16/09/2026
𝗗𝗲𝗽𝗼𝗶𝘀 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝗔𝗩𝗖, 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗹𝗲𝘀𝗮̃𝗼 𝗻𝗲𝘂𝗿𝗼𝗹𝗼́𝗴𝗶𝗰𝗮 𝗼𝘂 𝗱𝗲 𝘂𝗺 𝗱𝗶𝗮𝗴𝗻𝗼́𝘀𝘁𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗮𝗿𝗸𝗶𝗻𝘀𝗼𝗻, 𝗮 𝗳𝗶𝘀𝗶𝗼𝘁𝗲𝗿𝗮𝗽𝗶𝗮 𝗽𝗼𝗱𝗲 𝗮𝗰𝗼𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗮𝗿 𝘂𝗺𝗮 𝗽𝗲𝘀𝘀𝗼𝗮 𝗽𝗼𝗿 𝗺𝘂𝗶𝘁𝗼𝘀 𝗮𝗻𝗼𝘀. 𝗔̀𝘀 𝘃𝗲𝘇𝗲𝘀, 𝗽𝗲𝗹𝗮 𝘃𝗶𝗱𝗮 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗶𝗿𝗮.
E isso não significa passar anos fazendo sempre os mesmos exercícios.
Voltei à Funcionalidade para conversar com a Sabrina sobre fisioterapia neurológica e, enquanto ela explicava o trabalho, as histórias que encontrei ali mostravam exatamente do que estávamos falando.
O seu Juvenal contou que, depois da lesão, não movimentava o braço e a perna. Aos poucos, com a fisioterapia, os movimentos foram voltando. A Renata Martinez vive outra etapa dessa história. Há mais de 18 anos convivendo com uma sequela neurológica, ela continua fazendo fisioterapia porque, como ela mesma explica, hoje também precisa lidar com as mudanças que aparecem enquanto envelhece.
E ao redor deles, outros pacientes, outras idades, outras histórias e objetivos. Para alguém, pode ser voltar a levantar um braço. Para outro, caminhar melhor, ganhar equilíbrio, conseguir se levantar sozinho ou preservar uma independência já conquistada.
A Sabrina falou algo que resume muito bem esse trabalho: o fisioterapeuta conhece o diagnóstico, avalia a lesão e entende o que pode ser trabalhado, 𝗺𝗮𝘀 𝗼 𝗼𝗯𝗷𝗲𝘁𝗶𝘃𝗼 𝘁𝗮𝗺𝗯𝗲́𝗺 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗽𝗮𝗰𝗶𝗲𝗻𝘁𝗲.
Hoje, cinco das seis fisioterapeutas da Funcionalidade são especializadas em neurologia. O trabalho passa por força, flexibilidade, equilíbrio e condicionamento, mas existe uma palavra que atravessa tudo isso: 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗻𝗼𝗺𝗶𝗮.
Salve este contato. Talvez não seja para você hoje, mas pode ser importante para alguém da sua família ou para alguém que você conhece. ❤️
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