30/09/2026
Cuidar de alguém é também estar diante de suas fragilidades. Na Atenção Domiciliar, essa proximidade é ainda maior: o profissional entra na casa do paciente, acompanha sua rotina, convive com familiares e, muitas vezes, participa de momentos de dor, incerteza e mudanças profundas na vida daquela pessoa. Essa realidade exige preparo não apenas técnico, mas também emocional.
Por isso, a saúde mental das equipes precisa estar inserida na cultura de cuidado das organizações. Criar espaços de escuta, oferecer suporte, preparar lideranças e olhar para a organização do trabalho são formas de reconhecer os desafios enfrentados por quem está na assistência. Cuidar de quem cuida fortalece a equipe, protege as relações e contribui para uma Atenção Domiciliar mais humana e sustentável.