Dr. Ulisses Ubaldo - Cirurgião Vascular

Dr. Ulisses Ubaldo - Cirurgião Vascular Informações sobre cirurgia vascular, varizes, escleroterapia, secagem de vasos, trombose venosa, flebites, tratamento de pé diabético.

A predisposição às varizes ocorre por fatores familiares ou adquiridos.As veias das pernas podem perder a capacidade de ...
20/08/2026

A predisposição às varizes ocorre por fatores familiares ou adquiridos.

As veias das pernas podem perder a capacidade de retornar o sangue com eficiência ao coração.

Isso acontece por uma fragilidade nas paredes ou nas válvulas venosas, fazendo que as veias dilatem e que o sangue fique parado nas pernas (estase sanguínea).

🚨 Principais Fatores de Risco

Genética e Hereditariedade: É um forte fator de risco. Se pais ou avós têm varizes, a chance de desenvolvê-las é significativamente maior.

Gênero e Hormônios: Mulheres têm maior tendência devido às oscilações hormonais (gravidez, uso de anticoncepcionais e reposição hormonal, menopausa).

Estilo de Vida e Postura: Permanecer longos períodos na mesma posição (em pé ou sentado) dificulta o retorno venoso. O sedentarismo reduz a força da musculatura da panturrilha, que bombeia o sangue de volta ao coração.

Excesso de Peso: A obesidade ou o sobrepeso aumentam a pressão sobre as veias dos membros inferiores.

Idade: Com o passar do tempo, o desgaste natural das válvulas das veias, o que facilita o refluxo do sangue.

✅ Como Amenizar o Risco

Movimente-se: Faça caminhadas e exercite as panturrilhas para estimular a circulação.

Faça pausas: Se trabalha muito tempo sentado ou em pé, mude de posição ou caminhe alguns minutos a cada hora.

As varizes não aparecem por um único motivo. Consulte um especialista: O Cirurgião vascular é o profissional capacitado para orientar o tratamento e prevenção das varizes e suas complicações.

No diabetes, uma pequena inflamação ou infecção nos pés podem evoluir rapidamente quando não reconhecidas e tratadas ade...
19/08/2026

No diabetes, uma pequena inflamação ou infecção nos pés podem evoluir rapidamente quando não reconhecidas e tratadas adequadamente, especialmente quando há neuropatia e insuficiência arterial associadas. Em casos graves, essa evolução pode levar à amputação.

No pé diabético, esperar pode custar muito.

Hoje é Dia do Cirurgião Vascular, o médico que todos os dias está ao seu lado. Porque mais importante que cuidar de veia...
15/08/2026

Hoje é Dia do Cirurgião Vascular, o médico que todos os dias está ao seu lado.

Porque mais importante que cuidar de veias e artérias é cuidar de vidas.

09/08/2026

Avô, pai e filho. Gerações abençoadas por Deus.

Que seja sempre assim!!!

Feliz Dia dos Pais!

O frio reduz a perfusão sanguínea periférica por vasoconstrição. Some a isso a neuropatia diabética, que já reduz a sens...
01/08/2026

O frio reduz a perfusão sanguínea periférica por vasoconstrição. Some a isso a neuropatia diabética, que já reduz a sensibilidade da pele e o resultado é um cenário silencioso de risco.

Um pé com neuropatia não sente o frio como deveria. Não sente uma bolsa de água quente em excesso. Não sente o atrito de uma meia grossa mal ajustada. Não sente pequenas rachaduras que a pele mais seca do inverno costuma abrir. E sem dor, não há aviso, o inverno pede vigilância redobrada, não relaxamento.

A vasoconstrição natural do frio agrava ainda mais o quadro em pés já comprometidos por doença arterial periférica, reduzindo um fluxo sanguíneo que já era limitado. O resultado é um pé mais vulnerável a lesões que demoram mais para cicatrizar e mais para serem percebidas.

A recomendação prática é direta: inspeção visual diária dos pés, hidratação da pele sem excesso de umidade entre os dedos, meias sem costuras grosseiras ou apertadas. E nunca usar fontes diretas de calor, bolsa de água quente, aquecedor próximo, banho muito quente, para "esquentar" o pé. Sem sensibilidade normal, o que deveria doer, queima antes de avisar.

Dr. Ulisses Ubaldo
Cirurgião Vascular
CRM 58921 SP | RQE 14138

📲 11 98722-9183 📞 11 2302-4533

Toda veia da perna carrega uma tarefa silenciosa: levar o sangue de volta ao coração, subindo, contra a força que natura...
30/07/2026

Toda veia da perna carrega uma tarefa silenciosa: levar o sangue de volta ao coração, subindo, contra a força que naturalmente puxa tudo para baixo. Ela faz isso com a ajuda de válvulas e da contração muscular da panturrilha, o que chamamos de bomba muscular. Quando esse sistema trabalha bem, ninguém percebe. Quando começa a falhar, aparecem os primeiros sinais: peso no fim do dia, veias dilatadas, tornozelos que incham discretamente.

Prevenir não significa evitar um hábito específico. Significa dar suporte a esse sistema todos os dias. Movimentar-se com regularidade, evitar longos períodos parado, em pé ou sentado, manter o peso corporal equilibrado e usar meias de compressão quando indicadas, são medidas que, juntas, aliviam a pressão sobre as veias.

A predisposição genética não se muda. Mas o ritmo com que ela se manifesta, sim. E é exatamente aí que a prevenção faz diferença: não elimina o risco, mas desacelera a história.

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Porque a ausência de dor não significa ausência de doença.As varizes podem permanecer silenciosas durante anos enquanto ...
28/07/2026

Porque a ausência de dor não significa ausência de doença.

As varizes podem permanecer silenciosas durante anos enquanto o refluxo venoso continua comprometendo suas pernas. Quando os sintomas aparecem, muitas vezes a doença já evoluiu para um estágio mais avançado, com aparecimento de dermatites, úlceras ou flebites.

Tratar precocemente não é apenas aliviar o que você sente hoje, mas prevenir complicações da insuficiência venosa e preservar a saúde das suas pernas para o futuro.

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Muitas vezes, o paciente chega ao consultório encarando as varizes como um evento isolado, um detalhe anatômico restrito...
23/07/2026

Muitas vezes, o paciente chega ao consultório encarando as varizes como um evento isolado, um detalhe anatômico restrito às linhas azuladas que desenham a pele. Mas o sistema circulatório não trabalha em blocos. A insuficiência venosa crônica é a falência de um sistema de retorno, uma reação em cadeia onde o represamento do sangue altera a dinâmica de tecidos e órgãos vizinhos.

Quando a pressão nas veias das pernas aumenta, o impacto estende-se muito além dos vasos superficiais:

❌ A Pele e o Tecido Subcutâneo (Dermatofibrose e Úlceras): É o alvo mais imediato. O sangue estagnado acumula catabólitos e destrói glóbulos vermelhos, liberando ferro no tecido. O resultado é a dermatite ocre — a pele ganha um tom escuro, perde elasticidade, resseca e torna-se extremamente frágil. É assim que surgem as úlceras varicosas, feridas de difícil cicatrização.

❌ As Veias Profundas (Trombose Venosa Profunda - TVP): As varizes representam um estado de estase (sangue parado). Esse fluxo lento e turbulento dentro das veias dilatadas altera o equilíbrio da coagulação. O sangue que deveria fluir livremente pode formar coágulos que migram ou se estendem para o sistema venoso profundo, configurando a TVP.

❌ Os Pulmões (Tromboembolismo Pulmonar): Este é o desfecho mais dramático da conexão sistêmica. Caso um coágulo se forme no sistema venoso (decorrente da estase e da progressão para uma trombose), ele pode se desprender e viajar pela corrente sanguínea diretamente até a circulação pulmonar. O bloqueio abrupto dessas artérias pode comprometer a troca de oxigênio e a estabilidade hemodinâmica do paciente instantaneamente.

Tratar a circulação é, fundamentalmente, proteger a integridade desses órgãos de um colapso.

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Uma relação interessante do ponto de vista fisiológico. De fato, o clima pode alterar a sua circulaçãoAinda assim, o uso...
16/07/2026

Uma relação interessante do ponto de vista fisiológico. De fato, o clima pode alterar a sua circulação

Ainda assim, o uso da meia elástica NÃO é influenciada pela estação do ano.

As perguntas a serem feitas são:

Existe indicação da meia elástica?

Existe contra- indicação ao uso da meia elástica?

Estas perguntas devem ser respondidas pelo Cirurgião Vascular. Nem todos pacientes que precisam usar meias elásticas, podem usá-las. Além disso, a compressão exige avaliação individualizada.

Consulte o cirurgião vascular e cuide bem da saúde de suas pernas.

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Essa é outra pergunta que ouço com frequência. "Doutor, cruzar as pernas dá varizes?" A resposta é simples: Não. O cruza...
14/07/2026

Essa é outra pergunta que ouço com frequência. "Doutor, cruzar as pernas dá varizes?" A resposta é simples: Não. O cruzamento em si, por alguns minutos, não compromete o retorno venoso de forma relevante.

O que realmente pesa é o tempo total de imobilidade. Uma reunião longa, uma viagem de avião, horas seguidas na mesma cadeira, pernas cruzadas ou não. É a ausência de movimento, e não a posição, que reduz a ação da panturrilha sobre as veias profundas e favorece o acúmulo de sangue nos membros inferiores.

Por isso, a orientação não é evitar cruzar as pernas. É evitar ficar parado por tempo demais, seja qual for a posição. Levantar a cada hora, alongar o tornozelo, caminhar alguns passos, isso sim faz diferença para quem passa o dia sentado.

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