Psicóloga Liliane Campos

Psicóloga Liliane Campos Psicologia clínica, Avaliação neuropsicológica. Terapia cognitivo-comportamental (TCC)

Liliane Campos
CRP 06/124816
Psicóloga Analítica Junguiana
Realizo atendimento a crianças, adolescentes e adultos que desejam algum tipo de ajuda psicológica ou que decidiram iniciar o processo de psicoterapia. Sou uma profissional que, além do conhecimento teórico e prático que possuo, busco sempre manter a interação e o vínculo com o paciente. Trabalho com avaliação psicológica, orientação pr

ofissional e de carreira, psicoterapia individual, psicoterapia infantil, ludoterapia e acompanhamento terapêutico domiciliar e escolar. Minha abordagem procura tornar possível identificarmos juntos questões a serem trabalhadas e, assim, contribuir para aliviar suas angústias. O consultório bem localizado está a 5 minutos do metrô Santana. É bem equipado, receptivo e acolhedor. Entre em contato para agendar uma sessão, sanar dúvidas e obter maiores informações.

Depois de um tempão off dos trabalhos aqui no instagram (que não é a primeira vez que isso acontece), volto cheia de ref...
28/09/2020

Depois de um tempão off dos trabalhos aqui no instagram (que não é a primeira vez que isso acontece), volto cheia de reflexões.
Uma delas foi sobre nosso constante pensamento de evoluir, conquistar metas, avançar os planos e querer dar conta de todos nossos papéis ao mesmo tempo.
Esse movimento é importante! Mas vezes nos colocamos ao extremo para querer dar conta de tudo, mesmo que isso coloque um nível de esgotamento difícil de lidar. Mas nos confortamos com a ideia de que “está tudo caminhando, então tá bom”. Mas, será que está bom mesmo?
Quando nosso celular começa a dar sinais de “bateria fraca”, colocamos na tomada, ele carrega, fazemos uso de novo. Por mais que tente fazer uma tarefa de 1h no celular com 5% de bateria, não vai rolar. Ele vai desligar, porque não vai aguentar se não recarregar as energias.
Porquê relutamos tanto em fazer isso conosco?
Uma vez que nos colocamos na posição de carregar mais carga do que podemos aguentar, não nos dedicamos efetivamente na caminhada da forma que precisávamos. .
A vida não é uma competição, muito menos uma corrida de quem chega mais rápido naquele objetivo.
A vida é um caminhar de conquistas! É pessoal, singular e intransferível, pois só você é capaz de decidir o que deseja e qual o melhor caminho a seguir. Como, quando e de forma isso vai acontecer, depende de você, do seu tempo e do seu limite para tudo isso funcionar.
Esse caminho pode passar por oscilações? Pode. E vai! É um tropeça daqui, levanta dali, para por um tempo, volta a caminhar, cai, levanta e volta a tocar o barco. Nosso caminho não é linear, e tá tudo bem! Paramos, tomamos um fôlego, fazemos escolhas, retomamos, abrimos mão, e assim seguimos.
Isso não é não conseguir, mas sim respeitar a si mesmo dentro dos trajetos que precisa seguir!
Respeite as paradas que forem necessárias, as falhas e tropeços. A vida é isso mesmo, feita de fases e processos que levam o tempo que você pode dedicar para que aconteça.
Aprecie e dê valor ao SEU processo.
Cuide -se, faça psicoterapia 💭🌻
Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
CRP 06/124816
11 96027-1721

Você já ouviu ou disse a frase “você deveria saber disso”, “isso é obvio, não precisa nem falar”, “se você se importasse...
29/07/2020

Você já ouviu ou disse a frase “você deveria saber disso”, “isso é obvio, não precisa nem falar”, “se você se importasse comigo, não teria feito/dito isso” e derivadas?

Será que devemos depositar no outro a OBRIGAÇÃO de saber de algo que não foi dito?

Se tivéssemos bola de cristal, ok. Mas... Não temos!

Ao longo da vida construímos sentimentos, significados e identificações que na maior parte das vezes não corresponde aos mesmos que o outro construiu.

Dessa forma, como esperar que alguém saiba o que fazer diante de nós, do que gostamos ou do que nos incomoda se isso não for verbalizado?

As relações nos fazem criar laços uns com os outros que nos fazem ter a sensação de que conhecemos muito alguém.

De fato, os vínculos proporcionam isso e nos dá a segurança de que conhecemos essa pessoa o suficiente para imaginar, diante de todo esse conhecimento que possuímos, como agir, falar e nos comportarmos. Dessa forma, muitas pessoas param de se comunicar de forma clara um com o outro, porque já imaginam que o outro sabe exatamente o que se está pensando, o que ele quer e porque se sente dessa forma.

E ai que está o problema! Passamos por constantes transformações. Às vezes o que gostamos hoje, amanhã já não gostamos mais. E se não houver uma comunicação, como o outro vai saber?

Os vínculos nos permitem imaginar, supor ou tentar adivinhar, mas tudo isso são meras suposições que só se tornam efetivas quando há uma COMUNICAÇÃO sobre o que quer, o que espera e o que está sentindo.

Para uma relação de troca com o outro, as necessidades, desejos e pensamentos precisam ser compartilhados.

Afinal, nem sempre o que é obvio para você, é também para o outro.

Que tal aproveitar para refletir sobre como anda sua comunicação com o outro?
Aproveita e compartilha aqui nos comentários.
Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
CRP 06/124816
11 96027-1721
Cuide-se, faça psicoterapia 💭

Durante todas as fases da vida sentimos diferentes tipos de medo. Alguns você consegue superar e passar por cima dele, o...
22/07/2020

Durante todas as fases da vida sentimos diferentes tipos de medo.

Alguns você consegue superar e passar por cima dele, outros permanecem e te acompanham ao longo da sua trajetória.

Nesse cenário de pandemos que estamos vivendo, alguns medos ficaram mais presentes e evidentes, como o medo de contrair o vírus, de ficar hospitalizado, do que será o pós pandemia, entre muitos outros.

Mas uma coisa é certa: Toda vez que vivenciamos uma situação que puxa o gancho de um medo que sentimos, nosso corpo entra em total estado de alerta!

Ele nos mostra que está em alerta quando começamos a sentir coração acelerado, respiração ofegante, tremor, suor e muito mais em situações que nos causam medo.

E sim, o medo é importante em muitas situações! Ele nos torna capazes de ter uma resposta rápida e fugir de ameaças diante do perigo.

Por outro lado, quando não conseguimos controlar nosso medo, ele também pode nos paralisar e até mesmo levar a quadros de ansiedade ou sindrome do panico.

Dar de cara com o sentimento de medo diante de uma situação não é fácil.
Mas fugir dele não resolve o problema! Assim como querer bater de frente com todos os seus medos de uma vez só também não!

O importante não é o quanto você enfrenta, e sim como você enfrenta. Encontrar, aos poucos, formas assertivas e confortáveis de lidar com seus medos, para que assim possa desconstruir essa barreira que o medo gerou com experiencias positivas sobre a situação que antes lhe parecia ameaçadora.

Tente identificar do quê está setindo
Pergunte-se porquê está sentindo isso
E se faz sentido estar sentindo esse medo.

Às vezes nos deparamos com sentimentos que atuam de forma limitante sobre as situações da nossa vida.
Identificar, interpretar e questionar esses sentimentos quando eles acontecem é o primeiro passo para enfrentar e lidar com tudo isso!

Na psicoterapia você tem a oportunidade de clarear ainda mais esses caminhos e ampliar seu olhar para as possibilidades que existem a sua volta.

E se não fosse o medo, o que você faria?
Conta aqui nos comentários!
Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
CRP 06/124816
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Cuide-se, faça psicoterapia

Durante todas as fases da vida sentimos diferentes tipos de medo. Alguns você consegue superar e passar por cima dele, o...
22/07/2020

Durante todas as fases da vida sentimos diferentes tipos de medo.

Alguns você consegue superar e passar por cima dele, outros permanecem e te acompanham ao longo da sua trajetória.

Nesse cenário de pandemos que estamos vivendo, alguns medos ficaram mais presentes e evidentes, como o medo de contrair o vírus, de ficar hospitalizado, do que será o pós pandemia, entre muitos outros.

Mas uma coisa é certa: Toda vez que vivenciamos uma situação que puxa o gancho de um medo que sentimos, nosso corpo entra em total estado de alerta!

Ele nos mostra que está em alerta quando começamos a sentir coração acelerado, respiração ofegante, tremor, suor e muito mais em situações que nos causam medo.

E sim, o medo é importante em muitas situações! Ele nos torna capazes de ter uma resposta rápida e fugir de ameaças diante do perigo.

Por outro lado, quando não conseguimos controlar nosso medo, ele também pode nos paralisar e até mesmo levar a quadros de ansiedade ou sindrome do panico.

Dar de cara com o sentimento de medo diante de uma situação não é fácil.
Mas fugir dele não resolve o problema! Assim como querer bater de frente com todos os seus medos de uma vez só também não!

O importante não é o quanto você enfrenta, e sim como você enfrenta. Encontrar, aos poucos, formas assertivas e confortáveis de lidar com seus medos, para que assim possa desconstruir essa barreira que o medo gerou com experiencias positivas sobre a situação que antes lhe parecia ameaçadora.

Tente identificar do quê está setindo
Pergunte-se porquê está sentindo isso
E se faz sentido estar sentindo esse medo.

Às vezes nos deparamos com sentimentos que atuam de forma limitante sobre as situações da nossa vida.
Identificar, interpretar e questionar esses sentimentos quando eles acontecem é o primeiro passo para enfrentar e lidar com tudo isso!

Na psicoterapia você tem a oportunidade de clarear ainda mais esses caminhos e ampliar seu olhar para as possibilidades que existem a sua volta.

E se não fosse omedo, o que você faria?
Conta aqui nos comentários!
Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
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Autocuidado diz respeito às atitudes que cada pessoa faz com o objetivo de cuidar se si mesmo.Para isso acontecer, é pre...
15/07/2020

Autocuidado diz respeito às atitudes que cada pessoa faz com o objetivo de cuidar se si mesmo.

Para isso acontecer, é preciso olhar para si com cuidado, respeito e afeto para que você consiga se conhecer e perceber o que você precisa, o que te faz bem e o que tem vontade.

Nem sempre isso é uma tarefa tão fácil como deveria ser.

Às vezes você acha que não precisa, que é besteira, ou até mesmo porque você se doa tanto aos outros, que pouco sobra para você.

Ou até mesmo porque você tem medo de parecer egoísta fazendo coisas para si quando tem pessoas ao redor que precisam de você.

Que tal pegar um pouco desse olhar gentil que você tem com o outro e trazer para si?

Olhar para si mesmo, se conhecer e saber perceber o que você precisa não é egoísmo, é AUTOCUIDADO!

Ele te dá oportunidade de construir uma relação saudável com a sua vida, aprendendo a identificar todas as necessidades que o seu corpo e sua mente precisam.

Que tal começar a construir momentos com você mesmo?

E quando eu falo isso, não é tomar como obrigação que você precisa cumprir depois de um dia super exaustivo e, se você não cumprir, sente-se culpado por não ter feito.

Mas sim que seja um processo leve, onde você tenha uma relação saudável consigo mesmo e saiba perceber o que você precisa e se permitir a isso.

Não há ninguém melhor do que VOCÊ para cuidar de si mesmo! 🌻💭

Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
CRP 06/124816
11 96027-1721
Cuide-se, faça psicoterapia 💭

As sessões de psicoterapia com crianças e adolescentes vem trilhando um longo caminho de resiliência, empatia e muito ap...
09/07/2020

As sessões de psicoterapia com crianças e adolescentes vem trilhando um longo caminho de resiliência, empatia e muito aprendizado.

Dia após dia, eles estão aprendendo a lidar com diferentes sentimentos e emoções nesse cenário denominado "homeschooling", ou seja, as aulas on-line que vem sendo realizadas em casa desde o período e de isolamento.

Construímos muitas reflexões ao longo desse trajeto, que somando experiências, angústias, medos, raivas e conquistas, resultaram nesse "Manual da aula on-line ", como uma forma de ajudar na autorregulação desse mix de sentimentos e na adaptação desse novo recorte escolar.

O individual e o coletivo somando forças, habilidades e resiliência para fazer das aulas on-line um grande momento de troca, aprendizagem.

O que acharam da construção desses pequenos?
Como vem sendo para você, professor, essa caminhada?
E vocês, pais, como vem sendo essa experiência?
Compartilhe aqui 🌻💭
Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
CRP 06/124816
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Vamos falar sobre o uso das tecnologias durante o período da quarentena?Antes de mais nada, tirem todo esse peso de culp...
25/06/2020

Vamos falar sobre o uso das tecnologias durante o período da quarentena?

Antes de mais nada, tirem todo esse peso de culpa que estão carregando!
NINGUÉM imaginava que estaríamos vivendo um momento de isolamento total.
Os pequenos estão sem rotina, sem participar de atividades e tudo mais que estava compondo seu dia a dia.
Consegue perceber o quanto eles tinham outros ambientes para aproveitar e gastar energia?

E continuam com toda essa energia, mas com apenas um ambiente para descarregar: EM CASA!

Até os “grandinhos” tinham uma rotina de trabalho, momentos de lazer, etc, precisaram se virar nos 30 para se adaptar ao isolamento e iniciar o tal do “Home Office”, além de todas as outras tarefas que temos responsabilidade.
E as famílias com crianças, tentando lidar com suas próprias questões e ajudar os pequenos nessa jornada.

Acredite, o problema não é com você! Não é fácil mesmo lidar 24h por dia com as crianças a todo v***r, que precisam ficar confinadas em casa.
Por todos esses fatores, é MUITO DIFICIL não aumentar o tempo de uso das tecnologias. Isso não é um comentário fazendo apologia ao uso das tecnologias. E sim um recorte real, pensando em famílias reais, vivendo uma realidade inesperada. É quase impossível criar atividades lúdicas a todo momento, criar mil e uma coisas para preencher o tempo das crianças.

Além disso, as próprias famílias tem seus limites, seu tempo e momentos importantes de parar. Vão ter momentos de interação e atividades que serão ótimos, outros não vão rolar. As vezes você vai estar fazendo as tarefas de casa, do trabalho ou até descansando um pouco e a criança usando o tablete, celular ou vídeo game. E TUDO BEM!
Isso não te faz menos mãe ou menos pai. Vocês só estão arrumando melhores formas de lidar com esse contexto temporário.
A forma que melhor se encaixa para você e sua família!

Então, acalmem o coração de vocês! Estamos (praticamente) todos no mesmo barco!

Se perdoem, se permitam e se livrem desse peso todo.
Um passo de cada vez! 💭🌻
Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
CRP 06/124816
11 96027-1721

Os stories de ontem renderam várias mensagens por aqui!E o que eu posso dizer é cuidado, mais muito cuidado, com a produ...
18/06/2020

Os stories de ontem renderam várias mensagens por aqui!

E o que eu posso dizer é cuidado, mais muito cuidado, com a produtividade tóxica e a ideia de que tempo bem aproveitado é sempre trabalhando ou fazendo algo a todo instante.

As vezes queremos dar passos maiores que nossas pernas podem dar, porque nos medimos com a régua dos outros.

Dedicar um tempo para descansar, ter momentos de lazer, autocuidado, ficar de pernas para o ar e jogar conversa a fora também é aproveitar bem o tempo!

Respeite a si, seus limites, seu tempo, seu corpo e sua mente.

E aí, para onde você vem dedicando seu tempo?
Comente aqui sua reflexão e aproveite para marcar aquele amigo que precisa refletir também 🌻💭
Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
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Cuide -se, faça psicoterapia 💭🌻

Ah, a ansiedade...Ela pode consumir por completo o corpo com todos seus sintomas de tremor, boca seca, sensação de desma...
12/06/2020

Ah, a ansiedade...

Ela pode consumir por completo o corpo com todos seus sintomas de tremor, boca seca, sensação de desmaio, coração acelerado, dificuldade para respirar, etc.

Consome também os pensamentos com aquele movimento constante de preocupação, medo, angústia, tristeza, etc.

Os pensamentos não dão trégua e ficam martelando incansavelmente. Pensa em tudo o que pode acontecer, o que não pode acontecer e até tentar imaginar no que os outros estão pensando!!!

Viver numa tensão constante e, muitas vezes, tentando mascarar tudo isso para as pessoas que estão a sua volta.

Sofrendo sozinho, em silêncio.

Vive sorrindo externamente e lutando com uma constante tensão internamente.

Além dos pensamentos, tem os movimentos que tentam de alguma forma lidar ou minimizar esse turbilhão todo.

O nosso corpo se prepara para lidar com ameaças e coisas que podem nos machucar, mas a ansiedade encontra como refúgio algumas válvulas de escape, como roer e unha, comer, e outras alternativas para lidar com tudo isso.

É como tenta controlar um sofrimento, só que sofrendo!

Uma anestesia que adormece o sentimento momentaneamente. Mas depois, volta com tudo!

E no meio desse emaranhado todo, a vida vai passando, e um ansioso sofre! E sofre muito! Por querer e não saber lidar com tudo isso.

Ansiedade tem diversos níveis, e todo mundo tem um deles.

Uns mais, outros menos.

Mas você não precisa viver nesse ciclo!

Procure ajuda e amplie seus horizontes para enxergar novas possibilidades para lidar com esse cenário.

Um psicólogo pode te ajudar a enfrentar todos esses sentimentos, compreender, ressignificar e dar novo sentido a tudo isso 🌻💭
Liliane Campos
Psicóloga clínica e neuropsicóloga
CRP 06/124816
Contato: 11 96027-1721

Quem nunca esteve diante de momentos que geram sentimentos de raiva, medo, angústia, tristeza ou estresse, mas que por a...
04/06/2020

Quem nunca esteve diante de momentos que geram sentimentos de raiva, medo, angústia, tristeza ou estresse, mas que por algum motivo, não foi demonstrado o que realmente sentindo?

Não demonstrar, não resolver, não sentir, e deixar isso pra lá! Mas, será que ficou pra lá mesmo?

Deixar de perceber e permitir-se sentir seus sentimentos não resolvem o problema.

Pelo contrário! Quanto mais escondemos, mais sentimos todos esses sentimentos.

Evitar entrar em contato com eles nada mais é do que tomar uma anestesia, mas não cuidar da origem do problema para deixar de ter dor.

Algumas dessas anestesias buscam silenciar os sentimentos com comida, compras, álcool, dr**as, etc. Na hora, isso até funciona, mas isso só vai tomando proporções ainda maiores.

Esses sentimentos que você não quer dar ouvidos são colocados “debaixo do tapete”, mas acabam tomando conta dos seus pensamentos e comportamentos, e essa busca de fugir dos problemas emocionais acaba fazendo com que eles fiquem mais vivos do que nunca!

Permitir-se sentir não é algo fácil. Machuca, incomoda, nos coloca de frente a sentimentos que não queremos sentir. Mas fingir que eles não existem não resolve!

Quando você se torna consciente dos seus sentimentos e emoções, pode tomar as rédeas da situação, se perceber, olhar para seus sentimentos e, a partir disso, escolher como vai agir diante desse sentimento.

Se for difícil para você, tudo bem. Vá com calma, um passo de cada vez, e se precisar, procure a ajuda de um psicólogo.
Liliane Campos
Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
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Cuide-se, faça psicoterapia 💭🌻

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