HI Saúde da Mulher

Como chegar Site Entre em contato com o consultório

HI Saúde da Mulher Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de HI Saúde da Mulher, Médico de fertilidade, Avenida República do Líbano, 1843, São Paulo.

🗓️ Quando a gravidez não acontece, até um intervalo no calendário pode começar a parecer uma sentença.🔎 A dúvida costuma...
16/09/2026

🗓️ Quando a gravidez não acontece, até um intervalo no calendário pode começar a parecer uma sentença.

🔎 A dúvida costuma nascer de uma conta simples: “Minha menstruação costuma vir poucos dias depois da ovulação. Será que é por isso que ainda não consigo engravidar?”

❤️ Eu entendo o peso dessa pergunta. Quem está tentando engravidar procura respostas em tudo: no aplicativo, no exame, na duração de cada fase do ciclo. E, quando aparece um número fora do esperado, é difícil não pensar: encontrei o problema.

⚠️ Só que o corpo não funciona como uma soma em que um único dado explica todo o resultado. Quando essa conta é interpretada fora do contexto, ela pode gerar um diagnóstico que nunca foi confirmado, levar a tratamentos sem indicação e aumentar ainda mais uma culpa que já não deveria existir.

📚 Preparei este carrossel justamente porque há “muita certeza” circulando sobre esse tema… mas a ciência é bem mais cuidadosa. Quero ajudar você a entender por que essa discussão não termina na contagem dos dias e o que realmente precisa entrar na conversa quando a gravidez demora.

👉 Se você já mediu essa fase, pesquisou sobre progesterona ou ouviu opiniões diferentes, deslize até o fim. A resposta talvez não seja tão simples quanto prometeram. Mas pode ser muito mais honesta e útil.

🤍 Se você também já fez essa conta e ficou preocupada, salve este carrossel para reler com calma. E compartilhe com aquela amiga que vive conferindo o aplicativo e tentando entender, sozinha, por que a gravidez ainda não aconteceu.

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

Quando um casal inicia uma fertilização in vitro, a atenção costuma estar voltada para o que acontecerá nas semanas segu...
15/09/2026

Quando um casal inicia uma fertilização in vitro, a atenção costuma estar voltada para o que acontecerá nas semanas seguintes: a estimulação dos ovários, a coleta dos óvulos, a formação dos embriões e a possibilidade de uma gravidez.

Poucos conseguem pensar no que poderá acontecer com esses embriões muitos anos depois.

A notícia recente do nascimento de um bebê a partir de um embrião congelado há 30 anos mostra o alcance dessa tecnologia. Um embrião pode permanecer preservado enquanto a vida de quem participou de sua formação muda completamente.

O casal pode se separar. Um dos dois pode desejar utilizar os embriões, enquanto o outro já não aceita participar daquele projeto parental.

E há situações ainda mais difíceis. Para uma mulher que perdeu a fertilidade após um tratamento contra o câncer ou que já não consegue produzir óvulos nas mesmas condições, aqueles embriões podem representar sua única possibilidade de ter um filho geneticamente relacionado a ela. Ao mesmo tempo, eles também carregam o material genético de alguém que pode não desejar mais essa gestação.

É por isso que a definição sobre o destino dos embriões em caso de separação não pode ser tratada como uma assinatura burocrática no início do tratamento. O casal precisa entender o que está decidindo e por que essa escolha poderá continuar importante muitos anos depois.

Na reportagem completa, explico o que as normas brasileiras estabelecem, qual é o limite da atuação médica e por que alguns conflitos acabam chegando à Justiça.

‼️ 🔗 Para ler a reportagem completa, deixei o link nos Stories.

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

Tem uma pergunta que parece simples, mas revela muito sobre a vida dentro do útero: se o bebê ainda não usa os pulmões p...
13/09/2026

Tem uma pergunta que parece simples, mas revela muito sobre a vida dentro do útero: se o bebê ainda não usa os pulmões para receber oxigênio, como ele consegue se manter oxigenado durante tantos meses? 🤔

🩸 A placenta tem um papel central nessa resposta. É ali que o oxigênio trazido pelo sangue materno consegue passar para a circulação do bebê. O gás carbônico faz o percurso contrário. São duas circulações separadas, trabalhando lado a lado na placenta para que essas trocas aconteçam.
Depois, o sangue que recebeu mais oxigênio retorna ao bebê pela veia umbilical, através do cordão.

🫁 E os pulmões não f**am simplesmente “esperando” o nascimento. Eles estão em pleno desenvolvimento. Por volta da 10ª semana, já é possível observar os primeiros movimentos respiratórios fetais. Eles acontecem de forma intermitente e são importantes para o desenvolvimento dos pulmões. Mas não é deles que vem o oxigênio do bebê.

😊 Essa diferença ajuda a entender por que a circulação fetal é tão particular. Enquanto a placenta é responsável pelas trocas gasosas, o organismo do bebê está preparado para distribuir esse oxigênio sem depender dos pulmões para obtê-lo.

👩🏻‍🍼 E então chega o nascimento. Nas primeiras respirações, os pulmões começam a participar de uma função que, até aquele momento, acontecia na placenta: colocar oxigênio no sangue e eliminar gás carbônico.
O fluxo de sangue pelos pulmões aumenta e a circulação começa a assumir uma nova organização. Algumas dessas mudanças são rápidas; outras continuam nas horas e nos dias seguintes.

😮‍💨 É uma mudança extraordinária: o bebê passa de uma vida sustentada pelas trocas com a placenta para uma vida em que seus próprios pulmões assumem a respiração.

😍 E tudo começa naquele primeiro choro que tanta gente espera ouvir na sala de parto.

💬 Você sabia que os movimentos respiratórios começam ainda dentro do útero?

🔄 Salve e compartilhe com quem também vai gostar de entender essa história.

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

Há poucas coisas capazes de transformar um resultado de laboratório em uma fonte de ansiedade tão rapidamente quanto o b...
11/09/2026

Há poucas coisas capazes de transformar um resultado de laboratório em uma fonte de ansiedade tão rapidamente quanto o beta-hCG.

O resultado chega. Primeiro, vem a resposta tão esperada: positivo! Depois, para muitas mulheres, começa uma segunda ansiedade: olhar o número, comparar com a próxima dosagem, calcular quantas horas se passaram e tentar descobrir se aquele aumento foi “suficiente”.

É justamente nesse momento que uma ideia repetida há décadas pode mais confundir do que ajudar.

‼️ Na internet, não faltam calculadoras, tabelas e relatos de outras mulheres. O problema é que, quando transformamos um exame em uma fórmula aparentemente simples, corremos o risco de esperar dele respostas que ele, sozinho, não consegue dar.

E eu sei que isso ganha uma dimensão ainda maior para quem passou meses ou anos esperando por aquele positivo ou chegou até ele depois de um tratamento de reprodução assistida.

Por isso, preparei este carrossel para explicar o que realmente podemos interpretar a partir do beta-hCG e, principalmente, o que não podemos.

Sem fórmulas mágicas. Sem conclusões precipitadas. Com a ciência que usamos para tomar decisões na prática clínica.

⬅️⬅️ Arraste os cards. E, se você conhece alguém vivendo a ansiedade dos primeiros betas, compartilhe este conteúdo. 😉

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

Na próxima terça-feira, 15 de setembro, às 20h, estarei com o Instituto Roki para uma conversa que considero muito impor...
10/09/2026

Na próxima terça-feira, 15 de setembro, às 20h, estarei com o Instituto Roki para uma conversa que considero muito importante.

Vamos falar sobre fertilidade na síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH) e sobre as possibilidades que a medicina reprodutiva oferece hoje para mulheres que nasceram sem útero ou com alterações importantes em seu desenvolvimento.

Esse é um tema que faz parte da minha trajetória profissional de maneira muito especial. Integro a equipe responsável pelo primeiro transplante de útero realizado no Brasil que resultou em gravidez e nascimento — uma área da medicina que vem ampliando perspectivas para mulheres com infertilidade por fator uterino absoluto.

Mas o nosso encontro não será apenas sobre transplante de útero.

Quero conversar sobre as diferentes possibilidades de construção da maternidade, explicar o que a medicina pode oferecer atualmente e, principalmente, ajudar a separar informação científ**a de expectativas que nem sempre correspondem ao que já é possível na prática.

Cada mulher com MRKH tem uma história, desejos e circunstâncias próprias. Por isso, conhecer as alternativas é tão importante para que decisões sobre o futuro reprodutivo possam ser tomadas com informação e segurança.

O encontro será online e gratuito, pelo Google Meet.

📅 15 de setembro, terça-feira
⏰ 20h

‼️ Para participar, o link pode ser solicitado diretamente ao Instituto Roki pelo WhatsApp: (11) 94199-0015.

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

05/09/2026

🤰 Durante a gestação, o sangue da mãe e o sangue do bebê f**am muito próximos. Mas você sabia que, em condições normais, eles não se misturam diretamente?

🤔 Essa é uma dúvida que parece simples, mas a resposta ajuda a entender uma das estruturas mais fascinantes da gestação: a placenta.

🩸 O sangue materno chega à placenta e circula ao redor das vilosidades coriônicas. Dentro delas, está a circulação fetal. São duas circulações distintas, separadas por uma interface especializada através da qual acontecem trocas fundamentais para o desenvolvimento do bebê.

É ali que o oxigênio passa predominantemente da mãe para o bebê, enquanto o dióxido de carbono faz o caminho inverso. Glicose, aminoácidos e outros nutrientes também são transportados por diferentes mecanismos.

〰️ Depois entra em cena o cordão umbilical, fazendo a conexão entre a placenta e o bebê.

🧐 Normalmente, ele possui três vasos: uma veia e duas artérias. E há uma curiosidade que costuma surpreender: a veia umbilical leva da placenta para o bebê o sangue mais rico em oxigênio. Já as duas artérias levam o sangue fetal de volta à placenta, onde novas trocas poderão acontecer.

🫧 Esses vasos são envolvidos pela geleia de Wharton, um tecido gelatinoso que ajuda a protegê-los, especialmente contra compressões e torções.

☺️ E talvez o mais interessante seja perceber que a placenta faz muito mais do que permitir a passagem de oxigênio e nutrientes.

👶 Ela participa do metabolismo, produz hormônios, contribui para as adaptações do organismo materno à gravidez e integra uma complexa relação imunológica entre mãe e bebê.

🫀 No ultrassom, é natural que toda a atenção esteja voltada para o bebê: o coração batendo, os movimentos, as medidas, o crescimento.

😍 Mas, para que tudo isso aconteça, existe também um órgão trabalhando intensamente durante toda a gestação.

A placenta não costuma ser a protagonista das imagens que os pais levam para casa. Para nós, obstetras, porém, ela conta uma parte muito importante da história de como aquele bebê está crescendo. ❤️

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologist

04/09/2026

Nos dias 16 e 17 de outubro, São Paulo receberá o 5th ISUTx, encontro internacional dedicado ao transplante uterino. E quero fazer um convite especial aos colegas para participarem conosco.

Tenho uma satisfação especial em integrar a organização local ao lado da Dra. Maria V. Boccio, médica ginecologista e membro da comissão diretiva da ISUTx, e do Prof. Wellington Andraus, médico e Professor Titular da Disciplina de Transplante de Órgãos do Aparelho Digestivo, com o Prof. Dr. Edmund Chada Baracat, Professor Titular da Disciplina de Ginecologia da FMUSP, como presidente de honra.

Também estarão em São Paulo os integrantes do Executive Board da ISUTx: Paige Porrett, cirurgiã de transplantes e presidente da sociedade; Jean Marc Ayoubi, professor de ginecologia e medicina reprodutiva e presidente eleito; Sara Brucker, ginecologista e ex-presidente; Stefan Tullius, professor de cirurgia e chefe da Divisão de Cirurgia de Transplantes do Brigham and Women’s Hospital, vice-presidente; Rebecca Deans, professora associada de ginecologia e secretária; e Mats Brännström, professor e chefe do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de Gotemburgo, tesoureiro — além de dezenas de convidados nacionais e internacionais.

Serão mais de 50 tópicos, refletindo a complexidade do transplante uterino: registro mundial e acompanhamento das crianças nascidas após o transplante, imunologia e rejeição, imunossupressão, técnicas cirúrgicas, reprodução, gestação, complicações, aspectos psicológicos e éticos, acesso ao tratamento, treinamento e acreditação de centros, além de pesquisas e estudos multicêntricos.

É justamente a possibilidade de reunir diferentes especialidades e experiências, discutir resultados, complicações e as questões que ainda permanecem em aberto que torna este encontro tão importante.

Aos colegas médicos, pesquisadores, embriologistas e demais profissionais que atuam ou têm interesse na área, f**a o meu convite.

📅 16 e 17 de outubro de 2026
📍 Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) — São Paulo

As inscrições estão abertas no site https://isutxbr.com.br e nos Stores fade hoje

Em 2025, foram realizados 18.631 ciclos de congelamento de óvulos no Brasil — um crescimento de 136,7% em apenas cinco a...
03/09/2026

Em 2025, foram realizados 18.631 ciclos de congelamento de óvulos no Brasil — um crescimento de 136,7% em apenas cinco anos.

Mas nenhuma estatística consegue mostrar o que existe por trás de cada decisão…. Algumas mulheres têm certeza de que desejam ser mães, mas ainda não sabem quando. Outras não encontraram o momento, as circunstâncias ou a pessoa com quem gostariam de construir esse projeto. E há quem ainda nem saiba se desejará ter filhos no futuro.

Cada história é diferente. As dúvidas, porém, muitas vezes se repetem.
⁉️ O que o congelamento realmente preserva?
⁉️ Existe uma idade certa para realizá-lo?
⁉️ O hormônio antimülleriano consegue avaliar a qualidade dos óvulos?
⁉️ Como saber quantos óvulos serão necessários?
⁉️ E qual é a chance de precisar utilizá-los no futuro?

‼️ São perguntas importantes porque o congelamento de óvulos não deve ser decidido com base apenas no medo do tempo e nem na ideia de que a tecnologia pode oferecer certezas que a biologia não oferece.

Neste carrossel, reuni as informações que toda mulher deveria conhecer antes de tomar essa decisão.

⬅️⬅️ Leia até o final, salve para consultar com calma e envie para alguém que também esteja pensando sobre o assunto.

🤔 Qual dessas dúvidas também é sua? Conte pra mim.

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

01/09/2026

Por que pode vir um negativo após a transferência de um embrião euploide? Neste vídeo a embriologista Carla Basso explica.

📽️ Vem ver!

⚕Prof. Dr. Dani Ejzenberg
Ginecologista, Obstetra e Especialista
em Reprodução Humana Assistida.
CRM/SP 100673.

Endereço

Avenida República Do Líbano, 1843
São Paulo, SP
04501-002

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando HI Saúde da Mulher publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Consultório

Envie uma mensagem para HI Saúde da Mulher:

Atalhos

Compartilhar