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Por Trás Das Letras Avaliação e Intervenção Fonoaudiológica, entre já em contato! Fonoaudiologia por amor!

Feliz dia do pediatra para todos aqueles que se dedicam ao cuidado com amor aos nossos pequenos. Um parabéns especial pa...
27/07/2026

Feliz dia do pediatra para todos aqueles que se dedicam ao cuidado com amor aos nossos pequenos.

Um parabéns especial para a Dra. Larissa Lyra, que integra nossa equipe, e que atende com muito cuidado e amor! ♥️

27/07/2026

Interoperabilidade é quando diferentes profissionais, serviços e instituições conseguem compartilhar informações de forma segura e coordenada, colocando a criança no centro do cuidado.

Imagine uma família que precisa explicar, em toda consulta, a mesma história para o neuropediatra, o fonoaudiólogo, o terapeuta ocupacional, o psicólogo e a escola. Agora imagine o contrário: uma equipe que se comunica, compartilha objetivos, acompanha a evolução e toma decisões em conjunto.

É essa conexão que transforma um conjunto de atendimentos em uma verdadeira rede de cuidado.

No autismo e em outros transtornos do neurodesenvolvimento, a qualidade da intervenção não depende apenas do que acontece dentro de cada sessão, mas de como todos os envolvidos trabalham na mesma direção.

A história de Cucurella nos lembra que, para muitas famílias, a pergunta mais importante não é “qual é o melhor profissional?”, mas “Tenho uma rede de cuidados que conversa entre si?”

25/07/2026
15/07/2026

O sussurrofone devolve a voz da criança direto ao próprio ouvido. Nas trocas entre fonemas surdos e sonoros (como p/b, t/d, f/v), assim ouvir a si mesma com mais clareza, a criança percebe se fez o som “do motorzinho” e tenta se corrigir de acordo com o suporte fornecido pela fono.

Boquinhas e PROMPT entram durante a brincadeira porque a criança com alteração motora de fala precisa de mais pistas do que só o modelo auditivo: a Boquinha mostra o ponto articulatório, o toque do PROMPT faz ela sentir o movimento no próprio rosto. E dentro do jogo, ela repete muitas vezes, assim combinando o interesse da criança com o alvo a ser trabalhado.

Já o DTTC é a escolha quando a criança com alteração motora já consegue manter atenção e olhar para o nosso rosto: o método depende disso, porque trabalha com imitação direta: damos pistas, falamos juntos, desaceleramos, usamos a melodia da palavra e vamos retirando o apoio conforme ela vai se aproximando do fonema ou palavra alvo. ♥️

Os livros infantis são ferramentas poderosas para o desenvolvimento da linguagem. Muito além de entreter, eles ampliam o...
18/06/2026

Os livros infantis são ferramentas poderosas para o desenvolvimento da linguagem. Muito além de entreter, eles ampliam o vocabulário, ajudam a criança a compreender emoções, fortalecem a atenção compartilhada e criam oportunidades valiosas de conversa entre adultos e crianças.

Durante a leitura, vale a pena desacelerar. Nomeie figuras, faça perguntas simples, espere a resposta da criança e converse sobre a história. Não é necessário ler todas as palavras exatamente como estão escritas. Muitas vezes, os momentos mais ricos acontecem quando paramos para comentar uma imagem, relacionar a história com o dia a dia ou explorar uma nova palavra.

Nesta seleção, reuni alguns dos livros que mais gosto de indicar para diferentes fases do desenvolvimento. Eles abordam temas importantes como rotina de sono, sentimentos, autonomia, ampliação de vocabulário e desfralde. Cada história cria oportunidades naturais para que a criança escute novas palavras, organize ideias, compreenda situações do cotidiano e participe ativamente da leitura.

Ler junto todos os dias, mesmo que por poucos minutos, é uma das formas mais simples e eficazes de estimular a linguagem infantil. O mais importante não é terminar o livro, mas transformar a leitura em um momento de interação, troca e descoberta.

O que é o trabalho interdisciplinar? cada profissional observa a criança por uma lente diferente. A fonoaudióloga pode t...
11/06/2026

O que é o trabalho interdisciplinar?

cada profissional observa a criança por uma lente diferente. A fonoaudióloga pode trabalhar as habilidades de fala e comunicação, a terapeuta ocupacional auxilia nas questões sensoriais, motoras e funcionais, a psicóloga acolhe e intervém nos aspectos parentais, emocionais e comportamentais. Juntas, essas perspectivas se complementam e tornam o cuidado mais completo.

Mas existe um membro da equipe que é indispensável em qualquer processo: a família. ❤️

São os pais, cuidadores e familiares que convivem diariamente com a criança, observam suas conquistas, enfrentam seus desafios e têm a oportunidade de transformar as orientações terapêuticas em experiências reais do dia a dia.

Por isso, quando profissionais e família caminham na mesma direção, os resultados costumam ser mais consistentes. A criança recebe mensagens alinhadas, estratégias integradas e um ambiente mais favorável para seu desenvolvimento.

A interdisciplinaridade não é apenas reunir profissionais em torno de um caso. É construir, junto com a família, um plano de cuidado em que todos compartilham conhecimento, escutam uns aos outros e trabalham pelo mesmo objetivo: o desenvolvimento e o bem-estar da criança.

06/04/2026

Será que é possível uma criança não falar porque tem preguiça?! Vamos ouvir um pouco sobre!

02/04/2026

Vamos entender a diferença entre birra e crise?

A psicóloga Carolina Conte explora melhor esse tema e mostra como podemos auxiliar as crianças em momentos de dificuldade.

Em casos de dúvidas, procure um profissional!

02/04/2026

O contato visual é importante para a comunicação, mas ele pode variar bastante entre crianças. Algumas são mais tímidas, outras podem estar cansadas, em um ambiente novo ou até com algum atraso de linguagem ou dificuldade auditiva. Inclusive, nos atrasos de fala e linguagem isso também pode acontecer, porque a criança pode ter mais dificuldade de se engajar na interação.

O que realmente chama atenção não é um comportamento isolado, mas o conjunto. No caso do TEA, além do pouco contato visual, costumam aparecer outros sinais, como não responder ao nome, não apontar para mostrar coisas, não tentar compartilhar interesses, dificuldade de linguagem relevante e apresentar comportamentos repetitivos.

Um ponto importante é observar se a criança usa o olhar para se comunicar. Por exemplo, se ela olha para você quando quer algo ou para dividir uma experiência.

A idade também faz diferença. Antes de um ano pode haver bastante variação. Depois dos 12 a 18 meses, a ausência frequente de contato visual já merece mais atenção, e após os dois anos se torna ainda mais relevante.

30/03/2026

Não é a chupeta isoladamente que preocupa, e sim o tempo e a frequência de uso.

Quando se prolonga, ela pode interferir na musculatura da face, na articulação dos sons e até nas oportunidades de fala da criança.

Por isso a orientação é observar e fazer a retirada de forma gradual após os 2 anos, sempre respeitando o desenvolvimento infantil.

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