Vitalis Saúde Mental

Vitalis Saúde Mental Realizamos avaliações psicológicas, cursos, palestras, entre outros.

Oferecemos Avaliação Psicológica em diferentes contextos, por exemplo, para atender as NR33 e NR35; Seleção de Pessoal; Desenvolvimento de Carreira, entre outros. Desenvolvemos cursos e palestras, com temas diferenciados, para psicólogos e público em geral.

A volta às aulas costuma ser marcada pelo reencontro, pela energia de um novo ciclo e pelo planejamento de novas metas.M...
31/07/2026

A volta às aulas costuma ser marcada pelo reencontro, pela energia de um novo ciclo e pelo planejamento de novas metas.

Mas, por trás dessa retomada, existe uma realidade que muitas vezes passa despercebida: a saúde mental de quem educa.

Professores e profissionais da educação lidam diariamente com demandas pedagógicas, emocionais, administrativas e sociais. Precisam acolher alunos, lidar com famílias, cumprir metas, adaptar planos, manter a atenção da turma e, muitas vezes, sustentar tudo isso mesmo estando emocionalmente sobrecarregados.

O cuidado com a saúde mental nas escolas não pode olhar apenas para os estudantes.
Quem educa também sente.
Quem acolhe também precisa de acolhimento.
Quem ensina também precisa de suporte.

A volta às aulas é um momento importante para lembrar que ambientes escolares mais saudáveis começam com escuta, prevenção e redes de apoio para toda a comunidade escolar.

Cuidar da mente de professores e educadores é investir em vínculos mais seguros, relações mais humanas e processos de aprendizagem mais sustentáveis.

Na Vitalis, acreditamos que saúde mental também se constrói nos ambientes onde as pessoas convivem, trabalham, aprendem e ensinam.

Porque uma escola emocionalmente saudável começa quando quem educa também é cuidado. 💚

➡️ Sua instituição já olha para a saúde mental dos educadores com a atenção que esse tema merece? Fale com a Vitalis pelo link na bio.

Nem sempre o sofrimento no trabalho vem do excesso.Às vezes, ele nasce da falta: falta de desafio, falta de propósito, f...
30/07/2026

Nem sempre o sofrimento no trabalho vem do excesso.

Às vezes, ele nasce da falta: falta de desafio, falta de propósito, falta de reconhecimento, falta de uso real das habilidades de uma pessoa.

Esse é o ponto central do boreout, um quadro associado ao tédio persistente, à sensação de subutilização e ao sentimento de estar desperdiçando o próprio potencial no trabalho.

Enquanto o burnout consome pelo excesso, o boreout pode adoecer pelo vazio.

O colaborador até está presente.
Cumpre horário.
Entrega tarefas.
Participa da rotina.

Mas, por dentro, pode estar vivendo desmotivação profunda, fadiga, baixa energia, dificuldade de concentração, irritabilidade e sensação de inutilidade.

E o mais delicado: muita gente não fala sobre isso por vergonha.

Afinal, em muitas culturas corporativas, dizer que está sobrecarregado parece aceitável. Mas dizer que está entediado, subutilizado ou sem perspectiva pode ser interpretado como falta de ambição, preguiça ou ingratidão.

Só que boreout não é preguiça.
É um sinal de desalinhamento entre pessoa, função, ambiente e propósito.

Para as empresas, esse tema traz um alerta importante: saúde mental no trabalho também passa por desenho de função, clareza de papel, desenvolvimento, escuta ativa, mobilidade interna e liderança preparada para reconhecer talentos antes que eles se desconectem.

Na Vitalis, acreditamos que ambientes saudáveis não são apenas aqueles que evitam sobrecarga.
São também aqueles que promovem sentido, pertencimento, autonomia e espaço para crescimento.

Porque quando o trabalho deixa de desafiar, reconhecer e conectar, ele também pode adoecer. 💚

➡️ Sua empresa sabe identificar quando um colaborador está sobrecarregado ou subutilizado? Fale com a Vitalis pelo link na bio.

As apostas online deixaram de ser apenas uma questão financeira.Elas também são uma questão de saúde mental.Com acesso f...
28/07/2026

As apostas online deixaram de ser apenas uma questão financeira.
Elas também são uma questão de saúde mental.

Com acesso fácil pelo celular, funcionamento 24 horas, notificações, bônus e recompensas variáveis, as bets podem estimular um ciclo de repetição difícil de interromper.

O problema começa, muitas vezes, de forma silenciosa:

“Só mais uma aposta.”
“Agora eu recupero.”
“Foi quase.”
“Dessa vez vai.”

Mas quando a pessoa passa a apostar por mais tempo ou gastar mais do que havia planejado, quando o assunto começa a ocupar a mente com frequência, quando afeta o sono, o humor, a rotina, as relações ou a vida financeira, é hora de acender o alerta.

O Governo Federal lançou uma iniciativa para prevenir danos causados pelas apostas online e ampliar o acesso ao cuidado em saúde mental para apostadores e familiares.

E esse é um ponto essencial: quem sofre com o uso problemático das apostas não precisa enfrentar isso sozinho.

Falar sobre bets é falar sobre comportamento, impulsividade, ansiedade, recompensa, vergonha, endividamento, relações familiares e sofrimento emocional.

Na Vitalis, acreditamos que saúde mental também é prevenção, informação e acolhimento sem julgamento.

Quanto antes o problema é reconhecido, maiores as chances de cuidado, reorganização e recuperação.

➡️ Se você ou alguém próximo percebe que as apostas deixaram de ser lazer e passaram a gerar sofrimento, busque apoio.

Cuidado não é fraqueza.
É caminho de proteção. 💚

Fonte: Ministério da Saúde

A Vitalis está preparando uma experiência digital pensada para aproximar pessoas do cuidado com a saúde mental de forma ...
24/07/2026

A Vitalis está preparando uma experiência digital pensada para aproximar pessoas do cuidado com a saúde mental de forma mais simples, acessível e contínua.

Mais do que tecnologia, estamos falando de presença.
Mais do que uma plataforma, estamos construindo uma jornada de informação, promovendo prevenção e cuidado. Pq cuidar da mente é para todas as pessoas.

Em breve, empresas, profissionais e pessoas atendidas terão um novo caminho para fortalecer o bem-estar emocional com mais praticidade, segurança e conexão.

Ainda não vamos contar tudo.
Mas já podemos dizer: vem aí uma nova forma de cuidar.

Acompanhe os próximos passos.
A Vitalis está evoluindo para estar ainda mais perto de você. 💚

A NR-01 já está em vigor e a saúde mental no trabalho passou a exigir ainda mais responsabilidade das empresas.Desde 26 ...
22/07/2026

A NR-01 já está em vigor e a saúde mental no trabalho passou a exigir ainda mais responsabilidade das empresas.

Desde 26 de maio de 2026, os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho passaram a integrar de forma expressa o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, o GRO, e o Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR.

Na prática, isso significa que as empresas precisam olhar com método para situações que podem afetar a saúde mental dos trabalhadores, como:

🔹sobrecarga de trabalho
🔹metas excessivas
🔹jornadas extensas
🔹assédio moral
🔹conflitos interpessoais
🔹falta de autonomia
🔹ausência de apoio da liderança
🔹insegurança e falhas na organização do trabalho

Agora, não basta apenas falar sobre bem-estar.
É preciso identificar riscos, avaliar cenários, registrar evidências e criar planos de ação reais.

A pergunta que toda empresa precisa responder é:

O seu PGR já contempla os riscos psicossociais?

Empresas que ainda não se adequaram precisam agir com urgência. Isso envolve revisar processos, escutar colaboradores, capacitar lideranças, organizar indicadores e transformar saúde mental em uma prática contínua de prevenção.

Na Vitalis, apoiamos empresas no mapeamento dos riscos psicossociais, na orientação de RH e liderança e na construção de ações aplicáveis à realidade de cada organização.

Porque cumprir a NR-01 não é apenas evitar risco legal.
É proteger pessoas, fortalecer a cultura e prevenir adoecimentos antes que eles virem afastamentos. 💚

➡️ Sua empresa já está pronta para a NR-01? Fale com a Vitalis pelo link na bio.

A eliminação do Brasil na Copa do Mundo mexeu com muita gente.Nas redes sociais, a frustração apareceu em frases como “n...
20/07/2026

A eliminação do Brasil na Copa do Mundo mexeu com muita gente.

Nas redes sociais, a frustração apareceu em frases como “nunca mais vai ser campeão” ou “não vou ver o Brasil ganhar uma Copa”. Mas esse tipo de reação não acontece só no futebol.

Quando vivemos uma decepção intensa, a mente pode transformar o momento presente em uma verdade absoluta sobre o futuro.

É o famoso pensamento catastrófico:
perdeu agora, nunca mais vence.
deu errado hoje, vai dar errado sempre.
acabou um ciclo, nada mais vai funcionar.

Mas emoção intensa não é previsão.

A frustração pode distorcer a forma como interpretamos a realidade, aumentando o peso do que aconteceu e diminuindo nossa capacidade de enxergar possibilidades.

E o esporte nos ensina algo importante: perder também faz parte da jornada.

Na vida, como no futebol, nem toda derrota define o futuro. Algumas apenas mostram que é preciso reorganizar, aprender, esperar, cuidar e seguir.

Por isso, em momentos de frustração, vale lembrar: não tome decisões definitivas no auge da emoção. Dê tempo para a dor baixar antes de concluir que “nunca mais” será possível.

Na Vitalis, acreditamos que saúde mental também é aprender a atravessar perdas sem deixar que elas definam toda a nossa história. 💚

➡️ Sua empresa quer fortalecer a inteligência emocional e a saúde mental dos colaboradores? Fale com a Vitalis pelo link na bio.

A Copa do Mundo mexe com emoções, memórias e histórias. Mas ela também revela algo muito importante para a saúde mental:...
17/07/2026

A Copa do Mundo mexe com emoções, memórias e histórias. Mas ela também revela algo muito importante para a saúde mental: a força da conexão.

Durante um jogo, pessoas que nunca se viram se abraçam, torcem juntas, comemoram, sofrem, riem e compartilham o mesmo sentimento. Por alguns minutos, a diferença dá lugar ao pertencimento.

E pertencer é uma necessidade humana.

A sensação de fazer parte de algo maior, de estar conectado a outras pessoas, a uma comunidade ou a uma cultura, é um fator importante para o equilíbrio emocional.

Em tempos de tanta solidão, excesso de informação, pressão e isolamento, experiências coletivas podem funcionar como pequenas pausas na rotina. Elas lembram que saúde mental também passa por vínculo, presença, convivência e troca.

Claro, futebol não resolve tudo.
Mas momentos de conexão real podem aliviar o peso do cotidiano e fortalecer aquilo que muitas vezes falta: sentir que não estamos sozinhos.

Na Vitalis, acreditamos que cuidar da saúde mental também é criar espaços de pertencimento, escuta e acolhimento, dentro e fora das empresas.

Porque quando as pessoas se sentem parte, elas também se sentem mais fortes. 💚

➡️ Sua empresa promove conexão ou apenas cobra desempenho? Fale com a Vitalis pelo link na bio.

Nem todo burnout começa com um afastamento.Muitas vezes, ele começa de forma silenciosa: queda de energia, perda de moti...
13/07/2026

Nem todo burnout começa com um afastamento.

Muitas vezes, ele começa de forma silenciosa: queda de energia, perda de motivação, irritabilidade, distanciamento, dificuldade de concentração e aquela sensação de estar apenas “funcionando no automático”.

A pessoa continua comparecendo.
Continua respondendo.
Continua entregando.
Mas, internamente, já não consegue se recuperar.

Segundo matéria da Exame, identificar o burnout silencioso exige mais do que campanhas pontuais sobre saúde mental. Exige uma transformação estrutural, estratégica e cultural dentro das empresas.

Isso porque o esgotamento crônico não está ligado apenas ao excesso de trabalho, mas também a ambientes que naturalizam a pressa, banalizam o sofrimento e colocam a entrega constante acima do fator humano.

Na prática, alguns sinais merecem atenção:

* colaboradores sempre cansados, mesmo após pausas
* aumento de erros, atrasos ou retrabalho
* isolamento ou perda de interesse nas interações
* irritabilidade ou respostas mais reativas
* queda de criatividade e engajamento
* sensação de urgência permanente na rotina

Para as empresas, o desafio é olhar além da produtividade aparente.

Porque o colaborador pode estar fisicamente presente, mas mentalmente ausente e com a produtividade severamente reduzida.

Na Vitalis, ajudamos empresas a identificar riscos psicossociais, orientar lideranças e construir ações preventivas antes que o esgotamento vire afastamento.

➡️ Sua empresa sabe reconhecer os sinais antes da crise? Fale com a Vitalis pelo link na bio. 💚

Cada vez mais brasileiros estão revendo a forma como se relacionam com o trabalho.Segundo a nova edição do Índice de Con...
09/07/2026

Cada vez mais brasileiros estão revendo a forma como se relacionam com o trabalho.

Segundo a nova edição do Índice de Confiança do Trabalhador, do LinkedIn, a parcela de profissionais que concordam com a frase “trabalho para viver, e não vivo para trabalhar” cresceu de 64% para 75% entre 2024 e 2026.

No mesmo período, também caiu o número de pessoas que permanecem conectadas ao trabalho durante as folgas e o de profissionais que sentem culpa por se desconectar.

Esse movimento mostra uma mudança importante: descansar não é capricho.
É uma necessidade física, emocional e mental.

Quando a pessoa não consegue se desligar, o corpo continua em estado de alerta. E, com o tempo, isso pode aparecer como insônia, irritabilidade, esgotamento, isolamento social e adoecimento físico e mental.

Para as empresas, o recado é claro: saúde mental também passa pela cultura de trabalho.

Não basta falar sobre equilíbrio se a rotina ainda exige disponibilidade constante, respostas fora do expediente, pressão contínua e culpa pelo descanso.

Na Vitalis, ajudamos empresas a construir ambientes mais saudáveis, com ações voltadas à prevenção, ao cuidado emocional e à gestão dos riscos psicossociais.

Porque pessoas descansadas não são menos comprometidas.
São pessoas com mais presença, energia e condições reais de sustentar uma boa performance. 💚

➡️ Sua empresa quer fortalecer uma cultura de cuidado e prevenção? Fale com a Vitalis pelo link na bio.

Quando falamos em saúde mental, é comum pensar apenas na pessoa: seus sentimentos, sintomas, escolhas e dificuldades.Mas...
07/07/2026

Quando falamos em saúde mental, é comum pensar apenas na pessoa: seus sentimentos, sintomas, escolhas e dificuldades.

Mas a saúde mental também é atravessada pela realidade social, econômica, política, cultural, ambiental e pelas condições em que cada pessoa vive, trabalha e se relaciona.

Isso significa que o sofrimento psíquico não pode ser tratado como uma responsabilidade exclusivamente individual.

Ambientes inseguros, jornadas exaustivas, falta de apoio, insegurança financeira, violência, isolamento, preconceito e ausência de redes de proteção também impactam diretamente o equilíbrio emocional das pessoas.

E existe outro ponto essencial: o estigma.

O medo, o preconceito e a falta de informação ainda fazem muitas pessoas demorarem para buscar ajuda. Em alguns casos, o estigma pode ser tão prejudicial quanto a própria condição de saúde mental, porque afasta o cuidado, alimenta a culpa e reforça o silêncio.

Cuidar da saúde mental exige mais do que tratamento.
Exige acolhimento, informação, respeito, políticas de cuidado e ambientes mais seguros.

Na Vitalis, acreditamos que falar sobre saúde mental é também construir uma cultura de escuta, prevenção e responsabilidade coletiva.

Porque ninguém deveria precisar adoecer em silêncio para ser levado a sério. 💚

➡️ Sua empresa quer construir um ambiente mais acolhedor e preparado para cuidar da saúde mental? Fale com a Vitalis pelo link na bio.

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