07/10/2026
Uma mordida ou arranhadura pode parecer pequena. Mas, diante de uma possível exposição à raiva, não é recomendado esperar para ver se aparecem sintomas.
A raiva é uma doença viral transmitida principalmente pela saliva de mamíferos infectados, especialmente por mordeduras, mas também pode ocorrer por arranhaduras e outras formas de contato da saliva com áreas suscetíveis. Quando a doença se manifesta clinicamente, sua letalidade é próxima de 100%.
Por isso, após uma agressão por animal, o Ministério da Saúde orienta:
• lavar o ferimento abundantemente com água e sabão o mais rápido possível;
• procurar assistência de saúde rapidamente para avaliação da exposição;
• informar qual animal esteve envolvido e como ocorreu o contato;
• seguir a conduta definida pelo profissional de saúde.
A necessidade de profilaxia não é determinada apenas pelo tamanho do ferimento. A avaliação considera fatores como tipo e localização da exposição, características do animal e possibilidade de observação, entre outros critérios. Quando indicada, a profilaxia pode envolver vacina e, em determinadas situações, soro ou imunoglobulina antirrábica.
Outro cuidado importante: morcegos e outros animais silvestres não devem ser manipulados, mesmo quando encontrados caídos ou aparentemente debilitados.
Neste Dia Mundial da Raiva, reforçamos uma informação que pode fazer diferença: diante de uma possível exposição, lave o local e procure avaliação rapidamente. Não espere sintomas.
Santa Casa de Misericórdia de Santo Amaro
Sua saúde, nossa missão. 💙
Fontes: Ministério da Saúde, Raiva; Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Fluxograma e Quadro de Profilaxia da Raiva Humana, atualizados em 2026.