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Incluir também é perceber que cada criança pode precisar de um jeito diferente para brincar, participar e se sentir segu...
12/10/2026

Incluir também é perceber que cada criança pode precisar de um jeito diferente para brincar, participar e se sentir segura.

Neste Dia das Crianças, queremos abrir espaço para uma conversa que vai além da data: o que faz uma criança se sentir realmente incluída?

Se você é mãe, pai, familiar, educador ou profissional, conta pra gente nos comentários:
que atitude simples já fez diferença para uma criança que você conhece? Coloque nos comentários.

Sua experiência pode ajudar outra pessoa a enxergar algo que ainda não tinha percebido. 💛

12/10/2026

O consumo de alimentos proteicos cresceu e hoje existem barrinhas, bebidas, shakes e até produtos que antes não costumavam ser associados à proteína. Mas consumir mais proteína nem sempre significa cuidar melhor da alimentação.

A nutricionista Flavia Tonolli, Flavia Tonolli | CRN 3 48026, explica que a quantidade adequada varia, e é preciso considerar as necessidades e as condições de saúde de cada um. Em pessoas com doença renal crônica, por exemplo, o consumo pode exigir orientações específicas.

Além da quantidade, a distribuição ao longo do dia também deve ser considerada. Por isso, antes de simplesmente aumentar o consumo ou adicionar suplementos à rotina, é importante entender quanto de proteína realmente faz sentido para cada pessoa.

▶️ Assista ao episódio completo no nosso canal do YouTube - link na bio!

👇 E agora conta para a gente: você também já teve a impressão de que, quando o assunto é proteína, quanto mais, melhor?

Dra. Luciana Midori - CRM/SP 90.419
Flavia Tonolli - CRN 348026

O consumo de alimentos proteicos cresceu e hoje existem barrinhas, bebidas, shakes e até produtos que antes não costumav...
12/10/2026

O consumo de alimentos proteicos cresceu e hoje existem barrinhas, bebidas, shakes e até produtos que antes não costumavam ser associados à proteína. Mas consumir mais proteína nem sempre significa cuidar melhor da alimentação.

A nutricionista Flavia Tonolli, Flavia Tonolli | CRN 3 48026, explica que a quantidade adequada varia, e é preciso considerar as necessidades e as condições de saúde de cada um. Em pessoas com doença renal crônica, por exemplo, o consumo pode exigir orientações específicas.

Além da quantidade, a distribuição ao longo do dia também deve ser considerada. Por isso, antes de simplesmente aumentar o consumo ou adicionar suplementos à rotina, é importante entender quanto de proteína realmente faz sentido para cada pessoa.

▶️ Assista ao episódio completo no nosso canal do YouTube - link na bio!

👇 E agora conta para a gente: você também já teve a impressão de que, quando o assunto é proteína, quanto mais, melhor?

Dra. Luciana Midori - CRM/SP 90.419
Flavia Tonolli - CRN 348026

10/10/2026

Quando pensamos em melhorar a alimentação, é comum associar esse processo a cortar alimentos, diminuir porções ou criar uma lista de restrições. Mas uma mudança também pode começar pelo caminho contrário: na inclusão.

A nutricionista Flavia Tonolli, @‌nutriflaviatonolli, explica que acrescentar frutas, legumes, verduras e outras opções mais nutritivas à rotina é a forma mais fácil de construir uma alimentação equilibrada.

E praticidade também faz parte dessa escolha. Alimentos já higienizados, porções prontas e outras alternativas podem ajudar a tornar esses hábitos mais viáveis no dia a dia, principalmente para quem tem pouco tempo para cuidar de si.

Não significa que nunca haverá espaço para uma opção mais prática ou industrializada. A proposta é olhar para a alimentação como um todo e cuidar melhor dela nos momentos em que isso for possível.

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👇 E agora conta para a gente: quando você pensa em alimentação saudável, pensa primeiro em retirar ou incluir alimentos?

Dra. Luciana Midori - CRM/SP 90.419
Flavia Tonolli - CRN 348026

09/10/2026

Conciliar uma alimentação saudável com trabalho, família e tantas outras responsabilidades nem sempre é fácil. E, para quem também ocupa o papel de cuidadora, muitas vezes o próprio cuidado acaba ficando em segundo plano.

A nutricionista Flavia Tonolli, Flavia Tonolli | CRN 3 48026, explica que uma alimentação saudável não precisa partir da busca pela perfeição, mas da construção de hábitos possíveis de manter na rotina. A ideia é buscar consistência e, sempre que possível, priorizar alimentos mais nutritivos, como frutas, legumes e verduras, reduzindo o consumo de industrializados.

Porque cuidar da alimentação também precisa caber na vida real.

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👇 E agora conta para a gente: na sua rotina, qual é a maior dificuldade para manter uma alimentação equilibrada?

Dra. Luciana Midori - CRM/SP 90.419
Flavia Tonolli - CRN 348026

08/10/2026

Como cuidar da alimentação quando a rotina está longe de ser perfeita?

A Dra. Luciana Midori recebe a nutricionista Flavia Tonolli para uma conversa sobre nutrição e autocuidado pensados para a vida real, especialmente para mulheres que conciliam trabalho, família, cuidado e tantas outras responsabilidades.

Elas falam sobre como construir uma alimentação saudável e possível, a importância da proteína e os cuidados com o excesso, a relação entre sono e estresse e por que comer bem nem sempre significa restringir.

Uma conversa para entender a alimentação para além da dieta e lembrar que cuidar da saúde não exige perfeição, mas escolhas possíveis dentro de cada rotina.

▶️ Ficou curioso para saber mais? Assista ao episódio completo no nosso canal do YouTube - link na bio!

👇 E agora conta para a gente: qual é a maior dificuldade para conciliar alimentação e autocuidado com a sua rotina?

Dra. Luciana Midori - CRM/SP 90.419
Flavia Tonolli - CRN 348026

06/10/2026

Para Fabíola Mendes, inclusão não é uma questão restrita à escola. Ela também está presente na forma como a família compreende as necessidades, possibilidades e limites de cada pessoa no dia a dia.

A partir da experiência com os próprios filhos, ela conta que esse processo também envolve reconhecer que nem sempre as pessoas sabem como agir diante de uma deficiência ou de uma situação que desconhecem. E que um olhar, uma dúvida ou uma dificuldade de interação nem sempre significam, necessariamente, uma tentativa de excluir.

Para ela, construir uma sociedade mais inclusiva passa pelo respeito às diferenças, mas também pela abertura para o diálogo e para o aprendizado.

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👇 E agora conta para gente: para você, o que significa inclusão no dia a dia?

Dra. Luciana Midori - CRM/SP 90.419
Fabíola Mendes

Informação muda a forma como a gente enxerga, acolhe e inclui.Neste Dia Mundial da Paralisia Cerebral, queremos ampliar ...
06/10/2026

Informação muda a forma como a gente enxerga, acolhe e inclui.

Neste Dia Mundial da Paralisia Cerebral, queremos ampliar essa conversa com quem vive, cuida, acompanha e aprende sobre o tema todos os dias.

O que você acrescentaria a esse carrossel?

Compartilhe nos comentários uma informação, experiência ou reflexão que mais pessoas precisam conhecer.
Vamos construir essa conversa juntos. 💚

05/10/2026

Para Fabíola Mendes, respeitar a individualidade dos 3 filhos, também significa acompanhar o desenvolvimento de cada um sem estabelecer como obrigação aquilo que eles precisam alcançar.

Com Isabela, que tem paralisia cerebral, isso se traduz em valorizar cada possibilidade sem transformar o futuro em uma meta determinada pelo diagnóstico ou pelo tratamento. Se ela andar, será uma conquista. Se não andar, continuará sendo acolhida em suas necessidades. Se falar, será motivo de alegria. Se não falar, a família buscará outras formas de compreendê-la e se comunicar com ela.

Mais do que criar expectativas sobre o que uma criança deverá conseguir fazer, o olhar está em reconhecer suas potencialidades e acompanhar aquilo que ela apresenta a cada dia.

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👇E agora conta para gente: como encontrar o equilíbrio entre estimular o desenvolvimento de uma criança e respeitar o seu próprio ritmo?

Dra. Luciana Midori - CRM/SP 90.419
Fabíola Mendes

03/10/2026

Para Fabíola Mendes, mãe de trigêmeos, um diagnóstico não deve se tornar a primeira característica pela qual uma pessoa é vista. Antes da paralisia cerebral, do autismo, do TDAH ou de qualquer outra condição, existe uma pessoa com sua própria identidade, personalidade e história.

É um olhar que não ignora os desafios ou as necessidades de cada filho, mas que não permite que eles sejam definidos apenas por seus diagnósticos.

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👇 E agora conta para gente: como podemos construir um olhar que reconheça as necessidades de cada pessoa sem reduzi-la à sua deficiência?

Dra. Luciana Midori - CRM/SP 90.419
Fabíola Mendes

ParalisiaCerebral Autismo Neurodiversidade Familia

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