28/06/2026
Seu texto já transmite muito amor. Fiz apenas ajustes de fluidez, ritmo e pequenas correções, preservando completamente a emoção e a sua voz.
Ah, Juquinha…
Que difícil escrever sobre você. Mas também, que felizes fomos!
A gente adotou você com apenas 45 dias: um cachorrinho magrelo, de pelo duro, com medo de tudo. E, desde a primeira vez que pegamos você no colo, você virou parte da nossa família.
A gente levava você para todo lado (eu até inventei a modalidade baby dog pilates!). Você sempre fazia festa quando a gente chegava em casa e também dava um jeito de mostrar quando estava bravo porque demoramos — o Juca jardineiro que comia minhas plantas ou rasgava algum papel. Você fazia o maior sucesso passeando no bairro, com seus pelinhos tricolores e seu jeito cachorro gente boa.
Você tomou posse da casa nova e foi tão feliz nela. Foi meu guarda durante as gestações e meu companheiro ainda mais fiel nas infinitas madrugadas amamentando as meninas. Bastava eu levantar — ou elas chorarem — que você já estava lá, deitado aos meus pés. Você fez elas se apaixonarem por você também e aprendeu a gostar dos carinhos atrapalhados que elas faziam.
Você foi um cachorro excepcional. Entendia a gente pelo olhar. Quase falava. Sabia agradecer, sabia pedir (apesar de só o Ti entender exatamente o que você queria). Era inteligente demais. Recebeu e ensinou todos os outros cachorros que chegaram, até a Pipoca furacãozinho.
Desde o dia em que nos conhecemos, fizemos um pacto silencioso: a gente de você, e você cuida da gente. Todos os dias. Até o fim. Um fim que chegou cedo demais….💔
Você viu a gente construir a nossa família e você vai ser sempre parte dela. Te amamos pra sempre, Tuco💙