Psicóloga Maila Flesch

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Psicóloga Maila Flesch Clínica de psicologia, terapia, terapia breve, cursos e palestras

Não é incomum que pessoas altamente sensíveis (PAS) falem pouco quando estão em grupo. E há diferentes razões para isso....
28/07/2026

Não é incomum que pessoas altamente sensíveis (PAS) falem pouco quando estão em grupo. E há diferentes razões para isso.

Às vezes você pensa demais, e quando as falas se entrelaçam rápido, parece que não tem espaço.

Às vezes as piadas e provocações são tão intensas que dá medo de virar o foco e não conseguir abafar a sua reação emocional.

Ou ainda: você f**a tão estimulada apenas observando e ouvindo que acaba esquecendo de falar.

PAS costumam preferir conversas com poucas pessoas, onde há uma troca mais profunda sobre ideias, emoções e experiências.

Em grupos menores, a PAS se sente mais à vontade. Em grupos maiores, o diálogo interno pode começar a desregular — e tudo bem.

Você não precisa fazer o que os outros fazem. Faz do seu jeito. Teu jeito é bom.

Eu percebo que algumas PAS permanecem em silêncio, observando o ambiente e as interações antes de se colocar. Quando falam, suas contribuições carregam um nível maior de elaboração e reflexão, fruto desse processamento mais aprofundado.

Reconheça que você pode contribuir com coisas especiais, a partir da sua forma única de ver o mundo.

Você não precisa competir por espaço para ser parte do grupo. Presença não se mede por volume de fala. Às vezes, quem fala menos é quem está mais presente.

Você já tinha pensado nisso?

Quanto mais você tenta sair de uma espiral mental, mais preso f**a. Mas tem um jeito de interromper o padrão (e não é pe...
20/07/2026

Quanto mais você tenta sair de uma espiral mental, mais preso f**a. Mas tem um jeito de interromper o padrão (e não é pensando mais). Deslize o carrossel para entender.

Tem gente que passa a vida inteira tentando fazer o pai ou a mãe agir diferente. Tentando ser bom o suficiente, interess...
16/07/2026

Tem gente que passa a vida inteira tentando fazer o pai ou a mãe agir diferente. Tentando ser bom o suficiente, interessante o suficiente, útil o suficiente, para finalmente ser visto, reconhecido, amado do jeito que sempre mereceu.

E a verdade é dura, mas precisa ser dita: se você está lidando com um pai ou uma mãe narcisista, essa mudança não virá.

Não importa quanto você tenha tentado ou feito tudo certo. É a fonte que está seca. Você está insistindo num lugar que não tem o que te dar.

Narcisistas não têm consciência do estrago que fazem. Eles não vão acordar um dia diferentes do que são. Esperar que isso aconteça é gastar energia…

Lisa Romano, especialista em recuperação de abuso narcisista, diz algo importante: “Você não pode obter validação emocional de alguém que é emocionalmente inacessível”.

Então a pergunta é: se a mudança que você espera não vai vir deles, onde mais você pode encontrar o amor que merece?

Que outras fontes de carícias você pode encontrar? É possível encontrar pessoas que te vejam, te reconheçam e te amem pelo que você é, sem precisar se contorcer para merecer.

Redirecionar a sua busca pode ser o ponto de virada, quando você descobre que amor, reconhecimento e reciprocidade existem…

Você já tentou mudar um pai ou uma mãe narcisista?

Há conversas que travam antes mesmo de começar. Se isso é familiar para você, deslize para entender melhor.
08/07/2026

Há conversas que travam antes mesmo de começar. Se isso é familiar para você, deslize para entender melhor.

Qual a diferença entre entender o outro e estar em sintonia com ele?Você pode perceber que a pessoa está triste, percebe...
30/06/2026

Qual a diferença entre entender o outro e estar em sintonia com ele?

Você pode perceber que a pessoa está triste, perceber que ela está irritada, reconhecer a emoção e ainda assim não estar em sintonia.

Sintonia vai além de captar… envolve estar junto.

Quando você está em sintonia com alguém, você realmente vê e se interessa pelo estado do outro. Perguntas como “O que você está sentindo? O que está pensando?” conduzem o processo, afinando a sintonia.

De modo geral, nos relacionamentos, a sintonia pede que você permaneça consciente da fronteira entre você e o outro. Você ressoa, mas não se perde. É um convite para ouvir melhor e buscar saber mais antes de tentar resolver.

Porque quando você entra com a sua emoção, com a sua visão, vira sobre você. E quando vira sobre você, você não está mais em sintonia, você está ocupando o papel de salvador.

Se você realmente quer ajudar, f**a na pergunta, aprofunda a experiência da pessoa. Deixe-a dar nome às emoções, contar o que aconteceu… isso é muito mais rico, não acha?

Em essência, limites saudáveis promovem autonomia e protegem quem você é enquanto você se relaciona. Como anda a sua cap...
25/06/2026

Em essência, limites saudáveis promovem autonomia e protegem quem você é enquanto você se relaciona. Como anda a sua capacidade de se posicionar?

No processo terapêutico, tanto o apego evitativo quanto ansioso podem ser trabalhados, a fim de te mostrar que apegos se...
17/06/2026

No processo terapêutico, tanto o apego evitativo quanto ansioso podem ser trabalhados, a fim de te mostrar que apegos seguros são fundamentais para relações saudáveis. Deslize o carrossel e saiba mais.

O ciclo é mais ou menos assim: você falou sobre um problema com alguém, apresentou a situação, explicou o que te incomod...
09/06/2026

O ciclo é mais ou menos assim: você falou sobre um problema com alguém, apresentou a situação, explicou o que te incomodou, foi claro, mas… a resposta veio em forma de negação, minimização ou um “não tem jeito mesmo”. E a conversa morreu ali. De novo.

Isso tem nome: desqualif**ação, um dos mecanismos mais comuns — e invisíveis — que mantêm a gente preso em padrões relacionais que não funcionam.

É como uma recusa em ver que o problema existe, importa, ou pode mudar.

Você já reconheceu esse mecanismo em alguém?

Você aprendeu cedo demais a não incomodar, afinal, seus pais estavam ocupados, trabalhando. Quer saber como isso impacta...
05/06/2026

Você aprendeu cedo demais a não incomodar, afinal, seus pais estavam ocupados, trabalhando. Quer saber como isso impacta a vida adulta hoje? Deslize para ler.

Muitas vezes a gente entra em conversas difíceis no automático: reagindo, se defendendo, se explicando ou se irritando.M...
28/05/2026

Muitas vezes a gente entra em conversas difíceis no automático: reagindo, se defendendo, se explicando ou se irritando.

Mas antes de uma conversa importante, existe uma pergunta a ser feita: com quem eu vou falar?

A ideia não é julgar a outra pessoa como difícil, fácil, explosiva ou crítica, é apenas entender como essa pessoa costuma se posicionar nas relações e, a partir disso, escolher como você vai se posicionar também.

Você não entra em uma conversa com um amigo íntimo do mesmo jeito que entra em uma conversa com alguém muito crítico, muito defensivo ou muito controlador, não é mesmo?

Em algumas conversas, você pode entrar mais espontâneo, mais afetivo, mais aberto, com sua Criança livre presente.

Em outras, talvez seja importante deixar sua Criança mais protegida e entrar com o Adulto mais ativo: respirar antes, falar com mais calma, não reagir imediatamente, fazer perguntas em vez de se justif**ar.

Às vezes a outra pessoa vai entrar no Ego Pai crítico, cobrando, questionando ou apontando erros. Se você entra como Criança, a conversa vira defesa, ataque ou culpa. Mas se você consegue se manter no Adulto, a conversa muda de lugar.

Em vez de se justif**ar automaticamente, você pode perguntar coisas como:

“Eu quero entender melhor. O que exatamente você quer saber?”
“Tem algo específico que você espera de mim?”
“O que seria uma solução boa para você?”

Isso é regulação emocional, que te ajuda a perceber com quem você está, como essa pessoa funciona e qual parte sua precisa conduzir essa conversa.

Maturidade não é falar sempre com todo mundo do mesmo jeito. É saber quem em você precisa aparecer em cada relação e em cada conversa.

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