Psicóloga Liliane Tragante

Psicóloga Liliane Tragante Psicóloga pela Universidade São Marcos. Abordagem Psicanalise pela teoria de Winnicott. O respeito é um dever e a compreensão é um diferencial.

Meu compromisso profissional é contribuir para seu autoconhecimento, autoestima e desenvolvimento pessoal 💎 Filosofia Profissional

Através de minha experiência em consultório particular com atendimento profissional a crianças, adolescentes e adultos percebo que o terapeuta é uma luz para todos que vem á sua procura que na maioria das vezes precisa de atenção, amor, dedicação e compreensão para a

questão em pauta da qual não está conseguindo lidar sozinho. Fazer terapia é uma questão de escolha e não dá para obrigar ninguém a isso, pois requer tempo, disponibilidade e comprometimento. Pude comprovar nestes anos de trabalho que são grandes e satisfatórios os ganhos com o trabalho terapêutico em termos de qualidade de vida. Pelo processo terapêutico o cliente/paciente adquire autoconsciência e passa a se perceber melhor, prestando atenção nas escolhas que faz, e a partir daí consegue tomar atitudes saudáveis e construtivas.

27/07/2026

Quantas vezes a mente tentou resolver o amanhã antes mesmo de o dia começar? A ansiedade costuma chegar assim: acelerando pensamentos, antecipando cenários e transformando pequenas incertezas em grandes ondas.

Mas, depois que a tormenta passa, podemos, muitas vezes, perceber que determinadas situações eram menores ou mais tranquilas do que as enxergávamos.

Isso acontece justamente porque a ansiedade age como uma lente desregulada que aumenta o tamanho daquilo que nem sempre é tão monstruoso ou preocupante.

A terapia oferece um espaço para observar essas ondas com cuidado, entender o que costuma despertá-las e desenvolver novas maneiras de atravessar cada momento.

Pois respirar e entender a si mesmo são o melhor caminho para estar sempre preparado para quando a ansiedade quiser aparecer.

— Psicóloga Liliane Tragante

Existe uma versão sua que ainda carrega o peso de decisões tomadas quando sabia menos, temia mais e fazia o que podia co...
24/07/2026

Existe uma versão sua que ainda carrega o peso de decisões tomadas quando sabia menos, temia mais e fazia o que podia com o que tinha.

Perdoar-se é olhar para essa versão com a consciência de hoje, sem cobrar dela recursos que só vieram depois.

É olhar de frente para o que aconteceu, sustentando o desconforto da realidade. É reparar o que for possível, sabendo que algumas coisas fogem ao nosso alcance — e tudo bem.

É extrair o aprendizado daquilo que doeu. Só então, depois de atravessar esse processo, é que conseguimos soltar o que nos prendia e, finalmente, seguir em frente.

A culpa tenta nos convencer de que ainda estamos pagando pelo erro, mas na verdade ela só nos mantém presos ao passado. O que liberta é o aprendizado.

A vida pede responsabilidade, mas também pede ternura com quem você foi.

Você merece seguir sem carregar para sempre o peso de ter sido humana.

— Psicóloga Liliane Tragante

Onde nasce a intimidade?Ela nasce quando já paramos de sentir que precisamos representar um papel.É possível passar anos...
22/07/2026

Onde nasce a intimidade?

Ela nasce quando já paramos de sentir que precisamos representar um papel.

É possível passar anos ao lado de alguém sem que exista uma verdadeira intimidade. Porque conviver é diferente de se revelar.

Muitas vezes, mostramos apenas a versão que acreditamos ser mais fácil de amar: a forte, a tranquila, que se esquiva de reclamações, a que evita conflitos e guarda o que sente.

Mas engana-se quem pensa que a intimidade nasce do tempo. Ela nasce da confiança.

Ela começa quando já é desnecessário impressionar, esconder os medos, disfarçar as inseguranças ou fingir que está tudo bem.

É quando encontramos liberdade para sermos vistos como realmente somos: com nossas qualidades, imperfeições, dúvidas, fragilidades e desejos.

Porque conhecer alguém de verdade começa quando deixamos de atuar para corresponder às expectativas e temos coragem de mostrar quem realmente somos.

Afinal, despir o corpo pode ser simples. Difícil é despir a alma e acreditar que, mesmo assim, ainda haverá acolhimento.

— Psicóloga Liliane Tragante

Vamos conversar por um minuto?Talvez você olhe para a terapia com certa desconfiança. Talvez pareça exagero reservar uma...
20/07/2026

Vamos conversar por um minuto?

Talvez você olhe para a terapia com certa desconfiança. Talvez pareça exagero reservar uma hora da semana para falar sobre o que sente, principalmente quando a vida ensinou que o certo era aguentar, seguir em frente e resolver tudo sozinho.

Mas existe uma verdade que vale para todos nós: De um jeito ou de outro, todos buscamos aliviar o que pesa. A dor que é ignorada sempre encontrará um jeito de aparecer.

Tem quem mergulhe horas e horas no trabalho, quem beba para esquecer o que sente, quem busque alívio no cigarro, nas apostas ou nas compras, quem passe horas diante das telas, quem desconte na comida, no próprio corpo ou nas relações e há quem sorri o tempo todo, enquanto por dentro está completamente esgotado.

Algum desses exemplos descreve você? Fez algum sentido?

Buscar alívio é um sinal de cuidado com você mesmo. É justamente aí que a terapia faz a diferença: Ao invés de ser um caminho para nos ensinar a suportar mais peso, ela é uma ferramenta para ajudar a compreender de onde o peso vem, o que o alimenta e por que ele insiste em voltar.

Há quem ache que terapia promete apagar o passado, mas na verdade, ela reescreve o seu futuro. Ela transforma a maneira como você olha para a sua história, acolhe as suas emoções e faz as pazes consigo mesmo.

Conversar é falar sobre a vida e na terapia, você aprende a conversar COM a vida.

E, quando isso acontece, muitas das respostas que você passou anos procurando do lado de fora começam a nascer dentro de você.

— Psicóloga Liliane Tragante

17/07/2026

Poucas coisas são tão revigorantes quanto ver um paciente sair assim de uma sessão: mais leve e entendendo melhor o que sente.

- Psicóloga Liliane Tragante

Ser gentil, disponível e generoso é bonito, e nesse mundo, é inclusive necessário.A questão começa quando essas qualidad...
13/07/2026

Ser gentil, disponível e generoso é bonito, e nesse mundo, é inclusive necessário.

A questão começa quando essas qualidades passam a custar silêncio, cansaço e abandono de si.

Isso pode acontecer no trabalho, quando todo favor vira obrigação. Na família, quando esperam que você esteja sempre disponível em tudo, incondicionalmente.

Nas amizades, quando a troca acontece apenas de um lado. Nos relacionamentos, quando preservar o vínculo exige que você se diminua.

Por muito tempo, ceder pode parecer uma forma de manter tudo em paz, mas paz externa nem sempre é paz interna.

Bondade também precisa de contorno.

Porque cuidar dos outros continua sendo bonito quando esse cuidado também inclui você.

- Psicóloga Liliane Tragante

Já teve alguém na sua vida que, quando chegava, parecia que o mundo ganhava cor?Era como se tudo ganhasse mais leveza. A...
10/07/2026

Já teve alguém na sua vida que, quando chegava, parecia que o mundo ganhava cor?

Era como se tudo ganhasse mais leveza. A rotina, os lugares e até os dias comuns pareciam ter um tempero especial.

Até que chega o dia em que essa pessoa parte.

É natural sentir que as cores partiram com ela. Afinal, quando um vínculo termina, também perdemos a forma como nos sentíamos na presença dessa pessoa.

Mas, muitas vezes, a saudade não fala apenas da ausência do outro. Ela também fala da distância que sentimos de uma versão de nós mesmos que parecia mais viva.

Há, porém, um detalhe importante: aquela pessoa não criou essas cores. Ela despertou algo que já existia em você.

Na psicologia, entendemos que os relacionamentos têm esse poder. Eles favorecem o contato com partes nossas que, por diferentes razões, estavam adormecidas: nossa leveza, espontaneidade, curiosidade, alegria e capacidade de nos encantar.

Aquilo que você viveu naquele amor também expressa quem você é quando encontra espaço para existir com autenticidade.

Por isso, talvez o caminho seja voltar a cultivar o encontro consigo mesmo.

Esse reencontro pode começar de forma simples: em um café da manhã preparado com carinho, em uma música que faz você dançar pela sala, em uma conversa que acontece sem pressa, no prazer de descobrir um novo hobby ou na satisfação de construir um dia que tenha a sua própria assinatura.

Talvez o verdadeiro reencontro que a saudade esteja pedindo seja com quem você é quando volta a se reconhecer.

E, aos poucos, perceber que as cores nunca deixaram de existir. Elas apenas esperavam que você voltasse a olhar para si com a mesma presença, carinho e afeto que um dia dedicou ao outro.

— Psicóloga Liliane Tragante

Já percebeu como algumas conversas perdem força quando você para de explicar cada detalhe?Uma resposta curta pode evitar...
08/07/2026

Já percebeu como algumas conversas perdem força quando você para de explicar cada detalhe?

Uma resposta curta pode evitar que uma decisão vire debate, que um limite vire negociação e que a reação do outro se transforme em responsabilidade sua.

Quem se explica demais, muitas vezes, tenta impedir qualquer desconforto. Só que cada frase nova abre outra porta para questionamentos, interpretações e desgaste.

Silêncio também pode ser presença.

Pode ser o espaço entre o que foi dito e a vontade de voltar atrás. Pode ser a escolha de deixar uma frase firme, sem correr para suavizá-la. Pode ser autocontrole diante de uma conversa que antes consumiria horas.

Dizer o essencial exige clareza. Sustentar o silêncio exige confiança.

Às vezes, ter paz é dizer o necessário e sustentar o espaço que sobra, sem precisar preenchê-lo.

- Psicóloga Liliane Tragante

02/07/2026

Este é um espaço para falar sobre saúde mental com mais humanidade, presença e cuidado.

Um lugar para refletir sobre sentimentos, relações, ansiedade, autoestima, limites e sobre os caminhos possíveis para se escutar com mais clareza.

Às vezes, entender o que acontece dentro de nós já é o primeiro passo para cuidar melhor da própria história.

Com carinho,
Psicóloga Liliane Tragante

25/06/2026

Muitas vezes acreditamos que passamos “só um pouquinho” de tempo no celular.

Mas quando olhamos os números, a realidade pode ser diferente da percepção.
E não se trata apenas da quantidade de horas.

O excesso de tempo em tela pode impactar o sono, a atenção, o humor, os níveis de ansiedade e até a forma como nos relacionamos com nós mesmos, com os outros e com a vida que acontece fora da tela.

Que tal fazer um teste hoje?

No iPhone:
Ajustes > Tempo de Uso > Ver Todas as Atividades

No Android:
Configurações > Bem-estar digital e controle parental > toque no gráfico de uso

Depois, observe com sinceridade:

Quanto tempo do seu dia tem sido dedicado às telas?
O número te surpreendeu ou ficou dentro do que você imaginava?

Conte nos comentários quanto apareceu para você.

- Psicóloga Liliane Tragante

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