Casa Pulsar

Casa Pulsar Espaço de convivência e cuidados integrados às famílias: a Casa Pulsar reúne atendimentos para

A Casa Pulsar organiza diferentes formas de receber atendimentos, grupos, vivências, cursos, formações e processos colet...
20/08/2026

A Casa Pulsar organiza diferentes formas de receber atendimentos, grupos, vivências, cursos, formações e processos coletivos — de acordo com o tamanho do grupo, a natureza da proposta e a frequência dos encontros.

Para grupos de até 6 pessoas, há possibilidades de uso avulso e também o Plano Presença Clareira, para quem deseja construir uma rotina recorrente na Casa.

Na Sala Gaia, destinada a grupos maiores, trabalhamos com duas modalidades distintas:

Autoformativa, para propostas em que o centro está na experiência vivida pelo grupo — processos terapêuticos, vivências, práticas integrativas, rodas e experiências coletivas.

Formativa, para cursos, workshops, oficinas e formações em que o centro está na transmissão estruturada de conhecimento, metodologia ou prática profissional.

E, para quem deseja transformar a Sala Gaia em uma presença recorrente na própria agenda, há o Plano Presença Floresta, com encontros mensais e contratação por ciclos.

A ideia não é oferecer uma única sala para todo tipo de trabalho.

É reconhecer que cada processo coletivo pede uma estrutura diferente — em tamanho, frequência, formato e relação com a Casa.

Há trabalhos que precisam de uma sala.
Outros precisam de um lugar para criar raízes.

Para conhecer disponibilidade, formatos e condições, fale com a Casa Pulsar pelo WhatsApp.

Há muitas maneiras de conhecer um arquétipo. Uma delas é estudá-lo. Outra é encontrá-lo em cena.No dia 12 de setembro, A...
19/08/2026

Há muitas maneiras de conhecer um arquétipo. Uma delas é estudá-lo. Outra é encontrá-lo em cena.

No dia 12 de setembro, Alberto Boarini conduz na Casa Pulsar As Deusas Gregas em Cena, uma experiência vivencial que parte das figuras das deusas gregas para investigar diferentes forças, conflitos, papéis e possibilidades que atravessam nossa experiência.

Não se trata apenas de descobrir “qual deusa você é”.

A proposta é mais interessante do que isso.

É perceber quais forças estão mais presentes em determinados momentos da vida. Quais foram silenciadas. Quais assumiram espaço demais. Quais entram em conflito umas com as outras.

Atena, Afrodite, Ártemis, Deméter, Hera, Perséfone e outras figuras do imaginário grego aparecem aqui não como modelos fixos de feminino, mas como linguagens simbólicas capazes de colocar aspectos da experiência humana em movimento.

E, no sociodrama, isso não acontece apenas pela conversa.

Acontece em cena. No corpo. Na relação com o grupo.

Alberto Boarini é psicodramatista e criador do Psicodrama Interno Transgeracional (PIT), metodologia que articula psicodrama, memória emocional e transmissão transgeracional. Atua há décadas na condução de processos terapêuticos, grupos e formação de profissionais.

As Deusas Gregas em Cena
com Alberto Boarini

📅 12 de setembro, sábado
⏰ 14h às 20h
📍 Casa Pulsar, Rua Morais de Barros, 287 — Campo Belo, São Paulo
💰 R$ 140

Vagas limitadas.

Quer participar?
Faça sua inscrição pelo formulário:
https://forms.gle/HSr193tLEfBQZRzd8

18/08/2026

Falar sobre o sentir falando um pouco sobre as relações - PARTE 3

Relações com o corpo, consigo, relações com a família, relações sociais. A conta da repulsa do sentir chega e chega no coletivo e no individual.

No coletivo: a produtividade sem limite à serviço do consumo.
No individual: um acúmulo no corpo.

De trama em trama, perguntas podem ser um ponto de partida. E há de fato muito a se analisar e dialogar sobre o sentir - podemos aqui dizer que essa série de três vídeos é um aspecto muito inicial.

De pergunta em pergunta, tudo que sentimos quer nos contar algo. O que o que você sente vem tentando te contar?

Dizer que a Casa Pulsar é um espaço para mulheres não é uma definição de público. É uma escolha de perspectiva.É dizer d...
17/08/2026

Dizer que a Casa Pulsar é um espaço para mulheres não é uma definição de público. É uma escolha de perspectiva.

É dizer de onde este território olha para o mundo.

Durante muito tempo — e ainda hoje — a experiência masculina foi tomada como medida do humano. Aquilo que acontece com as mulheres aparece, muitas vezes, como particularidade: saúde da mulher, questões femininas, maternidade, ciclo, cuidado, violência, sobrecarga.

Aqui, fazemos outro movimento.

As experiências das mulheres não entram como assunto lateral. Elas podem ser ponto de partida para pensar corpo, trabalho, desejo, vínculos, dinheiro, espiritualidade, maternidade, envelhecimento, poder, cuidado e autonomia.

Mas existe uma contradição importante nisso.

Criar um espaço para mulheres não significa criar um lugar dedicado a uma ideia de feminilidade.

Enquanto mulheres, carregamos os mandatos daquilo que aprendemos que uma mulher deveria ser: disponível, cuidadora, conciliadora, desejável, maternal, forte, intuitiva, capaz de sustentar.

Não basta tirar a norma masculina do centro se colocarmos, no lugar dela, uma nova norma sobre como uma mulher deve existir.

Esse talvez seja um dos trabalhos cotidianos da Casa: reconhecer o que nos atravessa enquanto experimentamos outras possibilidades de estar no mundo.

E, antes que alguém pergunte: sim, homens também circulam por aqui.

Os corajosos. :)

Não porque a Casa seja um território hostil aos homens. Mas porque existe algum exercício em entrar em um espaço que não parte da experiência masculina como medida de todas as coisas — e permanecer nele sem precisar ocupar o centro.

No fim, quando dizemos espaço para mulheres, não estamos falando de essência nem de um jeito correto de ser mulher.

Estamos falando de território.

Um território em que as experiências das mulheres podem produzir pensamento, cuidado, conflito, elaboração e significado a partir de si mesmas.

Ninguém gosta quando o corpo para. Dá raiva, gera medo e atrapalha a vida.Quando a crise de ansiedade trava o peito, a d...
15/08/2026

Ninguém gosta quando o corpo para. Dá raiva, gera medo e atrapalha a vida.

Quando a crise de ansiedade trava o peito, a dor crônica impede de levantar ou a exaustão paralisa a rotina, a reação imediata costuma ser o desespero: “Por que o meu corpo está me travando justo agora?”

Tratamos o sintoma como um traidor, um defeito de fabricação que precisa ser corrigido o mais rápido possível para que a gente volte a dar conta. Queremos uma solução mágica apenas para silenciar a dor e devolver a máquina à esteira de produção.

Mas o colapso não é um defeito. É a última fronteira de defesa de um organismo que foi levado além dos seus limites materiais.

Quando o seu corpo para, ele não está te punindo. Ele está interrompendo — de forma bruta e involuntária — um ritmo que estava te destruindo. A dor e o esgotamento não são bonitos, mas são o sinal de que a conta da sobrecarga chegou.

Cuidar da saúde não é consertar o corpo para que ele volte a aguentar o inaguentável. É reconhecer que a exaustão não é uma falha sua, mas uma resposta a exigências desproporcionais — e investigar quais limites é possível sustentar no trabalho, nas relações e na rotina sem se aniquilar.

Há processos que precisam de tempo. Não de pressa, nem de uma resposta pronta — mas de continuidade, vínculo e espaço pa...
14/08/2026

Há processos que precisam de tempo. Não de pressa, nem de uma resposta pronta — mas de continuidade, vínculo e espaço para elaborar.

Entre Fios é o novo grupo contínuo para mulheres conduzido pela psicanalista Célia Brandão, na Casa Pulsar.

Uma vez por mês, seis mulheres se encontram para olhar com profundidade para temas que atravessam a experiência feminina. O ponto de partida muda a cada encontro, mas o movimento permanece: compreender, sentir, elaborar e experimentar outras formas de estar na própria vida.

A condução reúne diferentes abordagens — Visão Sistêmica, Constelação Familiar, Psicanálise, Psicodrama Interno Transgeracional, Educação Financeira, Astrologia como linguagem simbólica e Espiritualidade. Não como um conjunto de técnicas a cumprir, mas como recursos colocados a serviço do processo de cada mulher e do campo construído pelo grupo.

E o encontro não termina quando a noite acaba. Entre uma vivência e outra, haverá um espaço exclusivo de continuidade, com reflexões, textos, perguntas e materiais que acompanham o percurso ao longo do mês.

ENTRE FIOS
Grupo contínuo de elaboração e experiência para mulheres
Condução: Célia Brandão, psicanalista

🌿 A formação do segundo grupo está aberta!
⏰ 19h às 22h
📍 Casa Pulsar
💗 R$ 156 por encontro
👥 Grupo de apenas 6 mulheres

Para saber mais ou reservar uma das vagas, entre em contato com a gente pelo direct.

Muito se ensina e se aprende a olhar para as ervas a partir da pergunta mais imediata: para que isso serve?Serve para li...
13/08/2026

Muito se ensina e se aprende a olhar para as ervas a partir da pergunta mais imediata: para que isso serve?

Serve para limpar.
Serve para acalmar.
Serve para proteger.
Serve para abrir caminho.

Esses conhecimentos importam. Muitos deles foram preservados justamente porque pessoas antes de nós mantiveram relações profundas com as plantas e transmitiram aquilo que aprenderam. São sobre fundamento.

No entanto, no meu caminho espiritual, fui entendendo que existe outra camada. Uma erva não é apenas aquilo que fazemos com ela. Existe também a relação que construímos com ela.

Há plantas que acompanham determinadas fases da nossa vida. Algumas aparecem repetidamente. Outras nos atravessam pela memória, pelo cheiro, pela ancestralidade, por uma sensação no corpo ou por uma aproximação que não começou racionalmente.

Quando falo em erva de poder, é dessa escuta que estou falando. Não da ideia de que uma planta vai resolver nossa vida, nem de uma fórmula espiritual pronta.

Falo de perceber que forças nos ajudam a recuperar presença, limite, coragem, confiança, firmeza ou enraizamento.

Diante de uma experiência difícil, a proposta é reconhecer os recursos que faltaram e voltar a encontrá-los dentro da própria história. A erva de poder toca um território parecido.

Que força eu preciso reconhecer e cultivar agora?

No Encontro 11 da Roda do Encantado, vamos nos sentar em roda para ouvir com os olhos de dentro. Depois da meditação, a carta xamânica será nosso fio de expandir a experiência de escuta.

Cuidar do próprio campo também passa por aprender a reconhecer aquilo que nos sustenta.

Quer viver essa experiência? Comente para saber sobre a próxima Roda do Encantado.

11/08/2026

Falar do sentir lembrando da potência da adolescência - PARTE 2

Uma excelente forma de lembrar como os sentimentos, enquanto mulher, foram sendo sentidos, é se lembrar da adolescência.

Como foi sentir os próprios desejos? Como foi caminhar no mundo no próprio corpo?

De forma popular e verdadeira, te digo: ali vem a prova dos nove. Meninas serão reprimidas, oprimidadas, ignoradas.

Diálogos não prevalecem e o que poderia ser uma conversa de reconhecimento de si se torna, muitas vezes, em um espetáculo de regras de como alguém deve ser.

Como aquela pessoa está constituindo o sentir dela? A gente adultece. Os sentimentos muitas vezes sem autoidentificação. Muitas vezes o que se chama intuição é um dado sensível do corpo pedindo para ser lembrado.

A mente é parte estruturante do sentir. Mas ela não é a única, menos ainda a principal. A fluidez dentro do processo corporal e da mente é o que permite estar no mundo sentindo o que se sente. Apenas com a mente também é possível: e aí você, que me lê, vai SABER o que sente.

Fluidez não é equilíbrio, fluidez não é mente vazia e menos ainda domínio meditativo, menos ainda explorar o próprio corpo para decodificá-lo.

SABER sem saber no corpo é como não saber.

Todo trabalho presencial precisa de uma estrutura que acompanhe sua prática.Foi a partir dessa lógica que organizamos os...
10/08/2026

Todo trabalho presencial precisa de uma estrutura que acompanhe sua prática.

Foi a partir dessa lógica que organizamos os Planos Presença da Casa Pulsar: diferentes formas de usar a Casa de acordo com o tamanho da agenda, a frequência dos atendimentos e o vínculo que cada profissional deseja construir por aqui.

Há quem precise da Casa algumas horas por mês.

Há quem já tenha uma agenda recorrente e queira mais previsibilidade.

E há quem procure uma base profissional, com horários reservados, integração e maior presença no cotidiano da Casa.

Por isso, criamos três possibilidades:

Semente — 4 horas mensais, por R$ 340/mês.

Raiz — de 8 a 15 horas mensais, a partir de R$ 640/mês.

Território — a partir de 16 horas mensais, a partir de R$ 1.200/mês.

Mais do que disponibilizar salas, queremos criar condições para que profissionais possam desenvolver seus trabalhos com estrutura, continuidade e pertencimento — sem precisar assumir sozinhos tudo o que envolve manter um espaço próprio.

Um espaço para atender. Um território profissional para pertencer.

Para conhecer disponibilidade, horários e condições dos Planos Presença, fale com a Casa Pulsar pelo WhatsApp.

Cantar vitória por "dar conta de tudo" é aceitar um contrato silencioso e cruel: o de que a sua presença só tem valor en...
07/08/2026

Cantar vitória por "dar conta de tudo" é aceitar um contrato silencioso e cruel: o de que a sua presença só tem valor enquanto você estiver servindo.

Fomos ensinadas a ter orgulho de uma capacidade quase sobre-humana de antecipar crises, resolver problemas alheios e sustentar estruturas funcionais e emocionais de parceiros, famílias e equipes. O mercado chama isso de competência; a cultura chama de dedicação.

Vamos tratar aqui do custo invisível e alto para essa indispensabilidade.

Sustentar o papel de "pilar" exige um estado de alerta permanente que contrai o corpo, sequestra o tempo de descanso e transforma a própria existência em um trabalho contínuo. Muitas vezes, essa hiperficiência vira uma apólice de seguro relacional: se eu for indispensável, ninguém vai embora; se eu resolver tudo, ninguém pode me criticar.

Só que vínculo baseado na sua utilidade não é uma relação de troca; é uma prestação de serviços. E a conta da indisponibilidade do outro sempre chega no seu corpo.

Desarmar essa armadura envolve suportar o desconforto de ver as coisas saírem do seu controle, deixar que os outros lidem com as próprias consequências e testar se existe afeto real onde você não está produzindo nada.

No Núcleo Emocional da Casa Pulsar, oferecemos espaço de escuta e acompanhamento terapêutico para investigar as origens dessa compulsão por cuidar e construir relações onde o pertencimento não exija o seu aniquilamento.

As inscrições para os nossos atendimentos individuais e grupos terapêuticos estão abertas. Para compreender nossas abordagens éticas e verificar disponibilidade de horários, acesse o link na bio ou envie uma mensagem direta.

Endereço

Rua Morais De Barros, 287, Campo Belo
São Paulo, SP
04609-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 20:00
Terça-feira 09:00 - 20:00
Quarta-feira 09:00 - 20:00
Quinta-feira 09:00 - 20:00
Sexta-feira 09:00 - 20:00
Sábado 09:00 - 20:00

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