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Dr. Daniel Gil Neurocirurgião, Cérebro e Coluna Vertebral Neurologia, Neurocirurgia e Coluna Vertebral
Tratamentos minimamente invasivos com técnicas modern

Localizado em frente ao HCOR e a 80m da estação Paraíso do metrô. Tratamentos oferecidos: hidrocefalia, tumores cerebrais, traumatismos cranianos, defeitos cranianos, cranioestenoses, cistos aracnóides, nevralgia do trigêmio, tumores ósseos do crânio, aneurismas cerebrais, hérnia de disco lombar e cervical, fraturas da coluna, fraturas osteoporóticas, dor lombrar crônica, escoliose, aneurisma cerebral, microcirurgia vascular intracraniana. Tratamentos minimamente invasivo, laudos e perícias médicas, consultoria médica.

A dor crônica na coluna pode persistir mesmo após cirurgias bem indicadas, fisioterapia, medicamentos e outros tratament...
30/09/2026

A dor crônica na coluna pode persistir mesmo após cirurgias bem indicadas, fisioterapia, medicamentos e outros tratamentos. Para alguns desses pacientes, existe uma alternativa mais avançada: o neuroestimulador epidural.

O dispositivo é implantado próximo à medula e utiliza impulsos elétricos de baixa intensidade para modular a transmissão dos sinais de dor. Antes do implante definitivo, o paciente passa por um período de teste para avaliar se a estimulação realmente proporciona uma redução signif**ativa dos sintomas.

Quando há uma boa resposta, o implante definitivo pode ser realizado e ajustado de acordo com a evolução de cada paciente. O objetivo não é necessariamente eliminar completamente a dor, mas reduzir sua intensidade, melhorar a funcionalidade e permitir a retomada de atividades que haviam sido limitadas.

A indicação exige uma avaliação criteriosa, especialmente para confirmar a origem da dor e verif**ar se outras alternativas foram adequadamente utilizadas.

Se você já passou por diferentes tratamentos ou cirurgias de coluna e continua convivendo com dor importante, venha conversar sobre as possibilidades disponíveis. Dor persistente não signif**a que todas as opções de tratamento acabaram.

26/09/2026

A idade, sozinha, não determina se uma pessoa pode ou não passar por uma cirurgia endoscópica da coluna.

É comum que pacientes mais velhos e seus familiares tenham receio de um procedimento cirúrgico. Mas, antes de considerar apenas a idade, é preciso avaliar as condições clínicas, as doenças associadas, o tipo de problema na coluna e os riscos individuais.

A cirurgia endoscópica foi desenvolvida para permitir o tratamento de determinadas condições da coluna por acessos menores, com menor agressão aos tecidos quando comparada a técnicas abertas em casos selecionados. Isso pode favorecer a recuperação, inclusive em pacientes idosos.

Antes do procedimento, é realizada uma avaliação pré-operatória cuidadosa, incluindo o planejamento anestésico. Dependendo da cirurgia e da evolução do paciente, a alta pode acontecer no mesmo dia.

Por isso, ter 65, 70, 80 anos ou mais não deve ser o único critério para descartar um tratamento cirúrgico. A indicação precisa ser individualizada, considerando principalmente o estado de saúde e o benefício esperado para cada paciente.

Com o aumento do uso de tomografia e ressonância magnética para investigar queixas como dor de cabeça ou tontura, muitos...
23/09/2026

Com o aumento do uso de tomografia e ressonância magnética para investigar queixas como dor de cabeça ou tontura, muitos aneurismas cerebrais são descobertos por acaso, sem qualquer sintoma relacionado.

Esse achado costuma gerar apreensão, já que a palavra aneurisma é associada ao risco de rompimento. Cada caso precisa ser avaliado individualmente. Nem todo aneurisma exige tratamento imediato, mas todo achado merece acompanhamento especializado.

Um aneurisma cerebral é uma dilatação na parede de um vaso sanguíneo do cérebro. O risco de rompimento depende de fatores como tamanho, localização, formato e histórico familiar. Aneurismas pequenos e com características de menor risco podem ser acompanhados com exames periódicos. Em outros casos, pode ser indicado tratamento preventivo por técnicas endovasculares ou cirurgia com clipagem. Essa decisão deve ser individualizada.

Ao descobrir um aneurisma incidentalmente, procure avaliação especializada e leve os exames realizados. Fatores como hipertensão não controlada e tabagismo também merecem atenção. Mesmo quando a conduta é apenas acompanhar, exames periódicos ajudam a identif**ar possíveis mudanças no aneurisma. Já uma dor de cabeça súbita e extremamente intensa, diferente do habitual, exige atendimento de emergência.

Descobrir um aneurisma por acaso não signif**a que ele irá se romper, mas exige avaliação para entender o risco e definir a conduta mais adequada. Se esse achado apareceu em um exame recente, agende uma consulta para discutir as opções de acompanhamento ou tratamento.

18/09/2026

Dor de cabeça frequente não deve fazer parte da rotina.

Quando as crises se tornam recorrentes, intensas e não apresentam controle adequado com o tratamento convencional, é importante investigar a causa e avaliar outras possibilidades terapêuticas.

Em casos selecionados de cefaleia crônica e enxaqueca, procedimentos como bloqueios e infiltrações de nervos podem fazer parte do tratamento. A indicação depende do tipo de dor, do diagnóstico e do histórico de cada paciente.

Esses procedimentos podem ser realizados em ambiente hospitalar, geralmente com alta no mesmo dia, e têm como objetivo reduzir a frequência e a intensidade das crises, melhorando a qualidade de vida.

Se você convive com dores de cabeça frequentes e o tratamento atual não tem apresentado o resultado esperado, agnede um horário para entender quais opções podem ser indicadas para o seu caso.

A cirurgia de coluna ainda é associada a grandes cortes e recuperação demorada, mas as técnicas evoluíram. Hoje, a cirur...
16/09/2026

A cirurgia de coluna ainda é associada a grandes cortes e recuperação demorada, mas as técnicas evoluíram. Hoje, a cirurgia endoscópica permite tratar casos selecionados de hérnia de disco, estenose do canal vertebral e compressão de nervos de maneira menos invasiva.

O procedimento é realizado por uma pequena incisão, utilizando uma câmera de alta definição e instrumentos delicados. Isso permite ao cirurgião acessar a região afetada com precisão, preservando músculos, ligamentos e estruturas ósseas. Como há menor manipulação dos tecidos, a recuperação tende a ser mais rápida e com menos dor no pós-operatório.

Nem todo problema de coluna precisa de cirurgia, assim como nem todo paciente tem indicação para a técnica endoscópica. Quando o tratamento conservador não apresenta o resultado esperado, uma avaliação especializada determina a melhor abordagem. Em muitos casos selecionados, a alta pode acontecer no mesmo dia ou no dia seguinte, com retorno gradual às atividades.

A cirurgia endoscópica ampliou as possibilidades de tratamento da coluna, mas a indicação precisa ser individualizada.

Se a dor persiste apesar do tratamento, agende uma avaliação para entender se uma abordagem minimamente invasiva pode ser considerada no seu caso.

04/09/2026

Dor persistente depois de uma cirurgia na coluna não signif**a, necessariamente, que a cirurgia deu errado.

Alguns pacientes evoluem com dor crônica mesmo quando o procedimento foi tecnicamente adequado. Esse quadro pode aparecer em situações conhecidas como síndrome pós-laminectomia ou síndrome da falha da cirurgia da coluna, especialmente quando a dor permanece por longos períodos e já não responde bem aos tratamentos convencionais.

Nesses casos, uma das opções pode ser a neuroestimulação epidural. O tratamento utiliza eletrodos posicionados próximos às estruturas nervosas para modular os sinais de dor antes que eles sejam percebidos pelo cérebro.

A indicação depende de uma avaliação criteriosa, porque nem todo paciente com dor crônica é candidato ao procedimento. Mas, nos casos bem selecionados, a neuroestimulação pode reduzir a intensidade da dor e melhorar a funcionalidade e a qualidade de vida.

Conviver com dor crônica não deve ser encarado como algo inevitável. Se a dor continua mesmo depois de cirurgia e outros tratamentos, ainda existem opções para consideradar.

Dor lombar persistente em adolescentes que praticam esportes com movimentos repetidos de extensão da coluna, como ginást...
02/09/2026

Dor lombar persistente em adolescentes que praticam esportes com movimentos repetidos de extensão da coluna, como ginástica artística, handebol, natação e balé, não deve ser atribuída automaticamente ao esforço muscular ou à postura.

Quando a dor dura semanas, piora durante a atividade física e melhora com o repouso, é importante investigar a espondilólise, uma fratura por estresse que geralmente acomete a região lombar. Sem o diagnóstico adequado, o quadro pode evoluir para um deslizamento vertebral, chamado espondilolistese.

A espondilólise ocorre em uma pequena região óssea da vértebra que pode sofrer sobrecarga com movimentos repetitivos de hiperextensão. O diagnóstico pode envolver radiografia, tomografia ou ressonância magnética, dependendo do caso. Quando identif**ada nas fases iniciais, existe maior possibilidade de consolidação com o tratamento adequado.

Na maioria dos pacientes, o tratamento é conservador, com afastamento temporário das atividades que provocam a sobrecarga, fisioterapia e, em situações selecionadas, uso de colete. A cirurgia f**a reservada para casos específicos. Retornar ao esporte antes da recuperação adequada pode favorecer a persistência ou progressão da lesão.

Por isso, dor lombar recorrente em um jovem atleta merece atenção. Identif**ar a causa precocemente ajuda a evitar anos de desconforto e permite planejar um retorno mais seguro ao esporte. Se a dor não melhora com repouso simples, procure uma avaliação especializada.

28/08/2026

A hérnia de disco pode voltar mesmo depois de uma cirurgia bem-sucedida. Quando isso acontece no mesmo nível operado, chamamos de hérnia de disco recorrente ou recidivada.

O risco depende de diversos fatores, incluindo características do próprio disco, técnica utilizada, condições individuais do paciente e cuidados durante a recuperação. Excesso de peso, retorno inadequado às atividades e falta de fortalecimento muscular podem contribuir para novos episódios.

Por isso, o tratamento não termina quando o paciente sai do centro cirúrgico. Fisioterapia, fortalecimento progressivo e acompanhamento pós-operatório são importantes para uma recuperação segura e para reduzir fatores de risco modificáveis.

Após a cirurgia, mantemos um acompanhamento próximo, com retornos programados de acordo com a evolução e o perfil de cada paciente.

Cirurgia e pós-operatório fazem parte do mesmo tratamento. Seguir corretamente cada etapa é fundamental para proteger a coluna e recuperar a função com segurança.

A maioria das dores nas costas evolui de forma gradual e melhora com medicamentos, fisioterapia e mudanças de hábitos. N...
26/08/2026

A maioria das dores nas costas evolui de forma gradual e melhora com medicamentos, fisioterapia e mudanças de hábitos. No entanto, alguns sintomas podem indicar uma compressão neurológica mais importante e não devem ser ignorados.

Quando uma hérnia de disco comprime intensamente um nervo, o paciente pode apresentar, além da dor, perda de força progressiva em uma das pernas, dificuldade para caminhar ou incapacidade de levantar a ponta do pé.

Em quadros mais graves, a compressão das raízes nervosas na região lombar pode causar:

⚫️dificuldade para controlar a urina ou as fezes;
⚫️perda de sensibilidade na região ge***al, perianal ou entre as coxas;
⚫️fraqueza que piora rapidamente;
⚫️dificuldade súbita para caminhar.

Esses sintomas exigem avaliação médica imediata. O tempo entre o início do quadro e o tratamento pode influenciar diretamente a recuperação dos nervos e ajudar a evitar sequelas permanentes.

Nessas situações, não espere para ver se os sintomas melhoram sozinhos. Uma avaliação neurológica, associada a exames de imagem, permite identif**ar a gravidade da compressão e definir se existe necessidade de tratamento cirúrgico urgente.

Fora desses sinais de alerta, a maioria das dores relacionadas à coluna pode ser investigada com tranquilidade durante uma consulta.

Conhecer esses sintomas não é motivo para pânico, mas ajuda você e sua família a reconhecer quando é necessário agir rapidamente.

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