Psicólogo Cesar Fontana Folla

Psicólogo Cesar Fontana Folla Atendimento psicológico adulto na região de São Paulo

Este espaço foi criado por mim com o propósito de trazer informações, temas e diversos conteúdos com o objetivo de ajudar pessoas que estão passando por dificuldades a entender e superar seus problemas, conseguindo maior satisfação e tranquilidade

Como há novas pessoas por aqui, gostaria de aproveitar o começo do mês para me apresentar e avisar que a agenda para ate...
07/05/2026

Como há novas pessoas por aqui, gostaria de aproveitar o começo do mês para me apresentar e avisar que a agenda para atendimentos psicológicos na modalidade online está aberta.

​Sou Cesar, psicólogo (CRP: 06/135135) com 10 anos de experiência clínica. Possuo experiência com adultos com demanda como ansiedade, burnout, TDAH, autoconhecimento, temas ligados ao público LGBTQIA+, temas relacionados ao público universitário e, também, à atividade física.

​Uso como abordagem a Fenomenologia Existencial e busco, de forma acolhedora e participativa, oferecer um espaço na terapia de conforto e segurança para você se sentir à vontade para falar sobre temas que achar importantes.

​Para informações sobre valores e horários disponíveis, envie uma mensagem no número do WhatsApp (11) 97317-0478 ou uma mensagem privada por aqui.

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Nem toda frustração pede abandono. Às vezes pede sustentação.(Quando uma situação chata faz você duvidar da própria esco...
29/04/2026

Nem toda frustração pede abandono. Às vezes pede sustentação.

(Quando uma situação chata faz você duvidar da própria escolha)

Uma das coisas que venho ouvindo das pessoas que vivenciam a experiência universitária/empresarial é: uma única disciplina/reuniao difícil ou desinteressante parece colocar em xeque TODO um caminho escolhido.

“Talvez eu tenha escolhido errado.”
“Talvez esse curso não seja para mim.”
"Se eu nao consigo sustentar essa reunião, é pq esse trabalho nao é para mim".

Mas será que a frustração dentro do caminho signif**a um erro na escolha? Ou, ela revela apenas a dificuldade de sustentar um caminho?

E sim, a conversa mais muito alem sobre uma matéria dificil da faculdade ou trabalho. Podemos ver e usar essa reflexão em outros lugares e situações da vida adulta.

Voltando... Costumamos imaginar que uma escolha com sentido deveria ser acompanhada de felicidade (identif**ação) constante.

Como se aquilo devesse sempre nos mobilizar com prazer. Mas não é assim que a nossa existência acontece.

Mesmo escolhas que fazem sentido e prazer possuem cansaço, repetição, estresse, tédio e frustração.

O ponto aqui é: é muito comum encararmos um problema como se fosse um espelho mostrando que tudo esta errado: uma matéria difícil, uma discussão na relação, uma negativa no trabalho...

Em outras palavras: um incômodo momentâneo é sentida como se tudo estava errado.

Mas como podemos lidar e sustentar isso?

Uma pergunta que gosto de fazer na clinica é: O que te move nessa escolha? Para que voce esta fazendo tudo isso?

Porque o sentido de um caminho nem sempre aparece na hora, mas sim nas outras situações ou ate mesmo, no futuro (diploma da faculdade? Uma viagem? Uma promoção?).

Caminhar é saber que teremos estradas retas e com buracos.

Importante: isso não se trata de romantizar sofrimento ou simplesmente “aguentar”. Mas de perceber que nem toda frustração pede abandono.

Voltando para os treinos: A frustração na hora de voltar a treinarQuando o assunto é treino, conhecemos muito bem o "mun...
18/04/2026

Voltando para os treinos: A frustração na hora de voltar a treinar

Quando o assunto é treino, conhecemos muito bem o "mundo fitness" que as redes sociais geralmente compartilham: constância extrema e progressão linear.

Esses pensamentos acabam trazendo uma grande pressão, desconforto e alem disso, transmite uma realidade bem diferente de quem tenta equilibrar o treino com o trabalho e vida pessoal.

E não foi diferente para mim.

Estava a duas semanas longe do treino pois a vida pediu outras prioridades e o treino ficou em segundo plano.

Esse numero pode parecer pouco no calendário, mas no assunto treino a história é outra. Hoje eu voltei e a realidade bateu: a carga pesou mais, o fôlego mudou e o ritmo não era o mesmo de antes.

​A primeira reação? Frustração.

Sensação de irritação, chateação, comparação com a intensidade que estava antes e até aquele pensamento de: "para que continuar?".

Quem nunca pensou assim não é mesmo?

É engraçado como a gente se cobra pelo ritmo que estava antes, esquecendo que a vida, fora da academia, acontece intensamente.

Trabalho, familia, estudos, problemas. Tem coisas que nao param mesmo e mesmo sem estar treinando, estamos ansiosos, agitados, tensões e estressados.

E por isso vale a pena lembrar: ​para a maioria de nós, o exercício não é a função principal; é o suporte.

E é aqui que f**a o ponto importante da conversa de hoje, por ser suporte, ele precisa ser flexível. Haverá fases de alta intensidade e fases em que o treino será apenas "o possível".

​A frustração que senti hoje me lembrou que a volatilidade faz parte do processo. Estar um pouco "abaixo" hoje não é um fracasso, é apenas o retrato de uma rotina viva, que exige pausas e retomadas.

O importante não é manter o peso na barra a qualquer custo, mas manter o movimento como parte do autocuidado, aceitando que o corpo ea mente também flutua conforme a vida exige.

E ai? Ja se sentiu assim antes? Compartilha aqui nso comentários

O começo da terapia é estranho e esta tudo bem.Para o texto de hoje, gostaria de trazer um tema que é muito recorrente n...
10/04/2026

O começo da terapia é estranho e esta tudo bem.

Para o texto de hoje, gostaria de trazer um tema que é muito recorrente na terapia ou para quem busca a terapia.

Pode até parecer óbvio, simples ou fácil de responder, mas, na prática, é algo que aparece com bastante frequência, e, justamente por isso, é importante ser falado, compartilhado e conversado.

O tema é: "a dificuldade de confiar em um psicólogo nas primeiras sessões".

E já adianto: isso é muito comum. E também é completamente normal.

Quando falamos sobre terapia, estamos falando sobre uma relação, ou melhor dizendo, uma relação terapêutica. Ou seja, existe um profissional ali, na sua frente, e existe você, que está buscando esse processo, duas pessoas.

Mesmo hoje, com as redes sociais, onde é possível ver o rosto do psicólogo, a forma como ele fala, os conteúdos que compartilha, ainda assim existe um limite.

Porque, no fim das contas, a gente não sabe como será a experiência da terapia em si.

E só existe uma maneira de descobrir se aquilo vai funcionar: vivendo o processo, fazendo as primeiras sessões.

É nas sessões, que você começa a perceber se faz sentido, se existe identif**ação, se surge uma sensação de conforto, aquele “acho que quero continuar por aqui”.

Por isso, no início, é esperado que exista um certo estranhamento. São duas pessoas que ainda não se conhecem, construindo algo juntas.

E é justamente nesse começo que a estrutura da terapia, como os encontros semanais, o tempo de sessão, ganha importância e relevancia.

Esses elementos ajudam a sustentar e fortalecer essa relação que está sendo construída.

Com o passar do tempo, você vai sentindo como isso se desenrola. Pode ser que você perceba que está funcionando, que está fazendo sentido.

Ou pode ser que não e tudo bem também.

Às vezes, é preciso procurar outro profissional, ou até repensar o momento de fazer terapia.

Mas o ponto é: sentir um certo desconforto no início faz sentido, faz parte, esta dentro do plano.

A confiança não costuma estar presente logo de cara. Ela vai sendo construída ao longo do processo terapêutico.

Uma das coisas que mais me angustiava no mundo da clinica era a escrita do relatório dos atendimentos.Na época da faculd...
07/04/2026

Uma das coisas que mais me angustiava no mundo da clinica era a escrita do relatório dos atendimentos.

Na época da faculdade tive um aprendizado bem rígido sobre os relatórios, de escreve-los com inúmeros detalhes e afins.

Para um caso é ok. Agora quando vai para mais de 10 f**a insustentável.

Na busca de outras formas de elaborar, recebi esse artigo na minha supervisao e achei bem interessante um outro estilo de relatorio: A Versão de Sentido (VS).

Usa esse formato para psis que buscam formas diferentes e mais flexíveis de escrever um caso, saindo de um lugar amplo e cheio de detalhes para um exercício relacional e mais dinâmico.

O VS expressa como um encontro foi experienciado na subjetividade do pac.

O VS, pode ser usado como forma de registro de sessões, visando criar reflexao ou mapa (pontos de psrtida) para o profissional.

Pode ser usado principalmente antes das sessoes para relembrar de como voce se sentia na sessao ou no caso.

Uma das perguntas chaves pode ser:

Escreva resumidamente qual foi para voce o SENTIDO desse encontro/conversa; escreva d eforma livre e espontânea".

A escrita pode ser um parágrafo, áudio, palavra ou imagem.

Acho bem interessante essa dinâmica para ver que é possivel outras formas de registros dos casos para nós psis e profissionais da saude.

Já que houve vários pedidos para continuar com esse tipo de post, compartilho com vocês mais três indicações de livros q...
06/04/2026

Já que houve vários pedidos para continuar com esse tipo de post, compartilho com vocês mais três indicações de livros que podem ajudar a entrar no mundo da Fenomenologia (e na sua clinica) de um modo menos frustrante.

Os livros dessa vez tem um olhar mais para casos clínicos e terapia clinica, que é uma duvida com grande recorrência em relação a: "como é a clinica usando a fenomenologia existencial?".

O objetivo desse post não é de modo algum tirar a importância dos livros mais clássicos, mas sim, de trazer um outro olhar e outras referencias (de qualidade) para auxiliar a entrada no mundo da Fenomenologia.

A Fenomenologia possui suas características e leituras mais densas, mas é possível começarmos com outros caminhos.

Então vamos conhecer outros três livros:

1 - A Escuta e a Fala em Psicoterapia, de Ana Maria Feijoo, a autora discute a escuta como abertura ao modo de ser do outro e a fala como expressão de sentidos, enfatizando a importância do encontro entre terapeuta e paciente. O livro traz explicações de termos que usamos na fenomenologia (angustia, ser-com, liberdade, ser-no-mundo), pontos signif**ativos de Heidegger e Kierkegaard e principalmente casos clínicos.

2 – A existência para além do sujeito, de Ana Maria Feijoo: Ele vem como um complemento ao livro “1”, propondo temas mais profundos sobre a fenô, convidando a repensar a clínica e a compreensão do ser humano para além de perspectivas individualizantes. Gosto desse livro pois traz pontos da teoria de Hursserl, Heidegger, um pouco de Daseinanalise e discursos de casos clínicos.

3 - Conversas sobre Terapia, de Bile Tatit Sapienza, apresenta reflexões acessíveis sobre o processo terapêutico a partir de uma perspectiva da fenô. A autora traz exemplos e cenas terapêuticas no objetivo de dar luz a temas comuns na fenomenologia, como: epoche, processo terapêutico, relação terapêutica, fenômeno e etc., mas que a principio podem trazer duvidas de como isso se encaixa na clinica e na terapia.

Gostou? Não se esqueça de curtir e marcar amigos e colegas que podem querer algumas indicações de leitores no mundo da fenô.

Ja vi várias vezes nas redes que: "para dormir precisamos fingir que estamos dormindo" e gostaria de trazer uma reflexão...
03/04/2026

Ja vi várias vezes nas redes que: "para dormir precisamos fingir que estamos dormindo" e gostaria de trazer uma reflexão sobre.

Não curto muito a palavra fingimento, no lugar dela gosto de usar: preparação.

Quando falamos sobre fazer uma ação (qualquer que seja) precisamos de algum tempo (minutos, segundos, horas) para planejar.

Por exemplo: quando vamos jantar - pensamos na comida. No local. No cheiro. Na companhia e por ai vai.

Pensar nessas coisas é como se trouxesse um pouco desse futuro para o presente.

E isso faz com que certas atmosferas (tons, ritmos) começassem a f**ar mais presentes e outras, mais distantes.

Porque isso acontece?

Diferentemente de máquinas e objetos (que é só desligar ou ligar algo de forma abrupta), nós pessoas temos uma cadencia, um ritmo ao se relacionar com as coisas, com as pessoas e com o mundo, e isso faz com que conseguimos fazer algumas coisas em um momento e outras não

Então...

Quando falamos de dormir é a mesma coisa.

Dificilmente teremos facilidade ou um sono de qualidade se ao chegar na hora de dormir simplesmente parassemos e fossemos dormir.

Quem ja tentou fazer isso sabe bem como é estressante, não é mesmo?

Dessa forma, fingir que dorme, ou melhor, se preparar para dormir (entrar na cadência do sono) faz total sentido.

Para isso é importante calma e entendimento de como é a melhor forma de se sintonizar a essa ação que quer fazer.

Entrando na brincadeira do primeiro de Abril, compartilho com voces algumas mentiras que ouvimos no mundo da Psicologia ...
01/04/2026

Entrando na brincadeira do primeiro de Abril, compartilho com voces algumas mentiras que ouvimos no mundo da Psicologia que podem trazer alguns questionamentos importantes.

Venho aqui com um post diferente, compartilhando com você três livros que podem te ajudar a entrar no mundo da Fenomenol...
30/03/2026

Venho aqui com um post diferente, compartilhando com você três livros que podem te ajudar a entrar no mundo da Fenomenologia com menos frustrações e ansiedades.

Por que digo isso? Vejo que muitas vezes quando procuramos indicações de leitura no mundo da Fenomenologia, é comum partirmos para os livros clássicos (que são super importantes) mas que pela forma de escrita pode assustar e afastar curiosos sobre o tema (eu mesmo já me senti assim).

Então vamos conhecer os três livros:

1 - Fenomenologia para Iniciantes, de Dan Zahav: escreve de forma acessível os principais conceitos da fenomenologia (como epoche, suspensão e afins). É importante usa-lo como base pois pode ajudar a entender de forma ampla a fenomenologia.

2 - Compreender Heidegger de Marco Casanova: há uma leitura introdutória e didática do pensamento heideggeriano, trazendo seus principais conceitos e termos de uma forma mais confortável de entendimento.

3 - Mundo e historicidade, Volume 1, de Marco Casanova: vem como um complemento ao segundo livro citado, em que traz mais detalhes e informações sobre o pensamento Heideggeriano.

Gostou? Não se esqueça de curtir, compartilhar e marcar pessoas que gostariam de aprender mais sobre a fenomenologia com o pé em Heidegger.

No objetivo de trazer um pouco da minha rotina para voces, gostaria de compartilhar minhas leituras que fiz nos últimos ...
07/03/2026

No objetivo de trazer um pouco da minha rotina para voces, gostaria de compartilhar minhas leituras que fiz nos últimos dias.

Os três temas tem como foco olhar de uma forma diferente esse momento atual em que estamos existindo, com o uso da tecnologia e principalmente com essa rapidez e intensidade das coisas.

Se gostarem desse tipo diferente de post, comentem! Assim posso ir compartilhando sempre quando fizer uma leitura/estudo com foco na saude mental 💛

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Nada melhor que começar o dia com uma reflexão sobre procrastinação.Mas dessa fez gostaria de trazer um pensamento difer...
06/03/2026

Nada melhor que começar o dia com uma reflexão sobre procrastinação.

Mas dessa fez gostaria de trazer um pensamento diferente.

Usando como base a minha abordagem na clinica, a fenomenologia existencial, pensei em compartilhar um outro olhar para essa chata e frequente sensação: a frustração da procrastinacao.

Diferente do que normalmente lemos por ai, falar sobre ela precisa ir muito alem dos famosos "planejamentos e controle de rotina".

Quem nunca se viu pesquisando milhares de estratégias para no fim... se ver procrastinando novamente?

Se voce se sente identif**ado com essa sensação, convido voce a ler essa reflexao e deixar um comentário.

Fazer esse tipo de texto e trazer para cá da um trabalho enorme ahahah

Psicólogo Cesar Fontana Folla
CRP: 06/135135

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