17/09/2026
A saída da fase crítica é uma conquista. Mas ela não significa, automaticamente, que o paciente está pronto para voltar para casa.
Depois de uma internação prolongada, muitos pacientes ainda chegam frágeis: com perda de força, risco de queda, dificuldade para engolir, uso de vários medicamentos, risco de lesões de pele, confusão mental, dor, dependência para atividades básicas ou necessidade de acompanhamento próximo.
É nesse intervalo — entre o hospital de alta complexidade e o retorno ao lar — que a segurança do paciente precisa ser olhada com muito critério.
No Premier, segurança não é uma palavra abstrata. É rotina de avaliação, plano individualizado, comunicação entre áreas e acompanhamento contínuo para reduzir riscos durante a transição.
A equipe observa, registra, ajusta e compartilha informações. A família também participa quando entende os cuidados, tira dúvidas e avisa qualquer mudança percebida.
Neste Dia Mundial da Segurança do Paciente, o Premier reconhece o trabalho desses profissionais que transformam a vigilância em cuidado e garantem que nenhum paciente enfrente sozinho uma etapa em que ainda precisa de estrutura e acompanhamento próximos.
Assista ao vídeo para entender como a segurança acontece dentro de um hospital de transição.