Instituto Vascular Ricardo Gaspar

Instituto Vascular Ricardo Gaspar RUA ITAPEVA, 240 - 14° ANDAR
CONJ. 1407/1408
BELA VISTA - SÃO PAULO - SP
TEL.: (11) 3266-8959 / 3262-0336 / 3263-0672

O Instituto Vascular Ricardo Gaspar nasceu em 2000 com o desejo de oferecer um espaço onde todas as demandas desta especialidade fossem atendidas. Naquela época, os avanços tecnológicos proporcionaram à medicina a chance de atuar de maneira mais específ**a, contemplando também os tratamentos vasculares. Atentos a estas mudanças, a equipe do Instituto integrou as várias competências que abrangem a

especialidade em todas as suas áreas de atuação. Acompanhando as inovações, a estrutura física do Instituto Vascular Ricardo Gaspar conta com laboratório de diagnóstico vascular e equipamentos de primeira linha, facilitando a realização de pequenas cirurgias e atividades que envolvem desde tratamentos de doenças até procedimentos estéticos. Para casos de maior complexidade, como a cirurgia endovascular, o Instituto mantém parcerias com o Hospital São Camilo Pompéia e o Hospital Santa Catarina.

Veias nas mãos não são varizes. Devido à semelhança, muitas pessoas podem pensar isso. Mas a verdade é que essas veias n...
17/04/2026

Veias nas mãos não são varizes. Devido à semelhança, muitas pessoas podem pensar isso. Mas a verdade é que essas veias no dorso das mãos, na maioria dos casos, não representam sequer um problema circulatório, tampouco doem ou precisam ser tratadas.

Mas para muitas pessoas isso não signif**a que esteja tudo bem. Para elas, a aparência das mãos incomoda e afeta a autoestima. É exatamente para esse público que a medicina vascular tem desenvolvido alternativas, utilizando métodos que se assemelham a outros procedimentos que envolvem a eliminação de vasinhos e veias.

Sobre este assunto, terei o prazer de participar de uma mesa no , o Congresso Internacional de Cirurgia Endovascular, que acontece em São Paulo em abril. Estarei a lado de outros especialistas, debatendo sobre essa atuação específ**a da flebologia estética.

O contexto e variações do tratamento das veias dorsais das mãos garantem um diálogo rico, pois não existe uma abordagem única. Quando pensamos no método mais adequado, devemos considerar o perfil de cada paciente e do resultado esperado.


As principais técnicas disponíveis hoje são:

🔶 Laser endovenoso: uma fibra óptica fina é introduzida na veia para fechá-la pelo calor. Minimamente invasiva, com bons resultados e baixo risco de hematomas.

🔶 Escleroterapia com espuma: o polidocanol injetado na veia promove seu fechamento. Muito usada nas pernas, nas mãos exige indicação criteriosa para evitar efeitos indesejados como manchas.

🔶 Flebectomia ambulatorial: técnica clássica em que as veias são removidas por microincisões. Indicada para quem busca um resultado definitivo e imediato.

🔶 Abordagem híbrida: tendência mais atual, combina o tratamento da veia com o preenchimento do volume da mão, usando ácido hialurônico ou hidroxiapatita de cálcio. O objetivo é restaurar a aparência da mão como um todo, não apenas tratar a veia isoladamente.

É gratif**ante poder falar sobre isso, especialmente por ser mais um ramo da medicina vascular que visa trazer bem-estar ao paciente. Neste caso, ligado à satisfação consigo mesmo, o que também é fundamental à saúde.



Todos os anos, as doenças cardiovasculares matam quase 18 milhões de pessoas no mundo. Na maioria desses casos, o proces...
16/03/2026

Todos os anos, as doenças cardiovasculares matam quase 18 milhões de pessoas no mundo. Na maioria desses casos, o processo por trás do problema é o mesmo: a aterosclerose.

O que torna essa doença particularmente intrigante é o seu ritmo. Quando alguém sofre um infarto ou um AVC, é bastante provável que o processo tenha começado vinte ou trinta anos antes, muito antes de qualquer sintoma.

As artérias são estruturas vivas e dinâmicas. Em determinadas condições (colesterol elevado, hipertensão, tabagismo ou diabetes) pequenas agressões à parede dos vasos podem desencadear um processo inflamatório crônico. Com o tempo, partículas de colesterol, especialmente o LDL, passam a se acumular nessa região e dão origem às chamadas placas ateroscleróticas.

Durante anos, essas placas podem crescer sem causar qualquer sinal perceptível. O problema surge quando elas reduzem o fluxo sanguíneo ou se rompem, formando um coágulo. É nesse momento que podem ocorrer eventos como o infarto ou o acidente vascular cerebral.

Embora o envelhecimento seja um fator importante, a velocidade com que a aterosclerose se desenvolve depende muito do ambiente metabólico. Colesterol alto, pressão elevada, diabetes, tabagismo, sedentarismo, excesso de peso e histórico familiar são alguns dos fatores que aceleram esse processo.

A boa notícia é que grande parte do risco pode ser reduzida com hábitos saudáveis e acompanhamento médico periódico. Como a doença costuma evoluir silenciosamente, identif**ar fatores de risco e agir cedo pode fazer toda a diferença na prevenção de eventos cardiovasculares no futuro.





Todo o nosso respeito e admiração neste e em todos os dias!
08/03/2026

Todo o nosso respeito e admiração neste e em todos os dias!


Muito feliz em anunciar que estarei entre os convidados do  , ao lado de outros colegas de grande importância na nossa e...
02/03/2026

Muito feliz em anunciar que estarei entre os convidados do , ao lado de outros colegas de grande importância na nossa especialidade.
Em breve, mais informações!

Data: 30 de abril a 2 de maio de 2026
Local: Grand Hyatt São Paulo
Endereço: Av. das Nações Unidas, 13.301 – Brooklin – São Paulo/SP
Inscrições: www.cice.com.br


O Carnaval reúne uma série de fatores que impactam diretamente a circulação das pernas: longos períodos em pé, calor int...
09/02/2026

O Carnaval reúne uma série de fatores que impactam diretamente a circulação das pernas: longos períodos em pé, calor intenso, pouca água e quase nenhuma pausa. Para quem já tem varizes ou alguma alteração vascular, essa combinação costuma cobrar seu preço, e não é à toa.

Pessoas que passam muitas horas em pé têm maior risco de desenvolver ou agravar varizes. Isso acontece porque o retorno do sangue das pernas para o coração depende do movimento, em especial as contrações e relaxamento das panturrilhas. Quando o corpo para ou f**a muito tempo na vertical, a circulação desacelera e o retorno venoso se torna menos eficiente.

Em pleno verão, o Carnaval se torna um desafio para as veias e os vasos alterados. A temperatura mais alta provoca dilatação dos vasos e facilita o acúmulo de sangue nos membros inferiores. Some-se a isso a desidratação, que se agrava para quem bebe álcool. Eis o cenário completo para o inchaço e a sensação de peso no fim do dia.

Quem já convive com insuficiência venosa crônica precisa f**ar ainda mais atento. A estase venosa prolongada nas veias, ou seja, a lentidão crônica no fluxo sanguíneo, pode intensif**ar sintomas e aumentar o risco de complicações. Não é motivo para alarme, mas é um bom momento para respeitar os sinais do corpo.

A boa notícia é que dá, sim, para curtir o Carnaval. Alternar momentos em pé com pequenas caminhadas, movimentar os pés sempre que possível, beber água com frequência e escolher calçados confortáveis ajudam bastante. Em alguns casos, as meias de compressão também entram como aliadas.

Passada a folia, vale observar se f**am sintomas. Dores persistentes, inchaço recorrente e sensação de peso nas pernas não fazem parte de uma situação desejável. Cuidar da circulação vai além da estética: é uma decisão a ser tomada antes que os sintomas avancem. Prevenindo, podemos ter muitos outros carnavais!




As férias estão chegando ao fim, a rotina começa a reaparecer… e junto com ela vem a tendência de deixar o movimento par...
16/01/2026

As férias estão chegando ao fim, a rotina começa a reaparecer… e junto com ela vem a tendência de deixar o movimento para depois. É justamente aí que mora o risco: voltar ao automático e esquecer do corpo mais uma vez.

Quem acompanha meu trabalho já percebeu que eu insisto nesse ponto por um motivo simples: o sedentarismo cobra seu preço. A circulação sofre, a pressão desregula, o risco cardiovascular aumenta. Mas o impacto não é só físico. Atividade física ajuda a organizar o humor, reduzir o estresse e atravessar essa volta à rotina com mais equilíbrio.

E tem algo que faz toda a diferença nessa retomada: não fazer isso sozinho. Atividade em grupo cria um compromisso leve, troca, conversa. A gente se mexe, encontra pessoas, constrói vínculos. Esse senso de pertencimento também é saúde, e muitas vezes é o que garante a constância.

Eu vivo isso no Clube do Bagaço ( ), do qual participo (o nome já indica que, mesmo sem grandes pretensões, seguimos pelo espírito esportivo). A proposta é simples: movimento, convivência e constância, sem obsessão por performance. Um espaço para sair da inércia e cuidar da saúde de um jeito possível.

No consultório, f**a claro que o corpo não negocia com o sedentarismo. Quando o movimento f**a sempre para depois, ele cobra (e costuma cobrar cedo).

Com o fim das férias, vale o convite: retome a rotina, mas não abandone o corpo. Caminhe, pedale, jogue bola, encontre pessoas. A única competição é contra o sedentarismo. O resto é ganho.



Cuidar da vida também é estar presente, ouvir e acolher. Que neste Natal e Ano Novo você esteja ao lado de tudo o que te...
24/12/2025

Cuidar da vida também é estar presente, ouvir e acolher. Que neste Natal e Ano Novo você esteja ao lado de tudo o que te faz feliz.
Nossos melhores votos, sempre!

24/12/2025

Viva!!
Chegou o momento de desejar a todos vocês um Feliz Natal e um Ano Novo incrível!

No final da semana tive a grande satisfação de participar do XI Congresso de Ecografia Vascular, em São Paulo. O evento ...
10/11/2025

No final da semana tive a grande satisfação de participar do XI Congresso de Ecografia Vascular, em São Paulo. O evento é a principal referência nacional em diagnóstico não invasivo de doenças vasculares e avanços tecnológicos.

Entre tantos colegas presentes, tive a alegria de encontrar o Dr. Edwaldo Edner Joviliano, atual presidente da SBACV SP e eleito também presidente da SBACV Nacional para o próximo pleito.

Agradeço à organização e a todos os colegas pela partilha de conhecimento e convivência. Eventos como este reafirmam o valor da colaboração entre profissionais comprometidos.

Outubro é o mês em que o mundo volta os olhos para um tema silencioso, mas sério: a trombose. No dia 13 é celebrado o Di...
10/10/2025

Outubro é o mês em que o mundo volta os olhos para um tema silencioso, mas sério: a trombose. No dia 13 é celebrado o Dia Mundial de Combate à Trombose, uma data criada para alertar sobre uma condição que é muito mais comum do que imaginamos.

Só no Brasil, cerca de 180 mil pessoas recebem esse diagnóstico todos os anos. O Tromboembolismo Venoso (TEV) – que inclui a Trombose Venosa Profunda (TVP) e a Embolia Pulmonar (EP) – afeta cerca de 60 a cada 100 mil habitantes por ano, sendo hoje a terceira maior causa de morte cardiovascular no país.

Apesar desses números, ainda há muitos equívocos sobre o tema. Um dos mais comuns é acreditar que “se um familiar teve trombose, eu também terei”. Embora o histórico familiar aumente o risco, a doença é geralmente multifatorial, resultado da combinação entre predisposição genética e fatores adquiridos. O que realmente pode ser herdado é a trombofilia, uma tendência à coagulação, mas mesmo quem tem essa mutação pode nunca desenvolver trombose.

Os maiores gatilhos para a trombose estão no cotidiano: imobilidade prolongada, tabagismo, uso de hormônios anticoncepcionais, obesidade, sedentarismo, idade avançada, gravidez e doenças crônicas como câncer ou diabetes.

A boa notícia é que a trombose pode ser prevenida. A prevenção se apoia em quatro pilares: manter-se em movimento (principalmente entre longos períodos sentado), adotar um estilo de vida saudável, abandonar o cigarro e consultar regularmente seu médico vascular.

Já mencionamos que a panturrilha é chamada de segundo coração do corpo. Movê-la é essencial para o retorno venoso ao coração. Neste outubro, aproveite a campanha para avaliar seus hábitos. Pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença entre o risco e a proteção.






Viramos o mês de agosto, quando tivemos a campanha Agosto Azul Vermelho, para setembro, com a importante campanha Setemb...
11/09/2025

Viramos o mês de agosto, quando tivemos a campanha Agosto Azul Vermelho, para setembro, com a importante campanha Setembro Amarelo. Esta iniciativa, que começou com a preocupação com as mortes por suicídio, hoje conquista um amplo debate sobre saúde mental.

Esse diálogo é sempre positivo. Cuidar da saúde mental não só ajuda a prevenir doenças emocionais, mas também colabora para a manutenção da saúde vascular.

É importante lembrar que questões mentais não têm uma única causa. Resultam da combinação de fatores genéticos, biológicos, sociais e ambientais. Ou seja, não são consequência exclusiva do estilo de vida de cada pessoa. No entanto, alguns hábitos podem contribuir para o agravamento ou a melhora tanto da saúde mental quanto da vascular, que caminham juntas em vários aspectos.

Já dedicamos um boletim ao E.V.I. (Estilo de Vida Inadequado), mas vale relembrar: muitas dores físicas relatadas pelos pacientes podem estar associadas a rotinas desgastantes, com excesso de trabalho, má qualidade de sono, pouco lazer e alimentação inadequada. Além disso, é comum recorrer a hábitos compensatórios prejudiciais, como álcool e tabagismo. Esses fatores não explicam tudo, mas podem aumentar a vulnerabilidade tanto a doenças vasculares quanto a questões de saúde mental.

Eis alguns pontos em que o adoecimento da mente e do sistema vascular se relacionam de forma mútua:

🟡 Depressão: em estado crônico, pode estar associada a aumentos de cortisol e adrenalina. A permanência desse quadro facilita a hipertensão arterial e acelera a aterosclerose.

🟡 Da dor ao desânimo: às vezes, emocionalmente parece estar tudo bem. Mas, devido ao E.V.I., a pessoa já encontra dificuldade em praticar atividades físicas, o que causa desânimo, isolamento e mais dificuldade de mudar hábitos. Essa frustração pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de um quadro depressivo.

🟡 Agravamento dos riscos: em ambos os casos, a pessoa pode recorrer mais ao álcool, ao tabagismo e à alimentação desregrada. Esses fatores aumentam as chances de doenças vasculares relacionadas ao colesterol elevado, ao diabetes e à obesidade.

🌟 (continua nos comentários) 🌟

Parabéns a todos os colegas que, com gestos precisos e cuidadosos, mantêm o fluxo e o curso que sustentam uma vida saudá...
15/08/2025

Parabéns a todos os colegas que, com gestos precisos e cuidadosos, mantêm o fluxo e o curso que sustentam uma vida saudável.


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