Karina Vieira - Psicóloga/Neuropsi. CRP 06/137325

Karina Vieira - Psicóloga/Neuropsi. CRP 06/137325 Psicóloga Clínica, CRP 06/137325.�
Neuropsicóloga �
Psicoterapeuta �

Karina Viera acredita que a união da Mente, Corpo e Meia Ambiente possa alcançar um equilíbrio para melhor desenvolver/evoluir e assim saber lidar com todos as situações adversas que são posta a todo o momento da vida.

“Você não é o que lhe faltou, mas o que escolhe cultivar.” 🌸Faltou presença.Faltou colo.Faltou ser escolhido(a).Faltou o...
28/05/2026

“Você não é o que lhe faltou, mas o que escolhe cultivar.” 🌸

Faltou presença.
Faltou colo.
Faltou ser escolhido(a).
Faltou ouvir “eu te amo” nas horas certas.

Essas ausências são reais. E doem de verdade.

Mas elas não definem o que você é capaz de construir a partir de agora.

A cura não apaga o passado. Ela reescreve o que você faz com ele. 💛

Seu cérebro pode ser reprogramado. E isso não é metáfora — é ciência. 🧠🌱A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de...
24/05/2026

Seu cérebro pode ser reprogramado. E isso não é metáfora — é ciência. 🧠🌱

A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões neurais ao longo da vida.

Traduzindo: os padrões que você aprendeu na infância não são permanentes.

Como isso acontece na prática?

✦ PSICOTERAPIA — TCC e Terapia do Esquema identificam e reestruturem crenças de rejeição.
✦ MINDFULNESS — reduz a hiperatividade da amígdala e fortalece o córtex pré-frontal.
✦ ESCRITA TERAPÊUTICA — reorganiza narrativas internas e ressignifica experiências.
✦ VÍNCULOS SEGUROS — ensinam ao cérebro que é seguro confiar e se conectar.

A dor não é destino. Suas conexões neurais não são correntes. São caminhos que podem ser redesenhados. 💛

Me segue para continuar aprendendo sobre isso. 🌸

Você não é difícil de amar. Você aprendeu a se proteger do abandono. 💛Existe uma diferença enorme entre esses dois conce...
22/05/2026

Você não é difícil de amar. Você aprendeu a se proteger do abandono. 💛

Existe uma diferença enorme entre esses dois conceitos — e entender isso pode mudar sua vida.

As crenças limitantes são ideias que formamos na infância para sobreviver emocionalmente. Fazem sentido quando criança. Na vida adulta, se tornam prisões invisíveis.

Algumas das mais comuns:

❌ “Não sou bom(a) o suficiente.”
→ Nasceu de um ambiente onde o esforço nunca era reconhecido.

❌ “As pessoas sempre vão me abandonar.”
→ Nasceu de perdas precoces não elaboradas.

❌ “Preciso ser perfeito(a) para ser amado(a).”
→ Nasceu da falta de amor incondicional.

❌ “Se eu mostrar quem realmente sou, vão me rejeitar.”
→ Nasceu de experiências onde ser você mesmo(a) não foi seguro.

A boa notícia: o cérebro que aprendeu essas crenças também pode desaprendê-las. 🌱

Qual dessas você reconhece em si? Comenta. ⬇️

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A rejeição é ferida, mas também pode ser semente.” 🌱Não estou dizendo que a dor não é real.Não estou dizendo que foi fác...
19/05/2026

A rejeição é ferida, mas também pode ser semente.” 🌱

Não estou dizendo que a dor não é real.
Não estou dizendo que foi fácil.
Não estou dizendo que você deveria “superar logo”.

Estou dizendo que com o tempo certo, o cuidado certo e as ferramentas certas — essa mesma dor que te fez encolher pode se tornar a raiz de quem você está se tornando.

Isso é o que chamo de Cicatrizes que Florescem. 🌸

💾 Salva para os dias difíceis.

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15/05/2026

Você não tem medo de perder a pessoa.
Você tem medo de ser quem você é — e isso não ser suficiente.
É por isso que você engole o que sente.
Que você reescreve os fatos.
Que você faz pequeno o que é enorme dentro de você.
Não é fraqueza. É um sistema nervoso que aprendeu, em algum momento da sua história, que ser verdadeiro custava caro.
Mas existe um preço maior do que a rejeição.
É passar anos sendo amado por uma versão de si que você mesmo construiu para ser aceito — e nunca saber se o seu real seria suficiente.
A rejeição que você mais teme já acontece todo dia. Toda vez que você se cala. Toda vez que concorda quando discorda. Toda vez que escolhe a segurança da máscara em vez do risco do seu rosto real.
Você se rejeita antes que qualquer pessoa precise fazer isso.
E quando você entende isso — algo muda.
Não o medo. O medo continua.
Mas a escolha começa a ser sua.
💬 Me conta nos comentários: você costuma falar o que realmente sente nos seus relacionamentos — ou protege mais do que expõe?

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13/05/2026

Existem 4 tipos de rejeição — e você provavelmente viveu mais de um. 👇

1️⃣ REJEIÇÃO FAMILIAR
Sentir que não é compreendido ou aceito pela família. Pode ser óbvia — ou silenciosa como uma frieza cotidiana.

2️⃣ REJEIÇÃO SOCIAL
Ser excluído de grupos, ignorado por colegas, marginalizado. Deixa a sensação de que há algo errado em você.

3️⃣ REJEIÇÃO ROMÂNTICA
O fim de um relacionamento, uma proposta não correspondida, ser preterido. Reativa as feridas mais antigas.

4️⃣ REJEIÇÃO PROFISSIONAL
Não ser contratado, ter uma ideia rejeitada, ser preterido numa promoção. Para quem carrega rejeição da infância, isso vai muito além do profissional.

Entender de qual tipo vem sua dor é o primeiro passo para ressignificá-la. 🌿

Qual desses você sente mais forte? Comenta. ⬇️

Quatro histórias que parecem ficção, mas acontecem em consultório toda semana. 💛(Todos os nomes e detalhes são fictícios...
12/05/2026

Quatro histórias que parecem ficção, mas acontecem em consultório toda semana. 💛

(Todos os nomes e detalhes são fictícios — ética e sigilo acima de tudo.)

Lúcia, 42 anos: Cresceu com uma mãe que trabalhava em turnos noturnos. Na adolescência, não entendia por que sentia tanta raiva ao ver colegas almoçando em família. Levou anos para perceber: era ausência emocional, não falta de amor.

Rafael, 19 anos: Viveu em um lar onde o tempo de qualidade nunca acontecia. Cresceu sentindo que sua voz não era ouvida — e passou anos buscando aprovação em amizades superficiais.

Carlos, 29 anos: Ambos os pais em casa, sempre ocupados. Cresceu com a sensação de ser invisível. Hoje ainda luta contra a crença de que não merece atenção.

Marina, 27 anos: Nada faltava — exceto tempo. Tornou-se perfeccionista ao extremo numa tentativa silenciosa de chamar a atenção que nunca teve.

O que todas essas histórias têm em comum? A dor não veio de maldade. Veio de ausência. E ausência também deixa cicatrizes. 🌱

Com qual história você se identificou? ⬇️

27/04/2026

10 anos de clínica me ensinaram uma coisa: a raiz de quase tudo pode estar ligada a rejeição. 🌿

Mas não a rejeição que as pessoas imaginam.

Não é só o abandono óbvio. Não é só o divórcio ou a ausência do pai.

É a mãe que amava, mas estava sempre ocupada.
É o pai que estava em casa, mas nunca presente.
É a criança que performava para ser vista.
É o adulto que ainda faz isso — sem perceber.

Sou Karina Vieira, psicóloga e neuropsicóloga. E esse é o meu trabalho: ajudar pessoas a entenderem de onde vem a dor que carregam — e como transformá-la.

Me segue. Essa jornada começa agora. 🌸

24/04/2026

Esse laser não apaga só uma palavra.
Apaga uma crença que nasceu muito antes dos 18 anos.
Quando eu era criança, fui deixada pra trás. E uma criança que sente rejeição cria uma promessa silenciosa:
“Nunca vou deixar ninguém pra trás.”
Essa promessa virou identidade.
Virou tatuagem.
Virou culpa toda vez que eu tentava crescer enquanto alguém ao meu redor não crescia junto.
Isso tem nome na psicologia: crença nuclear formada na infância. O cérebro repete esse padrão como sobrevivência. Na prática? Auto-sabotagem. Estagnação. Culpa de evoluir.
Por anos eu acreditei que só poderia estar bem se todos estivessem. Que não tinha direito de crescer enquanto alguém ficasse pra trás.
Mas hoje eu entendo:
Minha estagnação nunca salvou ninguém.
Amar a família não significa ser refém dela. Cada um tem seu próprio caminho de desenvolvimento — e eu não tenho mais culpa de evoluir.
Esse laser é o ato mais simbólico que eu poderia fazer. Não pra esquecer. Mas pra reescrever.

Se você também carrega uma ferida da infância que virou crença limitante, meu ebook Cicatrizes que Florescem foi feito pra você.

🔗 Link na bio.

21/04/2026

Você sabia que rejeição ativa as MESMAS áreas do cérebro que a dor física? 🧠

Não é fraqueza. Não é drama. É neurociência.

Estudos de neuroimagem mostram que quando somos rejeitados socialmente, o córtex cingulado anterior — mesma região ativada pela dor física — entra em ação.

Isso explica por que:
→ Uma crítica pode doer tanto quanto uma queda
→ Ser excluído parece uma ameaça real à sobrevivência
→ A rejeição da infância deixa marcas tão profundas

Historicamente, ser excluído do grupo social significava menor acesso a recursos e maior vulnerabilidade. Nosso cérebro ainda processa a rejeição como uma ameaça de sobrevivência — mesmo que hoje ela raramente seja.

A boa notícia? O cérebro tem neuroplasticidade. Ele pode ser reprogramado. 🌱

Salva esse vídeo e me segue para aprender como fazer isso.



▶️ Segue para aprender mais sobre isso.

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