Era uma vez uma onça….

Em 2023, Menino Benjamim, com texto de Otávio Júnior, foi finalista do Nami Concours, importante concurso internacional de ilustração na Coreia do Sul 🇰🇷

Suas ilustrações são pinturas que atravessam cada página que e permanecem na imaginação...

Ontem, ela ocupou também o lugar de autora … E antes de eu ir embora do estande, os exemplares de Menina Sol, Menina Lua já tinham se esgotado 🎉

Lindamente esgotados. 📖✨

É muito especial em testemunhar a conquista de alguém que a gente ama e que tem muita história antes do livro, antes do palco, antes do nome na capa, memórias de acompanhar caminhos, mudanças e perceber que aquilo que admirávamos naquela pessoa encontrou novas formas de existir.

E a Bienal me toca. Quando criança, eu ia com a escola era apaixonado por aqueles dias. Morava em São Pedro, no interior de São Paulo, e ontem até me peguei pensando em como fazia para voltar para casa depois de passar o dia ali. Eram quase 200 km. K*K.

tinha uma professora muito querida, tentei reencontrá-la mas infelizmente soube que faleceu, fazia questão de nos levar e trabalhava antes durante depois

A Bienal temática “Festival das Emoções”, enquanto falamos tanto sobre inteligência artificial, telas e máquinas que produzem textos e imagens, encontrei algo profundamente humano: livros, rencontros, memória, imaginação e uma amiga transformando sua sensibilidade em obra

📚❤️ Isa, que bonito te ver chegar até aqui. Tenho orgulho da ilustradora, da escritora e, principalmente, da pessoa incrível que você é. Obrigado por dar vida cor emoções ao nosso mundo 🌙☀️📖

🎨 Tem coisas que a gente só consegue pensar depois de assistir a um filme, ler um livro, ouvir uma música ou sair de uma...
09/09/2026

🎨 Tem coisas que a gente só consegue pensar depois de assistir a um filme, ler um livro, ouvir uma música ou sair de uma exposição, pra dançar… criando memórias, sentidos, vida.

Talvez seja por isso que a Arte tenha tanto a ver com Psicologia.

Amanhã volto à FAM, ( agradeço a Organização da oitava semana de psicologia e a Coordenação) dessa vez para conversar com os estudantes sobre:

🎭 Psicologia e Arte: ampliando repertórios e escutas para o cuidado e a prática profissional 🎨

É um tema que gosto muito porque fala de algo que considero importante na nossa formação: o que estamos vendo, lendo, ouvindo e vivendo também participa da maneira como escutamos o outro ( as vezes, sobre o que não é dito)

A escuta psicológica não acontece fora do mundo. Gosto muito de entender a contemporaneidade, mas lá nos desafia em muitas camadas

As pessoas chegam até nós atravessadas por filmes, músicas, redes sociais, livros, relações, acontecimentos políticos, experiências culturais, desejos e conflitos que fazem parte de uma época. Ter repertório para reconhecer essas coisas pode mudar as perguntas que fazemos e até aquilo que conseguimos escutar.

E eu gosto especialmente de pensar nisso com estudantes.

Porque a formação em Psicologia não acontece só dentro dos livros da área. Ela também acontece quando a gente amplia o olhar para a cultura e se permite conhecer outras histórias, outras linguagens e outras formas de compreender a experiência humana.

Estou muito feliz com o convite para voltar à FAM e reencontrar os alunos. Vai ser uma conversa sobre arte, Psicologia, cultura, clínica e, principalmente, sobre como tudo isso pode ampliar a nossa maneira de escutar.

Nos vemos amanhã. 🤍

꒷ L﹒ malu 💋 Gabriel Yago Fernandes Elza Barros 🪐 Eryka Tays Alessandro Chmiel

📚 A mesa-redonda da programação em celebração aos 10 anos da Editora Ubu, que propôs uma articulação indispensável e urg...
08/09/2026

📚 A mesa-redonda da programação em celebração aos 10 anos da Editora Ubu, que propôs uma articulação indispensável e urgente entre a saúde mental coletiva e o tensionamento político contemporâneo.

Diante dos avanço de lógicas de extremistas e de novas dinâmicas sociais que operam pelo isolamento, pelo medo e pelo desamparo, o debate nos convida a reposicionar o olhar clínico através de uma perspectiva ético-política com mais profundidade.

O sofrimento psíquico na atualidade não pode ser isolado das estruturas sociais, econômicas e políticas que atravessam os sujeitos. Pensar a saúde mental a partir desse encontro exige, em primeiro lugar, um firme compromisso com a despatologização do social.

O esgotamento crônico, a ansiedade e os processos de depressão que ecoam nos consultórios frequentemente não podem ser vistos exclusivamente como “falhas” individuais ou biológicas apenas, mas também respostas sintomáticas a um tecido social hostil que busca fragmentar os laços, inclusive de solidariedade.

Nesse cenário, nosso trabalho , quando alinhado aos direitos humanos e munido de uma leitura crítica da realidade, pode ampliar a escuta clínica como um verdadeiro espaço de resistência e desenvolvimento.

O manejo clínico contemporâneo assume a tarefa de reatar os vínculos comunitários e afetivos que as lógicas neoliberais tentam esvaziar.

Cuidar, portanto, torna-se um ato coletivo de devolução da palavra, permitindo que o sujeito consiga historicizar a sua própria dor, compreender os atravessamentos de raça, classe e gênero em sua vivência, e se reposicionar no mundo, inclusive interno.

Essa mesa reafirmou que o diagnóstico do nosso tempo exige uma escuta que seja sensível ao sofrimento, mas também teoricamente afiada e ética e criticamente posicionada contra as opressões.

A saúde mental coletiva passa, necessariamente, pela desconstrução do desamparo e pela transformação da dor paralisante em potência de emancipação, mobilização e produção de vida.

A psique humana ( pra mim)  não é um iceberg 🏔️ rígido. Muitas vezes ilustram a mente humana como uma massa de gelo está...
05/09/2026

A psique humana ( pra mim) não é um iceberg 🏔️ rígido.

Muitas vezes ilustram a mente humana como uma massa de gelo estática: a ponta visível (consciente) e o oculto (inconsciente). Mas a clínica nos mostra algo muito mais dinâmico.

Pra mim, nossa psique se parece com a instalaçã, muito bem esculpida em Controller of the Universe, de Damián Ortega, na exposição “Matéria e Energia” no MASP Museu de Arte de São Paulo

De fora, parecem estilhaços, ferramentas soltas e bagunça. Assim nos sentimos em crise, atravessados por dores e ruídos sociais, muitas da nossa própria história ou antes mesmo dela.

Mas na análise, ao organizarmos e tomarmos consciência, esse aparente caos revela uma estrutura múltipla, diversa e cheia de caminhos de desenvolvimento. Usamos armas, esquecemos ter “ferramentas”

Nessa visita, também percorri o Acervo em Transformação do museu. Assim como nós, o acervo muda, se move e se reorganiza. É impressionante notar como, historicamente, rostos e corpos de povos negros, originários e pessoas LGBTs foram invisibilizados.

Olhar para as obras nos faz questionar: quais corpos podiam estar ali? Quem detinha o direito de ser visto? A exclusão do passado reverbera na saúde mental e na subjetividade do presente.A cultura nos nutre profundamente. A arte ativa nossa percepção, trabalha a memória coletiva, aguça a crítica e promove um diálogo íntimo com nosso mundo interno e com outras realidades.

E para fechar esse dia de transbordamento estético e reflexão, tive a alegria de encontrar a Alessandra e, juntos, assistirmos à peça “Édipo”, um thriller político contemporâneo fantástico encenado no próprio auditório do MASP. Um verdadeiro mergulho no inconsciente e nas tragédias que nascem quando nos recusamos a enxergar nossa própria verdade.

Permita-se ser tocado pela arte.

Ela é ferramenta fundamental de cuidado, expansão e emancipação da mente. 🎨✨📍

A mostra de Damián Ortega f**a no MASP até setembro de 2026. A peça “Édipo” encerra sua temporada neste fim de semana, em 6 de setembro.

Do que vc é feito ? Carne, osso e memórias ou mais ?

A primeira vista, um ponto de vista pode ser apenas a vista de um ponto (…)

… na análise, ao organizarmos e tomarmos cons

Prima Facie.Tenho tentado fazer uma coisa que, para mim, é difícil: ler menos críticas e análises antes de assistir às p...
03/09/2026

Prima Facie.

Tenho tentado fazer uma coisa que, para mim, é difícil: ler menos críticas e análises antes de assistir às peças. Gosto de chegar sem saber muito, de ter o direito de ser surpreendido pelo que acontece comigo ali, naquele momento.

Com Prima Facie, de Suzie Miller, funcionou muito. Sabia um pouquinho k*k, mas não o suficiente para f**ar analisando antes de assistir. A peça me surpreendeu demais.

Fui com a querida Thaís Lopes à abertura do Festival de Teatro de São Paulo. Ela queria muito assistir. Saímos do teatro profundamente mexidos. Ainda estou pensando em algumas cenas, que foram se misturando a relatos e memórias.

Débora Falabella está absurdamente boa. Dotadíssima. É um trabalho em que você percebe a atriz inteira em cena: voz, corpo, memória, ritmo, respiração. E que respiração. Ela sustenta praticamente sozinha uma experiência que vai f**ando cada vez mais difícil de assistir.

Tessa é uma advogada criminalista brilhante, que construiu a carreira defendendo homens acusados de violência sexual. Conhece o Direito, os argumentos, a lógica do processo e o peso de uma dúvida. Até que ela própria sofre uma violência e passa a experimentar o sistema do outro lugar.

Isso me atravessou como psicólogo e como homem.

Pensei no trauma, na memória, na culpa, na vergonha, no medo, no consentimento e na dificuldade de transformar uma experiência violenta em uma narrativa organizada. A clínica me ensinou a desconfiar da expectativa de que alguém em sofrimento consiga contar o que viveu como se estivesse apresentando um relatório.

Como homem, foi desconfortável. A peça me fez pensar no que aprendemos sobre poder, desejo e consentimento, e no que fazemos quando uma mulher diz que alguma coisa aconteceu.

Algumas cenas chegaram acompanhadas de lembranças de conversas e relatos de amigas. Histórias que, hoje, escuto de outro lugar.

Prima Facie fala de Direito, gênero e violência sexual, mas também de reconhecimento. De quem é acreditado, de quem precisa provar e de como uma instituição pode não dar conta da experiência de quem sofreu.

Fui ao teatro para assistir a uma peça. Saí com perguntas que continuam comigo.

O que acontece quando psicólogas e psicólogos se encontram para pensar, escutar e cuidar da própria Psicologia?Talvez um...
30/08/2026

O que acontece quando psicólogas e psicólogos se encontram para pensar, escutar e cuidar da própria Psicologia?

Talvez uma jornada seja justamente isso: um lugar onde a Psicologia deixa de ser apenas aquilo que cada profissional faz individualmente e passa a ser construída no encontro.

A 7ª Jornada do ICATAPSI, no Grande ABC, foi um desses espaços. Um encontro bonito, muito bem organizado, marcado por falas, conversas, encontros e reencontros, mas principalmente pela circulação de ideias e pela possibilidade de olhar para diferentes formas de fazer Psicologia.

Quem se dispõe a cuidar, ensinar, pesquisar e promover a Psicologia também precisa encontrar espaços para escutar, aprender, trocar e se deixar afetar pelo pensamento de outras pessoas. Foi isso que senti ali.

Pude falar sobre um tema que atravessa meu trabalho e que gosto profundamente de discutir: as relações entre Psicologia, tecnologia, inteligência artificial, saúde mental, ética e responsabilidade. Minha fala também ganhou novos sentidos nas perguntas, provocações e trocas com as colegas e com tudo aquilo que circulou durante a Jornada, entre diferentes campos, práticas e perspectivas da Psicologia.

E talvez seja aí que a esperança faça sentido. Esperança não como espera, nem como uma frase bonita para terminar um evento. Esperança é ação. É compromisso social, responsabilidade ética, rigor técnico e científico e também dimensão afetiva. É continuar construindo, mesmo sabendo que a realidade é complexa e que nosso trabalho produz efeitos para além de cada consultório, sala de aula ou instituição.

Meu agradecimento especial à psicóloga Camila Teodoro e ao Denis Goldinho, pelo convite, pela organização e pelo cuidado com cada detalhe dessa Jornada.

Parabéns às psicólogas e aos psicólogos que seguem fazendo da Psicologia um campo vivo de pensamento, cuidado, responsabilidade e transformação.

A inteligência pode até ser artificial. A sabedoria, para continuar sendo nossa, precisa ser cultivada nos encontros.

Que venham as próximas jornadas. Parabéns ICATEPSI | Psicologia Clínica e Saúde Mental para Empresas

Abraços

25/08/2026

Que noite incrível na Universidade Metodista de São Paulo. Quero agradecer à coordenação da professora Valquíria, a todas as professoras e professores envolvidos, aos alunos e alunas da comissão organizadora e a cada estudante que esteve presente e participou da conversa.

Foi muito especial poder falar sobre ética na Psicologia a partir dos desafios que atravessam a nossa profissão hoje: inteligência artificial, avanços tecnológicos, longevidade, raça, classe, gênero, sexualidade, questões geracionais, políticas públicas e os diferentes espaços de atuação da Psicologia para além da clínica.

Agradeço também pelas perguntas e pelas trocas, que ajudaram a integrar os conteúdos e levar a conversa para caminhos muito ricos. A receptividade foi tão acolhedora que saí de lá até saudosista, lembrando da minha própria trajetória na universidade.

Fico muito feliz com a possibilidade de continuar recebendo as mensagens e reflexões que f**aram desse encontro. Foi uma experiência muito bonita poder voltar à Metodista e conversar com quem está construindo os próximos caminhos da nossa profissão.

O que muda quando tratamos o câncer sem esquecer que, antes do diagnóstico, existe uma pessoa com uma história, desejos ...
15/08/2026

O que muda quando tratamos o câncer sem esquecer que, antes do diagnóstico, existe uma pessoa com uma história, desejos e projetos? 🧠🧬

Essa foi uma das reflexões que levei de um encontro muito especial sobre oncogeriatria, ao lado de amigos, colegas e profissionais incríveis que admiro e com quem tenho a alegria de compartilhar caminhos na Psicologia e na saúde. ❤️

O câncer é uma das principais causas de adoecimento e morte no mundo. Em 2022, foram estimados cerca de 20 milhões de novos casos e 9,7 milhões de mortes. Para 2050, a projeção chega a quase 35 milhões de novos casos por ano. 🌎

Com o envelhecimento da população, essa realidade ganha ainda mais importância. O risco de desenvolver câncer aumenta com a idade, e o cuidado da pessoa idosa exige uma avaliação que vá além do tumor.

👵 Na oncogeriatria, aspectos como:

🧠 cognição e saúde emocional
🥗 estado nutricional
🚶 funcionalidade e autonomia
💊 outras condições de saúde
👥 rede de apoio e relações
❤️ preferências, valores e qualidade de vida

podem fazer parte da avaliação e ajudar a orientar decisões mais individualizadas.

É aqui que a Psicologia também se torna fundamental. O câncer pode atravessar a identidade, os vínculos, a autonomia, os projetos de vida e a relação da pessoa com o próprio corpo e com o tempo.

Falar de oncologia e longevidade é falar de tratamento, mas também de vida, escolhas, sofrimento, possibilidades e cuidado.

Foi uma alegria participar desse espaço de troca, aprender com diferentes profissionais e reencontrar pessoas queridas que fazem parte da minha trajetória. 💙

Que a gente continue construindo uma saúde que consiga olhar para a doença sem perder de vista quem está diante dela.

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