FGO Clínica de Fertilidade

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FGO Clínica de Fertilidade Clínica de Reprodução Humana localizada em São Paulo, SP, comprometida em ajudar casais a engravidar e vivenciar a experiência da gravidez.

https://www.clinicafgo.com.br A FGO iniciou suas atividades em 1998, em São Paulo, sob o comando do ginecologista e obstetra Flávio Garcia de Oliveira, especializado em gestação de alto risco e reprodução humana, membro da Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia de SP (SOGESP), da Socidade Brasileira de Reprodução Humana e Climatério (SBRH) e da American Society of Reproductive Medicine - USA (ASRM). Os livros "Bebê a Bordo", "E Depois do Parto?" (traduzido para o italiano) e "Receitas para Grávidas" - todos de autoria do Dr. Flávio - traduzem seu comprometimento com temas relacionados à gestação. Diversos artigos científicos já foram publicados por ele em revistas nacionais e internacionais. A FGO Clínica de Fertilidade, é uma das mais respeitadas do Brasil e entende que a infertilidade é uma situação multifatorial que precisa ser tratada. O trabalho sério e comprometido aliado ao tratamento adequado e atualizado refletem o sucesso na maioria dos casos.

12/10/2026

“Doutor, se eu soubesse disso antes…”

Essa é uma frase que ninguém gostaria de precisar dizer quando o assunto é fertilidade.

O tempo não passa da mesma maneira para todas as pessoas quando falamos de possibilidades reprodutivas.

A idade importa. Mas a história de cada pessoa também.

Em geral, recomendamos investigar a fertilidade após 12 meses de tentativas antes dos 35 anos e após 6 meses a partir dos 35. Acima dos 40, a avaliação deve ser mais imediata.

Ciclos menstruais irregulares, endometriose e outras condições reprodutivas podem justificar uma investigação ainda mais cedo.

E lembre-se: procurar um especialista não significa começar uma fertilização in vitro.

Significa conhecer suas possibilidades para tomar decisões mais conscientes.

Porque esperar também é uma decisão.

💬 Você tem alguma dúvida sobre o momento certo de investigar sua fertilidade? Deixe nos comentários ou envie uma mensagem.

📌 Salve este vídeo. Talvez essa informação faça diferença no momento certo.

09/10/2026

Esperar também é uma decisão.

Na fertilidade, o tempo importa — mas não é o único fator.

Em geral, a investigação é recomendada após 12 meses de tentativas antes dos 35 anos e após 6 meses a partir dos 35.

Algumas situações justificam procurar orientação antes. Acima dos 40 anos, a avaliação deve ser mais imediata.

E procurar um especialista não significa necessariamente fazer FIV.

Significa conhecer suas possibilidades antes de decidir.

Qual é sua dúvida sobre o momento certo de investigar a fertilidade?

Deixe nos comentários ou envie uma mensagem.

NIDALIS | DRFERTILIDADE Reprodução Humana

01/10/2026

“Doutor, preciso emagrecer para fazer FIV?”
Essa parece uma pergunta sobre peso.
Mas pode ser uma pergunta muito maior sobre saúde, tempo e possibilidades.
O peso importa e, em determinadas situações, a perda de peso pode fazer parte da preparação para um tratamento ou para uma gravidez.

Mas peso não é sinônimo de saúde inteira.
Duas mulheres com o mesmo peso podem ter condições metabólicas, cardiovasculares, nutricionais e funcionais muito diferentes.
Por isso, antes de uma FIV, podemos ampliar a pergunta:

Como está o metabolismo?
O sono?
A alimentação?
A pressão arterial?
O movimento?
Existem condições clínicas que podem ser melhor cuidadas?

E existe ainda uma variável que não podemos esquecer:
o tempo reprodutivo.

Às vezes há benefícios em melhorar determinadas condições antes do tratamento. Em outras situações, adiar indefinidamente uma estratégia reprodutiva em busca de um determinado número na balança também precisa ser cuidadosamente discutido.

Por isso, a decisão deve ser individualizada.
Preparar não é perseguir um número.
É compreender o que pode ser cuidado naquele momento para que aquela pessoa atravesse seu tratamento e uma possível gravidez com mais saúde e segurança.

PESO É UM DADO.
SAÚDE É UM CONTEXTO.

Nos Stories, quero ouvir você:

Se estivesse se preparando para uma FIV, o que gostaria que seu médico avaliasse além do seu peso?

NIDALIS | DRFERTILIDADE

Ciência para cuidar da fertilidade.
Conversas para cuidar das pessoas.

MedicinaDoEstiloDeVida Nidalis

19/09/2026

Você não precisa decidir hoje quando terá filhos.
Mas talvez valha decidir quando quer conhecer suas possibilidades.
Muitas pessoas organizam a vida mais ou menos assim:
“Primeiro termino minha formação.”
“Depois estabilizo minha carreira.”
“Quero encontrar a pessoa certa.”
“Quero viajar.”
“Quero ter segurança financeira.”
“E, mais para frente, penso em filhos.”
Não existe nada de errado nesse projeto.
A questão é que o nosso projeto de vida e a nossa biologia não necessariamente seguem o mesmo calendário.
A fertilidade feminina se modifica progressivamente com a idade. Não existe um precipício no aniversário de 35 anos — mas também não existe um botão que permita interromper o tempo biológico enquanto outras dimensões da vida acontecem.
E é justamente aqui que existe uma distinção importante:

conhecer sua fertilidade não significa decidir engravidar.

Também não significa que toda mulher deva congelar óvulos.

Significa ter informação suficiente para compreender o próprio contexto, conversar sobre possibilidades e tomar decisões com menos urgência caso a maternidade faça parte do seu projeto de vida.

Porque existem, na verdade, duas perguntas diferentes:
“Quando eu quero ter filhos?” e “Quando eu quero começar a conhecer minhas possibilidades de ter filhos?”

A primeira pertence ao seu projeto de vida.
A segunda pode ajudá-la a preservar autonomia para construir esse projeto.

Talvez uma boa decisão reprodutiva não comece escolhendo um tratamento.
Talvez comece conhecendo melhor o tempo, as possibilidades e aquilo que importa para você.

Compartilhe este Reel com alguém que costuma dizer:
“Filhos? Sim… mas só daqui a alguns anos.”

NIDALIS | DRFERTILIDADE

Ciência para cuidar da fertilidade.
Conversas para cuidar das pessoas.

02/09/2026

Quando o câncer não pode esperar, algumas decisões sobre o futuro também não podem.Ela tinha 22 anos e precisava iniciar o tratamento de um câncer do colo do útero.
A prioridade era inequívoca: tratar o câncer.
Mas havia uma segunda pergunta que precisava ser feita antes da radioterapia:
Existe algo que podemos fazer hoje para preservar a possibilidade de ela ter filhos no futuro?A radioterapia pélvica pode comprometer de forma importante a função ovariana e a capacidade reprodutiva. Por isso, quando há indicação e tempo clínico seguro, a preservação da fertilidade deve ser discutida antes do tratamento oncológico.
Nesse caso, porém, havia uma dificuldade adicional: pela localização e extensão da doença, a coleta convencional dos óvulos pela via vaginal não era adequada.
Foi necessário buscar uma alternativa.É uma técnica pouco utilizada, mas com precedentes científicos. Em 2017, Khrouf e colaboradores publicaram uma experiência com 28 jovens com câncer submetidas a essa abordagem para preservação da fertilidade. O número médio de oócitos maduros recuperados não diferiu do grupo comparador submetido à coleta transvaginal. [1] Perurethral transvesical route for oocytes retrieval: an old technique for a new indication in oncofertility.No nosso caso, conseguimos vitrificar:
18 óvulos maduros.
E aqui existe uma distinção importante.
18 óvulos não significam 18 bebês.
Não significam garantia de gravidez.
E não permitem prever como será a vida reprodutiva dessa jovem no futuro.
Significam algo mais preciso:
uma possibilidade que pôde ser preservada antes que o tratamento começasse.
Medicina baseada em ciência não é oferecer certezas onde elas não existem.
É compreender riscos, alternativas, tempo, contexto e desejos da pessoa — e então construir uma decisão suficientemente clara para aquele momento.Talvez essa seja uma das dimensões mais importantes da oncofertilidade:
não decidir o futuro por alguém, mas evitar que uma possibilidade seja perdida antes que ela possa decidir sobre esse futuro.
Ciência para cuidar da fertilidade.
Conversas para cuidar das pessoas

27/08/2026

Fez vasectomia e agora vocês querem ter um filho? A história não necessariamente termina na vasectomia.

A vasectomia impede que os espermatozoides cheguem ao ejaculado, mas, na maioria dos casos, os testículos continuam produzindo espermatozoides.

Por isso, existem dois caminhos principais para um novo projeto de paternidade:

1. Reversão da vasectomia
Por microcirurgia, tenta-se restabelecer a passagem dos espermatozoides e possibilitar novamente uma gravidez espontânea.

2. Recuperação de espermatozoides + FIV/ICSI
Podemos obter espermatozoides diretamente do epidídimo ou do testículo por técnicas como PESA ou TESA e utilizá-los na fertilização in vitro com ICSI.

Mas aqui está a parte mais importante:

não existe uma resposta única para todos os casais.

A decisão entre reversão e FIV depende de fatores como o tempo desde a vasectomia, idade e reserva ovariana da parceira, existência de outros fatores de infertilidade, desejo de um ou mais filhos, tempo disponível e preferência do casal por tentar uma concepção espontânea ou seguir diretamente para reprodução assistida.

Por isso, talvez a melhor pergunta não seja:

“É possível ter filhos depois da vasectomia?”

Na maioria dos casos, existem caminhos para isso.

A pergunta realmente importante é:

“Qual desses caminhos faz mais sentido para nós, neste momento da nossa vida?”

É aí que ciência e decisão precisam caminhar juntas.

Ciência para cuidar da fertilidade.
Conversas para cuidar das pessoas.

Salve este Reel e envie para alguém que acredita que uma vasectomia necessariamente encerrou suas possibilidades de ter filhos.

TESA InfertilidadeMasculina Azoospermia FertilidadeMasculina ReproduçãoHumana ReproduçãoAssistida Nidalis

20/08/2026

É melhor congelar óvulos ou embriões?
Com a vitrificação moderna, ambos podem apresentar altas taxas de sobrevivência após o aquecimento. A literatura sustenta a vitrificação como método eficaz para criopreservação tanto de oócitos quanto de embriões. Oocyte, embryo and blastocyst cryopreservation in ART: systematic review and meta-analysis comparing slow-freezing versus vitrification to produce evidence for the development of global guidance.
Mas existe uma diferença fundamental.
Um óvulo descongelado ainda precisa ser fertilizado e atravessar o desenvolvimento embrionário.
Um embrião — especialmente quando congelado como blastocisto — já percorreu várias dessas etapas.
Por outro lado, congelar óvulos mantém abertas decisões futuras sobre quando e com qual fonte de espermatozoides utilizá-los.
Por isso, “qual é melhor?” talvez não seja a melhor pergunta.
A pergunta mais útil é:
Qual estratégia combina melhor com minha idade, minha fertilidade atual e meu projeto de vida?
A literatura também mostra que a vitrificação melhorou substancialmente os resultados da criopreservação em reprodução assistida em relação às técnicas antigas de congelamento lento. Oocyte, embryo and blastocyst cryopreservation in ART: systematic review and meta-analysis comparing slow-freezing versus vitrification to produce evidence for the development of global guidance
Revisão sistemática e meta-análise — Human Reproduction Update⁠
Salve este vídeo se preservação da fertilidade está nos seus planos — e envie para alguém que acha que congelar óvulos e embriões é a mesma coisa.

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Avenida Luís Carlos Berrini, 105/2° Andar
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04571-000

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