Instituto de Hipnose e Psicanálise

Instituto de Hipnose e Psicanálise Curso de Formação em Hipnose Clínica

Seja um hipnoterapeuta, utilizando as ferramentas psíquicas da hipnoterapia para a solução das angustias emocionais.

19/05/2026

Na psicologia, a carência excessiva de atenção muitas vezes não nasce da vaidade, mas de vazios emocionais não resolvidos. Pessoas que dependem constantemente da validação dos outros costumam sentir dificuldade em sustentar a própria autoestima sozinhas.

Curtidas, elogios, respostas rápidas e aprovação viram uma espécie de “combustível emocional”. O problema é que, quando a identidade depende apenas do olhar externo, qualquer rejeição passa a parecer abandono.

A necessidade exagerada de atenção pode estar ligada à insegurança afetiva, medo de rejeição, abandono emocional, baixa autoestima e até experiências de negligência na infância.

Quem não aprendeu a se sentir suficiente sozinho, muitas vezes tenta preencher o silêncio interno com a presença constante dos outros.

Maturidade emocional também é aprender a diferenciar conexão de dependência emocional.

Quem vive implorando atenção acaba se afastando de si mesmo.

Psicólogo Leandro Motta

www.leandromotta.com.br

18/05/2026

Tem gente que acha que “sumir”, f**ar em silêncio ou evitar contato é arrogância.

Mas na psicologia, muitas vezes isso é apenas um sinal de esgotamento social.

A chamada “bateria social” representa o limite emocional e cognitivo que uma pessoa possui para lidar com estímulos, conversas, cobranças, conflitos e interações constantes.

Quando ela acaba, o cérebro entra em modo de preservação.

A pessoa f**a mais irritada, silenciosa, distante e sem energia até para responder mensagens simples. Não é necessariamente falta de interesse. É sobre sobrecarga emocional.

Na psicologia, isso pode estar relacionado ao estresse crônico, ansiedade, exaustão mental, hiperestimulação social e desgaste emocional acumulado.

Quem vive tentando agradar todo mundo geralmente descarrega a própria energia mais rápido do que imagina.

Nem todo silêncio é desprezo. Às vezes, é apenas alguém tentando sobreviver emocionalmente sem desmoronar por dentro.

Respeitar seus limites sociais também é uma forma de autocuidado psicológico.

Psicólogo Leandro Motta

www.leandromotta.com.br

18/05/2026

Na psicologia, a frase “a Síndrome de Burnout é um declínio silencioso de si mesmo” descreve a forma lenta, progressiva e muitas vezes imperceptível com que o esgotamento emocional vai destruindo aspectos centrais da identidade, da motivação e da saúde mental da pessoa.

A Síndrome de Burnout não acontece de uma vez. Ela costuma começar com excesso de cobrança, necessidade constante de produtividade, dificuldade de descansar e sensação de que nunca é suficiente. No início, a pessoa acredita que está apenas “cansada”. Depois, o corpo e a mente começam a entrar em colapso silenciosamente.

Na psicologia, esse processo é entendido como um esgotamento crônico associado ao estresse contínuo, especialmente ligado ao trabalho, responsabilidades emocionais e pressão constante. O problema é que o desgaste vai acontecendo aos poucos:

● a pessoa perde energia emocional;

● começa a sentir irritação e frieza afetiva;

● perde prazer em atividades que antes gostava;

● se afasta da família e dos amigos;

● passa a funcionar “no automático”;

● e lentamente deixa de reconhecer quem era antes.

Por isso o termo “declínio silencioso”. Não é uma queda brusca. É um apagamento gradual da vitalidade psicológica.

Muitos indivíduos com Burnout continuam trabalhando, sorrindo e mantendo obrigações externas, enquanto internamente já estão emocionalmente exaustos. A mente entra em estado de sobrevivência. O cérebro passa a operar sob estresse contínuo, aumentando sintomas como ansiedade, insônia, dificuldade de concentração, sensação de vazio e até sintomas físicos.

A psicologia também relaciona o Burnout à perda do senso de identidade. A pessoa deixa de viver por signif**ado e começa apenas a suportar dias. Ela não percebe imediatamente que está adoecendo porque o processo é lento e socialmente normalizado. Em culturas onde produtividade excessiva é vista como virtude, o esgotamento costuma ser romantizado.

O mais perigoso é que o Burnout faz a pessoa se desconectar de si mesma: “ela continua existindo por fora, mas vai desaparecendo por dentro.”

Psicólogo Leandro Motta

www.leandromotta.com.

16/05/2026

Na psicologia, a intolerância raramente nasce apenas de uma “opinião forte”. Muitas vezes, ela surge de mecanismos emocionais e cognitivos que distorcem a percepção da realidade social. Quando alguém se torna excessivamente intolerante, passa a enxergar pessoas e situações de forma simplif**ada, rígida e emocionalmente contaminada. O problema é que isso prejudica diretamente o julgamento social.

A mente humana funciona através de filtros psicológicos. Emoções como raiva, medo, ressentimento e insegurança podem ativar vieses cognitivos, levando a pessoa a interpretar qualquer diferença como ameaça. Em vez de analisar fatos com equilíbrio, ela começa a julgar indivíduos com base em estereótipos, preconceitos ou experiências isoladas. O resultado é uma percepção social distorcida.

Na psicologia social, isso é conhecido como “viés de confirmação”: a pessoa passa a buscar apenas informações que reforçam aquilo que já acredita, ignorando qualquer evidência contrária. Com o tempo, a intolerância deixa de ser apenas um comportamento e se transforma em uma lente emocional que altera a forma de enxergar o mundo.

O mais perigoso é que quem vive preso à intolerância quase sempre acredita estar sendo “mais lúido” ou “mais correto”, quando na verdade está perdendo capacidade de empatia, diálogo e interpretação racional das relações humanas. Uma mente dominada pela hostilidade não consegue compreender pessoas — apenas reagir a elas.

Ter princípios não signif**a perder a capacidade de ouvir. Discordar faz parte da maturidade humana. Mas quando a intolerância destrói a percepção equilibrada, o julgamento deixa de ser racional e passa a ser emocionalmente impulsivo. E toda vez que o ódio fala mais alto que a consciência, a percepção da realidade f**a menor do que o próprio ego.

PSICÓLOGO LEANDRO MOTTA

www.leandromotta.com.br

11/05/2026

O problema de ser facilmente influenciado por outras pessoas é que, aos poucos, você deixa de viver a própria identidade para viver expectativas alheias.

Na psicologia, isso pode estar ligado à necessidade excessiva de aprovação, baixa autoestima e medo da rejeição. Pessoas muito influenciáveis costumam mudar opiniões, comportamento e até valores para serem aceitas em grupos, relacionamentos ou ambientes sociais.

O resultado disso é um desgaste emocional silencioso: ansiedade, insegurança, frustração e perda da autonomia emocional.

Quem vive tentando agradar todo mundo acaba não sabendo mais quem realmente é.

Ter maturidade emocional não signif**a ignorar conselhos, mas desenvolver senso crítico para filtrar aquilo que faz sentido para sua vida. Nem toda opinião merece espaço na sua mente.

Sua personalidade enfraquece quando você entrega o controle da sua vida para a opinião dos outros.

Psicólogo Leandro Motta

www.leandromotta.com.br

10/05/2026

Na psicologia, o suicídio masculino é visto como um fenômeno complexo que envolve fatores emocionais, sociais e culturais. Muitos homens foram ensinados desde cedo a esconder emoções, suportar sofrimento em silêncio e evitar pedir ajuda. O problema é que o silêncio emocional não elimina a dor — ele apenas a torna invisível.

No Brasil, os dados mostram um cenário preocupante. Segundo o Ministério da Saúde, os homens morrem por suicídio quase quatro vezes mais do que as mulheres. Em 2021, foram mais de 12 mil mortes masculinas registradas, contra cerca de 3,4 mil femininas.

Dados mais recentes também apontam que quase 80% das mortes por suicídio no Brasil são de homens. A Organização Mundial da Saúde estima que mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, sendo o suicídio uma das principais causas de morte entre jovens adultos.

A psicologia explica que muitos homens acabam desenvolvendo uma espécie de isolamento emocional. Eles falam sobre trabalho, dinheiro, futebol ou política, mas raramente sobre medo, tristeza, fracasso ou solidão. O sofrimento vai sendo acumulado até virar exaustão mental. Em muitos casos, a depressão masculina não aparece apenas como tristeza, mas como irritação constante, agressividade, abuso de álcool, impulsividade, afastamento social e sensação de vazio.

Outro fator importante é a pressão social. Muitos homens sentem que precisam ser fortes o tempo inteiro, resolver tudo sozinhos e nunca demonstrar vulnerabilidade. Quando perdem emprego, relacionamento, status ou propósito, alguns passam a enxergar isso como perda de valor pessoal. A psicologia mostra que identidade baseada apenas em desempenho e obrigação emocionalmente fragiliza o indivíduo.

Falar sobre saúde mental masculina não é “fraqueza”. Pelo contrário: reconhecer sofrimento psicológico é um ato de consciência emocional e sobrevivência. Pedir ajuda não diminui ninguém. O que destrói silenciosamente muitos homens é justamente acreditar que precisam suportar tudo sozinhos.

Psicólogo Leandro Motta
www.leandromotta.com.br

09/05/2026

Tem gente que chama de “normal” aquilo que apenas virou rotina.

Mas a psicologia mostra que o ser humano consegue se adaptar até ao que o machuca.

Você pode se acostumar com críticas constantes, relacionamentos frios, ambientes tóxicos, ansiedade diária e até com a própria tristeza. E o perigo começa justamente aí: quando o sofrimento deixa de parecer estranho.

O cérebro cria tolerância emocional ao que é repetitivo. Isso não signif**a saúde emocional, signif**a sobrevivência psicológica.
Nem tudo que é familiar é saudável.

Muitas pessoas permanecem em situações ruins porque confundem conforto com segurança. Preferem a dor conhecida ao medo da mudança. Mas crescer emocionalmente exige questionar aquilo que você normalizou.

Se algo destrói sua paz, reduz sua autoestima, suga sua energia e impede seu desenvolvimento, talvez você não esteja em um lugar de pertencimento… apenas em um lugar de hábito.

A cura começa quando você para de perguntar “o que eu aguento?” e começa a perguntar “o que eu mereço viver?”.

Psicólogo Leandro Motta

www.leandromotta.com.br

08/05/2026

Dependência emocional não é amor.

É o medo de f**ar sozinho disfarçado de apego.

Na psicologia, a dependência emocional acontece quando a pessoa coloca sua felicidade, autoestima e identidade nas mãos do outro. Aos poucos, ela deixa de viver a própria vida para viver em função da aprovação, atenção e presença de alguém.

Quem vive assim:

》aceita migalhas afetivas;

》tolera desrespeito;

》perde sua autonomia;

》abandona sonhos, amigos e até valores pessoais;

》vive em ansiedade constante por medo de rejeição.

O problema é que quanto mais você se anula para manter alguém, mais perde a si mesmo.

Relacionamentos saudáveis não aprisionam. Eles somam, não sufocam.

Amar alguém nunca deveria custar sua paz, sua dignidade e sua saúde mental.

A cura começa quando você entende que carência não pode comandar sua vida emocional.

Psicólogo Leandro Motta
www.leandromotta.com.br

08/05/2026

Nem sempre o problema está apenas dentro de você.
Na psicologia, entende-se que o ambiente influencia diretamente emoções, pensamentos, autoestima, produtividade e até a forma como uma pessoa enxerga o próprio futuro.

Viver cercado por críticas constantes, desorganização, conflitos, humilhações, negatividade ou pessoas que desvalorizam seus sonhos pode gerar desgaste emocional silencioso. Aos poucos, a mente entra em modo de sobrevivência, e não de crescimento.

Muitas pessoas acham que são “fracas”, quando na verdade estão emocionalmente adoecendo em ambientes que sufocam sua identidade, sua criatividade e sua paz mental.

O ambiente errado pode:

》diminuir sua motivação;

》aumentar ansiedade e estresse;

》bloquear sua capacidade de aprender;

》enfraquecer sua autoconfiança;

》fazer você acreditar que nunca será capaz.

Seu desenvolvimento emocional e intelectual precisa de espaços saudáveis, respeito, estímulo e segurança psicológica.

Às vezes, evoluir não depende apenas de esforço… depende também do lugar onde você escolhe permanecer.

Psicólogo Leandro Motta

www.leandromotta.com.br

08/05/2026

A terapia não ensina você a “não precisar de ninguém”.
Ela ensina algo mais profundo: não transformar pessoas em muletas emocionais.

Na psicologia, dependência emocional acontece quando alguém acredita que só consegue f**ar bem se tiver validação, atenção ou aprovação constante de outra pessoa. E isso cria medo, ansiedade, insegurança e até perda da própria identidade.

Um bom psicólogo ajuda o paciente a desenvolver autonomia emocional. Isso signif**a aprender a tomar decisões, lidar com rejeições, suportar frustrações e reconhecer o próprio valor sem viver refém da opinião dos outros.

Pessoas emocionalmente maduras sabem amar, criar vínculos e receber apoio. Mas também sabem f**ar de pé quando alguém vai embora.

A terapia não te torna frio.
Ela te torna forte o suficiente para não implorar afeto, não aceitar migalhas emocionais e não abandonar a si mesmo para manter alguém na sua vida.

Quem depende emocionalmente vive com medo de perder.
Quem desenvolve autonomia aprende que sua paz não pode estar nas mãos dos outros.

Psicólogo Leandro Motta

www.leandromotta.com.br

https://leandromotta.com.br/apiuna-sc-e-o-abuso-sexual-infantil/
07/05/2026

https://leandromotta.com.br/apiuna-sc-e-o-abuso-sexual-infantil/

Na beira da BR-470, em um pequeno município do médio Vale Europeu de Santa Catarina, a rotina da saúde pública revela uma realidade que deveria chocar qualquer consciência. Com pouco mais de 10 mil habitantes, a cidade guarda em silêncio uma ferida profunda: o abuso sexual infantil. Durante os...

Endereço

Rua Voluntários Da Pátria, 1733 Sala 01
São Paulo, SP
02011-300

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 21:00
Terça-feira 08:00 - 21:00
Quarta-feira 08:00 - 21:00
Quinta-feira 08:00 - 21:00
Sexta-feira 08:00 - 21:00
Sábado 08:00 - 19:00

Telefone

+5511982415399

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Instituto de Hipnose e Psicanálise posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Instituto de Hipnose e Psicanálise:

Compartilhar