27/07/2026
Embora existam classificações que ajudam a identificar os diferentes tipos e estágios do lipedema, elas não determinam, qual será a melhor abordagem para cada paciente.
Cada corpo apresenta características próprias. A distribuição do tecido comprometido, o grau de flacidez, a qualidade da pele, os sintomas, as limitações funcionais e o histórico de cada pessoa precisam ser avaliados.
Por isso, a técnica cirúrgica pode variar significativamente de uma paciente para outra. Em alguns casos, a redução do tecido afetado pode ser suficiente. Em outros, quando há excesso de pele acentuado, desconforto, dificuldade de mobilidade ou prejuízo no contorno corporal, pode ser necessário associar a retirada desse excedente.
A indicação cirúrgica deve considerar, principalmente, a queixa da paciente, suas necessidades, suas limitações e o que pode ser realizado com segurança naquele momento.
⚠️Conteúdo com objetivo educacional, não substitui consulta médica.
Dr. Fabio Kamamoto CRM 97386 / RQE 27691
Instituto Lipedema Brasil
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