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Tribemd BR A TribeMD Brasil é uma healthtech de conhecimento médico, responsável por todo o ecossistema TribeMD, conectando ciência, tecnologia e educação em saúde.

A TribeMD Brasil é uma healthtech de conhecimento médico que atua como núcleo estratégico e institucional de todo o ecossistema TribeMD. Por meio de curadoria científica, educação médica continuada, eventos, plataformas digitais e conteúdo especializado, conectamos profissionais de saúde às evidências mais relevantes para a prática clínica. Nossa atuação é guiada por ciência, responsabilidade e propósito, apoiando decisões médicas mais seguras, atualizadas e baseadas em evidência.

29/08/2026

Ticagrelor ou prasugrel? Uma pergunta recorrente no manejo da síndrome coronariana aguda ganhou novos dados no segundo dia do ESC 2026.

Direto do congresso, o Dr. Remo Furtado comenta os resultados do SWITCH SWEDEHEART, estudo pragmático que comparou as duas estratégias em uma população abrangente de pacientes com síndrome coronariana aguda, independentemente da estratégia de tratamento adotada.

▶️ Assista à análise completa e continue acompanhando a cobertura da TribeMD no ESC 2026 para conferir os estudos e discussões que estão movimentando o congresso.

29/08/2026

Um dos estudos mais aguardados deste segundo dia do ESC 2026 trouxe novos dados para uma estratégia que vem sendo investigada no campo da anticoagulação.

Direto do congresso, o Dr. Remo Furtado comenta o LIBREXIA ACS, que avaliou o milvexian, um inibidor do fator XIa, em pacientes com síndrome coronariana aguda, em sua maioria em uso de dupla antiagregação plaquetária por mais de 90 dias.

▶️ Confira a análise do Dr. Remo Furtado e continue acompanhando a cobertura da TribeMD no ESC 2026 para os principais estudos e discussões do congresso.

29/08/2026

Uma dúvida frequente da prática clínica ganhou novos dados no segundo dia do ESC 2026: pacientes com mais de 70 anos e sem doença cardiovascular estabelecida podem se beneficiar do uso de estatinas para prevenção de eventos?

Direto do congresso, o Dr. Remo Furtado comenta os resultados do STAREE, estudo neozelandês que avaliou idosos sem doença cardiovascular, comparando atorvastatina e placebo.

▶️ Confira a análise completa e continue acompanhando a cobertura da TribeMD no ESC 2026 com os principais estudos e discussões apresentados no congresso.

O que mudou nas novas diretrizes apresentadas no ESC Congress 2026?Reunimos os principais destaques sobre insuficiência ...
28/08/2026

O que mudou nas novas diretrizes apresentadas no ESC Congress 2026?

Reunimos os principais destaques sobre insuficiência cardíaca, definição de infarto do miocárdio, reabilitação cardíaca e cuidado cardiorrenal.

Acesse nosso link da bio e acompanhe nossa cobertura completa do ESC Congress 2026.

28/08/2026

Direto do ESC 2026, em Munique, o Dr. Pedro Barros analisa os principais pontos apresentados na 5ª Definição Universal de Infarto Agudo do Miocárdio.

Na definição de injúria miocárdica aguda, a lógica central permanece: elevação ou queda da troponina, preferencialmente de alta sensibilidade, com pelo menos um valor acima do percentil 99. Entre as atualizações, ganha destaque o maior ajuste dos valores de referência de acordo com o s**o.

Uma mudança importante aparece na classificação do infarto. A nova definição reorganiza o raciocínio em três grandes grupos — primário, secundário e relacionado a procedimentos — reforçando a necessidade de compreender o mecanismo responsável pelo evento e integrar contexto clínico, exames de imagem e avaliação angiográfica ao diagnóstico.

Mais do que identificar a presença de injúria e isquemia, a discussão passa também por entender o que está por trás daquele infarto para classificá-lo adequadamente.

▶️ Assista à análise do Dr. Pedro Barros e continue acompanhando a cobertura da TribeMD no ESC 2026.

E para aprofundar o tema, após o congresso teremos um deep dive na Guidelines Academy, conectando a nova definição internacional à perspectiva da diretriz brasileira, coordenada pelo próprio Dr. Pedro Barros.

28/08/2026

A nova diretriz de insuficiência cardíaca da Sociedade Europeia de Cardiologia traz mudanças importantes de nomenclatura e classificação que podem impactar a forma como interpretamos e aplicamos suas recomendações na prática clínica.

Direto do ESC 2026, o Dr. Pedro Barros destaca dois pontos que merecem atenção.

A classificação reforça os diferentes estágios da insuficiência cardíaca e passa a trabalhar de maneira binária com a fração de ejeção, entre preservada e não preservada. Uma simplificação que exige atenção na tomada de decisão, já que os ensaios clínicos que sustentam as diferentes estratégias terapêuticas utilizaram pontos de corte distintos.

Outra mudança está na forma de denominar as terapias fundamentais para o tratamento. A diretriz passa a utilizar o conceito de “foundational therapy”, ou terapia de base, trazendo maior clareza sobre o conjunto de tratamentos que fundamentam o manejo desses pacientes.

Mais do que mudanças de terminologia, compreender essas atualizações é importante para interpretar corretamente a diretriz e levar suas recomendações para a prática.

▶️ Assista à análise do Dr. Pedro Barros e continue acompanhando a cobertura da TribeMD no ESC 2026.

E tem mais pela frente: esses e outros pontos das novas recomendações serão aprofundados na nossa Guidelines Academy.

28/08/2026

O ESC 2026 começou com uma das sessões mais aguardadas do congresso: a apresentação das novas diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia.

Direto de Munique, o Dr. Pedro Barros destaca uma mudança importante na forma como as evidências passam a ser classificadas. Além dos tradicionais níveis A, B e C, a nova estrutura traz a divisão do nível B em B1 e B2, permitindo uma diferenciação mais precisa entre os tipos e a robustez das evidências disponíveis.

Na prática, essa nova classificação busca trazer mais granularidade para a interpretação da evidência científica que sustenta as recomendações das diretrizes.

E esse é apenas o começo. Quatro novas diretrizes foram apresentadas neste primeiro dia, e o Dr. Pedro Barros irá trazer os principais pontos de cada uma delas ao longo da nossa cobertura.

▶️ Acompanhe os próximos vídeos e fique por dentro dos principais destaques do ESC 2026 com a TribeMD, direto de Munique.

O primeiro dia do ESC Congress 2026 trouxe resultados que ajudam a repensar decisões importantes na cardiologia. Anticoa...
28/08/2026

O primeiro dia do ESC Congress 2026 trouxe resultados que ajudam a repensar decisões importantes na cardiologia.

Anticoagulação no risco intermediário de AVC, duração dos antibióticos na endocardite, novas estratégias para amiloidose cardíaca e cardiomiopatia hipertrófica, além do papel da ressonância na prevenção da morte súbita, estiveram entre os temas em destaque.

Aqui, reunimos os principais achados de cinco estudos e os pontos de atenção para interpretar cada resultado.

Deslize para conferir os highlights e acesse nosso link da bio para acompanhar a cobertura completa do congresso.

28/08/2026

Direto do ESC 2026, mais um estudo apresentado neste primeiro dia traz novas perspectivas para o manejo da cardiomiopatia hipertrófica.

O ACACIA-HCM avaliou uma estratégia terapêutica em pacientes com a forma não obstrutiva da doença, ampliando uma discussão que até então contava com mais possibilidades direcionadas à cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.

Entre os resultados apresentados, o Dr. Remo Furtado destaca os dados relacionados à melhora da capacidade funcional, avaliada pelo VO₂, e dos sintomas reportados pelos pacientes.

Os achados abrem uma discussão importante sobre novas possibilidades para um grupo de pacientes que ainda apresenta necessidades terapêuticas relevantes.

▶️ Confira a análise do Dr. Remo Furtado e continue acompanhando a cobertura da TribeMD no ESC 2026, direto de Munique, com os estudos e discussões que estão movimentando o congresso.

28/08/2026

Direto do ESC 2026, o Dr. Remo Furtado comenta mais um dos estudos que ganharam destaque neste primeiro dia de congresso e que traz uma discussão diretamente relacionada à prática clínica.

O SINGLE AF avaliou uma questão frequente no acompanhamento de pacientes com fibrilação atrial: a decisão sobre a anticoagulação naqueles com CHA₂DS₂-VASc igual a 1, cenário em que a avaliação do risco e da estratégia terapêutica costuma gerar dúvidas na rotina médica.

Segundo os dados apresentados no congresso, o uso de anticoagulante oral direto (DOAC), em comparação ao tratamento usual sem anticoagulação, esteve associado a uma redução de mais de 60% nos desfechos isquêmicos, incluindo AVC. Para o Dr. Remo, os achados acrescentam novas evidências a uma decisão clínica que, até então, frequentemente deixava o médico em uma zona de incerteza.

▶️ Confira a análise completa e continue acompanhando a cobertura da TribeMD no ESC 2026, direto de Munique.

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