Dra. Maryna Landim

Dra. Maryna Landim Médica especializada em Medicina Funcional, Integrativa, Preventiva e Ortomolecular.

Médica especialista em Medicina Funcional, Integrativa, Preventiva e Ortomolecular.

Três caminhos e três esultados completamente diferentes.Sem reposição hormonal, o corpo feminino perde proteção. A energ...
22/06/2026

Três caminhos e três esultados completamente diferentes.

Sem reposição hormonal, o corpo feminino perde proteção. A energia cai, a massa muscular diminui, a pele perde firmeza e o metabolismo desacelera. Muitas mulheres aceitam isso como envelhecimento natural. Não é.

Com reposição errada, o problema muda de endereço. Doses acima do que o organismo feminino precisa, moléculas que o corpo não reconhece, ausência de acompanhamento e sem integração com estilo de vida. O resultado pode ser masculinização, desequilíbrio hormonal e efeitos que comprometem a saúde a longo prazo.

Com reposição correta, o objetivo nunca foi estética. Foram hormônios na dose certa, com a molécula certa, para a mulher certa, no momento certo. Vitalidade, proteção cardiovascular, saúde óssea, clareza mental e qualidade de vida real.

A diferença entre os três caminhos não está no hormônio. Está em quem conduz o tratamento e com qual critério.

Você conhece alguém que teve medo de fazer reposição por não saber distinguir o que é certo do que é errado?

Com carinho,

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
CRM CE: 16.304 | CRM SP: 152.889 | RQE: 9839

O mundo parou para a Copa. E enquanto todo mundo analisa esquemas táticos e discute quem merece a titularidade, eu fique...
19/06/2026

O mundo parou para a Copa. E enquanto todo mundo analisa esquemas táticos e discute quem merece a titularidade, eu fiquei pensando em quantas mulheres estão assistindo aos jogos completamente exaustas, sem entender por quê o próprio corpo parece estar perdendo a partida.

A gente foi ensinada a tratar os hormônios como vilões ou como mistério. Ou são o problema, ou são perigosos, ou são coisa de quem está na menopausa. Mas a verdade é que eles estão em campo todos os dias, desde que você acorda até o momento em que deita, e o quanto você se sente bem, ou não, depende diretamente de como esse time está escalado.

O problema é que a maioria das mulheres só percebe que o time estava desfalcado quando o cansaço já instalou como estado permanente, quando o sono deixou de restaurar, quando a motivação sumiu sem data para voltar.

Investigar os seus hormônios não é vaidade e não é exagero. É entender as regras do jogo do próprio corpo antes de chegar ao intervalo exausta.

Me conta aqui nos comentários: você já investigou como está o seu time hormonal?

Com carinho,

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
CRM CE: 16.304 | CRM SP: 152.889 | RQE: 9839

18/06/2026

Hormônio não substitui estilo de vida, ele potencializa.

Essa é uma das coisas que mais repito no consultório, e preciso repetir aqui também. Muitas mulheres chegam esperando que a reposição hormonal resolva tudo sozinha. Mas o hormônio não funciona dessa forma, e nem deveria.

O que ele faz, quando bem indicado, é entrar num organismo que já está sendo cuidado e amplificar o que esse cuidado produz. Mais energia para treinar, melhor recuperação muscular, mais disposição para manter os hábitos que constroem saúde de verdade.

Sem sono, sem alimentação de qualidade, sem movimento, o hormônio não tem base para trabalhar. Com essa base construída, ele vira um aliado poderoso.

Você tem cuidado da sua base antes de pensar em qualquer recurso complementar?

Com carinho,

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
CRM CE: 16.304 | CRM SP: 152.889 | RQE: 9839

Você passou o dia inteiro fazendo tudo certo. Mas chegou a noite e o controle foi embora. O chocolate chamou, a geladeir...
17/06/2026

Você passou o dia inteiro fazendo tudo certo. Mas chegou a noite e o controle foi embora. O chocolate chamou, a geladeira abriu sozinha e a culpa veio logo depois.

Antes de se julgar, entenda o que aconteceu biologicamente.

Um dia cheio de pressão, cobranças e decisões mantém o cortisol elevado por horas. Esse hormônio altera diretamente os circuitos de recompensa do cérebro, aumenta o desejo por açúcar e gordura e reduz a capacidade de resistir ao impulso. Não é fraqueza. Seu organismo está buscando sobrevivência emocional da única forma que aprendeu a ser rápida.

O problema se aprofunda quando a culpa entra no ciclo. Cada vez que você se pune por ter comido, a ansiedade aumenta, o cortisol sobe novamente e o cérebro pede mais compensação. Um ciclo que se repete todas as noites enquanto a causa real não for tratada.

Cuidar da compulsão noturna começa por entender que o corpo esgotado não precisa de mais restrição. Precisa de regulação, de sono reparador, de cortisol equilibrado e de um olhar integrativo sobre o que está acontecendo por dentro.

Você se reconheceu aqui?

Com carinho,

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
CRM CE: 16.304 | CRM SP: 152.889 | RQE: 9839

Referências científicas:

Adam TC, Epel ES. Stress, eating and the reward system. Physiology & Behavior, 2007.

Torres SJ, Nowson CA. Relationship between stress, eating behavior and obesity. Nutrition, 2007.

Epel E et al. Stress and body shape: cortisol secretion and central fat. Psychosomatic Medicine, 2000.

Wurtman RJ, Wurtman JJ. Carbohydrates and depression. Scientific American, 1989.

16/06/2026

Tem uma fase na vida da mulher que o mundo insiste em chamar de declínio.

Eu discordo.

O que acontece depois dos 40 não é perda. Concentração, talvez. O momento em que você para de gastar energia com o que não serve e começa a direcionar tudo o que tem para o que realmente importa. O corpo muda, sim. Essas mudanças pedem um cuidado diferente, mais atento, mais individualizado. Mas a mulher que emerge desse processo não é menos.

Mais densa, mais real, mais sua.

Cuidar da sua saúde nessa fase não significa tentar voltar ao que você era. Significa garantir que a mulher que você está se tornando tenha energia, clareza e vitalidade para viver tudo isso de forma plena.

Você se reconheceu nesse vídeo?

Com carinho,

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
CRM CE: 16.304 | CRM SP: 152.889 | RQE: 9839

O seu exame pode estar dentro do valor de referência e o seu corpo ainda estar longe do que ele é capaz de ser.Existe um...
15/06/2026

O seu exame pode estar dentro do valor de referência e o seu corpo ainda estar longe do que ele é capaz de ser.

Existe uma diferença enorme entre o que o laboratório chama de normal e o que a Medicina do Estilo de Vida chama de otimizado. A maioria dos laudos aceita uma Vitamina D abaixo de 50, uma glicemia de jejum próxima de 90 e um cortisol matinal baixo como resultados adequados. Mas o corpo de uma mulher que está de fato vivendo com vitalidade conta outra história.

Vitamina D entre 80 e 120 ng/mL protege o sistema imune, o humor, os ossos e a função hormonal. Glicemia entre 75 e 85 e insulina entre 3 e 6 significam um metabolismo que ainda não inflamou. Cortisol salivar matinal entre 15 e 22 ng/mL é o que permite acordar com energia real, não com a sensação de já começar o dia no limite.

A pergunta que eu faço para cada paciente não é se os exames estão normais. É se eles estão onde precisam estar para ela viver bem.

Você sabe onde estão os seus números hoje?

Com carinho,

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
CRM CE: 16.304 | CRM SP: 152.889 | RQE: 9839

Minha escolha de todos os dias ♥️
12/06/2026

Minha escolha de todos os dias ♥️

11/06/2026

Não existe protocolo pronto para a mulher depois dos 40.

Existe a sua história, o seu organismo, a sua rotina e o que o seu corpo está pedindo nesse momento.

Doses no papel, sem levar em conta quem você é de verdade, não chegam onde precisam chegar. O que funciona é juntar a ciência com o seu estilo de vida, com as suas demandas reais, com a sua individualidade.

É isso que a Medicina do Estilo de Vida faz. E é exatamente isso que me faz amar cuidar de cada mulher nessa fase da vida.

Você já sentiu que um tratamento foi pensado para você de verdade, e não apenas para um resultado de exame?

Com carinho,

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
CRM CE: 16.304 | CRM SP: 152.889 | RQE: 9839

O silêncio do apetite muitas vezes esconde um corpo que está pedindo socorro.Nós estamos vivendo um momento onde o emagr...
10/06/2026

O silêncio do apetite muitas vezes esconde um corpo que está pedindo socorro.

Nós estamos vivendo um momento onde o emagrecimento tem silenciado a linguagem mais básica da nossa biologia. As medicações modernas são ferramentas maravilhosas quando bem indicadas, mas elas não podem ser usadas para calar a voz do seu próprio organismo de forma agressiva.

A fome não é uma falha e não é falta de foco. Ela é o seu corpo avisando que precisa de energia para manter a sua morada forte e saudável. O que nós vemos hoje nos consultórios é um fenômeno perigoso chamado agonorexia. Mulheres que usam a medicação e simplesmente param de comer.

O número na balança diminui rapidamente, mas a saúde afunda junto. A massa muscular que protege o seu futuro derrete. Os hormônios entram em desequilíbrio, o cabelo cai, o rosto perde o viço e a alegria de viver desaparece sob um cansaço que não passa. A falta de vontade de comer criada por um remédio não significa que as suas células deixaram de precisar de vitaminas, proteínas e minerais.

A verdadeira medicina do estilo de vida não busca um corpo magro às custas da sua vitalidade e da sua força. Emagrecer de forma amorosa é dar ao seu organismo a nutrição exata que ele precisa para se sentir seguro e liberar o peso em excesso em total harmonia.

Nós precisamos olhar para os impactos emocionais e físicos dessa restrição farmacológica com muita responsabilidade.

Você conhece alguém que perdeu a vitalidade por deixar de comer usando essas medicações?

Com carinho.

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
CRM CE 16.304 | CRM SP 152.889 | RQE 9839

09/06/2026

Você já tentou descansar de verdade e acordou do mesmo jeito?

Não estou falando de uma semana pesada no trabalho. Estou falando daquele cansaço que instalou em você como um estado permanente. O que não passa com férias, não passa com final de semana, não passa com oito horas de sono.

A nossa cultura transformou a mulher exausta em símbolo de força. A gente aprendeu a usar o cansaço como prova de que está dando conta, e acabou esquecendo de perguntar por que ele nunca vai embora.

A partir dos 30, 35 anos, a fadiga persistente pode ser o primeiro sinal de que a tireoide está sobrecarregada, de que o corpo perdeu a capacidade de usar o açúcar como energia, ou de que a progesterona, nosso hormônio do relaxamento e do sono profundo, começou a cair silenciosamente.

Pensa assim: a vida corrida é como ter muitos aplicativos abertos no celular. Gasta bateria, mas o carregador resolve. O desequilíbrio hormonal é diferente, é como ter o carregador com defeito. Não importa quanto tempo você fique na tomada, a bateria nunca chega a 100%.

E nenhuma quantidade de descanso resolve um carregador quebrado. Se você se reconheceu nessa descrição, o convite que eu te faço é simples: para de normalizar. O cansaço que não passa não é um troféu, mas um sintoma. E sintoma tem investigação, tem causa e tem tratamento.

Você merece ter a sua energia de volta, não pela metade, não no fim de semana. De verdade.

Com carinho,

Dra. Maryna Landim Borges
Medicina do Estilo de Vida
Médica | CRM CE: 16.304 | CRM SP: 152.889 | RQE: 9839

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