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� Médica Ginecologista e Obstetra, apaixonada pela Medicina e pela Vida.
�Especialista em Patologia do Trato Ge***al Inferior e Colposcopia, HPV, Reprodução Humana e Cirurgia Minimamente Invasiva.
� Mãe dos gêmeos, Beatriz e do Eduardo ��

Coçou, ardeu, incomodou.Para muitas mulheres, a primeira conclusão é automática: “estou com candidíase de novo”.Só que c...
15/10/2026

Coçou, ardeu, incomodou.

Para muitas mulheres, a primeira conclusão é automática: “estou com candidíase de novo”.

Só que coceira v***ar não é sinônimo de candidíase.

Infecções por fungos realmente podem provocar coceira e ardor, mas dermatites, alterações dos tecidos relacionadas à menopausa e algumas doenças da pele da v***a também podem apresentar sintomas semelhantes.

Isso ajuda a explicar por que algumas mulheres usam o mesmo tratamento várias vezes e o incômodo continua voltando.

Por isso, antes de recorrer a pomadas ou medicamentos por conta própria, é importante buscar uma avaliação ginecológica. Sintomas semelhantes podem ter causas diferentes, e o tratamento adequado depende de um diagnóstico correto.

Quando a queixa é persistente ou recorrente, ou quando aparecem fissuras, mudanças na cor ou na textura da pele, o exame da região passa a ser especialmente importante.

A v***a também tem pele. E essa pele pode adoecer, mudar e precisar de cuidados específicos ao longo da vida.

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

Uma pequena mancha na roupa íntima.Um sangramento depois da relação.Algo que aconteceu uma única vez e depois desaparece...
13/10/2026

Uma pequena mancha na roupa íntima.

Um sangramento depois da relação.

Algo que aconteceu uma única vez e depois desapareceu.

É fácil pensar que, por ter sido pouco, não merece atenção.

Depois da menopausa, porém, qualquer novo episódio de sangramento precisa ser comunicado e investigado.

Isso não significa partir automaticamente para o pior diagnóstico. Existem diferentes causas possíveis, inclusive alterações benignas.

A importância da avaliação está justamente em descobrir a origem desse sangramento.

Dependendo da história de cada mulher, podem ser necessários exame ginecológico e exames complementares para avaliar a va**na, o colo do útero e o endométrio.

Depois da menopausa, não espere o sangramento se repetir para comentar na consulta.

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

Duas mulheres podem dizer exatamente a mesma frase:“Estou sentindo dor na relação.”E terem causas completamente diferent...
12/10/2026

Duas mulheres podem dizer exatamente a mesma frase:

“Estou sentindo dor na relação.”

E terem causas completamente diferentes para esse sintoma.

Na peri e na pós-menopausa, a redução hormonal pode alterar a lubrificação e os tecidos da região íntima. Mas fissuras, doenças v***ares, vulvodínia, infecções e alterações do assoalho pélvico também podem provocar dor.

Até a forma como essa dor aparece traz informações importantes.

Se acontece logo na entrada, mais profundamente, durante toda a relação, apenas depois ou acompanhada de ardor ou sangramento, por exemplo.

O objetivo da avaliação não é simplesmente fazer a dor desaparecer por algumas horas.

É entender o que está provocando aquele sintoma para tratar a causa de maneira mais direcionada.

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

08/10/2026

Envelhecer também pode significar ganhar clareza, reconhecer os próprios desejos e escolher com mais consciência aquilo que faz sentido para você.

Depois dos 40, cuidar da saúde permite atravessar as mudanças da perimenopausa e da menopausa com mais informação, conforto e autonomia.

Cada fase traz novas possibilidades de se conhecer, se priorizar e construir uma vida cada vez mais alinhada com quem você se tornou.

Os próximos anos também podem ser vividos com mais presença, liberdade e cuidado.

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

Quando falamos em câncer de mama, é natural que o primeiro foco esteja no diagnóstico e no tratamento da doença.Mas exis...
01/10/2026

Quando falamos em câncer de mama, é natural que o primeiro foco esteja no diagnóstico e no tratamento da doença.

Mas existe uma conversa importante que continua depois.

Algumas mulheres entram na menopausa mais cedo por causa do tratamento. Outras passam a conviver com ressecamento va**nal, ardor, desconforto nas relações ou sintomas urinários que interferem na rotina e na vida íntima.

Ter um histórico de câncer de mama muda alguns critérios de tratamento, mas não significa que esses sintomas devam simplesmente ser suportados.

Existem possibilidades hormonais e não hormonais, e cada escolha precisa considerar o tipo de câncer, os tratamentos realizados, os medicamentos em uso e a avaliação conjunta dos profissionais que acompanham essa mulher.

Cuidar da qualidade de vida também faz parte do cuidado depois do câncer.

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

30/09/2026

Aos 40, os 80 ainda podem parecer distantes. Mas muitas das condições que sustentam uma vida ativa começam a ser construídas muito antes.

Cuidar da saúde hoje também é preservar a liberdade de continuar caminhando, viajando, trabalhando e fazendo as próprias escolhas ao longo dos anos.

Na ginecologia da longevidade, prevenção significa acompanhar cada fase com intenção e preparar o corpo para tudo o que você ainda deseja viver.

Que tipo de liberdade você quer preservar para o seu futuro?

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

Conhecer a janela de oportunidade ajuda a conversar sobre reposição hormonal com mais tranquilidade e informação.O recom...
28/09/2026

Conhecer a janela de oportunidade ajuda a conversar sobre reposição hormonal com mais tranquilidade e informação.

O recomendado é iniciar o tratamento nos primeiros 10 anos após a menopausa e antes dos 60 anos o que oferece uma relação mais favorável entre benefícios e riscos.

Nesse período, a terapia hormonal pode ajudar no controle dos fogachos e de outros sintomas, além de contribuir para a proteção óssea.

Depois dessa janela, a avaliação ganha outros critérios. A decisão continua considerando a saúde, os sintomas e as preferências de cada mulher.

Leve esse tema para a sua próxima consulta.
Você já sabia que o momento de iniciar também faz parte da decisão sobre a reposição hormonal?

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

25/09/2026

Quando o receio de rir, tossir ou treinar começa a influenciar suas escolhas, mesmo um pequeno escape já está ocupando espaço demais na rotina.

O fortalecimento do assoalho pélvico pode fazer parte desse cuidado. Em casos indicados, o Emsella utiliza estímulos eletromagnéticos para provocar contrações profundas da musculatura pélvica de forma não invasiva.

A avaliação ajuda a compreender o tipo de perda urinária e definir quais possibilidades fazem sentido para cada mulher.

Quanto da sua rotina já começou a ser organizada em função desse receio?

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

Duas mulheres podem perceber que a região íntima mudou e estar falando de coisas diferentes.Uma pode notar mais flacidez...
23/09/2026

Duas mulheres podem perceber que a região íntima mudou e estar falando de coisas diferentes.

Uma pode notar mais flacidez e mudanças na qualidade da pele. Outra pode perceber perda de volume e de sustentação nos grandes lábios.
Identificar qual mudança está presente ajuda a definir o recurso mais adequado para cada planejamento.

O bioestimulador trabalha a produção de colágeno de forma gradual. O preenchimento atua na reposição de volume e pode ajudar a melhorar a sustentação e o contorno da região.

Quando existe indicação, esses recursos podem ser usados separadamente ou fazer parte do mesmo planejamento.

Você imaginava que mudanças na firmeza e no volume poderiam pedir cuidados diferentes?

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

21/09/2026

Os exames contam uma parte importante da sua saúde. A forma como você dorme, sente desejo, percebe sua energia e se relaciona com o próprio corpo também conta.

Depois dos 40, acompanhar a saúde envolve compreender essas mudanças e encontrar caminhos para viver cada fase com mais conforto, autonomia e bem-estar.

Na ginecologia da longevidade, tudo o que influencia a maneira como você está vivendo merece espaço na consulta.

Dra. Maria Paula Silveira
Ginecologia da Longevidade
CRM-SP 112.288 | RQE 40.697

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