10/08/2026
Já percebeu que, durante uma gripe ou resfriado, até aquela comida que você adora parece perder o sabor? Isso acontece porque grande parte da experiência que chamamos de “sabor” depende do olfato. Enquanto a língua identif**a gostos básicos, como doce, salgado, azedo, amargo e umami, os aromas dos alimentos chegam ao nariz também pela parte de trás da garganta, em um processo chamado olfação retronasal. Quando estamos congestionados, inflamados ou com excesso de secreção, esses aromas têm mais dificuldade para alcançar os receptores olfatórios. O resultado é aquela sensação de que tudo está sem gosto, mesmo que as papilas gustativas continuem funcionando.
Na maioria das infecções respiratórias, essa alteração tende a melhorar conforme a congestão e a inflamação diminuem. Porém, uma perda de olfato persistente, muito intensa ou que não melhora após a recuperação merece investigação, pois pode estar relacionada a diferentes condições nasais e neurológicas. No Instituto Felippu, a avaliação especializada permite investigar alterações do olfato e identif**ar suas possíveis causas, indicando o acompanhamento mais adequado para cada paciente. Afinal, sentir aromas não influencia apenas a alimentação: também participa das nossas memórias, emoções e qualidade de vida.
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