12/05/2026
Quatro histórias que parecem ficção, mas acontecem em consultório toda semana. 💛
(Todos os nomes e detalhes são fictícios — ética e sigilo acima de tudo.)
Lúcia, 42 anos: Cresceu com uma mãe que trabalhava em turnos noturnos. Na adolescência, não entendia por que sentia tanta raiva ao ver colegas almoçando em família. Levou anos para perceber: era ausência emocional, não falta de amor.
Rafael, 19 anos: Viveu em um lar onde o tempo de qualidade nunca acontecia. Cresceu sentindo que sua voz não era ouvida — e passou anos buscando aprovação em amizades superficiais.
Carlos, 29 anos: Ambos os pais em casa, sempre ocupados. Cresceu com a sensação de ser invisível. Hoje ainda luta contra a crença de que não merece atenção.
Marina, 27 anos: Nada faltava — exceto tempo. Tornou-se perfeccionista ao extremo numa tentativa silenciosa de chamar a atenção que nunca teve.
O que todas essas histórias têm em comum? A dor não veio de maldade. Veio de ausência. E ausência também deixa cicatrizes. 🌱
Com qual história você se identificou? ⬇️