Dra. Giuliana Cividanes

Dra. Giuliana Cividanes Dra. Atende em consultório particular Fundado em 1997, o Consultório de Psiquiatria Dra. Para isso, a Dra. http://bit.ly/AgendamentoDraGiulianaCividanesPsiquiatra

Giuliana Cividanes é médica psiquiatra, mestre em Psiquiatria pela UNIFESP, especialista em Transtornos do Humor, Bipolaridade, Ansiedade, Transtorno de déficit de Atenção e Hiperatividade, Infusão de Cetamia. Giuliana Cividanes nasceu com a missão de oferecer o melhor tratamento para o paciente, baseado em preceitos éticos, conhecimentos científicos e técnicos, mantendo o acolhimento caloroso, a

individualização e o bem-estar em primeiro lugar. Giuliana frequenta congressos nacionais e internacionais continuamente, realiza cursos de atualizações e reciclagem com frequência e está sempre aberta para proferir aulas e palestras em congressos e educações médicas continuadas, democratizando o conhecimento adquirido e aprendendo sempre durante os encontros com colegas da mesma especialização e de outras.

Um pouquinho antes do início da Copa do Mundo tive a oportunidade de participar de um dos Congressos mais importantes em...
08/08/2026

Um pouquinho antes do início da Copa do Mundo tive a oportunidade de participar de um dos Congressos mais importantes em psicofarmacologia, o ASCP. Enquanto aprendi lições inigualáveis com os maiores nomes da farmacologia mundial: Anita Clayton, Michael Thase, Leslie Citrone, Roger McIntyre, pude aproveitar um pouquinho do clima quente e acolhedor de Miami. Com sua mistura cultural maravilhosa, a Copa do Mundo acrescentou um sentimento a mais de globalização a cidade.

E ontem foi uma noite de rever amigos queridos, fazer novos amigos, mas acima de tudo, trocar conhecimentos.Nos encontra...
07/08/2026

E ontem foi uma noite de rever amigos queridos, fazer novos amigos, mas acima de tudo, trocar conhecimentos.
Nos encontramos para falar de um novo antidepressivo, a Vilazodona.
Indica para o tratamento da Depressão com ansiedade, a Vilazodona entrou no mercado brasileiro há 2 anos e me orgulho em ter feito parte de todo o processo, desde a prospecção no mercado internacional até o seu lançamento no Brasil em 2024.
Hoje, os pacientes no Brasil podem contar com mais uma opção no arsenal terapêutico no tratamento para depressão.
Obrigada Débora Alencar pelo delicioso convite.

06/08/2026

Um cantor conhecido contou recentemente que recebeu um diagnóstico psiquiátrico ainda criança. Levou anos para entender o que aquilo signif**ava na prática.

Isso é mais comum do que parece. Muitas pessoas chegam ao consultório depois de anos convivendo com sintomas que nunca foram devidamente compreendidos. A sensação de que existe algo diferente, sem saber exatamente o quê.

O diagnóstico organiza essas peças soltas. Ajuda a compreender os sintomas e direciona o cuidado de forma mais adequada para cada caso.

Quando alguém conhecido fala sobre saúde mental com responsabilidade, outras pessoas se reconhecem naquela experiência. E para quem passou anos sem entender o que estava vivendo, esse reconhecimento pode ser o incentivo que faltava para buscar ajuda.

Encontrar sentido na própria trajetória faz parte desse processo. E caminha ao lado do tratamento, do acompanhamento médico e da psicoterapia, quando indicada.

Este conteúdo tem caráter educacional e informativo e não substitui uma consulta. O diagnóstico e a indicação de tratamento dependem de avaliação individualizada.

Se você se identificou com algum desses sinais, converse com um profissional de saúde mental de confiança.

Mande este post para alguém que talvez esteja adiando esse primeiro passo. 💬



Dra. Giuliana Cividanes | Psiquiatra
CRM 85732
RQE 621442
São Paulo

Referências científ**as

Corrigan PW, Watson AC. Understanding the impact of stigma on people with mental illness. World Psychiatry (2002).
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1489832/

Henderson C, Evans-Lacko S, Thornicroft G. Mental illness stigma, help-seeking and public health programs. American Journal of Public Health (2013).
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24524493/

Se você tem TDAH, provavelmente já percebeu que o cansaço nem sempre vem da quantidade de tarefas.Muitas vezes, ele vem ...
30/07/2026

Se você tem TDAH, provavelmente já percebeu que o cansaço nem sempre vem da quantidade de tarefas.

Muitas vezes, ele vem do esforço constante para organizar a rotina, controlar os impulsos, lembrar dos compromissos e tentar acompanhar um ritmo que parece funcionar para todo mundo — menos para você.

É comum achar que a solução é "se esforçar mais". Mas, no TDAH, o que costuma fazer diferença não é aumentar a cobrança, e sim construir estratégias que trabalhem a favor do funcionamento do cérebro.

Ferramentas simples, como usar lembretes visuais, dividir tarefas em etapas menores ou criar uma rotina de sono, podem reduzir a sobrecarga e tornar o dia mais leve.

Isso não signif**a que tudo será fácil. Signif**a entender que organização não depende apenas de força de vontade, mas também de adaptar o ambiente e a rotina às suas necessidades.

E quando essas estratégias não são suficientes, vale buscar uma avaliação. O tratamento pode incluir psicoterapia, atividade física e, quando houver indicação, medicação, sempre de forma individualizada.

💬 Qual dessas situações acontece com mais frequência na sua rotina? Me conta nos comentários.

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Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica.

Quem vive com transtorno bipolar muitas vezes enfrenta dois desafios: lidar com os sintomas e, ao mesmo tempo, conviver ...
23/07/2026

Quem vive com transtorno bipolar muitas vezes enfrenta dois desafios: lidar com os sintomas e, ao mesmo tempo, conviver com a falta de compreensão das pessoas ao redor.

Frases como "é só ter força de vontade", "você precisa se controlar" ou "isso é falta de disciplina" parecem simples, mas reforçam um estigma que ainda acompanha os transtornos mentais.

O transtorno bipolar tem uma base neurobiológica bem estabelecida. Durante os episódios de mania, hipomania ou depressão, estudos de neuroimagem identif**am alterações em circuitos cerebrais envolvidos na regulação das emoções, da impulsividade, da energia, do sono e da capacidade de tomar decisões.

Isso signif**a que a experiência de quem convive com o transtorno vai muito além de uma mudança de humor.

Quanto mais entendemos a ciência por trás dessas alterações, mais conseguimos substituir julgamentos por acolhimento e incentivar que as pessoas procurem avaliação e tratamento quando necessário.

Compartilhe este conteúdo. Às vezes, uma informação correta pode mudar completamente a forma como alguém enxerga o transtorno bipolar.

Referências:

Strakowski SM et al. Neurobiology of Bipolar Disorder: A Review of Neuroimaging Findings. Psychiatry and Clinical Neurosciences.
NCBI - WWW Error Blocked Diagnostic

Henderson C et al. Stigma and discrimination in mental illness: Time to Change. The Lancet. 2015.
https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(15)00165-5/fulltext

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Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma avaliação médica individualizada.

Você provavelmente já ouviu alguém dizer: “Hoje estou bipolar.”A frase parece inofensiva, mas ela acaba criando uma conf...
16/07/2026

Você provavelmente já ouviu alguém dizer: “Hoje estou bipolar.”

A frase parece inofensiva, mas ela acaba criando uma confusão importante.

Todos nós temos oscilações de humor. Ficamos felizes, irritados, frustrados ou animados dependendo do que acontece ao nosso redor. Essas variações fazem parte da experiência humana.

O transtorno bipolar é diferente.

Ele envolve episódios de alteração do humor que podem durar dias, semanas ou até meses, acompanhados por mudanças signif**ativas na energia, no sono, no comportamento e na capacidade de tomar decisões. Essas alterações podem causar prejuízos importantes na vida pessoal, profissional e familiar.

Quando usamos “bipolar” como sinônimo de qualquer mudança de humor, corremos o risco de banalizar uma condição de saúde mental que ainda enfrenta muito preconceito.

Além disso, essa banalização pode dificultar que pessoas que convivem com o transtorno reconheçam seus sintomas e busquem ajuda adequada.

Informação de qualidade também é uma forma de combater o estigma.

Salve este post para consultar quando ouvir esse termo sendo usado de forma equivocada e compartilhe com alguém que pode se beneficiar dessa informação.

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Referências:

Hawke LD, Parikh SV, Michalak EE. Stigma and bipolar disorder: A review of the literature. Journal of Affective Disorders. 2013. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23759420/

Ellison N, Mason O, Scior K. Bipolar disorder and stigma: a systematic review of the literature. Journal of Affective Disorders. 2013. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24135506/

Hoje, 13 de julho, é o Dia Mundial de Conscientização do TDAH. Uma data importante para ampliar o conhecimento sobre um ...
13/07/2026

Hoje, 13 de julho, é o Dia Mundial de Conscientização do TDAH. Uma data importante para ampliar o conhecimento sobre um transtorno que ainda é cercado por muitos estigmas e diagnósticos tardios.

Quando pensamos em TDAH, muita gente ainda imagina apenas uma criança que não consegue f**ar parada. Mas, na vida adulta, a hiperatividade costuma mudar de forma.

Ela pode aparecer como uma dificuldade constante de desacelerar, uma necessidade de estar sempre ocupado, pensamentos acelerados, sensação de urgência o tempo todo ou aquela impressão de que descansar causa incômodo.

Isso acontece porque, para muitas pessoas com TDAH, o cérebro busca estímulos de forma diferente. O tédio pode ser especialmente desconfortável, e manter-se ocupado pode funcionar, sem que a pessoa perceba, como uma tentativa de aliviar essa sensação.

Com o tempo, esse padrão pode levar ao esgotamento, favorecer a ansiedade e fazer com que a pessoa acredite que simplesmente "não sabe descansar", quando, na verdade, existe um funcionamento neurobiológico por trás desse comportamento.

A boa notícia é que existe tratamento. Psicoterapia, atividade física e, quando indicada após avaliação médica individualizada, medicação podem ajudar a reduzir esse "ruído interno" e melhorar signif**ativamente a qualidade de vida.

E me conta: você sente dificuldade de desacelerar, mesmo quando gostaria?

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Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma avaliação médica individualizada.

Referências:

Kooij SJJ et al. Updated European Consensus Statement on diagnosis and treatment of adult ADHD. European Psychiatry, 2019. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30703607/

09/07/2026

Tem gente que aprende a esconder o que sente… só para conseguir continuar.

Na cena de O Diabo Veste Prada que inspirou esse vídeo, um gesto quase imperceptível diz muito: ela segura o choro, respira fundo, olha para cima e segue em frente. Como se não houvesse espaço para sentir.

É justamente por isso que tantas pessoas se identif**am com essa cena.

Na psicologia, esse mecanismo é conhecido como supressão emocional. Ele acontece quando alguém passa a esconder ou silenciar as próprias emoções para manter a imagem de quem "dá conta de tudo", evitar conflitos ou corresponder às expectativas dos outros.

Em alguns momentos, isso pode até parecer uma estratégia útil. O problema é quando vira um hábito.

Com o tempo, a pessoa deixa de reconhecer o que está sentindo, acumula tensão, vive em estado de alerta e passa a acreditar que demonstrar vulnerabilidade é sinal de fraqueza.

Por fora, tudo parece sob controle.

Por dentro, o desgaste vai crescendo em silêncio.

Reconhecer o que você sente não signif**a perder o controle. Signif**a criar espaço para cuidar da sua saúde emocional antes que o corpo e a mente cobrem essa conta.

Você já se pegou escondendo o que sentia para parecer forte?

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Tem paciente que já tentou três, quatro antidepressivos diferentes. Seguiu o tratamento, esperou o tempo necessário, fez...
02/07/2026

Tem paciente que já tentou três, quatro antidepressivos diferentes. Seguiu o tratamento, esperou o tempo necessário, fez tudo certo.

E mesmo assim a depressão não cedeu.

Para esse perfil, a psiquiatria continua pesquisando alternativas. Uma delas é um comprimido de cetamina de liberação lenta, ainda em fase de estudos, que pode ser tomado em casa e apresentou efeitos colaterais mais brandos do que as versões já disponíveis.

Os resultados iniciais são interessantes. Mas ainda são poucos estudos, com número pequeno de participantes. A ciência ainda tem perguntas abertas sobre segurança, dosagem e benefícios a longo prazo.

O que esse tipo de pesquisa mostra é que depressão resistente ao tratamento merece atenção especializada e atualização constante de quem trata.



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Este conteúdo tem caráter educacional e informativo e não substitui nenhuma consulta, nem confirma a efetividade de nenhum tratamento. Busque um profissional de confiança para avaliação individualizada.

Referência: Is At-Home, Extended-Release Ketamine Coming to Market Soon? - Is At-Home, Extended-Release Ketamine Coming to Market Soon?

Às vezes a primeira consulta começa assim: "eu sei que estou estressada, mas acho que está passando um pouco dos limites...
25/06/2026

Às vezes a primeira consulta começa assim: "eu sei que estou estressada, mas acho que está passando um pouco dos limites."

O que a pessoa não percebe é que já carregava aquilo há muito mais tempo do que imaginava. O corpo foi sinalizando, do jeito que sabe: um cansaço que não cede, uma dor que os exames não explicam, uma irritação que chegou sem avisar.

Esses sinais, isolados, podem ter muitas causas. Juntos, e persistindo ao longo do tempo, merecem atenção clínica.

Reconhecer cedo o que está acontecendo faz diferença no curso do tratamento. Não porque existe urgência para se alarmar, mas porque quanto mais tempo um quadro f**a sem nome, mais ele pesa.

Salve esse post para ter esse checklist sempre à mão. E se você marcou mais de dois desses sinais e está carregando isso faz um tempo, pode ser a hora de conversar com alguém.

🔗 Agendamento pelo link na bio.



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