13/02/2021
A felicidade é muito relativa, porém a maioria das pessoas acreditam que para serem felizes, elas precisam "ser" ou "ter". Isto dá uma falsa idéia que ser feliz é viver obtendo conquistas, viver sem prpblemas/ conflitos e cumprir com as exigências que a sociedade impõe:
- Já se formou? Casou? Teve filhos? Comprou carro ou Ap? Já possui uma carreira promissora e um lugar de sucesso no mundo corporativo?
Em o texto "O mal-estar da Civilização", Freud apresenta a tese de que a cultura produz um mal estar nos seres humanos. Ele fala das exigências sociais.
É possível ser feliz e atender todos essas padrões?!
Freud defende sua tese, falando que para o bem da sociedade, o indivíduo é sacrificado, o homem tem que pagar com o preço da renúncia.
Se para atender as regras ditadas a ti como "felicidade", você tenha que ser inimigo da Civilização e perder sua liberdade (trabalhar, gerar, renunciar a saúde), então eu lhe afirmo, chegou a hora de você ressignificar sua vida e repensar seus valores!
Freud fala que o fato da satisfação pulsional ser parcial (episódicas), as possibilidades de felicidade tornam-se restritas. A felicidade é algo subjetivo ao meu modo de vista.
Algumas pessoas, para evitar o sofrimento e buscar a tal "felicidade", fantasiam, remodelam deliramente a suas realidades, o amor e quando estão em estado de profunda tristeza, fazem uso de dr**as, tendem o desejo de consumir para diminuir suas frustações com a "falta". Portanto, comprar traz a falsa sensação momentânea de felicidade e isto está atrelado a ansiedade e depressão.
Você pode ter um transtorno mental quando compra para aliviar a tristeza.
Por fim, a felicidade é descrita como um estado de satisfação, contentamento, bem estar. Mas o que lhe faz feliz?!
Pra mim, o amor (que seja o próprio), já é um caminho!