Milton Crenitte

Milton Crenitte Médico Geriatra, residência e doutorado (em andamento) pela USP, Coordenador do ambulatório de se

Médico geriatra formado pela Faculdade de Medicina da USP, com residência médica na mesma instituição e experiência internacional como visitante na Universidade de Michigan - EUA.

Envelhecer bem é um direito, mas será que todas as pessoas têm as mesmas oportunidades de exercê-lo?Neste sábado, partic...
12/08/2026

Envelhecer bem é um direito, mas será que todas as pessoas têm as mesmas oportunidades de exercê-lo?

Neste sábado, participo do MaturiFest 2026 na conversa “Quem tem direito de envelhecer bem?”, ao lado de Mary Del Priore e Lenny Blue de Oliveira, com mediação de Andrea Tenuta.

Vamos refletir sobre desigualdades, experiências acumuladas e o que acontece quando pessoas mais velhas decidem virar a chave, ocupar novos espaços e construir novos caminhos.

Organizado pela Maturi, o MaturiFest é o maior festival de trabalho, empreendedorismo e reinvenção 50+ da América Latina. Neste ano, o evento acontece de 13 a 15 de agosto, na Unibes Cultural, em São Paulo.

🗓️ 15 de agosto
⏰ Das 14h15 às 15h05
📍 Unibes Cultural — São Paulo

Espero vocês!

07/08/2026

A formação médica pode desumanizar quem deveria cuidar?

A partir da leitura de Estela a Esta Hora, de Natália Zuccala, o Dr. Milton Crenitte traz uma reflexão sobre formação médica, empatia e o risco de naturalizarmos a desumanização no cuidado.

Uma discussão que também atravessa o envelhecimento: como formar profissionais preparados para cuidar de pessoas em todas as fases da vida sem reduzir ninguém a um diagnóstico? Cuidar também exige escuta, afeto e humanidade.

E você, acha que isso é ensinado nas faculdades de medicina? E você, médico: aprendeu a cuidar assim?

29/07/2026

A geriatria é incrível! Um terreno fértil para a gente ler poesia e se surpreender todos os dias.

22/07/2026

E se o problema não for a falta de motivação, mas o tamanho da meta?

Muitas vezes, a gente estabelece objetivos tão difíceis que desiste antes mesmo de começar.

No vídeo, o Dr. Milton Crenitte propõe um caminho diferente: começar pelo possível. Porque sair do zero já é um grande passo. Depois, a gente dobra a meta.

E você? Suas metas te motivam ou te frustram?

07/07/2026

Quantas Copas do Mundo você viveu? Essa foi a pergunta que inspirou uma reflexão do Dr. Milton Crenitte durante uma consulta.

Uma paciente de 96 anos contou que viveu todas as Copas do Mundo em que o Brasil foi campeão. Mais do que uma curiosidade, ela compartilhou uma história de vida.

Cada pessoa idosa carrega memórias, afetos e experiências que não cabem em um prontuário.

Por isso, cuidar também é ouvir. Não existe cuidado de qualidade sem tempo, curiosidade e interesse genuíno pela história de quem está à nossa frente.

E você… qual lembrança marca a passagem do tempo na sua vida? Comente e compartilhe essa reflexão.

25/06/2026

O que a gente guarda quando a gente se guarda no armário? Quantos afetos, sonhos e possibilidades ficam presos ali?

Essa é a reflexão que o livro Sodomita, de (), desperta e que inspirou a conversa do vídeo de hoje.

Às vezes, esconder quem somos aprisiona muito mais do que a nossa identidade: aprisiona afetos, possibilidades e a potência de viver.

Assista ao vídeo e me conte, o que essa reflexão despertou em você?

19/06/2026

Um cachorro pode ser mais do que companhia.

Pode ser motivo para sair de casa, caminhar, conhecer pessoas e até enfrentar a solidão.

Mas será que estamos subestimando o impacto dos animais na saúde e no envelhecimento?

Assista ao vídeo e me conte: seu pet é apenas um animal de estimação ou faz parte da família?

Quantas vezes a palavra “demência” é usada como diagnóstico… sem diagnóstico?Nem todo esquecimento é demência. Nem toda ...
10/06/2026

Quantas vezes a palavra “demência” é usada como diagnóstico… sem diagnóstico?

Nem todo esquecimento é demência. Nem toda idade avançada significa perda de autonomia.

Antes de rotular, vale entender. Compartilhe este post!

Alguns registros do .Na mesa “Cuidados Divergentes”, conversamos sobre pessoas que muitas vezes ficam fora dos modelos t...
09/06/2026

Alguns registros do .

Na mesa “Cuidados Divergentes”, conversamos sobre pessoas que muitas vezes ficam fora dos modelos tradicionais de cuidado, como a população LGBTQIA+, pessoas com deficiência e povos indígenas.

Uma reflexão que dialogou muito com o trabalho apresentado por , do , cuidar também é promover pertencimento, acolhimento e comunicação.

Ampliar o olhar é parte do cuidado.

28/05/2026

Receber um diagnóstico de Alzheimer significa o fim da vida?

Essa talvez seja uma das perguntas mais dolorosas e mais comuns para quem recebe o diagnóstico e para as famílias.

Mas, como provoca o Dr. , o Alzheimer não pode ser enxergado como uma “sentença”.

Sim, existem desafios, mas ainda existem afetos, prazeres, vínculos, desejos e possibilidades de autonomia.

O problema é que muitas vezes a pessoa deixa de ser vista como sujeito no momento do diagnóstico.

Falar sobre também é falar sobre dignidade, autonomia e qualidade de vida.

Endereço

Rua Cerro Corá, 585
São Paulo, SP
05061-150

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