27/08/2026
A expressão “mama tuberosa” costuma direcionar a atenção para o diagnóstico.
Pela minha experiência, o aspecto mais importante está no planejamento. Por isso, antes de qualquer decisão, procuro compreender como essa mama se desenvolveu desde a puberdade e quais características anatômicas influenciam seu formato.
É essa análise que direciona a remodelação da glândula, a necessidade de liberar áreas de constrição, o reposicionamento das estruturas e, quando indicado, a escolha da prótese.
Assim, uma vez que o planejamento respeita essa anatomia, a cirurgia deixa de buscar um formato padronizado e passa a construir um resultado coerente com as proporções da própria paciente.