Casa Pulsar

Casa Pulsar Espaço de convivência e cuidados integrados às famílias: a Casa Pulsar reúne atendimentos para

A maternidade muda prioridades, reorganiza o cotidiano, altera o corpo e transforma profundamente a percepção de tempo. ...
25/05/2026

A maternidade muda prioridades, reorganiza o cotidiano, altera o corpo e transforma profundamente a percepção de tempo. Mas existe uma mudança mais silenciosa, que frequentemente passa despercebida: a forma como muitas mulheres deixam de se perceber enquanto sustentam tudo ao redor.

Pouco a pouco, perguntas importantes desaparecem da experiência cotidiana. O que eu sinto deixa de ser uma pergunta possível. O desejo perde espaço entre tarefas, demandas e necessidades alheias. O próprio corpo passa a ser atravessado mais pela funcionalidade do que pela presença.

Em muitos casos, esse afastamento de si é interpretado como algo natural da maternidade, quase como um preço inevitável do cuidado. Mas naturalizar isso talvez seja uma das formas mais profundas de silenciamento feminino.

Maio, na Casa Pulsar, surge como um convite para olhar para essas experiências sem idealização e sem culpa. Não para negar a maternidade, romantizá-la ou transformá-la em identidade única, mas para criar espaço de escuta diante das partes de si que foram ficando para depois.

Nem todas as mulheres desejam a maternidade. Nem todas vivem esse processo da mesma maneira. Ainda assim, existe algo que atravessa muitas experiências femininas: a aprendizagem constante de se afastar de si mesma para sustentar o mundo ao redor.

Os conteúdos voltados para maternidade deste mês nascem dessa percepção. Não como promessa de resposta rápida, mas como possibilidade de olhar para o reencontro com a própria experiência, com o corpo e com aquilo que permaneceu silencioso por tempo demais.

Durante muito tempo, muitas mulheres aprenderam a interpretar qualquer alteração de ritmo como um problema. Se a energia...
22/05/2026

Durante muito tempo, muitas mulheres aprenderam a interpretar qualquer alteração de ritmo como um problema. Se a energia diminui, surge a sensação de que algo está errado. Se aparece a necessidade de recolhimento, vem a culpa. Se os desejos mudam, surge a dúvida sobre quem se é.

Mas os ciclos fazem parte da vida.

A natureza não produz flores o ano inteiro. O corpo não sustenta a mesma energia todos os dias. E a experiência humana não acontece em linha reta.

Existem momentos de abertura, momentos de sustentação, momentos de transformação e momentos de síntese. Quando não reconhecemos essas passagens, tendemos a viver mudanças naturais como fracasso, desorganização ou perda de direção.

O Oráculo dos Ciclos nasce como um convite para desenvolver uma nova linguagem de leitura de si. Uma experiência para compreender os movimentos internos a partir dos arquétipos femininos, dos ciclos da natureza, das fases da lua e das transformações do corpo ao longo da vida.

Um dia inteiro de vivência, estudo e construção de um oráculo pessoal que poderá acompanhar você nos próximos ciclos.

📍 Casa Pulsar
📅 21.06 | 10h às 16h

Investimento: R$ 520

✨ 10% de desconto até 22.05
✨ 5% de desconto até 03.06

Inclui materiais para construção do oráculo, brunch e café da tarde.

Para receber as informações ou garantir sua vaga, envie uma mensagem pelo direct ou WhatsApp.

Durante muito tempo, meninas foram retiradas das rodas.Separadas das conversas sobre corpo, ciclo, medo, prazer, limite,...
21/05/2026

Durante muito tempo, meninas foram retiradas das rodas.

Separadas das conversas sobre corpo, ciclo, medo, prazer, limite, tristeza, transformação e pertencimento. Aprenderam cedo a performar maturidade, mas tarde demais a nomear o que sentem.

Essa separação, histórica e transgeracional, causa danos estruturais, como mulheres adultas ainda carreguem vergonha do próprio corpo, medo da própria voz e solidão diante das próprias mudanças.

Sentar em roda com meninas não é antecipar assuntos, mas impedir que elas cresçam acreditando que estão sozinhas. Entre mulheres e meninas, construir linguagem antes da violência simbólica ocupar tudo e permitir perguntas antes que a internet responda no lugar da experiência humana.

Criar memória coletiva antes que o silêncio vire regra. Uma roda não entrega apenas informação. Ela entrega referência emocional, escuta, presença e possibilidade de vínculo entre gerações.

Uma menina que cresce entre mulheres que conseguem conversar precisa gastar menos anos tentando se reconstruir depois. Na Casa Pulsar, acreditamos que cuidado também é transmissão.

Roda das Meninas
30/05 | 9h às 12h

R$ 240 — mãe e filha
COMENTE MENINA PARA SE INSCREVER.

Nem tudo que atravessa uma experiência cabe em explicação.Mas, às vezes, algumas frases conseguem registrar partes impor...
20/05/2026

Nem tudo que atravessa uma experiência cabe em explicação.

Mas, às vezes, algumas frases conseguem registrar partes importantes do que se vive aqui:
presença,
acolhimento,
troca,
pertencimento,
escuta
e sustentação coletiva.

A Casa Pulsar não foi construída apenas como espaço físico.

Ela foi pensada como campo:
um lugar onde experiências possam acontecer com profundidade, ética e vínculo.

Esses são alguns relatos de mulheres que passaram pela Casa nos últimos encontros.

E talvez exista algo importante nisso:
em tempos de excesso de velocidade, ainda existem espaços onde as pessoas conseguem se sentir presentes.

A Casa Pulsar não sustenta uma visão romantizada da maternidade.Maternidade sem rede vira sobrecarga.E sobrecarga prolon...
19/05/2026

A Casa Pulsar não sustenta uma visão romantizada da maternidade.

Maternidade sem rede vira sobrecarga.
E sobrecarga prolongada reorganiza corpo, emoção e saúde.

Existe hoje uma ideia muito difundida de que mulheres maduras deveriam conseguir sustentar tudo sozinhas. Mas isso não corresponde nem à história das mulheres, nem à própria história humana.

Durante grande parte da existência humana, o cuidado foi coletivo.

Crianças eram cuidadas em grupo. Mulheres compartilhavam experiências, alimentação, proteção, escuta e presença. A maternidade não era compreendida como tarefa individual isolada.

O que vivemos hoje — mulheres exaustas tentando dar conta sozinhas — não é natureza feminina. É consequência de uma cultura hiperindividualizada.

E existe uma diferença importante entre individualidade e isolamento.

Individualidade é reconhecer a própria existência. Individuação é tornar-se si mesma.
Nenhuma dessas coisas exige solidão (imposta, ok?).

Muitos encontros da Casa Pulsar existem para reconstruir campo: um espaço onde mulheres possam existir sem precisar performar força o tempo inteiro.

Cuidado também é tirar mulheres do isolamento.

Vivemos em uma cultura que tenta transformar constância em virtude.Manter o mesmo ritmo.Produzir da mesma forma.Sentir c...
12/05/2026

Vivemos em uma cultura que tenta transformar constância em virtude.

Manter o mesmo ritmo.
Produzir da mesma forma.
Sentir com estabilidade.
Responder sempre igual.

Mas a vida não se organiza assim.

Existem períodos de abertura.
De expansão.
De recolhimento.
De excesso.
De transformação.

E talvez parte do sofrimento contemporâneo venha justamente da tentativa de viver todas essas fases como se fossem erro, descontrole ou incoerência.

O Oráculo dos Ciclos nasce como um espaço para desenvolver intimidade com esses movimentos.

Ao longo da imersão, vamos atravessar relações entre corpo, tempo, natureza, arquétipos femininos, experiência emocional e linguagem simbólica — não como fórmula pronta, mas como possibilidade de leitura da própria experiência.

Cada participante criará um oráculo individual.
Sem modelo.
Sem padrão.
A partir de si.

21 de junho • 10h às 16h
Presencial na Casa Pulsar
Vagas limitadas.

Inscrições abertas via direct ou WhatsApp.

Em algum momento da vida, muitas mulheres deixam de existir como sujeito e passam a existir como função.Filha, mãe, cuid...
11/05/2026

Em algum momento da vida, muitas mulheres deixam de existir como sujeito e passam a existir como função.

Filha, mãe, cuidadora, responsável. E, sem perceber, vão se afastando de si, vivendo para sustentar relações, histórias e expectativas… mas não sabem mais onde estão.

E então uma pergunta começa a aparecer: “existe espaço para mim na minha própria vida?”

É é para este lugar que vamos olhar no encontro do Entre Fios de maio.

Para a mulher que você se tornou, para o que você herdou e para o que, dentro de você, ainda quer existir.

Um encontro para compreender onde você ainda está presa ao papel de filha; como se perdeu tentando cuidar de tudo e de todos; o que não é seu, mas você ainda carrega e como começar a abrir espaço para a sua própria vida.

📅 16 de maio
⏰ 9h às 12h
📍 Casa Pulsar
Participação: R$105
✨ 1 vaga para constelar (consultar)

Se esse tema te toca, me escreva para participar.

Existe uma violência silenciosa na ideia de que a maternidade deveria produzir apenas amor, plenitude e realização.Porqu...
06/05/2026

Existe uma violência silenciosa na ideia de que a maternidade deveria produzir apenas amor, plenitude e realização.

Porque quando a experiência real aparece — cansaço, irritação, dúvida, luto pela vida anterior, ambivalência, raiva, solidão — muitas mulheres acreditam que há algo errado com elas.

Mas não há.

A maternidade amplia. Ela expõe camadas do corpo, da história, das relações e da própria identidade.

Ela pode revelar potência. Mas também pode revelar exaustão.

Pode aprofundar vínculos. E também escancarar ausências.

Pode trazer pertencimento. E, ao mesmo tempo, isolamento.

Sentir amor e limite coexistindo não é contradição. É experiência humana.

O problema não está na ambivalência.
Está na cultura que impede mulheres de nomeá-la.

Educar o sentir, na maternidade, também passa por isso: reconhecer que amar não elimina o peso, e que existir como mãe não apaga a mulher que continua ali.

Existem conversas que muitas mulheres só tiveram tarde demais.Sobre o corpo.Sobre ciclo.Sobre menstruação.Sobre vergonha...
05/05/2026

Existem conversas que muitas mulheres só tiveram tarde demais.

Sobre o corpo.
Sobre ciclo.
Sobre menstruação.
Sobre vergonha.
Sobre cuidado.

A Roda das Meninas nasce como um espaço de travessia:
um encontro pensado para meninas e suas mulheres de referência viverem juntas uma experiência de escuta, informação e vínculo.

Aqui, o corpo não é tratado como problema.
Nem como tabu.

Falamos sobre mudanças, emoções, autocuidado, ciclo menstrual e percepção corporal de forma respeitosa, sensível e apropriada para a idade.

Mas, principalmente, criamos um espaço onde meninas possam crescer com menos silêncio sobre si mesmas.

Porque a forma como uma menina aprende a olhar para o próprio corpo também constrói a mulher que ela se tornará.

📍 Roda das Meninas — na Casa Pulsar

📅 30 de maio
⏰ 9h às 12h
📍 Casa Pulsar

Valor
R$ 240 — mãe + filha
Adicional para avós ou tias: R$ 120

Vagas limitadas. Informações e inscrições via direct ou WhatsApp.

Existe uma expectativa cultural de que a experiência materna produza apenas beleza, vínculo e realização. E, quando outr...
04/05/2026

Existe uma expectativa cultural de que a experiência materna produza apenas beleza, vínculo e realização. E, quando outras emoções aparecem, muitas mulheres aprendem a escondê-las para continuarem sendo reconhecidas como boas mães.

Mas experiências humanas profundas não acontecem sem contradição.

A maternidade pode ampliar o sentido da vida — e, ao mesmo tempo, expor ausências, limites, cansaços e reorganizações internas difíceis de nomear.

O problema não está na complexidade da experiência.

Está na dificuldade coletiva de sustentar conversas honestas sobre ela.

Em maio, a Casa Pulsar abre uma pergunta que não busca respostas prontas, nem discursos perfeitos.

Busca presença.

O que a maternidade revela — e o que ela esconde?

Endereço

Rua Morais De Barros, 287, Campo Belo
São Paulo, SP
04609-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 20:00
Terça-feira 09:00 - 20:00
Quarta-feira 09:00 - 20:00
Quinta-feira 09:00 - 20:00
Sexta-feira 09:00 - 20:00
Sábado 09:00 - 20:00

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