Instituto Camila Ghezzani

Instituto Camila Ghezzani O Instituto é um espaço de muito acolhimento.

Fazemos do Centro de psicologia infantil um ambiente acolhedor e seguro para todos que precisam de nossos cuidados.

Receber o diagnóstico de TEA, TDAH ou de outra condição do neurodesenvolvimento costuma ser um momento marcado por muita...
30/07/2026

Receber o diagnóstico de TEA, TDAH ou de outra condição do neurodesenvolvimento costuma ser um momento marcado por muitas emoções. É comum surgirem dúvidas, inseguranças e preocupações sobre o futuro. Entretanto, é importante lembrar que o diagnóstico não define uma pessoa — ele amplia a compreensão sobre suas necessidades, potencialidades e formas mais adequadas de oferecer suporte.

O verdadeiro objetivo do diagnóstico é orientar intervenções individualizadas, baseadas em evidências científicas e nas características únicas de cada criança ou adolescente. Mais do que identificar dificuldades, o processo busca compreender habilidades, promover autonomia, favorecer a participação social e melhorar a qualidade de vida.

Após o diagnóstico, alguns passos são fundamentais:

✔️ Buscar informações em fontes confiáveis;
✔️ Compreender as necessidades específicas da pessoa;
✔️ Construir uma rede de cuidado multiprofissional quando necessário;
✔️ Fortalecer a parceria entre família, escola e profissionais;
✔️ Acompanhar continuamente o desenvolvimento, respeitando cada etapa da evolução.

Cada pessoa apresenta um perfil de desenvolvimento único. Por isso, comparações podem gerar expectativas irreais e dificultar um planejamento realmente eficaz. O cuidado deve ser individualizado, respeitando as características, os objetivos e o contexto de vida de cada indivíduo.

O desenvolvimento acontece de forma contínua, e o plano terapêutico também precisa ser constantemente revisado para acompanhar novas demandas e conquistas.

💙 O diagnóstico não representa um limite. Ele é o ponto de partida para um cuidado mais consciente, humanizado e baseado nas reais necessidades da pessoa.

Salve este conteúdo para consultar sempre que precisar e compartilhe com famílias que estão iniciando essa jornada.

👀 Seu filho evita contato visual. Isso sempre é autismo?A resposta é não.Embora o contato visual reduzido possa estar pr...
29/07/2026

👀 Seu filho evita contato visual. Isso sempre é autismo?

A resposta é não.

Embora o contato visual reduzido possa estar presente no Transtorno do Espectro Autista (TEA), ele também pode ocorrer em situações como timidez, ansiedade, insegurança, sobrecarga sensorial e outras características do desenvolvimento infantil.

Por isso, nenhum diagnóstico deve ser baseado em um único comportamento.

Durante uma avaliação, o profissional analisa o conjunto do desenvolvimento da criança, incluindo comunicação, interação social, linguagem, comportamento, aspectos sensoriais e marcos do desenvolvimento.

💙 Cada criança é única. Observar os sinais precocemente não é rotular, mas oferecer o suporte necessário quando ele faz diferença.

📍 Instituto Camila Ghezzani
Cuidando do desenvolvimento infantil com acolhimento, ciência e atendimento individualizado.

🎒💙 VOLTA ÀS AULAS: APRENDER COMEÇA QUANDO A CRIANÇA SE SENTE SEGURAA volta às aulas pode ser desafiadora, principalmente...
28/07/2026

🎒💙 VOLTA ÀS AULAS: APRENDER COMEÇA QUANDO A CRIANÇA SE SENTE SEGURA

A volta às aulas pode ser desafiadora, principalmente para crianças neurodivergentes. Mudanças na rotina, novos estímulos e expectativas podem gerar ansiedade e insegurança.

Quando a criança se sente acolhida e compreendida, o cérebro consegue focar no que realmente importa: aprender, interagir, desenvolver autonomia e regular as emoções.

Algumas atitudes ajudam nessa adaptação:

🔹 Preparar a rotina antes do retorno.
🔹 Validar os sentimentos da criança.
🔹 Fortalecer a parceria entre família e escola.
🔹 Respeitar o tempo de adaptação de cada um.

💙 Um ambiente emocionalmente seguro favorece a aprendizagem, fortalece a autoestima e contribui para um desenvolvimento mais saudável.

No Instituto Camila Ghezzani, acreditamos que aprender começa quando a criança se sente segura.

A escola vai muito além das notas. Para muitos adolescentes neurodivergentes, cada dia exige um grande esforço para lida...
27/07/2026

A escola vai muito além das notas. Para muitos adolescentes neurodivergentes, cada dia exige um grande esforço para lidar com a atenção, organização, relações sociais, estímulos sensoriais e regulação emocional.

Muitas dessas dificuldades acabam sendo interpretadas como preguiça, desinteresse ou indisciplina, quando, na verdade, refletem diferenças no neurodesenvolvimento.

Além disso, muitos adolescentes praticam o **masking** (camuflagem social), escondendo suas dificuldades para evitar julgamentos. Esse esforço pode gerar exaustão, ansiedade e sobrecarga emocional.

Uma escola verdadeiramente inclusiva é construída com acolhimento, previsibilidade, adaptações quando necessárias e parceria entre escola, família e profissionais.

💙 No Instituto Camila Ghezzani, acreditamos que a inclusão começa pela compreensão. Quando enxergamos além do comportamento, ajudamos adolescentes neurodivergentes a desenvolverem seu potencial com mais segurança, autonomia e qualidade de vida.

Salve este conteúdo e compartilhe com famílias, professores e profissionais da educação. Informação baseada em evidências transforma a escola em um ambiente mais acolhedor e inclusivo.

A comunicação do adulto exerce um papel fundamental no desenvolvimento emocional, social e acadêmico da criança. Para cr...
24/07/2026

A comunicação do adulto exerce um papel fundamental no desenvolvimento emocional, social e acadêmico da criança. Para crianças neurodivergentes, palavras de acolhimento, previsibilidade e respeito podem reduzir significativamente os níveis de ansiedade, favorecer a autorregulação emocional e fortalecer a confiança para participar das atividades escolares.

Frases simples, quando utilizadas de forma intencional, ajudam a criar um ambiente mais seguro e inclusivo, respeitando o ritmo de aprendizagem, as diferenças individuais e as necessidades de cada criança. Muito além do conteúdo pedagógico, a maneira como professores e familiares se comunicam influencia diretamente a autoestima, o sentimento de pertencimento e a disposição da criança para enfrentar novos desafios.

Valorizar o esforço, oferecer apoio, dividir tarefas em etapas e evitar comparações são estratégias respaldadas pelos princípios da educação inclusiva e do desenvolvimento infantil, promovendo experiências de aprendizagem mais positivas e significativas.

No Instituto Camila Ghezzani, acreditamos que inclusão começa pela forma como nos comunicamos. Cada palavra pode fortalecer vínculos, reduzir barreiras e contribuir para que a criança desenvolva todo o seu potencial em um ambiente de respeito, segurança e acolhimento.

💙 Afinal, educar também é escolher palavras que acolhem.

Conta para nós nos comentários: qual dessas frases você acredita que toda criança deveria ouvir na escola?

23/07/2026

🎒 **"Meu filho não quer voltar para a escola."**
Será que é apenas preguiça?

Nem sempre.

A recusa escolar pode ser a forma que o adolescente encontrou para comunicar que algo não está bem. Ansiedade, bullying, dificuldades de aprendizagem, conflitos com colegas, baixa autoestima, medo de fracassar ou até mudanças emocionais podem estar por trás desse comportamento.

Por isso, antes de interpretar como falta de interesse ou desobediência, vale fazer uma pergunta importante:

**"O que meu filho está tentando me dizer através dessa atitude?"**

Escutar sem julgamentos, acolher os sentimentos e investigar a causa da recusa é o primeiro passo para oferecer o suporte que ele realmente precisa.

Quando essa resistência é frequente, intensa ou interfere na rotina da família, uma avaliação profissional pode ajudar a compreender o que está acontecendo e indicar as melhores estratégias.

💙 Lembre-se: comportamento é comunicação. Quanto antes entendermos a mensagem, maiores são as chances de ajudar o adolescente a enfrentar esse desafio de forma saudável.

💬 Você já passou por essa situação em casa? Conte nos comentários.

📩 Se precisar de orientação, envie uma mensagem para o direct. Nossa equipe está pronta para ajudar sua família.

A adaptação para a volta às aulas não começa no primeiro dia de aula. Ela começa nos dias que antecedem esse retorno.Par...
22/07/2026

A adaptação para a volta às aulas não começa no primeiro dia de aula. Ela começa nos dias que antecedem esse retorno.

Para muitas crianças neurodivergentes, mudanças bruscas de rotina podem representar um grande desafio. Alterações repentinas nos horários de sono, alimentação, atividades e demandas escolares exigem um esforço significativo de adaptação, podendo aumentar a ansiedade, a irritabilidade e a sobrecarga emocional.

Por isso, um dos erros mais comuns é esperar a última semana ou até a véspera das aulas para reorganizar toda a rotina.

A previsibilidade é uma importante aliada do desenvolvimento infantil. Quando a criança sabe o que vai acontecer e tem tempo para se preparar, seu cérebro consegue organizar melhor as informações, reduzindo o impacto das mudanças.

Pequenos ajustes realizados de forma gradual costumam fazer diferença, como:
* Antecipar aos poucos o horário de dormir e acordar.
* Retomar os horários habituais das refeições.
* Conversar sobre a rotina escolar e o que acontecerá nos primeiros dias.
* Organizar os materiais escolares junto com a criança.
* Validar sentimentos e acolher possíveis inseguranças durante essa transição.

É importante lembrar que cada criança possui seu próprio ritmo de adaptação. Comparações podem aumentar a pressão e gerar ainda mais estresse. O foco deve estar em oferecer segurança, previsibilidade, acolhimento e consistência.

No Instituto Camila Ghezzani, acreditamos que compreender o funcionamento de cada criança é essencial para promover um desenvolvimento saudável e fortalecer sua autonomia diante dos desafios do dia a dia.

💬 E na sua casa, qual costuma ser o maior desafio durante a volta às aulas? Compartilhe sua experiência nos comentários.

🌙 Dormir fora de casa pode ser um grande desafio.Uma noite em outro ambiente pode parecer algo simples para muitos adult...
21/07/2026

🌙 Dormir fora de casa pode ser um grande desafio.

Uma noite em outro ambiente pode parecer algo simples para muitos adultos, mas para diversas crianças neurodivergentes essa mudança representa um aumento importante na carga de processamento sensorial e na necessidade de adaptação cerebral.

O cérebro infantil, especialmente quando apresenta características de neurodivergência, tende a depender de previsibilidade, rotina e segurança emocional para iniciar e manter um sono de qualidade. Quando esses elementos são modificados, diferentes sistemas sensoriais entram em alerta para interpretar o novo ambiente.

Novos sons, cheiros, iluminação, temperatura, texturas, disposição dos móveis e mudanças na rotina exigem um processamento adicional. Esse esforço pode aumentar a ativação fisiológica, dificultando o relaxamento necessário para o início do sono e favorecendo sintomas como inquietação, ansiedade, resistência para dormir ou despertares frequentes.

É importante compreender que, nesses casos, a dificuldade para dormir não representa birra, manipulação ou falta de limites. Trata-se de uma resposta neurobiológica relacionada à forma como o cérebro percebe, interpreta e organiza as informações do ambiente.

Cada adaptação realizada respeita o funcionamento individual da criança e favorece sua autorregulação emocional. Adaptar não significa "acostumar mal", mas oferecer condições para que o cérebro desenvolva segurança, autonomia e flexibilidade de forma gradual.

A psicologia baseada em evidências e a neurociência mostram que acolher as necessidades individuais fortalece o desenvolvimento emocional e contribui para experiências mais positivas ao longo da infância.

💜 Cada criança possui um perfil sensorial único. Comparações raramente ajudam. Compreensão, previsibilidade e acolhimento fazem toda a diferença.

📍 Instituto Camila Ghezzani – Psicologia infantil baseada em evidências.

🧩 As férias escolares costumam trazer mudanças importantes na rotina das crianças. Mas será que esse também é o momento ...
20/07/2026

🧩 As férias escolares costumam trazer mudanças importantes na rotina das crianças. Mas será que esse também é o momento ideal para interromper as terapias?

A resposta é: depende.

Cada criança possui necessidades, objetivos terapêuticos e um momento de desenvolvimento diferente. Por isso, a decisão de manter ou pausar o acompanhamento deve ser individualizada e baseada em critérios clínicos, nunca apenas no calendário escolar.

Para muitas crianças com transtornos do neurodesenvolvimento, a continuidade das intervenções favorece a manutenção das habilidades já adquiridas, reduz a possibilidade de regressões e oferece previsibilidade, fator essencial para o bem-estar emocional e comportamental.

Por outro lado, quando os objetivos terapêuticos estão consolidados e existe orientação da equipe responsável, uma pausa planejada pode ser benéfica, permitindo descanso sem comprometer o desenvolvimento.

O mais importante é que essa decisão seja construída em conjunto com os profissionais que acompanham a criança, considerando suas necessidades, potencialidades e o contexto familiar.

No Instituto Camila Ghezzani, acreditamos que um planejamento terapêutico individualizado proporciona mais segurança para a criança e mais tranquilidade para toda a família, inclusive durante o período de férias.

💙 Salve este conteúdo para consultar sempre que surgir essa dúvida e compartilhe com outras famílias que também podem se beneficiar dessa informação.

🧠 O cérebro infantil precisa do tédio. E isso não significa falta de estímulos.Em uma rotina em que as crianças estão co...
17/07/2026

🧠 O cérebro infantil precisa do tédio. E isso não significa falta de estímulos.

Em uma rotina em que as crianças estão constantemente expostas a telas, atividades programadas e entretenimento imediato, o tédio costuma ser visto como algo negativo. Porém, a ciência do desenvolvimento infantil mostra exatamente o contrário.

Quando a criança vivencia momentos de pausa e brincadeira livre, diferentes áreas do cérebro são estimuladas a trabalhar de forma integrada. É nesse espaço que ela cria hipóteses, desenvolve a imaginação, aprende a resolver problemas, organiza pensamentos, exercita funções executivas e fortalece sua autonomia.

O chamado "ócio criativo" favorece o amadurecimento de habilidades essenciais para a aprendizagem escolar, para a regulação emocional e para a vida em sociedade.

Isso não significa deixar a criança sem acolhimento ou sem oportunidades de aprender. Significa permitir que ela tenha tempo para explorar o ambiente, inventar brincadeiras, lidar com pequenas frustrações e descobrir seus próprios interesses.

Durante as férias — e também na rotina diária — oferecer momentos sem excesso de estímulos é uma forma importante de promover um desenvolvimento saudável.

No Instituto Canila Ghezzani, acreditamos que o desenvolvimento infantil acontece tanto nos momentos de ensino estruturado quanto nas experiências espontâneas de brincar, imaginar e descobrir.

💙 Salve este conteúdo para consultar sempre que surgir a dúvida sobre a importância do tempo livre e compartilhe com outras famílias.

Endereço

R. Jesuíno De Brito, 51/Freguesia Do Ó
São Paulo, SP
02925-140

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