Dr. João Dias

Dr. João Dias Dr. João Dias, especialista em Reprodução Assistida, é um médico apaixonado pelo seu trabalho e

Dr. João Dias Antonio Júnior
CRM-SP 89.292
RQE 617712 (Reprodução Assistida)
RQE 61771 (Ginecologia e Obstetrícia)
RQE 617711 (Endoscopia Ginecológica)

É uma grande honra e uma enorme satisfação poder contribuir para a medicina compartilhando conhecimento. 💙Fiquei muito l...
07/08/2026

É uma grande honra e uma enorme satisfação poder contribuir para a medicina compartilhando conhecimento. 💙

Fiquei muito lisonjeado com o convite para falar sobre o papel da histeroscopia nas pacientes com falhas recorrentes de implantação, um tema de grande relevância na reprodução humana e que merece cada vez mais atenção.

Tive a oportunidade de abordar esse assunto no 10º Congresso Brasileiro de Cirurgia Ginecológica Minimamente Invasiva e Endometriose, realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

Participar de um evento como esse, ao lado de tantos profissionais que são referência em suas áreas, é motivo de muito orgulho e, principalmente, uma oportunidade de continuar aprendendo e contribuindo para uma medicina cada vez mais precisa e humanizada.

Meu agradecimento pelo convite e pela confiança. Foi um prazer estar presente!

29/07/2026

Hoje o diagnóstico de endometriose já não precisa mais de cirurgia.

Neste corte, o Dr. João explica os 6 D’s da endometriose: os sintomas clássicos que, junto com exames de imagem, já indicam o diagnóstico.

🔹 Dismenorreia (cólica menstrual)
🔹 Disparonia de profundidade (dor na relação)
🔹 Dor pélvica crônica
🔹 Disúria menstrual (dor pra urinar)
🔹 Disquezia (dor/sangramento intestinal)
🔹 Dificuldade para engravidar

O detalhe: esses sintomas se confundem com outras doenças, como intestino irritável. Por isso a avaliação especializada faz toda diferença.

Salva e compartilha com quem sofre com cólica “normal demais” pra ser normal.

22/07/2026

Uma mulher pode levar até 7 anos para receber o diagnóstico de endometriose.

Neste corte (parte de uma série sobre endometriose), o Dr. João explica por que essa demora acontece: os sintomas são minimizados como “cólica normal” ou “coisa da cabeça”, e tanto pacientes quanto médicos muitas vezes não foram formados para reconhecer os sinais da doença.

Até pouco tempo atrás, o diagnóstico exigia cirurgia. Hoje, isso mudou. E olha que a endometriose afeta cerca de 15% das mulheres.

Não é normal sentir cólica todo mês. Não é normal sentir dor na relação sexual. Vem com a gente que esse é só o primeiro corte da série.

14/07/2026

Endometriose e infertilidade: qual é a relação? 🔍
Você sabia que a endometriose pode dificultar a gravidez de mais de uma forma?

Quando o tecido do endométrio se implanta fora do útero (nas tubas, ovários, intestino ou peritônio), isso gera um processo inflamatório na região pélvica. Essa inflamação muda o ambiente ao redor do útero e das tubas, prejudicando o encontro do espermatozoide com o óvulo.

E quando a doença progride, pode haver fibrose e cicatrização. Isso distorce a anatomia das tubas uterinas, que deveriam ser flexíveis e móveis mas se tornam mais rígidas, fixas e até obstruídas.

A endometriose afeta a fertilidade tanto pelo ambiente inflamatório quanto pela alteração anatômica da pelve.

👉 Tem dúvidas sobre endometriose e fertilidade? Comenta aqui embaixo.

Excelência, inovação e conhecimento reunidos em um só lugar.O 10º Congresso Brasileiro de Cirurgia Ginecológica Minimame...
18/06/2026

Excelência, inovação e conhecimento reunidos em um só lugar.

O 10º Congresso Brasileiro de Cirurgia Ginecológica Minimamente Invasiva e Endometriose será uma oportunidade única para atualização científica, troca de experiências e contato com as principais tendências da especialidade.

📍 Centro de Convenções Rebouças — SP
🗓️ 05 a 08 de agosto de 2026

Acesse o site, confira a programação completa e garanta sua participação:
sbendometriose.com.br

16/06/2026

Ciência, atualização e troca de experiências em reprodução humana.

Ontem, a Clínica Originare recebeu médicos de todo o país para a Preceptoria Ferring + Originare: um encontro de imersão com aulas, discussões e muita conexão entre especialistas da área.

Uma programação especial com grandes nomes:

Dr. João Dias
• Deltafolitropina: principais estudos e aplicações em nossa prática clínica

Dr. Paulo Bianchi
• Imunologia Reprodutiva — Existe uma verdade?

Dr. Gustavo Maciel
• Aspectos Reprodutivos da SOMP — A importância da nova classificação

Dr. Georges Fassolas
• Deltafolitropina em doadoras de óvulos e pacientes de bom prognóstico

Dr. Carlos Izzo
• Dicas e Truques para a indução da ovulação e preparo endometrial em pacientes com SOMP

Dr. Luiz Henrique
• Deltafolitropina: protocolo misto

Joyce Fioravanti
• Laboratório de Reprodução Humana — discussão de nossos principais protocolos

Um dia de muito aprendizado, ciência e parceria para seguirmos avançando na medicina reprodutiva. ✨

10/06/2026

Endometriose não significa infertilidade. Mas ninguém fala isso direito.

Na população geral, 15 a 20% das mulheres têm algum grau de dificuldade para engravidar. Entre as que têm endometriose, esse número sobe para 50%. Ou seja: a doença aumenta o risco — mas não determina o desfecho.

Minha mãe teve quatro filhos. Quando eu já estava na residência médica, recebi uma ligação do Dr. Menegoci — o médico que a acompanhava, que fez meu parto, e que anos depois me acendeu a vontade de trabalhar com endometriose e infertilidade. Ele me disse que ela tinha um tumor no ovário. 7, 8 centímetros. Idade dela, imagens da época — parecia grave. Agendou cirurgia com cirurgião oncológico.

Era um endometrioma.
Ela tinha endometriose severa. Provavelmente tinha há anos, sem saber. E ainda assim: quatro gestações espontâneas.

Essa história não é exceção. É lembrete.
Se você tem endometriose, precisa ser avaliada — isso é sério, não subestime. Mas não carregue como verdade que você não vai conseguir engravidar. Os tratamentos evoluíram muito. As chances são reais.

Dr. João Dias

📍 Originare — Medicina Reprodutiva

22/05/2026

Quase desisti da medicina no primeiro ano.

O trote pesava, a faculdade desanimava, e eu cheguei pro meu pai falando que não era pra mim. A resposta dele foi simples: “Você vai desistir na primeira dificuldade?”

Não desisti. E dois anos depois, numa aula de fisiologia do segundo ano, tive contato com o eixo hipotálamo-hipófise-ovário — como tudo funciona no ciclo feminino, como a ovulação acontece. Eu pensei: é aqui que eu quero estar.

Quase 30 anos de formado depois, ainda é exatamente aqui que eu quero estar.

Conta pra gente: o que te fez seguir em frente quando pensou em desistir?

30/04/2026

Doença congênita não é sinônimo de doença rara.

Cerca de 3 a 5% dos bebês nascem com alguma alteração congênita — pode ser no coração, nos cromossomos, em um gene específico ou na formação de um órgão. Algumas aparecem logo ao nascimento. Outras só se manifestam meses ou anos depois.

O que define uma doença congênita é o fato de ela estar presente desde a concepção, independentemente de quando é percebida. Origem genética, exposição a infecções durante a gravidez, uso de medicamentos na gestação ou causas ainda desconhecidas: há vários caminhos que levam a esse diagnóstico.

O que mudou nos últimos anos é a capacidade de identificar essas alterações antes mesmo da transferência do embrião. O PGT-M permite testar embriões para doenças causadas por mutações em genes específicos — fibrose cística, atrofia muscular espinhal, anemia falciforme, entre outras. Famílias com histórico dessas condições conseguem, hoje, evitar a transmissão para os filhos.

Ter uma doença congênita no histórico familiar não significa que a gravidez está descartada. Significa que o planejamento precisa começar antes.

💬 Me conta nos comentários: você já ouviu falar em teste genético pré-implantacional?

17/04/2026

Você já ouviu falar em ovodoação compartilhada?

É um tratamento que ajuda duas mulheres ao mesmo tempo. De um lado, quem precisa fazer FIV e tem boa reserva ovariana. Do outro, quem não consegue produzir óvulos viáveis e precisa de doação para engravidar.

Como funciona na prática:

🔹 A mulher que compartilha passa pela estimulação ovariana e doa metade dos óvulos coletados.
🔹 A receptora recebe esses óvulos, que são fecundados com o sêmen do parceiro e transferidos para o útero dela.
🔹 Em troca, a receptora ajuda a custear parte do tratamento da doadora.
🔹 Todo o processo é anônimo e regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina.

Quem compartilha consegue reduzir bastante o custo da FIV. Quem precisa de óvulos doados encontra um caminho mais acessível para a gravidez.

Dois critérios importantes para compartilhar: ter até 35 anos e apresentar boa resposta ovariana nos exames iniciais.

Se você está investigando tratamentos ou já foi orientada a buscar doação de óvulos, vale conversar com seu médico sobre essa possibilidade.

Ficou com alguma dúvida? Deixa nos comentários que eu respondo por aqui. 💙

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