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Thaiana F. Brotto - CRP 06/106524 Psicologia Clínica na cidade de São Paulo, próximo à região da Berrini - Brooklin.

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Ouça ou leia... "Depressão Secundária: Causas, Sintomas e Tratamento" -       - A depressão secundária tem origem orgâni...
12/10/2026

Ouça ou leia... "Depressão Secundária: Causas, Sintomas e Tratamento" - - A depressão secundária tem origem orgânica — doenças crônicas ou efeitos colaterais de medicamentos — e não em fatores emocionais. Seu tratamento exige uma abordagem multidisciplinar e contínua. -

A depressão secundária é causada por doenças ou medicamentos, não por fatores emocionais. Entenda seus sintomas, diagnóstico e opções de tratamento.

EMOÇÕES | Nem sempre é fácil identificar exatamente o que estamos sentindo. Às vezes, percebemos apenas que estamos dife...
08/10/2026

EMOÇÕES | Nem sempre é fácil identificar exatamente o que estamos sentindo. Às vezes, percebemos apenas que estamos diferentes, mais cansados, irritados ou inquietos, sem conseguir explicar o motivo.

Dar nome a uma emoção pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo. Quando conseguimos identificar o que sentimos, também podemos perceber com mais clareza quais situações, pensamentos ou necessidades podem estar relacionados àquela experiência.

Isso não significa que toda emoção tenha uma explicação imediata. Algumas sensações podem ser confusas ou difíceis de traduzir em palavras, especialmente quando estamos passando por muitas coisas ao mesmo tempo.

Observar as próprias emoções com curiosidade, sem julgá-las imediatamente, pode ser um exercício importante. Em vez de pensar apenas “estou mal”, podemos tentar perceber se existe tristeza, frustração, preocupação, medo, irritação ou outra experiência presente naquele momento.

Com o tempo, esse reconhecimento pode ampliar nosso repertório emocional e facilitar a comunicação com outras pessoas. Quanto mais conseguimos compreender aquilo que sentimos, maiores podem ser as possibilidades de escolher como lidar com essa experiência.

Para mais informações sobre saúde emocional, comportamento, carreira e psicoterapia, siga a nossa página ou acesse o nosso blog: psicologosberrini.com.br/blog.

COMUNICAÇÃO | Discordar faz parte das relações. Pessoas diferentes podem ter opiniões, experiências e formas de interpre...
07/10/2026

COMUNICAÇÃO | Discordar faz parte das relações. Pessoas diferentes podem ter opiniões, experiências e formas de interpretar uma mesma situação, sem que isso precise transformar toda conversa em um confronto.

Quando percebemos uma opinião diferente da nossa, podemos sentir vontade de defender imediatamente o nosso ponto de vista. Mas ouvir antes de responder pode abrir espaço para compreender o que a outra pessoa realmente está dizendo.

Também faz diferença a maneira como expressamos nossa discordância. Falar sobre o que pensamos sem desqualificar a outra pessoa ajuda a manter o diálogo aberto, mesmo quando não existe concordância.

Isso não significa evitar conversas difíceis ou concordar com tudo para manter a harmonia. Discordar também pode ser uma forma saudável de se posicionar. O importante é perceber quando a conversa deixa de ser uma troca e passa a funcionar como uma disputa para determinar quem está certo.

Podemos não chegar à mesma conclusão e, ainda assim, sair da conversa com uma compreensão maior sobre o ponto de vista do outro. Respeitar uma opinião diferente não exige abandonar a nossa, mas reconhecer que o diálogo pode existir mesmo quando não há concordância.

Para mais informações sobre saúde emocional, comportamento, carreira e psicoterapia, siga a nossa página ou acesse o nosso blog: psicologosberrini.com.br/blog.

AMIZADES | As amizades também podem mudar ao longo da vida. Mudanças de trabalho, relacionamentos, cidade, interesses e ...
07/10/2026

AMIZADES | As amizades também podem mudar ao longo da vida. Mudanças de trabalho, relacionamentos, cidade, interesses e prioridades podem alterar a frequência dos encontros e a maneira como duas pessoas convivem.

Isso não significa necessariamente que o vínculo deixou de existir. Uma amizade não precisa permanecer exatamente igual para continuar sendo significativa. Em algumas fases, pode haver encontros frequentes; em outras, o contato pode se tornar mais espaçado.

Também é natural que as pessoas mudem. Podemos desenvolver novos interesses, assumir responsabilidades diferentes e passar por experiências que transformam nossa maneira de pensar. As amizades podem acompanhar essas mudanças ou encontrar novas formas de existir.

Ao mesmo tempo, algumas relações realmente deixam de fazer sentido com o passar do tempo. Reconhecer isso também faz parte das experiências de amizade. Nem todo afastamento precisa ser interpretado como fracasso ou como sinal de que alguém deixou de se importar.

Talvez o mais importante seja perceber o que permanece possível dentro de cada vínculo. Uma amizade pode mudar de formato, frequência e dinâmica e, ainda assim, continuar oferecendo espaço para troca, afeto e presença quando as pessoas conseguem se encontrar novamente.

Para mais informações sobre saúde emocional, comportamento, carreira e psicoterapia, siga a nossa página ou acesse o nosso blog: psicologosberrini.com.br/blog.

AUTOCONFIANÇA | Mesmo quando temos experiências, resultados e conhecimentos que demonstram nossa capacidade, podemos que...
07/10/2026

AUTOCONFIANÇA | Mesmo quando temos experiências, resultados e conhecimentos que demonstram nossa capacidade, podemos questionar se realmente somos competentes. Em alguns momentos, a sensação de não merecer aquilo que conquistamos pode falar mais alto do que as evidências.

Esse tipo de experiência é frequentemente associado à chamada síndrome do impostor. A pessoa pode atribuir suas conquistas à sorte, ao acaso ou à ajuda de outras pessoas, enquanto interpreta dificuldades e erros como uma confirmação de que não é tão capaz quanto os outros imaginam.

Reconhecer essa sensação não significa que ela corresponda à realidade. Podemos ser competentes e, ainda assim, sentir insegurança diante de novos desafios ou ter dificuldade para reconhecer o próprio desempenho.

Comparações também podem influenciar essa percepção. Ao observar apenas os resultados dos outros, podemos esquecer que não conhecemos suas dificuldades, dúvidas ou o caminho percorrido até determinada conquista.

Por isso, pode ser importante olhar para a própria trajetória de maneira mais ampla. Reconhecer aprendizados, esforços e conquistas não significa ignorar aquilo que ainda precisamos desenvolver, mas permitir que nossas dificuldades não apaguem tudo o que já construímos.

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CONEXÕES | Conversar com alguém exige mais do que estar fisicamente presente. Quando o celular está por perto, notificaç...
07/10/2026

CONEXÕES | Conversar com alguém exige mais do que estar fisicamente presente. Quando o celular está por perto, notificações, mensagens e outros estímulos podem disputar a nossa atenção, mesmo quando estamos envolvidos em uma conversa importante.

Olhar para o celular durante uma interação pode parecer um gesto pequeno, mas pode interferir na qualidade da troca. A atenção é uma parte importante da comunicação, especialmente quando queremos demonstrar interesse pelo que a outra pessoa está dizendo.

Isso não significa que precisamos abandonar completamente o celular durante todos os encontros. Há situações em que precisamos verificar uma mensagem, atender uma ligação ou resolver alguma questão. O ponto é perceber quando o aparelho está ocupando um espaço que poderia ser dedicado à conversa.

Também vale observar o próprio hábito. Pegamos o celular porque realmente precisamos dele naquele momento ou porque sentimos dificuldade em permanecer alguns minutos sem estímulos? Essa percepção pode ajudar a entender melhor nossa relação com a tecnologia.

Em alguns momentos, deixar o aparelho de lado pode ser uma escolha simples para favorecer a presença e a escuta. Estar disponível para uma conversa também significa permitir que a nossa atenção esteja, de fato, com quem está diante de nós.

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REFLEXÃO | Mudar de ideia pode parecer simples quando olhamos apenas para a decisão final. Na prática, nossas opiniões c...
06/10/2026

REFLEXÃO | Mudar de ideia pode parecer simples quando olhamos apenas para a decisão final. Na prática, nossas opiniões costumam estar relacionadas às experiências que tivemos, aos valores que desenvolvemos e à maneira como interpretamos as informações que recebemos.

Quando encontramos uma perspectiva diferente da nossa, podemos sentir desconforto. Reconhecer que uma opinião precisa ser revista também pode significar admitir que não tínhamos todas as informações ou que passamos a enxergar determinada situação de outra maneira.

Além disso, tendemos a buscar coerência entre aquilo que pensamos e aquilo que já defendemos anteriormente. Por isso, uma mudança de opinião pode parecer, equivocadamente, uma demonstração de contradição ou falta de firmeza.

Mudar de ideia, porém, não significa necessariamente abandonar nossos princípios. Novas informações, experiências e conversas podem ampliar nossa compreensão sobre determinado assunto e nos levar a reconsiderar uma posição.

Ter abertura para rever uma opinião não significa aceitar qualquer argumento sem reflexão. Significa conseguir ouvir, questionar e avaliar novas perspectivas antes de decidir se algo realmente mudou na nossa maneira de pensar.

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FAMÍLIA | Mesmo na vida adulta, a opinião dos nossos pais pode continuar despertando sentimentos importantes. Isso acont...
06/10/2026

FAMÍLIA | Mesmo na vida adulta, a opinião dos nossos pais pode continuar despertando sentimentos importantes. Isso acontece porque a relação com eles começa muito antes de construirmos nossa autonomia e pode influenciar a maneira como aprendemos a tomar decisões, lidar com expectativas e enxergar a nós mesmos.

Ao longo do desenvolvimento, algumas opiniões e valores familiares podem se tornar referências importantes. Por isso, mesmo quando sabemos racionalmente que uma escolha é nossa, podemos sentir necessidade de aprovação ou receio de decepcionar nossos pais.

Essa influência não significa que deixamos de ter autonomia. É possível valorizar a opinião dos pais e, ao mesmo tempo, reconhecer que as decisões sobre a própria vida pertencem à pessoa adulta que nos tornamos.

Também é natural que existam diferenças entre gerações. Expectativas relacionadas a trabalho, relacionamentos, dinheiro ou escolhas pessoais podem não ser as mesmas, e essas diferenças podem exigir conversas e novos limites dentro da relação familiar.

Construir autonomia não significa romper vínculos ou ignorar aquilo que nossos pais pensam. Pode significar aprender a ouvir essas opiniões sem permitir que elas determinem, sozinhas, as escolhas que fazemos para a nossa própria vida.

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PROCRASTINAÇÃO | Algumas tarefas parecem tão grandes ou complexas que podemos não saber por onde começar. Diante dessa p...
06/10/2026

PROCRASTINAÇÃO | Algumas tarefas parecem tão grandes ou complexas que podemos não saber por onde começar. Diante dessa percepção, é possível sentir sobrecarga, insegurança ou dificuldade para transformar a intenção de agir em um primeiro passo.

Quando não conseguimos enxergar claramente o caminho até o resultado final, a tarefa pode parecer ainda maior. Adiar o início pode, então, funcionar como uma maneira momentânea de evitar o desconforto associado àquilo que parece difícil ou exigente.

Isso não significa necessariamente falta de vontade ou de organização. A forma como percebemos a tarefa, o tempo disponível, experiências anteriores e as expectativas que colocamos sobre nosso desempenho também podem influenciar a maneira como lidamos com ela.

Uma possibilidade é diminuir o tamanho do primeiro passo. Em vez de pensar em tudo o que precisa ser concluído, podemos identificar uma etapa específica e possível de realizar naquele momento. Começar pequeno pode tornar uma tarefa mais concreta e menos intimidante.

Também pode ser útil observar o que está por trás da dificuldade de começar. Estamos diante de uma tarefa realmente extensa, não sabemos como executá-la, temos medo de errar ou estamos esperando o momento ideal para começar? Compreender isso pode ajudar a encontrar uma forma mais viável de avançar.

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DESCANSO | Descansar o corpo e descansar a mente nem sempre acontecem ao mesmo tempo. Podemos estar fisicamente parados ...
06/10/2026

DESCANSO | Descansar o corpo e descansar a mente nem sempre acontecem ao mesmo tempo. Podemos estar fisicamente parados e, ainda assim, continuar pensando em tarefas, problemas, compromissos ou situações que precisam ser resolvidas.

Depois de um dia intenso, por exemplo, deitar no sofá ou passar algumas horas sem trabalhar pode aliviar o cansaço físico. Mas, se os pensamentos continuam acelerados, talvez a mente ainda não esteja encontrando o mesmo espaço de pausa.

Isso não significa que exista uma única maneira correta de descansar. Algumas pessoas relaxam lendo, ouvindo música ou fazendo uma atividade tranquila, enquanto outras precisam de silêncio, contato com a natureza ou simplesmente de algum tempo sem novas demandas.

Também pode ser difícil perceber que estamos mentalmente cansados quando nos acostumamos a permanecer ocupados. Continuar consumindo informações, respondendo mensagens ou pensando no que precisa ser feito pode manter a atenção em constante atividade, mesmo durante momentos de descanso.

Por isso, observar o que realmente nos ajuda a desacelerar pode ser importante. Cuidar do descanso envolve considerar tanto as necessidades do corpo quanto a possibilidade de criar espaços em que a mente também possa diminuir o ritmo.

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