Pediatria Inclusiva

Pediatria Inclusiva Inclusão social sob o olhar do pediatra. Informações para famílias e crianças, profissionais da

03/06/2026

“Você é a única mãe que ele tem”

Foi com essa frase que Marília encontrou forças para seguir em frente quando recebeu o diagnóstico de trissomia 18 do filho.

“O Filho Imaginado e o Filho Real” conta a história de uma mãe que acreditou ter perdido todos os seus sonhos e descobriu, ao longo dos anos, que algumas histórias podem ser ainda mais bonitas do que aquelas que planejamos.

Uma história sobre maternidade, luto, amor, diversidade e transformação.

Produção especial para a 1a Jornada T18 Brasil. Com Marília Castelo Branco, fundadora do .

Porque toda vida importa.
Porque todo filho merece ser chamado pelo nome.



21/05/2026

O cuidado com uma criança ainda pesa mais sobre as mães. E junto com ele vêm a exaustão, a sobrecarga e um cansaço muitas vezes invisível.

Neste mês das mães, esse vídeo é um chamado para toda a rede de cuidado de uma criança, inclusive os homens. Existem pais, profissionais e cuidadores presentes e afetivos, e eles fazem diferença.

Mas a realidade da maioria das famílias ainda é de mulheres sobrecarregadas. Cuidar de uma criança precisa ser uma responsabilidade compartilhada.

10/05/2026

O dia das mães tem significados profundos. Para algumas mães e filhos é um dia de encontros, carinhos e homenagens. Para outros, é dia de saudade, de memórias. Pode ser dia de reconciliação, de perda, de lembranças, de ausência.
A nossa homenagem deste ano vai para a querida Thays, para o Lucas, para o Bernardo, que representam tantas outras famílias e tantas outras maternidades.
Que o dia de hoje seja de cura, carinho e muito acolhimento para todos os corações sentidos, de filhos e de mães.

05/05/2026

Isso não é um problema individual.

É uma questão de saúde pública.

O uso de telas na infância precisa sair do campo da culpa e entrar no campo da responsabilidade coletiva.

• Antes dos 2 anos: não recomendado

• De 2 a 5 anos: até 1 hora por dia (conteúdo educativo com qualidade artística e quanto menos, melhor)

• De 6 a 10 anos: até 2 horas por dia (preferencialmente na televisão e com pelo menos 2 horas do horário ideal de dormir)

• 11 a 18 anos: até 3 horas por dia somando todas as telas (tempo dividido com filmes, séries e conteúdos de alta qualidade, sempre com atenção sobre o conteúdo)

• Sempre: limites claros, sem prejudicar sono, escola, atividade física e a convivência com pessoas, animais e a natureza.

Não é sobre achar culpados.

É sobre todos nós entendermos a gravidade e agirmos.

28/04/2026

A gente está debatendo o fim da escala 6x1… olhando pouco para a criança.

Esse vídeo é uma defesa desse indispensável ponto de vista.

Assiste até o fim e me diz se dá pra ignorar isso.
Toda semana, um novo olhar sobre TODAS as infâncias.

21/04/2026

O futuro de uma criança autista não é definido pelo diagnóstico.

É definido pelos encontros que ela tem ao longo da vida.

Na saúde.
Na escola.
Na sociedade.

Este vídeo mostra quando esses encontros limitam.
Ele faz parte de uma palestra que apresentei no congresso no último dia 10, durante o mês de conscientização do autismo.

Em outro trecho desta palestra, mostro o que pode mudar completamente essa história.

Os melhores momentos desse encontro estão no nosso novo canal.



14/04/2026

Quase 4 em cada 10 adolescentes já sofreram bullying no Brasil, segundo dados do IBGE.

E ainda assim, a gente acha que está fazendo o suficiente.

Abril marca o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola.

Mas a violência contra crianças e adolescentes…
segue presente.

Na escola.
Nas famílias.
E em muitos espaços da sociedade.

Os estudos mostram que quem sofre bullying tem maior risco de isolamento social, depressão, ansiedade e até ideação suicida.

Isso não é só um problema de comportamento.
É uma questão de saúde pública.

07/04/2026

Esse é um trecho inédito da conversa com a Anelise, mãe do Alessandro.

Uma fala que amplia algo que a gente ainda precisa entender melhor: a inclusão não transforma só a vida de quem é incluído. Ela transforma todo mundo ao redor.

Se esse trecho te tocou, vale ver o vídeo que publicamos na semana passada. A história do Alê é daquelas que ficam.

Se fizer sentido, compartilhe.
Esse é o tipo de conversa que precisa chegar mais longe.



31/03/2026

Esse vídeo é diferente. Mais longo, mais emocionante. Vale a pena assistir até o final.

Ele marca o mês das trissomias e conta a história do Alê.

Um menino que nasceu com síndrome de Patau (trissomia do 13), condição que muitas vezes ainda é inadequadamente chamada, por profissionais da saúde, de “incompatível com a vida”.

Mas o Alê viveu. Ele existiu, ele pertenceu.

Foi amado. Foi cuidado.
E deixou um legado que continua até hoje.
Porque o valor de uma vida não pode ser medido pelo tempo que ela dura.

Esse vídeo é um convite para repensarmos as palavras que usamos e o impacto que elas têm na vida das famílias.

A mãe do Alê criou o projeto Luz de Alessandro (), que acolhe e orienta outros pais que passam por um caminho com semelhanças a partir de um diagnóstico.

Se fizer sentido para você, é importante que você compartilhe.

24/03/2026

A gente queria que esse post virasse espaço de escuta.

Porque essa angústia não pode continuar sendo tratada como um problema íntimo de algumas famílias. Ela precisa ser encarada como uma questão de toda a sociedade.

Queremos ouvir relatos, opiniões, experiências e ideias. O que falta hoje para que esse medo seja menor? O que poderia dar mais segurança para o futuro?

Educação para autonomia, políticas públicas, moradias apoiadas, trabalho com inclusão de verdade. Existem caminhos. Eles são complexos, mas precisam entrar no centro da conversa.

Esse vídeo é só o início. Faremos outros para aprofundar esse debate com outras abordagens.

Escreva nos comentários. Essa discussão precisa crescer.

Endereço

Rua Maranhão, 598/Sala 12, Higienópolis
São Paulo, SP

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