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Dra. Ana Elisa - Endócrino Médica Endocrinologista Endocrinologia e Metabologia

Cuidar do diabetes exige atenção todos os dias.É acompanhar a glicose, tomar os medicamentos, cuidar da alimentação, faz...
02/10/2026

Cuidar do diabetes exige atenção todos os dias.

É acompanhar a glicose, tomar os medicamentos, cuidar da alimentação, fazer exames e manter as consultas.

Sustentar tudo isso por anos não é fácil.

Ainda mais quando a motivação de manter o tratamento vem apenas do medo, da raiva ou do ressentimento.

Por isso, também é importante lembrar por que você escolheu cuidar de si:

✨ Ter energia para realizar seus planos.

✨ Estar presente para quem você ama.

✨ Viajar, encontrar os amigos, aproveitar a família.

✨ Cuidar de quem precisa de você.

✨ Ter saúde para continuar vivendo tudo aquilo que é valioso para você.

O cuidado com o diabetes não precisa ser movido apenas pelo medo de uma complicação.

Ele também pode nascer da vontade de viver bem e continuar fazendo o que faz sentido para você.

🤍 E para você: o que mais te motiva a cuidar da sua saúde?

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM 131162 SP RQE 51430

30/09/2026

Seu filho fez um exame e a insulina veio alta?

É normal que esse resultado deixe os pais preocupados.

Afinal, a insulina ajuda a controlar o açúcar no sangue e muitos acabam associando essa alteração com o risco de desenvolver diabetes.

✨ No vídeo de hoje, te explico o que o exame pode indicar e quais fatores podem provocar a resistência insulínica.

▶️ Assista até o final.

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM 131162 SP RQE 51430

28/09/2026

Conviver com o diabetes tipo 1 também é lidar com dores que quase ninguém vê.

⏰ É acordar no meio da noite para conferir a glicemia.
😥 É ter medo de uma hipoglicemia enquanto está sozinho.
⬆️ É se frustrar e se culpar quando a glicose sobe.
🍽️ É calcular a insulina antes de uma refeição.
😩 É cansar de pensar no diabetes o dia inteiro.

Nem todo dia vai ser fácil. E tudo bem reconhecer quando está pesado.

É importante que você respeite seus limites, divida esse peso com quem confia e encontre, aos poucos, estratégias para tornar essa rotina mais possível.

➡️ E se estiver difícil lidar com tudo isso sozinho, procure apoio. O acompanhamento profissional também pode ajudar a cuidar da forma como você se sente ao conviver com o diabetes.

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM 131162 SP RQE 51430

25/09/2026

No diabetes tipo 2, o corpo f**a menos sensível à insulina!

⏰ Isso quer dizer que a glicose é “barrada” de entrar nas células, f**ando mais tempo circulando no sangue.

😩 Esse efeito causa a HIPERGLICEMIA, que pode provocar cansaço, visão embaçada, muita sede e vontade de urinar várias vezes.

💉 Em alguns casos, o tratamento pode envolver o uso de medicamentos injetáveis, como os análogos de GLP-1, que ajudam o pâncreas a produzir mais insulina e removem esse excesso de glicose no sangue.

✅ Além disso, é essencial adotar hábitos mais saudáveis, como alimentação balanceada e prática regular de atividade física.

Vídeo/reprodução: Rafaella Tuma

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM 131162 SP RQE 51430

Você sabia que a tireoide pode influenciar o seu diabetes?⚡ Os hormônios da tireoide participam do controle de como o co...
23/09/2026

Você sabia que a tireoide pode influenciar o seu diabetes?

⚡ Os hormônios da tireoide participam do controle de como o corpo usa energia e glicose.

Quando estão em desequilíbrio, seja em excesso (hipertireoidismo) ou em falta (hipotireoidismo), podem alterar a ação da insulina e dificultar o controle da glicemia.

⚠️ E o contrário também acontece!

A resistência à insulina, que está na base do diabetes tipo 2, e a glicose elevada por muito tempo podem interferir no funcionamento da tireoide. Isso inclui a forma como o corpo ativa os hormônios tireoidianos (a conversão de T4 em T3) e a regulação feita pelo TSH. Também há associação com o aumento do volume da glândula e com nódulos.

⬆️ Além disso, a obesidade, muito ligada ao diabetes tipo 2, também está associada a alterações da função tireoidiana, especialmente ao hipotireoidismo.

Por isso, tratar o diabetes não signif**a apenas manter a glicemia controlada. Em alguns casos, avaliar a função da tireoide também faz parte desse cuidado.

Por isso, cuidar do diabetes vai além de olhar apenas para a glicemia. Entender como o corpo funciona como um todo, incluindo a tireoide, faz parte de um cuidado mais completo.

Se a sua glicemia anda mais difícil de controlar, vale conversar sobre isso com seu médico. Às vezes, a resposta está em um detalhe que ainda não foi olhado.

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM-SP 131.162 | RQE 51.430

Sua glicose cai durante o treino? Ou você termina a atividade e percebe que ela subiu?As duas situações podem acontecer,...
18/09/2026

Sua glicose cai durante o treino? Ou você termina a atividade e percebe que ela subiu?

As duas situações podem acontecer, e entender o tipo de exercício que você fez ajuda a explicar parte dessa resposta.

🏃 Em atividades leves a moderadas e mais prolongadas, a glicose pode cair e o risco de hipoglicemia pode aumentar, especialmente em quem usa insulina.

🏋️ Já exercícios muito intensos e resistivos podem provocar uma elevação temporária da glicose pela ação de hormônios liberados durante o esforço.

Por isso, se você tem diabetes, treinar também envolve conhecer a resposta do seu próprio corpo.

Dependendo do tratamento, pode ser importante acompanhar a glicose antes, durante e depois da atividade, ter uma fonte de carboidrato de rápida absorção disponível e avaliar, com orientação profissional, se são necessários ajustes na alimentação ou na insulina.

E atenção: em algumas situações, a hipoglicemia pode acontecer horas depois do exercício.

Se a glicose costuma atrapalhar os seus treinos, talvez o problema não seja o exercício, mas a estratégia.

Não existe um ajuste único que funcione para todo mundo. Tipo de treino, intensidade, duração, alimentação e tratamento também entram nessa conta.

🩺 Com acompanhamento, é possível encontrar uma estratégia mais segura para conciliar diabetes e exercício na vida real.

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM 131162 SP RQE 51430

Você mediu a glicemia, o resultado estava dentro da meta e pensou: “meu diabetes está controlado”.Esse número é importan...
16/09/2026

Você mediu a glicemia, o resultado estava dentro da meta e pensou: “meu diabetes está controlado”.
Esse número é importante. Mas ele mostra apenas aquele momento: é um retrato, e não o filme inteiro da sua saúde.

Para entender o controle glicêmico ao longo do tempo, também podemos avaliar:

🩸 Hemoglobina glicada (HbA1c): ajuda a mostrar como a glicose esteve nos últimos meses.

⏰ Tempo no alvo: para quem usa sensor, mostra quanto tempo a glicose permaneceu dentro da faixa definida como meta.

📈 Variabilidade glicêmica: mostra o quanto a glicose oscila ao longo do dia, aquele “sobe e desce” da glicemia.

E cuidar do diabetes vai além dos níveis de glicose.

Dependendo do seu caso, o acompanhamento também envolve pressão arterial, colesterol e triglicerídeos, saúde dos rins e dos olhos, entre outros fatores.

Porque uma glicemia boa agora é uma ótima notícia. Mas ela não conta a história inteira.

🤍 O acompanhamento ajuda a olhar o conjunto e definir quais cuidados fazem sentido para você.

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM 131162 SP RQE 51430

14/09/2026

repost

“Meu filho vai ser o que ele quiser ser. Se ele quiser ser jogador de tênis, ele será jogador de tênis. […] Mas essa doença não vai nos definir.”

Foi ao lembrar a atitude da mãe diante de seu diagnóstico de diabetes tipo 1, aos 4 anos, que Alexander Zverev protagonizou um dos momentos mais emocionantes deste domingo (13).

O tenista contou que, quando ainda era criança, sua mãe ouviu que o diabetes poderia impor limitações à sua vida e à prática esportiva. Mas, segundo Zverev, ela decidiu que aquele diagnóstico não determinaria o que o filho poderia ou não fazer no futuro.

“Minha mãe é a pessoa mais importante e mais forte que eu conheço”, afirmou o alemão ao homenageá-la.

O depoimento veio poucos minutos depois de Zverev viver um dos maiores momentos de sua carreira: a conquista do US Open 2026.

Na final disputada no Arthur Ashe Stadium, em Nova York, o alemão venceu o americano Ben Shelton por 3 sets a 1, com parciais de 6/3, 7/6 (7-2), 5/7 e 6/2.

Aos 29 anos, Zverev conquistou pela primeira vez o US Open. O título também é o segundo de Grand Slam de sua carreira, depois da conquista de Roland Garros nesta temporada.

A vitória em Nova York tem ainda um signif**ado especial. Em 2020, Zverev chegou à final do US Open e ficou muito perto do título, mas acabou derrotado por Dominic Thiem em cinco sets.

Seis anos depois, voltou à decisão e levantou o troféu.

E, no momento de celebrar uma das maiores conquistas de sua trajetória, escolheu olhar para trás e agradecer à mãe que, quando ele tinha apenas 4 anos, decidiu que o diabetes tipo 1 não definiria o futuro do filho.

Reprodução: YouTube.com/usopen
📌 Fontes: US Open/USTA e ATP Tour.

Após de passar mal, é normal f**ar com medo de que isso aconteça de novo. Principalmente quando o episódio aconteceu enq...
14/09/2026

Após de passar mal, é normal f**ar com medo de que isso aconteça de novo.

Principalmente quando o episódio aconteceu enquanto você estava sozinho ou foi mais intenso do que esperava.

😞 Por conta disso, muitas pessoas começam a evitar a insulina ou preferem manter a glicose mais alta para se sentirem mais seguras.

Mas esse medo não precisa controlar a forma como você cuida da sua saúde.

No post de hoje, te convido a entender o que você pode fazer para lidar com esse sentimento e como melhorar o seu cuidado.

👉 Deslize para o lado e confira.

🫂 Compartilhe com alguém que também convive com o diabetes.

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM 131162 SP RQE 51430

11/09/2026

Diabetes tipo 1 também pode surgir na vida adulta! ⤵️

Muitos ainda acreditam que essa condição só aparece em crianças, mas o diagnóstico pode acontecer em qualquer idade.

⏳ No tipo 1, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina e, em algumas pessoas, esse processo é mais lento. Por isso, o diagnóstico pode aparecer mais tarde.

🩺 Foi o que aconteceu com Paula Toller: aos 47 anos, ela descobriu a doença após uma consulta de rotina.

☑️ Ter esse diagnóstico não signif**a deixar de viver. Com tratamento e acompanhamento, é possível cuidar da saúde e manter uma boa qualidade de vida.

Você já conhecia esse caso?

✨ Compartilhe o vídeo. A informação também pode trazer mais segurança para quem convive com o diabetes.

Vídeo/Reprodução:
ICD RS
Paula Toller

Dra. Ana Elisa Alcântara
Endocrinologista e Metabologista
CRM 131162 SP RQE 51430

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