Eduardo.Giovanelli

Eduardo.Giovanelli É UMA HONRA LHE RECEBER !!! Se está procurando conhecimento de forma rápida e prática, com humor e dinamismo está no lugar certo.

Sobre mim

Meu objetivo é compartilhar alguns de meus conhecimentos sobre diversos assuntos da psicologia através de fotos, vídeos ou até mesmo informações relevantes, meu foco é ajudar você em relação a determinadas dificuldades que poderá estar enfrentando, tento realizar esta ajuda através de vídeos que faço através do youtube, mensagens ou fotos com diversos temas. Sou Psicólogo Cognitivo Comp

ortamental, formado pela Universidade Paulista UNIP, e atualmente estou fazendo pós- graduação na área, como também tenho meu próprio consultório para a realização de atendimentos psicoterapêuticos

Acredito que psicologia vem crescendo muito, e é interessante estarmos atentos e atualizados sobre o que ocorre, como ocorre, e muitas vezes até o porque ocorre um determinado problema, e utilizarmos nosso próprio repertório para amenizar algumas dificuldades em nossas vidas. Tenho planos de ser professor; escrever um livro sobre minha abordagem; continuar com a carreira no youtube, postando vídeos para ajudar as pessoas e ajudar alguma instituição futuramente. Muito grato por dividir o seu conhecimento comigo, acredito que juntos podemos nos ajudar muito ! Aqui está o link do meu canal no youtube:
*Espero que gostem dos vídeos

https://www.youtube.com/channel/UCHUHlcDaGDL6DGzSD0vMPxA

A sensação de que a noite parece dia pode estar relacionada à forma como o cérebro interpreta os estímulos ao longo do d...
12/05/2026

A sensação de que a noite parece dia pode estar relacionada à forma como o cérebro interpreta os estímulos ao longo do dia.

A luz natural tem um papel importante na regulação do ritmo do corpo. Quando há excesso de luz artificial, principalmente à noite, o cérebro pode ter dificuldade em reconhecer o momento de desacelerar.

Com isso, mesmo diante do cansaço, a mente continua ativa, o que interfere diretamente na qualidade do sono. Esse processo pode gerar uma desconexão entre o que o corpo precisa e o que o cérebro está interpretando.

Não se trata apenas de insônia, mas de uma possível desregulação influenciada por hábitos e ambiente.

Blz? Show!


✨Bom dia reflexão✨"Seu cansaço é de fato físico… ou é o peso de sustentar uma versão que não é sua?”Eduardo Giovanelli🧠 ...
04/05/2026

✨Bom dia reflexão✨

"Seu cansaço é de fato físico… ou é o peso de sustentar uma versão que não é sua?”

Eduardo Giovanelli

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O vício em apostas está ligado ao sistema de recompensa do cérebro, que responde a ganhos rápidos com prazer intenso e à...
02/05/2026

O vício em apostas está ligado ao sistema de recompensa do cérebro, que responde a ganhos rápidos com prazer intenso e às perdas com culpa e autocrítica. Esse ciclo reforça o comportamento e pode distorcer a percepção do dinheiro, que passa a ser visto apenas como números, desconectado do esforço necessário para conquistá-lo.

Com o tempo, os impactos vão além das finanças, afetando autoestima, sono, relacionamentos e saúde mental. Compreender esse funcionamento é essencial para desenvolver mais consciência e construir uma relação mais equilibrada com o dinheiro e com as próprias decisões.

Blz? Show!

27/04/2026

✨Bom dia reflexão✨

"Gestos simples podem ser exatamente o que você precisa, mas o excesso pode roubar a atenção.”

Eduardo Giovanelli

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A dificuldade de falar em determinados momentos não está necessariamente relacionada à falta de conteúdo ou habilidade, ...
25/04/2026

A dificuldade de falar em determinados momentos não está necessariamente relacionada à falta de conteúdo ou habilidade, mas sim a processos emocionais internos que interferem na comunicação. Muitas pessoas sabem exatamente o que gostariam de dizer, mas se veem travadas diante da situação. Esse bloqueio costuma estar mais ligado ao excesso de emoção do que à ausência de ideias, revelando como o funcionamento emocional pode impactar diretamente a expressão verbal.

Sentimentos como vergonha, culpa, medo de rejeição e autocrítica excessiva atuam como barreiras silenciosas, interrompendo a fala antes mesmo que ela aconteça. Essas emoções não apenas influenciam os pensamentos, mas também se manifestam no corpo, gerando tensão, desconforto e uma sensação de bloqueio físico. Nesse contexto, a dificuldade de se expressar deixa de ser apenas uma questão social e passa a ser uma experiência emocional completa.

Em muitos casos, esse bloqueio não está relacionado ao julgamento do outro, mas à forma como a própria pessoa se percebe. Crenças internas negativas, como a sensação de não ser interessante ou o medo constante de errar, reforçam um padrão de insegurança que limita a comunicação. Essas interpretações internas acabam moldando o comportamento e dificultando a espontaneidade nas interações.

Além disso, experiências passadas e erros anteriores podem intensificar esse processo, especialmente quando estão associados à vergonha. A vergonha é uma emoção profundamente corporal, que pode gerar retração, silêncio e evitação. Por isso, a fala trava não apenas no nível racional, mas também como uma resposta emocional e fisiológica.

Compreender esses mecanismos é fundamental para desenvolver uma comunicação mais autêntica e segura. A comunicação começa internamente, na forma como cada pessoa se escuta, se percebe e se trata. O desenvolvimento da autocompaixão faz parte desse processo, contribuindo para uma relação mais acolhedora consigo mesmo e, consequentemente, para uma expressão mais livre e consciente nas relações.

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✨Bom dia reflexão✨"Abra seus olhos para além do que você consegue ver, comece a enxergar de olhos fechados.”Eduardo Giov...
20/04/2026

✨Bom dia reflexão✨

"Abra seus olhos para além do que você consegue ver, comece a enxergar de olhos fechados.”

Eduardo Giovanelli

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O arrependimento é uma experiência comum, mas que pode se tornar um fator silencioso de sofrimento quando passa a domina...
17/04/2026

O arrependimento é uma experiência comum, mas que pode se tornar um fator silencioso de sofrimento quando passa a dominar o presente. Ele costuma surgir no momento em que as consequências de escolhas passadas se tornam mais claras, muitas vezes trazendo consigo pensamentos recorrentes sobre o que poderia ter sido diferente. Esse movimento da mente de revisitar o passado não acontece de forma neutra, pois o corpo também reage, gerando sensações físicas como aperto no peito, alteração na respiração e um estado constante de tensão emocional.

Quando associado à autocrítica excessiva, o arrependimento pode manter a pessoa presa a acontecimentos que já não podem ser modificados. Em vez de funcionar como aprendizado, ele se transforma em um ciclo repetitivo de culpa e julgamento, dificultando a capacidade de seguir em frente. Nesse contexto, o problema não está no ato de lembrar, mas na forma como a lembrança é vivida, especialmente quando há uma tendência a se afundar emocionalmente nessas memórias.

Esse padrão pode comprometer a qualidade de vida no presente, afetando decisões, relacionamentos e o bem-estar emocional. A dificuldade em se desvincular do passado impede que novas experiências sejam vividas com mais leveza e consciência. Por isso, compreender o papel do arrependimento e desenvolver uma relação mais equilibrada com as próprias memórias é um passo importante para fortalecer a saúde mental.

O passado pode oferecer aprendizados valiosos, mas é no presente que ocorre a possibilidade real de transformação. Desenvolver consciência emocional e reconhecer quando é necessário buscar apoio também faz parte do processo de amadurecimento. A busca por ajuda profissional não representa fraqueza, mas sim um movimento de responsabilidade consigo mesmo e com a própria saúde emocional.

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✨Bom dia reflexão✨"Escolher pausar e se conectar, enquanto o mundo te faz correr, é um gesto de coragem..”Eduardo Giovan...
16/04/2026

✨Bom dia reflexão✨

"Escolher pausar e se conectar, enquanto o mundo te faz correr, é um gesto de coragem..”

Eduardo Giovanelli

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A impulsividade nas redes sociais tem se tornado um comportamento cada vez mais comum entre jovens e adolescentes, espec...
14/04/2026

A impulsividade nas redes sociais tem se tornado um comportamento cada vez mais comum entre jovens e adolescentes, especialmente em um ambiente digital que estimula pertencimento, comparação social e busca constante por validação. O que muitas vezes parece apenas uma atitude momentânea pode estar profundamente relacionado ao funcionamento do cérebro em desenvolvimento, já que áreas responsáveis por empatia, controle emocional e tomada de decisão amadurecem mais tardiamente, podendo se estender até o final da terceira década de vida.

Nesse contexto, plataformas digitais e grupos online acabam reforçando comportamentos impulsivos ao criar uma sensação de aceitação imediata, mesmo quando esses espaços não são saudáveis. A dinâmica de curtidas, comentários e interações rápidas contribui para decisões pouco refletidas, que podem gerar consequências duradouras. Uma publicação feita sem pensar pode impactar diretamente a reputação digital, oportunidades profissionais, desempenho acadêmico e até mesmo relacionamentos pessoais.

Além disso, habilidades como inteligência emocional, empatia e autocontrole têm se tornado cada vez mais valorizadas no mercado de trabalho e na vida em sociedade. Por isso, compreender como o cérebro funciona e como o ambiente digital influencia o comportamento é essencial para desenvolver maturidade emocional. O uso consciente das redes sociais não significa deixar de utilizá-las, mas sim agir com mais clareza, responsabilidade e reflexão antes de se expor no ambiente online.

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✨Bom dia reflexão✨"Quem você seria se não estivesse tentando atender às expectativas de todos?”Eduardo Giovanelli🧠   🧠  ...
13/04/2026

✨Bom dia reflexão✨

"Quem você seria se não estivesse tentando atender às expectativas de todos?”

Eduardo Giovanelli

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A autocrítica excessiva e a dificuldade de desenvolver autocompaixão são experiências comuns, mas muitas vezes mal compr...
09/04/2026

A autocrítica excessiva e a dificuldade de desenvolver autocompaixão são experiências comuns, mas muitas vezes mal compreendidas. Ser gentil consigo mesmo não é apenas uma questão de esforço ou decisão consciente, mas está profundamente ligado à própria história emocional. Vivências passadas, padrões de relacionamento e formas aprendidas de lidar com emoções influenciam diretamente a maneira como uma pessoa se percebe, se cobra e se trata ao longo da vida.

Quando a autocrítica se torna intensa, erros deixam de ser parte natural do processo humano e passam a ser interpretados como ameaças ao valor pessoal. Esse tipo de funcionamento interno pode gerar um estado constante de tensão, insegurança e autocobrança, dificultando a construção de uma relação mais equilibrada consigo mesmo. Ao mesmo tempo, a tendência de ignorar ou evitar emoções pode parecer uma forma de proteção, mas frequentemente contribui para um distanciamento interno que enfraquece a percepção de identidade e autenticidade.

A negligência emocional, mesmo que sutil, ensina gradualmente a não escutar as próprias necessidades, sentimentos e limites. Com o tempo, isso pode comprometer a capacidade de reconhecer o que se sente e de responder de maneira saudável às próprias experiências emocionais. Esse afastamento interno torna ainda mais desafiador o desenvolvimento da autocompaixão, já que ela depende justamente da habilidade de se perceber, se compreender e se acolher.

Por isso, a autocompaixão não surge de forma automática. Ela é construída a partir da consciência emocional, do reconhecimento das próprias dificuldades e da disposição para desenvolver uma postura mais acolhedora diante de si mesmo. Cultivar essa habilidade está diretamente relacionado ao fortalecimento da saúde mental, ao desenvolvimento da inteligência emocional e à construção de uma relação interna mais segura e menos punitiva.

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