Denize Nunes - Psicóloga

Denize Nunes - Psicóloga Atendimento Psicologico

07/02/2023
O bullying é a prática de atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos.
09/09/2022

O bullying é a prática de atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos.

Daniel Becker shared a post on Instagram: "O bullying é uma das maiores ameaças à saude mental e emocional de uma criança. Pode chegar à depressão e mesmo ao suicídio. Fui vítima dos 10 aos 13 anos, e sei o sofrimento que ele provoca. No 5o ano, um grupo da minha turma e da mais velha resolv...

Amor Próprio...Transbordar de si;Se acolher;Se amar;Se preencher;Amor próprio deve ser uma prática diária.
11/07/2022

Amor Próprio...

Transbordar de si;
Se acolher;
Se amar;
Se preencher;
Amor próprio deve ser uma prática diária.

24/03/2022

Como está o teu relacionamento contigo???

21/03/2022

Dê limites a seus filhos. A saúde mental deles agradece.

07/03/2022

Rodrigo Hilbert

Não posso deixar passar sem comentar o conteúdo dos áudios do Arthur do Val. São tantos horrores verbais, é tanta violência, que f**a difícil detalhar todas elas. Como homem, como alguém que todos os dias aprende sobre as brutais violências que mulheres passam nesse mundo, acho que calar é compactuar com esse estado brutal de coisas. Palavras importam, palavras ferem, palavras oprimem e até matam. Mas palavras também libertam quando usadas corretamente.

Passou da hora da gente se implicar nessa batalha pra acabar com tanta violência contra mulheres. Frases como “tour da loira”, “elas são fáceis porque são pobres” não fazem o menor sentido. Como não faz sentido ele justif**ar o injustificável dizendo que fez uma molecagem. “Sou homem, sou jovem”, ele seguiu explicando. Ser homem e ser jovem não é explicação para falar atrocidades. “Ah, mas foram jogadas no grupo de mensagem dos caras do futebol”, ele disse. Pois é justamente nesse ambiente que podemos fazer a diferença. É justamente nesse lugar cheio de toxicidade que a gente pode se agigantar e lutar a nossa parte nessa luta.

É não calando nem mesmo com seus chapas. É tomando a frente e se manifestando quando vê um amigo falar violências e aberrações. Como você se comporta quando está com amigos e escuta uma piada machista? Você ri? Você aplaude? Você repassa? Como você se comporta quando vê um conhecido ser violento com a namorada, amiga, mulher? Você se mete? Você chama o cara de lado e conversa? Ou você vira para o outro lado e finge que nada está acontecendo? E dentro de casa? Quando você fala com as mulheres da sua vida você aumenta o tom de voz? Você as interrompe com frequência? Você vira um cara totalmente diferente quando está entre seus brothers?
Todas essas violências fazem parte de uma mesma estrutura machista que, lá na frente, pode desaguar em estupros e mortes. Acho que precisamos nos fazer essas perguntas e, a partir de respostas honestas, nos olhar no espelho.

A violência contra a mulher é um problema nosso sim. É um problema muito nosso.

04/03/2022

Percebo muitas mães dizendo que não existe “super mãe”, que não existe “super pai”, que existe só pai e mãe e fazendo isso não fazemos mais do que a nossa obrigação. Acho uma falsa modéstia, um pedido envergonhado de biscoito: me desdobro em mil, estou exausta, mesmo assim não quero reconhecimento, não, por favor, parem de me bater palmas, oh, parem, por favor.
Pois bem, não conheço a mãe de vocês, mas falo pela minha. Ela era (ainda é) super. Minha mãe se teletransportava para estar sempre presente nas reuniões escolares, mesmo sendo mãe solo. Ela saia voando pra me pegar, quando algo ruim acontecia na creche. Certa vez, parou um trem que vinha em minha direção usando apenas uma mão (no Ferrorama). Soltava raio pelos olhos quando eu respondia de forma mal-educada. Na minha adolescência, percebi que ela tinha super poderes de ouvir o que eu e meus amigos conversávamos no quarto. Ela tinha super olfato, quando eu bebia duas cervejas nas festas da faculdade.

Minha mãe sempre foi tão super que nunca a imaginei doente ou cansada. Minhas filhas vieram e descobri que pais também cansam, mães f**am exaustas, casais se sentem perdidos. E, mesmo olhando pra mim mesmo e conhecendo minhas criptonitas, olho pra minha mãe e ainda hoje a acho imbatível. Indestrutível. Imortal.
Para as mães que não querem o peso de serem super heroínas, lamento. Você já é super. Sua filha acha genial quando você esconde o rosto e depois diz: “Achou!”. Seu filho te acha a pessoa mais inteligente do mundo (“Mamãe sabe contar até mil”, ele diz para os amiguinhos). Você é a pessoa mais forte do mundo, mais que o Super Homem, muito mais que o Hulk, afinal você consegue levar as compras do supermercado e seu filho ainda pede colo.
Infelizmente, algumas mães se sentem a Mulher Invisível. Todo super herói precisa de apoio contra os vilões do dia a dia. Avisem os maridos, chefes, colegas, que nem a Mulher Maravilha consegue fazer tudo sozinha! Nem no filme! Cadê os super pais, super maridos, super homens? Atenção, pedido de reforço, chamem a Liga da Justiça!
Para os filhos, pra sempre, as mães serão indestrutíveis. Um filho olha a mãe com lente de aumento, óculos de realidade virtual. No metaverso infantil, toda mãe tem um campo de força, armas secretas e o coração mais poderoso do mundo. Podem parecer gente comum mas, olhe bem, é apenas uma identidade secreta.

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São Paulo, SP

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