19/08/2026
Quando a dor começa a limitar o que você faz, ela deixa de ser apenas um sintoma.
Na matéria “Socorro! A minha vida está encolhendo?”, compartilhei uma reflexão sobre como a dor persistente pode impactar muito mais do que o corpo. Aos poucos, ela afasta pessoas de atividades que gostam, reduz a autonomia, interfere nos relacionamentos e compromete a qualidade de vida.
Ao longo da minha trajetória clínica, tenho acompanhado muitos pacientes que chegam ao consultório acreditando que precisam apenas conviver com a dor. Mas não deveria ser assim.
Na reportagem, destaquei a importância de olhar para além dos sintomas e compreender os fatores físicos, emocionais e funcionais que podem estar contribuindo para esse processo.
Quanto mais cedo entendemos o que o corpo está tentando comunicar, maiores são as possibilidades de recuperar movimento, confiança e bem-estar.