Dassette Pharma

Dassette Pharma A Dassette Pharma é um centro de referência para atender seus pacientes, fornecendo medicamentos especiais com atendimento especializado.

Aplicar insulina faz parte da rotina de muitas pessoas com diabetes. Ainda assim, quando surge alguma reação após a apli...
07/08/2026

Aplicar insulina faz parte da rotina de muitas pessoas com diabetes. Ainda assim, quando surge alguma reação após a aplicação, surge a pergunta: isso é normal?

Algumas reações leves podem acontecer, como ardência rápida, sensibilidade, pequena vermelhidão, coceira discreta, uma gota de sangue ou um “roxinho” no local. Em geral, elas desaparecem sozinhas.

Já dor forte ou persistente, vermelhidão que aumenta, inchaço, calor na região, coceira intensa ou hematomas frequentes precisam ser avaliados. Pode ser necessário revisar a técnica de aplicação, o tamanho da agulha ou o local escolhido.

Também é importante observar o surgimento de “carocinhos” ou áreas endurecidas. Eles podem aparecer quando a insulina é aplicada repetidamente no mesmo ponto e interferir na absorção do medicamento. Por isso, faça o rodízio dos locais e evite regiões doloridas, inchadas, machucadas ou endurecidas.

Outro cuidado é diferenciar uma reação local dos sinais de hipoglicemia. Tremores, suor, fome intensa, tontura, fraqueza, palpitações, irritação ou dificuldade de concentração podem indicar queda da glicemia. Sempre que possível, confira o valor e siga o plano orientado pela equipe de saúde.

Urticária pelo corpo, inchaço no rosto, nos lábios ou na língua e dificuldade para respirar não são esperados e exigem atendimento imediato.

Para tornar a aplicação mais segura, use uma agulha nova, alterne os locais e siga a técnica orientada.

No Dia-a-Diabetes, a dica é simples: observe o corpo sem pânico. Pequenos desconfortos podem acontecer, mas sintomas intensos ou persistentes precisam de avaliação.

Na Dassette, acreditamos que informação clara também faz parte do tratamento. Contamos com atendimento especializado e produtos para aplicação, tratamento e monitoramento do diabetes.

Para mais informações, acesse o link na bio!

(betes)

Eaí, aventureiros! Aqui é o Alfred, a girafa que acorda com o topete amassado, a cara de sono e uma pergunta muito impor...
06/08/2026

Eaí, aventureiros! Aqui é o Alfred, a girafa que acorda com o topete amassado, a cara de sono e uma pergunta muito importante: bora começar mais um dia comigo?
Antes de sair correndo pela casa como uma girafa atrasada para a escola, eu tenho uma missão matinal: descobrir como meu corpo acordou hoje.
Primeira fase: sair da cama.
Parece simples, mas às vezes o cobertor usa um golpe secreto chamado “só mais cinco minutinhos”.
Segunda fase: perceber como eu estou me sentindo.
Acordei animado? Com fome? Com sede? Meio molinho? Com vontade de conversar ou com cara de quem ainda está carregando a bateria?
Terceira fase: conferir a glicemia, com ajuda dos adultos quando preciso. A Nina sempre diz que começar o dia entendendo o corpo é como abrir o mapa antes da aventura.
E aí vem a melhor parte: café da manhã!
Mas calma. Nada de entrar na cozinha no modo “girafa faminta atacando tudo o que vê pela frente”. Para quem tem diabetes, o café da manhã também faz parte do cuidado.
Aqui, a Nina me ajuda a montar um prato que tenha energia e faça sentido para o meu dia. Pode ter uma fonte de carboidrato, como pão, fruta ou aveia, junto com alimentos que ajudam a deixar a refeição mais completa, como ovos, queijo, iogurte natural, sementes ou outras opções combinadas com a família e a equipe de saúde.
Também tem água, porque hidratação não é figurante nessa história. Ela participa da aventura desde cedo!
E, claro, nem toda manhã sai perfeita. Às vezes o tênis desaparece, a mochila parece pesar mais do que uma girafa adulta, o cabelo acorda em modo tempestade e todo mundo está com pressa.
Mas tudo bem. O importante é tentar manter os cuidados por perto, mesmo nos dias meio bagunçados.
Então, antes de começar mais uma missão, f**a o recado do Alfred: escute seu corpo, tome um café da manhã com carinho, siga o combinado com os adultos e lembre que cuidar da diabetes também pode fazer parte da aventura.
Agora sim…bora começar mais um dia comigo?
Com carinho,
Alfred

Saúde não é apenas um grande recomeço. É uma escolha que se renova todos os dias. Começar um tratamento, transformar um ...
05/08/2026

Saúde não é apenas um grande recomeço. É uma escolha que se renova todos os dias.

Começar um tratamento, transformar um hábito ou finalmente realizar aquele exame adiado pode marcar uma mudança importante. Mas cuidar da saúde também acontece nos pequenos gestos que vêm depois — aqueles que, repetidos com atenção e constância, transformam intenção em cuidado.

É no cotidiano que esse cuidado ganha forma: quando o corpo é ouvido, o tratamento encontra espaço na rotina e escolhas simples passam a ser feitas com mais consciência.

São atitudes discretas, que nem sempre parecem importantes quando observadas sozinhas, mas que ajudam a sustentar mudanças ao longo do tempo. Porque cuidar da saúde não está apenas na decisão de começar, mas também na constância necessária para continuar.

Isso não exige uma rotina perfeita. Existem dias corridos, imprevistos e momentos em que nem tudo acontece como planejado. Ainda assim, é possível ajustar o caminho, retomar os cuidados e reconhecer que cada escolha possível também conta.

Prevenção, acompanhamento e informação podem fazer diferença muito antes de um problema se tornar evidente. Por isso, observar os sinais do corpo, respeitar os próprios limites e buscar orientação quando necessário também fazem parte desse processo.

Neste Dia Nacional da Saúde, a Dassette gostaria de lembrar que grandes decisões podem iniciar um novo caminho, mas são os cuidados diários que ajudam a sustentá-lo!

✨ Estamos presentes no DOMO 2026 em Curitiba!Dois dias de imersão científ**a e troca de experiências sobre diabetes, obe...
31/07/2026

✨ Estamos presentes no DOMO 2026 em Curitiba!
Dois dias de imersão científ**a e troca de experiências sobre diabetes, obesidade e metabolismo.

A Dassette tem orgulho de participar deste encontro e convidar todos os médicos e profissionais de saúde a visitarem nosso estande. Venha conhecer nossas soluções e conversar com nossa equipe — será um prazer recebê-los!

📍 Nos vemos no DOMO 2026

Quando uma criança inicia o tratamento com GH, é natural que a família pense primeiro nas aplicações, consultas, exames ...
31/07/2026

Quando uma criança inicia o tratamento com GH, é natural que a família pense primeiro nas aplicações, consultas, exames e orientações médicas. Mas existe um ponto importante que também merece atenção: a escola.
Afinal, a criança passa boa parte do dia nesse ambiente. E, quando a escola entende o tratamento com respeito e discrição, ela pode ajudar muito na rotina.
Isso não signif**a que todos precisam saber todos os detalhes. O tratamento com GH não deve virar assunto de sala, motivo de exposição ou explicação constante. Mas alguns cuidados podem ser compartilhados com a equipe responsável, especialmente coordenação, professores mais próximos ou enfermaria escolar, quando houver.
A escola precisa saber, principalmente, que o tratamento exige acompanhamento contínuo. Consultas, exames e retornos com o endocrinologista podem acontecer ao longo do ano, e que, por isso, algumas faltas podem ocorrer.
Outro ponto importante é a atividade física. Em geral, a criança em tratamento com GH pode participar das aulas e br**cadeiras normalmente, salvo orientação médica específ**a. A escola não precisa tratar esse aluno como frágil, mas deve estar atenta caso a família comunique alguma restrição ou cuidado individual.
Se a criança relatar dores persistentes, mal-estar diferente do habitual ou qualquer sintoma que preocupe, a família deve ser avisada!
Em resumo, o melhor apoio que a escola pode oferecer é simples: acolher sem expor, observar sem exagerar e manter diálogo com a família sempre que necessário.
Na Dassette, acreditamos que o tratamento com GH envolve mais do que medicação. Envolve orientação, constância e uma rede de cuidado que ajuda a criança a viver essa fase com mais segurança e tranquilidade.
Para mais informações, acesse o link na bio!

Olá, minhas queridas corujas-pâncreas! Aqui quem fala é a Nina, a coruja que sempre tem uma dica escondida na asa. Hoje ...
30/07/2026

Olá, minhas queridas corujas-pâncreas! Aqui quem fala é a Nina, a coruja que sempre tem uma dica escondida na asa.
Hoje eu vim contar uma situação que o Alfred conhece bem: os pequenos desafios do inverno para quem usa sensor.
Quando o frio chega, vem junto aquele combo de casaco, blusa de lã, cobertor, pijama fofinho e troca de roupa em camadas. E, no meio dessa aventura toda, às vezes acontece: o sensor começa a descolar. Muitas vezes, isso é causado pelo o atrito da roupa, a manga que engancha, o banho mais quente, a pele mais ressecada ou aquele casaco que passa várias vezes pelo mesmo lugar.
Por isso, famílias queridas, no inverno vale redobrar a atenção com alguns detalhes simples.
Antes de aplicar o sensor, a pele precisa estar limpa, seca e sem cremes ou óleos no local. No frio, a hidratação da pele é importante, mas o produto não deve ser passado exatamente na região onde o sensor será colocado, porque pode atrapalhar a fixação.
Também é bom observar o atrito das roupas. Blusas apertadas, mangas de lã, casacos pesados e pijamas muito justos podem puxar o adesivo aos poucos. Na hora de vestir ou tirar a roupa, ajude a criança a fazer isso com calma, principalmente se o sensor estiver em uma área mais exposta.
Se o sensor começar a soltar, evite broncas. Criança br**ca, se mexe, troca de roupa, dorme enrolada no cobertor… essas coisas acontecem. O importante é verif**ar se ele continua funcionando bem e, se houver dúvida nas leituras ou sintomas diferentes, confirmar a glicemia conforme a orientação da equipe de saúde.
Em alguns casos, adesivos próprios para sensores podem ajudar, desde que sejam usados com cuidado e sem irritar a pele.
No fim, a dica é simples: sensor soltando não é motivo para pânico. É só um daqueles imprevistos do cuidado que, com atenção e orientação, a família aprende a resolver com mais tranquilidade.
Com carinho,
Nina

Na Fertilização in Vitro, o início da vida acontece em um ambiente preparado para isso: o laboratório de embriologia. De...
28/07/2026

Na Fertilização in Vitro, o início da vida acontece em um ambiente preparado para isso: o laboratório de embriologia.

Depois da coleta dos óvulos e da preparação dos espermatozoides, a equipe avalia quais células estão adequadas para seguir no processo. A partir daí, a fecundação pode acontecer de duas formas principais: na FIV convencional, em que óvulo e espermatozoides são colocados juntos em meio de cultura, ou pela ICSI, quando um espermatozoide é inserido diretamente dentro do óvulo.

Quando a fecundação acontece, começa o desenvolvimento embrionário.

Nos primeiros dias, o embrião passa por divisões celulares sucessivas. Primeiro, uma célula se torna duas. Depois, quatro. Depois, mais células vão surgindo, enquanto a equipe acompanha sua evolução em condições cuidadosamente controladas de temperatura, ambiente e segurança.

É um trabalho que une tecnologia, precisão e muito cuidado. O embrião não “nasce” no laboratório no sentido comum da palavra, mas é ali que ele pode dar seus primeiros sinais de desenvolvimento antes de seguir para a próxima etapa do tratamento.

Em alguns casos, o embrião é acompanhado até a fase de blastocisto, geralmente por volta do quinto ou sexto dia de desenvolvimento. A partir daí, conforme a indicação médica, ele pode ser transferido para o útero ou congelado para uma tentativa futura.

Cada embrião carrega o começo de uma história. E cada etapa do laboratório existe para oferecer as melhores condições possíveis para que essa história continue.
Na Dassette, entendemos que a Fertilização in Vitro envolve ciência, expectativa e atenção aos detalhes. Por isso, contamos com equipe especializada e produtos associados ao tratamento, oferecendo suporte para que cada paciente viva essa etapa com mais segurança.

Para mais informações, acesse o link na bio!

Algumas coisas a gente aprende antes mesmo de entender.Aprende quando alguém segura nossa mão para atravessar a rua.Quan...
26/07/2026

Algumas coisas a gente aprende antes mesmo de entender.
Aprende quando alguém segura nossa mão para atravessar a rua.
Quando pergunta se levamos casaco.
Quando lembra do remédio, do horário, da consulta.
Quando oferece colo, conselho, comida, silêncio ou companhia.
Muitas vezes, esse cuidado tem a calma de uma avó.
Tem a experiência de um avô.
Tem a paciência de quem já viveu muito.
E tem a ternura de quem continua ensinando, mesmo nos gestos mais simples.
Avós carregam histórias que vieram antes de nós - e, de algum modo, ajudam a ensinar como cuidar do que vem depois.
Eles nos lembram que presença também é proteção, que atenção também é amor, e que pequenos gestos podem atravessar uma vida inteira.
No Dia dos Avós, a Dassette celebra quem fez do cuidado uma forma de permanecer na história da família.
Porque existem amores que não precisam de grandes discursos. Eles aparecem no detalhe, na lembrança, na presença e no carinho de todos os dias.
Feliz Dia dos Avós!

Eaí, aventureiros! Aqui é o Alfred, a girafa oficialmente em clima de férias de julho!Sabe aquela época em que a escola ...
23/07/2026

Eaí, aventureiros! Aqui é o Alfred, a girafa oficialmente em clima de férias de julho!
Sabe aquela época em que a escola dá uma pausa, a gente dorme um pouquinho mais tarde, acorda fora do horário, visita os avós, br**ca mais, passeia, come coisas diferentes e esquece até que dia da semana é?
EU AMO.
Mas preciso confessar uma coisa: no meio de tanta diversão, às vezes eu quase esqueço que a diabetes não entrou em recesso junto com a escola.
A rotina muda. Os horários mudam. O sono muda. As br**cadeiras mudam. Os lanches mudam.
E aí a glicemia pode resolver fazer umas acrobacias também.
Tem dia que eu corro mais do que o normal e a glicose pode querer cair.
Tem dia que eu como em horários diferentes e ela pode subir.
Tem dia que eu durmo até mais tarde e tudo f**a meio fora do combinado.
Aí a Nina sempre me lembra: férias não são para viver com medo. São para se divertir com um pouquinho de planejamento.
Antes de sair para um passeio, eu confiro se estou levando meus itens de cuidado. Antes de br**car fora de casa, eu aviso um adulto. Se vou dormir fora, deixo tudo separado. Se o corpo manda algum sinal estranho, eu paro e peço ajuda para alguém.
Porque nada estraga mais a aventura do que fingir que está tudo bem quando o corpo está pedindo atenção.
E olha: cuidar da diabetes nas férias não signif**a f**ar preso, sem br**car, sem viajar ou sem aproveitar. Signif**a levar o cuidado junto, como quem leva casaco no frio, lanche na mochila e coragem no bolso.
A Nina diz que uma boa aventura não precisa ser perfeita. Ela só precisa ser segura o suficiente para continuar.
Então, nessas férias, f**a o recado do Alfred: aproveite, brinque, descanse, passeie e viva dias bem gostosos. Só não esqueça de combinar os cuidados com os adultos, observar os sinais do corpo e deixar seu kit sempre por perto.
Porque até nas férias, aventureiro inteligente não sai em missão despreparado.
Com carinho, cachecol e muita vontade de br**car,
Alfred

Quando falamos em diabetes, é comum associar a glicemia alta à alimentação. Mas nem toda elevação da glicose acontece ap...
22/07/2026

Quando falamos em diabetes, é comum associar a glicemia alta à alimentação. Mas nem toda elevação da glicose acontece após os lanches ou refeições!
A glicemia pode subir mesmo em jejum, durante a madrugada, ao acordar ou em momentos em que não houve uma refeição recente.
Isso acontece porque o corpo também produz glicose. O fígado armazena e libera glicose ao longo do dia, especialmente quando o organismo entende que precisa de energia. Em pessoas com diabetes, essa produção pode não ser compensada adequadamente pela ação da insulina, fazendo com que a glicemia aumente.
Algumas situações podem favorecer esse aumento, como estresse, ansiedade, noites mal dormidas, infecções, dor, ciclo menstrual, desidratação, uso de alguns medicamentos e o chamado “efeito amanhecer” — quando alterações hormonais da madrugada contribuem para a elevação da glicose ao acordar.
Por isso, uma glicemia alta não deve ser interpretada automaticamente como “erro” alimentar.
Mais importante do que procurar culpa é observar padrões e conversar sobre isso com seu médico. A glicemia costuma subir ao acordar? Piora em períodos de estresse? Aumenta quando há sintomas de gripe, dor ou cansaço? Muda em fases específ**as do ciclo menstrual?
Essas informações ajudam a equipe de saúde a entender melhor o comportamento da glicemia e a ajustar o tratamento com mais segurança.
No Dia-a-Diabetes, a mensagem é simples: controlar a glicemia não é apenas contar carboidratos e aplicar insulina. Também é conhecer o corpo, observar sinais, identif**ar padrões e buscar orientação quando algo foge do esperado.
A Dassette conta com equipe especializada e os melhores produtos associados ao cuidado de quem vive com diabetes. Para mais informações, acesse o link na bio!

(betes)

Endereço

Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2722
São Paulo, SP
01451-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00
Sábado 09:00 - 13:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dassette Pharma posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar