Clínica Débora Pádua Especializada no Tratamento de Vaginismo e Dispareunia

Clínica Débora Pádua Especializada no Tratamento de Vaginismo e Dispareunia Clínica Especializada no Tratamento de Vaginismo e Dispareunia (dor na relação sexual)
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Você já percebeu quanto tempo do seu relacionamento está sendo dividido com o celular?O phubbing acontece quando a tela ...
01/09/2026

Você já percebeu quanto tempo do seu relacionamento está sendo dividido com o celular?

O phubbing acontece quando a tela começa a ocupar o espaço da pessoa que está ao nosso lado. E, aos poucos, isso pode afetar a comunicação, a conexão emocional e até a vida sexual do casal.

Porque intimidade também é presença. É olhar, conversar, ouvir e demonstrar interesse pelo outro.
Não é sobre abandonar o celular. É sobre não deixar que ele ocupe o lugar da conexão.

Você sente que o celular tem interferido na relação de vocês?

Fonte: Gshow

28/08/2026

Você já deve ter visto, muitas vezes, o nosso sino sendo tocado. 🔔

Desde 2018, foram mulheres e casais, presencialmente ou até mesmo à distância, celebrando uma conquista que vai muito além de uma simples badalada.

Mas você sabe o que esse sino significa?

Para quem olha de fora, pode parecer apenas um barulho, uma comemoração.

Mas, para quem passou meses ou até anos convivendo com dor, medo, frustração e a sensação de que aquele problema era só seu, cada badalada carrega uma história inteira.

A dor na relação sexual não afeta apenas o corpo. Ela pode pesar na autoestima, no relacionamento, nos planos e na própria forma como a mulher se relaciona com a sua sexualidade.

É uma dor muitas vezes silenciosa, que pode ser vivida por anos sem que ninguém saiba.

Por isso, quando uma paciente chega à clínica, passa pelo processo de fisioterapia pélvica, aprende a reconectar-se com a própria musculatura e consegue, finalmente, viver uma relação sem dor, o som desse sino ganha outro significado.

É o fim do medo.
É a conquista da liberdade.
É a celebração da persistência.

E cada badalada deixa um recado claro:

sentir dor na relação sexual não é normal. E você não precisa aprender a conviver com ela.

🔔 Cada sino tocado representa uma história de superação.

26/08/2026

A queda hormonal pode afetar o desejo sexual, reduzir a lubrificação vaginal e contribuir para que as relações se tornem menos frequentes, desconfortáveis ou dolorosas.

Mas a dor durante a relação sexual não deve ser considerada uma consequência normal das alterações hormonais. Ela pode e deve ser investigada e tratada.

A fisioterapia pélvica pode contribuir para a melhora da função sexual e recuperação do conforto durante as relações.

Nossa clínica é especializada no tratamento da dor pélvica e das disfunções relacionadas à sexualidade.

Não normalize a dor. Procure avaliação especializada e cuide da sua saúde sexual.

Tratamento online e presencial — São Paulo capital e Campinas.

Um novo consenso brasileiro, elaborado por especialistas da SBE e da FEBRASGO, atualizou as recomendações para o tratame...
24/08/2026

Um novo consenso brasileiro, elaborado por especialistas da SBE e da FEBRASGO, atualizou as recomendações para o tratamento da endometriose e reforça uma mensagem importante: o cuidado precisa ser individualizado e multidisciplinar.

Isso significa que não existe uma única abordagem que funcione para todas as mulheres. Medicamentos, tratamentos hormonais, fisioterapia pélvica e, em alguns casos, cirurgia podem fazer parte do cuidado.

E a fisioterapia pélvica? Está entre as estratégias recomendadas, com evidências robustas para a redução da dor — inclusive quando há dor pélvica e dor durante a relação sexual.

Mas é importante lembrar: fisioterapia não substitui automaticamente outros tratamentos quando eles são indicados. A escolha deve considerar as necessidades e características de cada paciente.

O consenso também reforça a importância de buscar tratamentos baseados em evidências e ter cuidado com dietas restritivas, suplementos e promessas de cura que circulam nas redes sociais.

Endometriose tem tratamento. E o cuidado não precisa ser igual para todas.

Não normalize a dor.

21/08/2026

Radioterapia ginecológica pode ser essencial no tratamento do câncer, mas você sabia que seus efeitos na região pélvica podem aparecer até meses ou anos depois?

A radiação pode deixar os tecidos vaginais menos elásticos, menos irrigados e mais frágeis, podendo causar:
• dor na relação sexual
• ardência
• sangramento
• ressecamento
• redução da elasticidade
• encurtamento e estreitamento do canal vaginal
• dificuldade ou dor durante os exames de acompanhamento

Por isso, o cuidado não deve começar somente quando os sintomas aparecem.

A fisioterapia pélvica especializada pode fazer parte desse acompanhamento desde o diagnóstico, ajudando a preparar os tecidos antes da radioterapia e a preservar sua funcionalidade durante e após o tratamento.

Cuidar da saúde pélvica também é cuidar da qualidade de vida, da sexualidade e da possibilidade de realizar os exames de acompanhamento com mais conforto.

Se você passou ou vai passar por radioterapia ginecológica, converse com uma fisioterapeuta pélvica especializada para entender quais cuidados podem ser indicados para o seu caso.

Tratamento online e presencial — São Paulo capital e Campinas.

14 sessões, muitos medos e uma grande conquista.Por anos, a penetração simplesmente não acontecia. Havia a sensação de e...
19/08/2026

14 sessões, muitos medos e uma grande conquista.

Por anos, a penetração simplesmente não acontecia. Havia a sensação de existir uma “parede” entre ela e o parceiro, mesmo depois de diversas tentativas.

Vieram as consultas médicas, a busca por respostas e até o famoso conselho: “Toma um vinho e relaxa.”

Mas como relaxar quando o próprio corpo parecia impedir qualquer tentativa?

Até que ela encontrou uma explicação para o que estava vivendo: o vaginismo.

Em 2024, chegou à Clínica Débora Pádua, mas ainda não se sentia pronta para começar. Dois anos depois, voltou decidida a iniciar e concluir o tratamento.

Foram 14 sessões, muitos exercícios, orientações, conversas, acolhimento e, principalmente, muita determinação.

E hoje, ela pode dizer: “Eu consegui!”

O vaginismo não é falta de vontade, “frescura” ou simplesmente uma questão de relaxar. As contrações involuntárias da musculatura podem tornar a penetração dolorosa ou impossível. E, principalmente, existe tratamento.

Se você se identificou com essa história, saiba que você não precisa continuar tentando entender ou enfrentar isso sozinha.

O primeiro passo é buscar ajuda e descobrir o que está acontecendo.

Se ela conseguiu, você também pode conseguir.

Agende sua avaliação com a nossa equipe.

Tratamento online e presencial — São Paulo capital e Campinas.

17/08/2026

A sua primeira vez doeu. E nunca mais parou.

Essa frase descreve a história de muitas mulheres que chegam até a nossa clínica.

A dor na penetração é mais comum do que você imagina. Tem nome, causa e tratamento.

Quando a primeira experiência com penetração é dolorosa, seja por falta de informação, ansiedade, falta de lubrificação ou até mesmo por uma alteração anatômica pontual, o cérebro e o corpo podem aprender uma associação equivocada: penetração = perigo.

A partir daí, o organismo pode ativar automaticamente um mecanismo de defesa. O assoalho pélvico se contrai involuntariamente para proteger a região.

A mulher quer. A mente deseja. Mas, na hora, a musculatura trava.

E assim começa um ciclo:

Dor → medo da dor → contração involuntária → mais dor → memória da experiência dolorosa.

É um ciclo que pode se repetir por anos, muitas vezes em silêncio.

Por isso, buscar ajuda o quanto antes pode evitar anos de sofrimento e ajudar a musculatura a aprender uma nova resposta.

A fisioterapia pélvica atua justamente nesse processo, ajudando a reduzir a tensão e a interromper esse ciclo — como se ensinasse o corpo a desativar o alarme da dor.

Você não precisa continuar vivendo assim. Existe tratamento.

Tratamento online e presencial — São Paulo capital e Campinas.

A endometriose é uma doença complexa, e a ciência está começando a entender melhor por quê.Um novo estudo publicado na N...
14/08/2026

A endometriose é uma doença complexa, e a ciência está começando a entender melhor por quê.

Um novo estudo publicado na Nature Genetics identificou 80 regiões genéticas associadas ao risco de endometriose, sendo 37 delas descritas pela primeira vez.

Mais do que apontar uma predisposição genética, os resultados ajudam a compreender possíveis conexões entre endometriose, dor pélvica e abdominal, enxaqueca, náusea e ansiedade.

Isso reforça uma ideia importante: a endometriose não deve ser compreendida apenas pelas lesões encontradas na pelve. Genética, inflamação, hormônios, sistema imunológico e mecanismos da dor podem estar interligados.

E entender essas conexões pode ajudar a ciência a avançar em direção a tratamentos cada vez mais direcionados e individualizados.

Ainda não é um novo tratamento.
É um novo passo para compreender a doença.

“Coisas que te ensinaram que é normal, mas eu, como ginecologista, quero te dizer que não é.”Foi assim que a ginecologis...
12/08/2026

“Coisas que te ensinaram que é normal, mas eu, como ginecologista, quero te dizer que não é.”

Foi assim que a ginecologista Marcela McGowan trouxe à tona um assunto que ainda é cercado de silêncio: a dor na relação.

Muitas mulheres passam anos acreditando que precisam simplesmente “relaxar”, “acostumar” ou esperar que a dor desapareça com o tempo.

Mas não deveria ser assim.

Dor durante a relação sexual não precisa ser normalizada. Ela pode ter diferentes causas e merece ser investigada com cuidado e acolhimento.

E, principalmente: você não precisa se acostumar com a dor para viver sua sexualidade.

🤍 Se esse assunto faz parte da sua realidade, procure ajuda especializada.

Tratamento online e presencial — São Paulo capital e Campinas.

10/08/2026

Como uma mulher merece ser tratada quando decide procurar ajuda?

Essa é uma pergunta que guia tudo o que fazemos na Clínica Débora Pádua.

Antes de qualquer técnica, protocolo ou diagnóstico, existe uma mulher com uma história, sentimentos, medos, sonhos e objetivos.

Por isso, nosso olhar vai muito além dos sintomas. Buscamos entender como aquela dificuldade está afetando sua vida e construir um tratamento que faça sentido para ela.

Aqui, cada conduta é individualizada, cada evolução é acompanhada e cada conquista importa.

Porque cuidar não é simplesmente aplicar um tratamento. É acolher, respeitar, acompanhar e ajudar cada mulher a recuperar aquilo que parecia ter perdido.

Essa é a nossa filosofia.
É por isso que existimos. 💜

O fim da dor começa aqui.

Clínica Débora Pádua — referência nacional no tratamento de vaginismo e dor na relação sexual desde 2014.

📍 São Paulo capital e Campinas
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