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Doenças Neurológicas - Dor de Cabeça - Parkinson - Alzheimer
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Vai se consultar sobre Parkinson? Uma boa preparação pode ajudar a aproveitar melhor o tempo da consulta.Antes do atendi...
31/08/2026

Vai se consultar sobre Parkinson? Uma boa preparação pode ajudar a aproveitar melhor o tempo da consulta.
Antes do atendimento, procure organizar:
✅ Quando os sintomas começaram e como evoluíram
✅ Horários em que melhoram ou pioram
✅ Lista completa de medicamentos e suplementos
✅ Exames e relatórios médicos recentes
✅ Principais dúvidas e dificuldades do dia a dia
Se possível, converse com um familiar ou acompanhante que conheça sua rotina. Informações sobre sono, equilíbrio, memória, fala, alimentação e resposta aos medicamentos também podem ser importantes.
Salve este conteúdo para consultar depois e compartilhe com alguém que possa se beneficiar.
Para conhecer meus materiais e canais de atendimento, acesse o link da bio.
⚠️ Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui uma avaliação médica individualizada.

Quando o Parkinson avança, algumas atividades simples do dia a dia podem começar a exigir mais tempo, planejamento e apo...
30/08/2026

Quando o Parkinson avança, algumas atividades simples do dia a dia podem começar a exigir mais tempo, planejamento e apoio.

E o cuidado não depende apenas dos medicamentos.

🏠 Adaptar a casa
🚶‍♂️ Reduzir situações de risco de queda
👕 Facilitar o momento de se vestir
🍽️ Observar dificuldades para mastigar ou engolir
😴 Cuidar do sono
👩‍⚕️ Manter acompanhamento com uma equipe multiprofissional

Tudo isso pode contribuir para preservar **segurança, autonomia e qualidade de vida**.

Um ponto especialmente importante: **tosse, engasgos ou demora para engolir não devem ser ignorados**, pois podem indicar alteração da deglutição e merecem avaliação adequada.

Da mesma forma, quedas frequentes, piora da mobilidade, alterações importantes do sono ou maior dificuldade nas atividades cotidianas devem ser discutidas com a equipe que acompanha a pessoa com Parkinson.

💙 **Cuidar do Parkinson vai muito além dos remédios.**

📌 Salve este carrossel para consultar depois e compartilhe com familiares e cuidadores de pessoas com Doença de Parkinson.

Este conteúdo é educativo e não substitui avaliação médica individual. Não altere medicamentos ou tratamentos sem orientação do profissional que acompanha o seu caso.

Dr. Luis Felipe Berchielli
Neurologista | CRM-SP 130.381 | RQE 64.195

Parkinsonismo é a mesma coisa que Doença de Parkinson? 🧠Não necessariamente.Essa é uma confusão bastante comum — e enten...
25/08/2026

Parkinsonismo é a mesma coisa que Doença de Parkinson? 🧠

Não necessariamente.

Essa é uma confusão bastante comum — e entender a diferença é importante.

Parkinsonismo é o termo usado para descrever uma síndrome caracterizada por alterações motoras típicas, especialmente a lentidão dos movimentos, associada a outros sinais como rigidez e/ou tremor de repouso.

A Doença de Parkinson é uma das causas de parkinsonismo, mas não é a única.

Existem também os parkinsonismos atípicos, associados a doenças como paralisia supranuclear progressiva (PSP), atrofia de múltiplos sistemas (AMS/MSA), demência com corpos de Lewy e síndrome corticobasal.

Além disso, há os parkinsonismos secundários, que podem estar relacionados, por exemplo, a determinados medicamentos, doenças cerebrovasculares, hidrocefalia e outras condições.

🔎 Então, como diferenciá-los?

A história clínica, o exame neurológico, a evolução dos sintomas e a resposta aos tratamentos ajudam o neurologista a construir o diagnóstico. Em algumas situações, exames complementares também são necessários.

Um ponto importante: a resposta à levodopa pode fornecer pistas, mas não deve ser interpretada isoladamente.

Por isso, receber a informação de que uma pessoa apresenta “parkinsonismo” não significa, automaticamente, que ela tenha Doença de Parkinson.

👉 Deslize o carrossel para entender as principais diferenças.

📌 Salve este post para consultar novamente e compartilhe com alguém que possa se beneficiar dessa informação.

Dr. Luis Felipe Berchielli | Neurologista
CRM-SP 130.381 | RQE 64.195

Conteúdo educativo. O diagnóstico e o tratamento devem ser individualizados. Não inicie, suspenda ou altere medicamentos sem orientação médica.

Parkinson é muito mais do que tremor. 🧠Tremor, rigidez e lentidão dos movimentos são manifestações conhecidas da Doença ...
24/08/2026

Parkinson é muito mais do que tremor. 🧠

Tremor, rigidez e lentidão dos movimentos são manifestações conhecidas da Doença de Parkinson. Mas elas representam apenas uma parte do quadro.

Muitos sintomas podem ser menos visíveis — e, ainda assim, ter grande impacto na qualidade de vida:

• alterações do sono e fadiga
• ansiedade, depressão e apatia
• alterações de atenção e memória
• constipação e sintomas urinários
• queda da pressão ao levantar
• dor e desconforto
• alterações da fala e da deglutição

Por isso, acompanhar uma pessoa com Parkinson significa olhar **além do movimento**.

Esses sintomas não aparecem da mesma maneira em todas as pessoas e nem todo sintoma é necessariamente causado pelo Parkinson. Por isso, identificá-los e conversar sobre eles durante a consulta é fundamental para uma avaliação mais completa.

💬 **Agora quero saber de você:** qual sintoma do Parkinson você considera mais subestimado?

🔖 Salve este post para consultar depois e compartilhe com alguém que convive com a Doença de Parkinson.

Este conteúdo é educativo e não substitui avaliação médica individual. Não altere medicamentos ou tratamentos sem orientação do profissional que acompanha o seu caso.

Dr. Luis Felipe Berchielli | Neurologista
CRM-SP 130.381 | RQE 64.195


**Levodopa causa melanoma? Essa dúvida existe há décadas — mas o que as evidências realmente mostram?**Pessoas com Doenç...
24/08/2026

**Levodopa causa melanoma? Essa dúvida existe há décadas — mas o que as evidências realmente mostram?**

Pessoas com Doença de Parkinson parecem apresentar uma associação maior com melanoma em alguns estudos. Isso, porém, não significa que a **levodopa seja a responsável**.

🔬 As evidências disponíveis até o momento **não demonstram uma relação causal entre o uso de levodopa e o desenvolvimento de melanoma**. Um dado particularmente interessante é que, em algumas séries, o melanoma já estava presente **antes mesmo do início do tratamento com levodopa**.

Então, qual é a orientação prática?

A levodopa continua sendo um dos pilares do tratamento da Doença de Parkinson e **não deve ser suspensa, evitada ou adiada por conta própria** por receio de melanoma.

Em pessoas com melanoma atual ou prévio, a decisão deve ser individualizada, considerando o quadro neurológico, o histórico oncológico e o acompanhamento dermatológico adequado.

A possível relação entre Parkinson e melanoma provavelmente é mais complexa e pode envolver mecanismos biológicos compartilhados — e não simplesmente um efeito do medicamento.

⚠️ **Importante:** se você tem Parkinson e já teve melanoma, converse com seu neurologista. Não modifique seu tratamento sem orientação médica.

📌 **Salve este post** para consultar depois.
📤 **Compartilhe** com alguém que utiliza levodopa.
💬 Você já tinha ouvido falar dessa possível relação entre Parkinson, levodopa e melanoma?

**Dr. Luis Felipe Berchielli | Neurologista**
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5 dicas para tornar as refeições mais seguras na Doença de Parkinson 🍽️Muitas pessoas acreditam que os engasgos fazem pa...
19/08/2026

5 dicas para tornar as refeições mais seguras na Doença de Parkinson 🍽️

Muitas pessoas acreditam que os engasgos fazem parte do envelhecimento, mas na Doença de Parkinson eles podem estar relacionados à dificuldade de deglutição (disfagia).

Algumas medidas simples podem aumentar a segurança durante as refeições:

✅ manter uma boa postura;
✅ comer devagar;
✅ aproveitar os períodos em que a medicação está funcionando melhor;
✅ escolher alimentos mais fáceis de manipular;
✅ cuidar da higiene bucal.

Se houver tosse frequente ao comer, perda de peso ou episódios repetidos de pneumonia, procure avaliação médica. Em muitos casos existem estratégias e tratamentos que ajudam a reduzir esses riscos.

💾 Salve este post.
📤 Compartilhe com familiares e cuidadores.
💬 Você já conhecia essas orientações?

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Durante muitos anos, criou-se a ideia de que começar levodopa seria como iniciar uma “contagem regressiva” para o aparec...
17/08/2026

Durante muitos anos, criou-se a ideia de que começar levodopa seria como iniciar uma “contagem regressiva” para o aparecimento das discinesias — aqueles movimentos involuntários que podem surgir ao longo da evolução da doença.

Mas os estudos mostram que a história é mais complexa.

O risco de discinesia não depende apenas de quanto tempo a pessoa usa levodopa. Ele está relacionado à própria evolução da doença de Parkinson, à dose necessária ao longo do tratamento, à idade de início da doença e a características individuais, inclusive fatores genéticos.

Estudos como o Ghana–Italy e o LEAP ajudaram a mostrar algo importante: adiar o início da levodopa apenas por medo da discinesia não demonstrou uma vantagem clara.

Isso também não significa que a levodopa seja “inocente” nesse processo. Ela participa do mecanismo das discinesias, especialmente conforme a doença progride e doses maiores passam a ser necessárias.

A mensagem, portanto, não é “levodopa nunca causa discinesia”.

A mensagem é outra:

não devemos deixar uma pessoa conviver com sintomas importantes simplesmente por medo de começar levodopa.

O tratamento da doença de Parkinson precisa ser individualizado, equilibrando controle dos sintomas, qualidade de vida, idade, estágio da doença e risco de efeitos adversos.

📌 Salve este post para consultar quando surgir essa dúvida — e compartilhe com alguém que ainda tem receio de iniciar levodopa.

Referências principais: Cilia et al., *Brain* 2014; Verschuur et al., *NEJM* 2019; Frequin et al., *Movement Disorders* 2024; Holloway et al., *Arch Neurol* 2004; Martinez-Carrasco et al., *npj Parkinson’s Disease* 2023; Pringsheim et al., *Neurology* 2021.

Este conteúdo é educativo e não substitui avaliação médica individual. Não inicie, suspenda ou altere medicamentos sem orientação do profissional que acompanha o seu caso.

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Alguns medicamentos de uso comum podem piorar os sintomas da doença de Parkinson ou interagir com o tratamento em andame...
11/08/2026

Alguns medicamentos de uso comum podem piorar os sintomas da doença de Parkinson ou interagir com o tratamento em andamento.

Isso pode acontecer, por exemplo, com determinados remédios usados para náuseas, agitação, psicose, dor, anestesia ou relaxamento muscular. Em algumas situações, o problema está no bloqueio da ação da dopamina; em outras, na interação com medicamentos antiparkinsonianos.

Durante consultas, atendimentos de urgência, cirurgias ou internações, é muito importante informar:

✅ que o paciente tem doença de Parkinson;
✅ todos os medicamentos em uso;
✅ os horários exatos das doses;
✅ o uso de rasagilina, selegilina ou safinamida;
✅ que a levodopa não deve ser atrasada ou suspensa sem orientação médica.

Este conteúdo não significa que todos esses medicamentos sejam absolutamente proibidos em qualquer situação. A decisão deve considerar o quadro clínico, a dose, as possíveis interações e as alternativas disponíveis.

Não inicie, suspenda ou substitua medicamentos por conta própria.

Salve este post para consultar quando necessário e compartilhe com pacientes, familiares e cuidadores. Essa informação pode ser especialmente importante durante uma internação.

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*🧠 Parkinson: muito além do tremor*Quando se fala em Doença de Parkinson, muitas pessoas pensam apenas no tremor. Mas es...
11/08/2026

*🧠 Parkinson: muito além do tremor*

Quando se fala em Doença de Parkinson, muitas pessoas pensam apenas no tremor. Mas essa é apenas uma parte da história.

A doença também pode causar sintomas que muitas vezes passam despercebidos, como:
✔️ perda do olfato;
✔️ constipação intestinal;
✔️ distúrbios do sono;
✔️ ansiedade e depressão;
✔️ alterações cognitivas em alguns pacientes.

Além disso, existem muitos outros mitos que podem atrasar o diagnóstico, gerar medo e dificultar o tratamento.

Pensando nisso, preparei este carrossel com **9 verdades importantes sobre a Doença de Parkinson**, baseado em evidências científicas e em minha experiência no acompanhamento de pacientes.

👉 Deslize até o final e descubra informações que podem fazer diferença para pacientes, familiares e cuidadores.

💙 **Se este conteúdo foi útil:**
• Salve este post para consultar quando precisar.
• Compartilhe com quem pode se beneficiar dessas informações.
• Deixe sua dúvida nos comentários. Terei prazer em respondê-la em futuros conteúdos.

—
*Dr. Luis Felipe Berchielli*
Neurologista • Especialista em Distúrbios do Movimento
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08/08/2026

Uma nova opção de tratamento para a Doença de Parkinson acaba de chegar ao Brasil. 🇧🇷🧠

Tive a oportunidade de acompanhar o lançamento do **Vyalev® (foslevodopa/foscarbidopa)**, uma nova terapia para pessoas com **Doença de Parkinson em fase avançada e flutuações motoras**.

E o que torna esse tratamento diferente?

A foslevodopa/foscarbidopa permite a administração **contínua e subcutânea de precursores da levodopa e da carbidopa por meio de uma bomba portátil**, oferecendo uma alternativa não cirúrgica para pacientes selecionados.

O objetivo é justamente enfrentar um dos grandes desafios do Parkinson avançado: as oscilações ao longo do dia entre períodos em que a medicação funciona bem (**ON**) e períodos de piora dos sintomas (**OFF**).

Em estudo clínico de fase 3, a infusão contínua de foslevodopa/foscarbidopa proporcionou aumento significativo do tempo **ON sem discinesia problemática** e redução do tempo **OFF**, quando comparada à levodopa/carbidopa oral de liberação imediata.

Isso **não significa que seja o tratamento ideal para todas as pessoas com Parkinson**. A indicação depende da fase da doença, das flutuações, dos tratamentos já utilizados, do perfil clínico e de uma avaliação individualizada.

Mas a chegada de uma nova terapia é relevante porque **amplia as possibilidades de individualização do tratamento da Doença de Parkinson no Brasil.**

🎥 Neste vídeo, gravado durante o lançamento, explico um pouco mais sobre essa novidade.

**Você conhece alguém com Parkinson que enfrenta períodos de ON e OFF ao longo do dia? Compartilhe este Reel com essa pessoa ou com a família.**

Dr. Luis Felipe Berchielli
Neurologista | CRM-SP 130.381 | RQE 64.195

*Conteúdo educativo. A indicação e o ajuste do tratamento devem ser realizados individualmente pelo médico assistente. Não altere medicamentos sem orientação médica.*

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