Camila Marcoccia_Psicóloga

Camila Marcoccia_Psicóloga Graduada em Psicologia pela PUC-SP, mestre em Psicologia Clínica pela USP. Experiência em atendime

No esporte, buscar evolução faz parte do caminho. Comparar desempenhos, analisar resultados e identif**ar pontos de melh...
06/07/2026

No esporte, buscar evolução faz parte do caminho. Comparar desempenhos, analisar resultados e identif**ar pontos de melhoria pode ajudar no crescimento. O problema surge quando a comparação deixa de ser uma ferramenta e vira uma forma de medir o próprio valor.

Muitos atletas começam a acreditar que são apenas o que conseguem entregar em uma competição. Uma vitória traz alívio. Um erro gera culpa. Um resultado abaixo do esperado parece colocar em dúvida toda a dedicação investida até ali.

Mas existe uma pessoa por trás do atleta. Uma pessoa que sente medo, insegurança, cansaço, expectativas e frustrações. Quando toda a identidade f**a apoiada no desempenho, qualquer falha pode se tornar muito mais dolorosa do que realmente precisa ser.

A ginasta Simone Biles viveu isso nos Jogos Olímpicos de Tóquio, ao se afastar de algumas competições para cuidar da saúde mental. Uma atleta considerada uma das maiores da história também sentiu o peso das expectativas, da pressão e da necessidade de corresponder ao que todos esperavam dela.

💡Esse momento trouxe uma reflexão importante: reconhecer limites, pedir ajuda e cuidar da mente também faz parte do caminho de um atleta.

Você já sentiu que um erro parecia dizer algo sobre quem você é? Já se comparou tanto com outros atletas que deixou de perceber sua própria evolução?

A comparação pode inspirar e ensinar. Mas quando vira uma medida constante do próprio valor, pode alimentar ansiedade, medo de falhar e perda de prazer pelo esporte.

👉Cuidar da mente também faz parte do treinamento. Porque um atleta não é apenas o resultado que alcança, mas a história, a dedicação, os aprendizados e o caminho que constrói todos os dias.

Seu adolescente mente? Qual sua reação quando descobre? Quando um adolescente mente, muitos pais sentem imediatamente ra...
30/06/2026

Seu adolescente mente? Qual sua reação quando descobre?

Quando um adolescente mente, muitos pais sentem imediatamente raiva, decepção, preocupação. Mas antes de olhar apenas para a mentira em si, é importante buscar compreender o que ela está tentando evitar, proteger ou comunicar.

Na adolescência, mentir nem sempre é sinal de mau caráter. Muitas vezes, surge como uma tentativa ainda imatura de lidar com medo, vergonha, necessidade de pertencimento, desejo de autonomia ou receio de desapontar os pais.

Alguns adolescentes mentem porque têm medo da punição. Outros porque sentem que não serão compreendidos. Alguns querem preservar espaços. Outros estão experimentando limites, tentando entender até onde podem ir, o que acontece quando erram e como serão olhados depois disso.

Pensar sobre isso e compreender não signif**a relativizar ou incentivar a mentira. Signif**a perceber que apenas reagir com dureza costuma fechar a possibilidade mais importante no momento: o diálogo. Quando o ambiente familiar é marcado apenas por críticas, explosões ou julgamentos, muitos adolescentes passam a sentir que esconder é mais seguro do que contar. A mentira aparece, então, menos como manipulação e mais como uma forma de proteção.

Por isso, antes do confronto imediato, vale tentar construir uma conversa onde exista firmeza, mas também abertura. Algo como: “Percebi que as coisas não aconteceram exatamente como você me contou. Quero entender melhor o que aconteceu. Podemos conversar sobre isso com sinceridade?” pode ser um caminho interessante. Muitas vezes, a forma como o adulto reage ensina mais do que o erro em si.

Adolescentes precisam de limites, responsabilização e consequências. Mas também precisam sentir que podem continuar sendo escutados mesmo quando falham. No fundo, relações de confiança não se constroem porque o adolescente nunca erra ou nunca mente. Elas se constroem quando ele percebe que pode dizer a verdade sem perder o vínculo, o respeito ou o espaço de diálogo.

Você já viveu o afastando de alguém de quem era muito próximo? Ou percebeu que alguém de convivência fácil começou a par...
26/06/2026

Você já viveu o afastando de alguém de quem era muito próximo? Ou percebeu que alguém de convivência fácil começou a parecer mais ameaça do que possibilidade? Que quando viu, tinha construído muros no relacionamento?

Essa experiência é mais comum do que imagina. Às vezes, a pessoa continua trabalhando, conversando, convivendo socialmente, mas emocionalmente vai se fechando, como se o contato com o outro começasse a parecer excessivamente difícil, cansativo ou perigoso.

É uma forma de isolamento que nem sempre acontece fisicamente. O imprevisível incomoda. O diferente irrita. As frustrações da relação parecem insuportáveis. E então surgem barreiras: evitamos conversas, nos defendemos antes mesmo de sermos feridos, interpretamos tudo a partir das próprias dores, reduzimos o espaço interno disponível para aquilo que vem do outro.

Por vezes, é mais fácil se fechar do que sustentar a complexidade dos vínculos humanos. Conviver implica aceitar que o outro não existe para corresponder às nossas expectativas. Ele terá limites, falhas, diferenças, ausências, contradições. E entrar em contato com isso pode despertar medos.

Por trás de muitos desses muros existem mágoas antigas, inseguranças, experiências de rejeição, fantasias de abandono.. Barreiras emocionais que, em algum momento, surgiram como tentativa de proteção.

Mas existe algo doloroso nisso: os mesmos muros que tentam impedir a dor também acabam impedindo o encontro. Porque nenhuma troca verdadeira acontece sem algum grau de abertura e vulnerabilidade.

Quando acreditamos que o problema está sempre no outro, perdemos também a possibilidade de nos repensar. E talvez amadurecer emocionalmente tenha relação justamente com isso: conseguir olhar para si sem endurecer, perceber os próprios mecanismos de defesa sem se condenar por eles.

Reabrir algumas portas internas não signif**a deixar de se proteger. Signif**a apenas não permitir que o medo ocupe tanto espaço a ponto de nos afastar da própria experiência.

Você quer agradar a todos o tempo inteiro? Como lida com a frustração de alguém não gostar de você? Existe um sofrimento...
23/06/2026

Você quer agradar a todos o tempo inteiro? Como lida com a frustração de alguém não gostar de você?

Existe um sofrimento silencioso que é tentar ser alguém que agrade a todos. Aos poucos, a pessoa começa a viver mais preocupada em corresponder às expectativas externas do que em olhar o que realmente sente, deseja ou precisa.

Observar o ambiente o tempo todo, medir palavras, adaptar comportamentos, tentar evitar conflitos são atitudes comuns a quem vive assim. E quase sem perceber, a pessoa vai se afastando de si mesma.

Muitas pessoas aprenderam desde cedo que ser aceito, “fácil”, compreensivo, disponível ou agradável aumentaria as chances de manter vínculos. Passaram a acreditar, mesmo sem consciência, que precisavam merecer amor através da adaptação constante.

O problema é que viver tentando agradar a todos produz um cansaço interno. Porque não existe descanso verdadeiro quando a sensação é de que o próprio valor depende da aprovação do outro.

Há uma dor inevitável aqui: descobrir que, por mais esforço que façamos, nunca seremos amados, compreendidos ou escolhidos por todos. Em algum momento da vida, encontramos o limite dessa fantasia. O limite da tentativa de controlar como somos vistos, interpretados ou recebidos pelos outros. E há um luto nesse processo, de perceber que algumas pessoas vão nos desapontar. Algumas vão nos interpretar de maneira injusta ou simplesmente não vão gostar de nós, mesmo quando tentamos muito.

Mas, amadurecer emocionalmente também tem relação com suportar essa realidade sem abandonar a si mesmo no caminho. Porque quando a necessidade de agradar diminui, algo central pode finalmente aparecer: relações verdadeiras. Vínculos onde não é preciso estar o tempo inteiro performando aceitação, concordância ou perfeição para continuar sendo amado.

Nosso valor vai além da aceitação do outro e é libertador quando descobrimos isso.

Você já viu crianças que parecem super responsáveis, preocupadas com os pais, tentando não dar trabalho, como se já carr...
18/06/2026

Você já viu crianças que parecem super responsáveis, preocupadas com os pais, tentando não dar trabalho, como se já carregassem uma preocupação emocional maior do que podem sustentar?

Existe uma expectativa muito comum colocada sobre as crianças que, muitas vezes, passa despercebida porque parece educação, maturidade ou “bom comportamento”. Mas que pode ser profundamente pesada para alguém que ainda está aprendendo a entender o próprio mundo emocional.

É quando esperamos que a criança lide sozinha com sentimentos que nem nós, adultos, conseguimos sustentar com facilidade. Quando ela chora e escuta: “Isso não é motivo para choro.” Quando se decepciona e ouve: “Você precisa aceitar.” Quando demonstra ciúme, medo ou raiva e recebe: “Que feio sentir isso.”

Pouco a pouco, a criança começa a perceber que alguns sentimentos parecem não caber na relação. Então ela tenta se adaptar. Tenta ser “fácil”, “boazinha”, “madura”.

Mas, muitas vezes, essa maturidade não é calma. É adaptação emocional. E não falo isso de forma positiva, porque a criança precisa de adultos que consigam acolher sua intensidade sem exigir que seja como eles esperam.

O problema é que vivemos em uma cultura que tolera muito mais facilmente crianças silenciosas e adaptadas do que crianças emocionalmente espontâneas. Só que sentimentos reprimidos não desaparecem. Eles costumam retornar mais tarde como ansiedade, excesso de autocobrança, dificuldade de dizer “não”, medo de frustrar os outros.

E talvez uma das coisas mais importantes que um adulto possa oferecer a uma criança é justamente o contrário disso: um espaço onde ela não precise se organizar para ser amada. Um espaço onde possa chorar sem ser ridicularizada, sentir raiva sem perder o vínculo, ter medo sem ser apressada, fazer perguntas sem precisar “entender tudo”.

Porque amadurecer emocionalmente não signif**a deixar de sentir. Signif**a aprender, aos poucos, que é possível sentir com segurança na presença de alguém que permanece.

O futebol mexe tanto com as pessoas porque ele encosta em experiências humanas muito profundas: expectativa, frustração ...
15/06/2026

O futebol mexe tanto com as pessoas porque ele encosta em experiências humanas muito profundas: expectativa, frustração e a dificuldade de lidar com aquilo que não podemos controlar.

Antes de um jogo, criamos cenários na cabeça. Imaginamos resultados, fazemos previsões, alimentamos esperança. Às vezes, temos quase a sensação de que, se acreditarmos o suficiente, aquilo pode acontecer. E talvez seja justamente por isso que a derrota doa tanto: porque ela quebra não apenas um placar esperado, mas também aquilo que imaginávamos viver emocionalmente.

É curioso perceber como o ser humano tem dificuldade de sustentar a incerteza. Queremos garantias, previsibilidade, controle. Queremos saber que tudo vai terminar bem. Mas o futebol lembra o tempo inteiro que nem sempre o melhor time vence, que esforço não garante resultado e que existem coisas que simplesmente escapam das nossas mãos.
E talvez seja exatamente isso que torne o esporte tão emocionante e tão angustiante ao mesmo tempo.

Porque, no fundo, o futebol também funciona como uma metáfora da própria vida. Nós nos envolvemos, criamos expectativas, investimos afeto, fazemos planos… e ainda assim não conseguimos controlar completamente os desfechos.

Aprender a lidar com frustrações talvez não seja deixar de sentir decepção quando algo não acontece como gostaríamos. Talvez seja conseguir permanecer presentes mesmo diante daquilo que não saiu como planejado. Reconhecer a tristeza sem precisar endurecer. Entender que perder também faz parte de se importar genuinamente com alguma coisa.

Talvez o futebol emocione tanto porque ele nos coloca, repetidamente, diante de uma verdade difícil da experiência humana: nem tudo pode ser controlado. E ainda assim continuamos torcendo, esperando e acreditando de novo.

Amanhã, 11 de junho, acontece a abertura oficial da Copa do Mundo de 2026. Este início do campeonato mundial de futebol ...
10/06/2026

Amanhã, 11 de junho, acontece a abertura oficial da Copa do Mundo de 2026. Este início do campeonato mundial de futebol sempre traz uma experiência emocional muito particular: por alguns instantes, milhões de pessoas parecem olhar na mesma direção ao mesmo tempo.

As ruas mudam, os horários mudam, os encontros mudam. Pessoas que talvez nunca conversem no cotidiano dividem emoções, expectativas, tensão, esperança. Existe algo profundamente humano nessa experiência de coletividade. A sensação de fazer parte de algo maior do que nós mesmos.

E talvez isso explique por que a Copa mobiliza tanto. Não é apenas sobre futebol. É sobre pertencimento. Torcer pela mesma coisa cria uma espécie de linguagem comum. O desconhecido vira companhia por alguns minutos. O abraço sai espontaneamente. O olhar se encontra. As pessoas se reconhecem umas nas outras através da mesma expectativa.

A psicologia fala muito sobre como o ser humano precisa de vínculo para sustentar emocionalmente a vida. E, às vezes, esse vínculo aparece justamente em experiências simples, populares e coletivas como essa. Não porque todos pensem igual, mas porque, naquele momento, existe algo compartilhado.

Talvez a Copa toque tanto as pessoas porque ela nos lembra de algo importante: nós não fomos feitos para viver tudo sozinhos. O que nos leva a uma pergunta: por que experiências de pertencimento tão fortes acabam f**ando restritas a momentos específicos, de quatro em quatro anos? Onde mais temos encontrado espaços para viver presença, companhia, troca e sensação de comunidade no cotidiano?

Assim, a comoção da Copa revele não apenas o amor pelo futebol, mas também uma necessidade humana muito profunda de viver vínculos reais com mais frequência.

*Imagem criada com IA Gemini

A Copa do Mundo costuma guardar um lugar muito particular dentro da memória afetiva das pessoas. E talvez isso aconteça ...
05/06/2026

A Copa do Mundo costuma guardar um lugar muito particular dentro da memória afetiva das pessoas. E talvez isso aconteça porque ela nunca f**a registrada apenas como um evento esportivo. Ela se mistura com fases da vida, pessoas, cheiros, casas, vozes, sentimentos.

Muitas vezes, não lembramos apenas do jogo. Lembramos de onde estávamos. Quem estava ao lado. A televisão ligada na sala. O barulho vindo da rua. A camisa da seleção. O nervosismo antes da partida. O adulto que gritava no gol. A comida sendo preparada enquanto o jogo acontecia. Pequenos detalhes que, sem percebermos, vão construindo memória emocional.

A infância costuma ser especialmente marcada por essas experiências coletivas. Porque a criança vive tudo com intensidade, presença e encantamento. A Copa interrompe a rotina, muda o clima dos lugares, colore as ruas, cria expectativa nos adultos. E a criança percebe tudo isso. Ela entende que existe algo importante acontecendo, mesmo antes de compreender completamente o próprio futebol.

Talvez por isso tantas pessoas consigam lembrar exatamente de qual Copa viveram quando eram pequenas. Porque algumas experiências não f**am guardadas pela lógica, mas pela emoção que produziram.

E existe algo bonito nisso: perceber que aquilo que realmente permanece na memória raramente é apenas o acontecimento em si. O que permanece é a experiência humana ao redor dele. O sentimento de companhia. O senso de pertencimento. A sensação de estar vivendo algo junto com outras pessoas.

No fundo, talvez as lembranças mais fortes da Copa nunca sejam apenas sobre futebol. Talvez sejam sobre encontro. Quais são suas lembranças de copas anteriores? Quais lembranças quer deixar para essa copa?

*imagem criada com IA Gemini

Tem gente que acha que colecionar figurinhas é só uma brincadeira infantil. Mas talvez exista algo muito mais humano aco...
03/06/2026

Tem gente que acha que colecionar figurinhas é só uma brincadeira infantil. Mas talvez exista algo muito mais humano acontecendo ali.
Abrir um pacote de figurinhas sempre carrega uma pequena expectativa. A esperança de encontrar “aquela que faltava”, a repetida que vai servir de troca, a sensação simples de surpresa. E é curioso como algo tão pequeno consegue mobilizar memória, afeto e presença.

Para muita gente, o álbum da Copa não fala apenas sobre futebol. Fala sobre infância. Sobre sentar no chão para organizar figurinhas por seleção. Sobre negociar trocas no recreio, na escola, na rua, com irmãos, amigos, primos. Sobre aprender a esperar. Sobre perceber que algumas coisas levam tempo para f**ar completas.

Existe também algo profundamente coletivo nessa experiência. Porque o álbum dificilmente se completa sozinho. Ele aproxima pessoas, cria conversas, encontros, pequenas alianças. A figurinha repetida de alguém pode ser exatamente a que falta para outro. E talvez exista uma metáfora bonita nisso tudo: ninguém completa certas coisas sozinho.

Em um tempo tão acelerado, tão digital e tão individual, talvez o sucesso dos álbuns ainda diga algo importante sobre nós. Sobre a necessidade humana de ritual, de pertencimento, de memória compartilhada. Sobre como, às vezes, experiências aparentemente simples conseguem nos devolver um tipo de presença que a vida corrida vai levando embora.

Talvez por isso o álbum da Copa nunca seja só um álbum.

O Dia Internacional do Brincar nos convida a olhar para algo que, com o tempo, vai f**ando cada vez mais distante da nos...
28/05/2026

O Dia Internacional do Brincar nos convida a olhar para algo que, com o tempo, vai f**ando cada vez mais distante da nossa rotina: o brincar.

Quando pensamos em brincar, quase sempre associamos à infância. A um tempo mais leve, espontâneo, sem tantas responsabilidades. Mas, aos poucos, conforme crescemos, o brincar vai sendo deixado de lado. Ele parece perder espaço para a produtividade, para as tarefas, para tudo aquilo que “precisa” ser feito.

E, sem perceber, vamos nos afastando dessa dimensão tão humana.

O brincar não é só passatempo. Ele é uma forma de experimentar a vida com mais liberdade, de entrar em contato com o novo, de criar, de se expressar sem tanta cobrança. No brincar, não existe certo ou errado da mesma forma rígida, existe tentativa, descoberta, presença.

Na vida adulta, isso vai f**ando mais escasso. Muitas vezes, tudo precisa ter um objetivo, um resultado, uma utilidade. Até o descanso se torna produtivo. Até o lazer precisa “valer a pena”.

Talvez o brincar na vida adulta não apareça mais da mesma forma que na infância. Mas ele pode existir em pequenos momentos; em uma conversa leve, em uma atividade feita sem pressa, em algo que fazemos simplesmente porque gostamos, sem precisar justif**ar.
Resgatar o brincar não é voltar a ser criança, mas permitir-se viver com um pouco mais de abertura, curiosidade e presença.

Em meio a tantas exigências, o que tem sido, de fato, gratuito na sua vida? Onde ainda existe espaço para o leve, para o espontâneo, para aquilo que não precisa dar em nada?
E o quanto isso tem feito falta?

Endereço

Av. Angelica, 1996/2000, Cj708
São Paulo, SP
01239-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Camila Marcoccia_Psicóloga posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Camila Marcoccia_Psicóloga:

Atalhos

Compartilhar

Categoria