Terapeuta RM

Terapeuta RM Profissional da área da Saúde Complementar e criei esta página para compartilhar informações sobre qualidade de vida, bem estar e autoconhecimento.

 **ra
28/08/2015

**ra

Venha conhecer este caminho que nos leva rumo ao crescimento interior e das belezas desconhecidas que há em cada um de n...
27/08/2015

Venha conhecer este caminho que nos leva rumo ao crescimento interior e das belezas desconhecidas que há em cada um de nós.
Para os olhos cansados "do mais do mesmo" o Ta**ra é uma solução de amor e autoconhecimento.
Participe!

Evento em São Paulo.
Informações e inscrições:
André Ku**er (54) 9615-8721 e
Rodrigo Mattos (11) 98362-5238.

Mas, Ta**ra não é s**o??? :OQuando falo sobre o Ta**ra essa é a primeira pergunta que ouço : “Ta**ra é um s**o diferente...
27/08/2015

Mas, Ta**ra não é s**o??? :O

Quando falo sobre o Ta**ra essa é a primeira pergunta que ouço : “Ta**ra é um s**o diferente?”

A resposta é: NÃO!

O Ta**ra é uma filosofia que engloba todos os aspectos da vida do ser humano, entre eles a sexualidade; porém, reduzir esse amplo conhecimento ao s**o é limitar seus benefícios ao mínimo.
Por não desprezar o s**o como sendo algo sujo ou proibido, herança de uma visão arcaica e patriarcal, o Ta**ra é facilmente confundido como uma desculpa para a permissividade sexual, ou seja, promiscuidade.

Muitos profissionais do s**o acabam usando o termo “massagem tântrica” para promover seu trabalho, mas cabe dizer, sem nenhum preconceito a prostituição, que a terapia tântrica não é um serviço sexual. Não há nessa prática o ato sexual, a energia gerada é canalizada para a expansão da consciência através da conexão com o coração.

É como o processo da água de um rio, força bruta sexual, que é direcionada de maneira a produzir energia elétrica, abertura dos sentimentos, para uma vida mais plena de presença e bem nutrida em todos os seus aspectos.

Pode parecer muito estranho e até mesmo soar como fantasia a afirmação de que a energia do s**o pode servir para algo além de gerar o prazer de alguns segundos, conhecido como orgasmo.

Esta mesma prática milenar afirma existirem diferentes níveis de orgasmo, mas para acessar esses patamares mais elevados o ser humano precisa quebrar as barreiras do condicionamento sobre sí mesmo, seu corpo e se questionar seriamente sobre a qualidade das relações afetivas que tem mantido com o outro.

Aqui não se trata de juízo de valores, de certo e errado, mas simplesmente da percepção do que funciona ou do que não funciona quando o assunto são os relacionamentos; e neste caso tudo o que compõe a relação fará diferença no resultado dessa troca energética que é o s**o.

- Por que casais apaixonados no início de desencantam ou esfriam sexualmente?
- Por que encontros tão “quentes” que prometem muito a ambos nos primeiros olhares perdem o encanto depois do primeiro orgasmo? E a vontade de ir embora, ou pedir que ele vista as roupas e vá logo se repete com tanta força?

Todas as experiências frustradas foram se acumulando na memória do seu corpo, assim como no seu campo emocional, o orgasmo é muitas vezes o gatilho que dispara todas essas lembranças com sua dor e amargura.Se não é refinado, aprofundado e imbuído de um sentimento maior o que deveria ser prazer e abertura para a vida, se torna sinônimo de mais solidão.

O que era pra ser curador e sinônimo de afeto se torna o detonador de uma bomba com muitos estilhaços, resultado: depois de cada orgasmo sem sentido um vazio cada vez maior vai se instalando no coração, no corpo, e na alma...

A massagem tântrica ou terapia tântrica faz o caminho inverso, ela favorece a criação de pontes sobre esses abismos de dor e dá um significado curador para a experiência de intimidade, primeiro consigo, e depois com o outro, o que permite um recomeço onde as dores são cuidadas e os temores apaziguados.

Por esse motivo o Ta**ra é muito mais do que s**o, é um caminho rumo ao crescimento interior, caminho de flores e belezas desconhecidas para nossos olhos cansados de mais do mesmo.

Com Carinho,
Rodrigo Mattos

Venha participar desse momento tocante em que as soluções se revelam através do simples e do essencial.
07/06/2015

Venha participar desse momento tocante em que as soluções se revelam através do simples e do essencial.

28/05/2015
25/05/2015

yoga Aula Especial PRANAYAMAS : São exercícios respiratórios que diminuem ansiedade, medos, fobias e aumentam a vitalidade, alegria e concentração! SÁBADO:30/05 DAS 16:00 AS 18:00 Rua Professor B...

Workshop onde trabalharemos os relacionamentos afetivos. Para que o amor dê certo é necessário enfrentar a nós mesmos.
09/03/2015

Workshop onde trabalharemos os relacionamentos afetivos.

Para que o amor dê certo é necessário enfrentar a nós mesmos.

Vamos propor uma pergunta com certa ingenuidade: como o DNA humano sabe onde colocar suas peças para criar exatamente um...
11/02/2015

Vamos propor uma pergunta com certa ingenuidade: como o DNA humano sabe onde colocar suas peças para criar exatamente um ser humano particular? Não falamos de um indivíduo da espécie humana senão de uma pessoa concreta, filho ou filha de certos pais, descendente de certa genealogia. De primeira impressão poderíamos pensar que a natureza trabalha sobre um quadro básico de ingredientes, os quais sofrem poucas modificações ao longo do tempo. Mas segundo a pesquisa de dois biólogos canadenses, as histórias de vida (hábitos, estados emocionais, traumas psicológicos) de nossos descendentes modificam e outorgam a nosso material genético um grau extra de precisão.

A história resumida começa assim: um neurologista e um biólogo entram em um bar, tomam um par de tragos e falam superficialmente de suas respectivas linhas de pesquisa, ao sair criaram um novo campo da genética. Isto ocorreu em um bar de Madri a Moshe Szyf, biólogo molecular e geneticista da McGill University em Montreal, e a seu amigo Michael Meaney, neurobiólogo da mesma universidade.

Desde a década de 70, os geneticistas sabem que o núcleo das células utiliza um componente estrutural das moléculas orgânicas, o metilo, que ajuda a célula a decidir se será uma célula do coração, do fígado ou um neurônio. O grupo metilo opera próximo do código genético, mas não é parte dele. O campo da biologia que estuda estas relações é chamada epigenética, pois apesar de que estudam fenômenos genéticos, estes ocorrem propriamente ao redor do DNA.

Os cientistas achavam que as mudanças epigenéticas aconteciam só durante a etapa do desenvolvimento fetal, mas posteriores estudos demonstraram que de fato algumas mudanças no DNA adulto podiam resultar em certos tipos de câncer. Em ocasiões os grupos metilo ajustam-se ao DNA devido a mudanças na dieta ou à exposição a certas substâncias; no entanto, a verdadeira descoberta começou quando Randy Jirtle da Universidade de Duke demonstrou que estas mudanças podiam ser transmitidas de geração em geração.

Se este jargão geneticista for árdua para alguns, digamos que Szyf e Meaney simplesmente desenvolveram uma inovadora hipótese enquanto tomavam um par de cervejas: se a alimentação e os químicos podiam produzir mudanças epigenéticas, era possível que experiências como o estresse ou o abuso de dr**as também pudessem produzir mudanças epigenéticas no DNA dos neurônios? Esta pergunta foi o ponto de partida para um novo campo no estudo da genética: a epigenética comportamental.

Segundo este novo enfoque, as experiências traumáticas de nosso passado bem como as de nossos ancestrais imediatos deixam uma sorte de feridas moleculares aderidas a nosso DNA. Cada raça e cada povo, assim, levaria inscrito em seu código genético a história de sua cultura: os judeus e a Shoah, os chineses e a Revolução Cultural, os russos e os GULAG, os imigrantes africanos cujos pais foram perseguidos, ou bem uma infância de maus-tratos e pais abusivos, enfim... todas as histórias que possamos imaginar estão influídas por nossos antecessores.

Desde este ponto de vista, as experiências de nossos ancestrais modelam nossa própria experiência de mundo não somente através da herança cultural senão através da herança genética. O DNA não muda propriamente, mas as tendências psicológicas e de comportamento são herdadas: assim, talvez não só tenha os olhos de seu avô, senão também seu bom caráter e sua tendência à depressão ou ao alcoolismo.

Bem como a magia e as terapias psicodramáticas afirmam que para curar uma pessoa é preciso revisar sua árvore genealógica, a genética atual começa a abrir passagem em um novo campo que poderia fazer com que as "maldições familiares" sejam coisa do passado.


Leia mais: http://www.ndig.com.br/item/2013/06/novo-campo-da-gentica-afirma-que-herdamos-as-experincias-de-nossos-antepassados-atravs-do-dna

Vamos propor uma pergunta com certa ingenuidade: como o DNA humano sabe onde colocar suas peças para criar exatamente um ser humano particular? Não falamos de um indivíduo da espécie humana senão de uma pessoa concreta, filho ou filha de certos pa...

"Fique em paz com o teu desconhecido, abra-se para tudo o que a vida quer te trazer Olhe para aquilo que te espanta e de...
11/02/2015

"Fique em paz com o teu desconhecido, abra-se para tudo o que a vida quer te trazer
Olhe para aquilo que te espanta e deixe que aquilo que te espante revele seu próprio encanto, porque todas as coisas têm encanto." (Gasparetto)

10/02/2015

Constelação Sistêmica e a realização profissional

A escolha e exercício de uma profissão ou de um trabalho não é apenas um valor em nossa sociedade, mas uma necessidade de todo ser humano.
Tornar-se útil e produtivo aos sistemas a que pertencemos, através de uma atividade na qual possamos empregar todo o nosso esforço e potencial é num certo sentido promover tanto o indivíduo como também, trabalhar para a manutenção desses mesmos sistemas sejam eles o familiar, organizacional ou institucional.
Independentemente da escolha profissional, ao nos tornarmos produtivos estamos compartilhando nossos dons, habilidades e competências, como também, o nosso tempo, propósito e valores, dando assim, sentido à nossa própria existência no mundo.

Nosso lugar no sistema familiar como filho(a), pai, mãe, nossos papéis sociais como estudante, profissional, os diferentes cargos ocupados numa empresa ou instituição, definem parcialmente nossa identidade como pessoa e membro de um sistema.
Entretanto, nem sempre esse posicionamento diante da vida acontece de maneira tranquila e harmônica.
Muitas vezes, percebemos jovens e mesmo adultos demonstrando uma completa falta de identidade profissional no mundo do trabalho. É comum vermos jovens que se sentem perdidos sem conseguirem escolher uma profissão e sem se apropriarem de suas vidas de maneira autônoma.

Essas pessoas, apesar de já se encontrarem, numa idade produtiva acabam ficando sob a dependência emocional e financeira de seus pais, morando com eles por muito tempo, sem conseguirem vislumbrar objetivos e desenhar um projeto para suas vidas.
Outras vezes, essas pessoas fazem inúmeras tentativas sem conseguir sustentar uma posição definida. Trocam de curso e de faculdade, passam por inúmeras empresas ou serviços, flutuam no mercado de trabalho sem foco. Apresentam muita dificuldade em fazer vínculos com colegas, superiores e com a organização. É como se não houvesse um lugar para elas.

Na verdade quando esses indivíduos apresentam dificuldade de se encontrar no mundo e de ocupar seu lugar é porque eles não sabem e não conseguem enxergar esse lugar como sendo somente deles. Sua identidade pessoal é afetada por não conseguirem encontrar a sua identidade no seu sistema familiar.
A despeito da nossa cultura mais paternalista que influencia a forma pela qual fomos educados pelos nossos pais, percebemos que essa dificuldade de ocupar o lugar que nos cabe tem, muitas vezes, sua origem no próprio sistema familiar.

Sistemicamente observamos que a dificuldade de encontrar e ocupar um lugar no sistema pode estar relacionado ao fato de que algum antepassado não teve também o seu.
Alguns enredamentos sistêmicos tiram a força da pessoa que não consegue seguir a sua vida ou assumir o seu próprio destino diante dela.

Ao constelar um senhor de 64 anos cuja queixa era de frustração em relação a sua vida profissional encontramos na sua história familiar as dificuldades de seu pai, cujo trabalho representava sobrevivência e não realização. Sua família carente de recursos, via nele, como filho mais velho, a possibilidade de crescimento financeiro e material. Entretanto, essa pessoa identificada com o pai, segue o mesmo destino dele não se realizando profissionalmente e ganhando dinheiro apenas para sobreviver. Uma vez que o pai não conseguiu alcançar o objetivo que desejava, ele (filho) também não o fez. Esse processo ocorreu de maneira inconsciente.

Ao trabalharmos esse enredamento com o pai dessa pessoa, foi possível tornar claro o motivo inconsciente que determinou suas escolhas profissionais frustrantes. Hoje segundo relatos dele próprio, de sua esposa e filhos, essa pessoa está se sentindo muito mais disposta, fortalecida e aberta a desenvolver novos projetos de trabalho.

A constelação realizada revelou o amor infantil de um filho por seu pai seguindo-lhe no mesmo destino e possibilitou uma dissociação e reorganização de propósitos, redirecionando a energia psíquica do indivíduo para outros investimentos.
Outro exemplo que pode gerar enredamentos sistêmicos é quando alguém que veio antes não foi devidamente reconhecido e honrado, gerando uma perturbação na ordem hierárquica, um desrespeito a pessoa e à posição que ele ocupava no sistema. Em geral, quem vem depois no sistema poderá apresentar grandes dificuldades em escolher uma profissão ou em ter motivação suficiente para assumir um trabalho.

Como vimos aqui, muitas questões relacionadas ao trabalho e à profissão têm ressonância com o sistema familiar e à força necessária para assumirmos o nosso lugar no mundo. Desde a motivação até a realização e competência profissionais podem sofrer a influência da relação inconsciente do indivíduo com outros membros de sua família.

PARA REFLETIR
1. Você tem dificuldade em escolher uma profissão?
2. Como é a sua motivação para o trabalho em geral?
3. Você sente interesse ou gosta de alguma atividade, mas não se compromete com a sua realização?
4. Você experimenta uma constante sensação de insatisfação ou de que sempre falta algo em sua vida, mas não tem força para correr atrás?
5. Conviver ou participar de grupos sociais ou executar uma função dentro de uma empresa para a qual estava plenamente capacitado é algo muito difícil para você?
6. Muitas vezes você tem dificuldade em concluir um curso ou atividade profissional que começa?
7. Você já perdeu ou ainda perde várias oportunidades de promoção e ascensão profissional?
Lilian Tescarolli e Fernando Ab. Gonçalves
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Fonte: http://taispsi.blogspot.com.br/2015/02/constelacao-sistemica-e-realizacao.html?spref=fb

Restam algumas vagas.
31/01/2015

Restam algumas vagas.

Deixo o convite a você!

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19/01/2015

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