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23/02/2026

Lua crescente em touro, exaltada.

23/02/2026

Lua crescente em 🐂

Conversa íntima entre escorpião e Aquário kkkk
23/02/2026

Conversa íntima entre escorpião e Aquário kkkk

23/02/2026

“A Rosas de Ouro saiu do grupo das campeãs do carnaval para o rebaixamento ao Grupo de Acesso. Foram falar de astrologia sem consultar astrólogos; foram homenagear os astros sem fazer mapas. Todas as escolas fazem suas reverências ao que vão mostrar: sejam atrizes, colocam familiares; sejam políticos, colocam os próprios; sejam religiões, colocam sacerdotes. Fazer uma homenagem à astrologia sem consultar um astrólogo, sem ver o mapa, os trânsitos, as direções, as profecções, os retornos solares e lunares, sem colocar astrólogos ou representantes na avenida era, no mínimo, de se esperar…”

Grau Zero de ÁriesA poesia do primeiro fogoNo princípio, não havia forma.Havia impulso.O grau zero de Áries não é um lug...
15/02/2026

Grau Zero de Áries

A poesia do primeiro fogo

No princípio, não havia forma.
Havia impulso.

O grau zero de Áries não é um lugar
é um rasgo no tecido do tempo.
Ali, o céu não pergunta por quê.
Ali, o céu diz: agora.

É o ponto onde o Zodíaco ainda não sabe que será círculo.
É a centelha antes da palavra.
O nascimento antes do nome.

Os antigos o sabiam:
Áries não começa algo, ele irrompe.

Ares: o arquétipo do início cru

Ares, o deus, não é herói nem vilão.
Ele é o batimento cardíaco do mundo.
A lança antes da estratégia.
O sangue antes da moral.

No arquétipo de Áries, o eu sou antecede o eu devo.
É a alma ainda sem espelhos,
sem culpa,
sem história.

Por isso o grau zero é sagrado e perigoso:
nele, tudo pode nascer inclusive o erro.

Quando Cronos atravessa o fogo

Então Cronos, o velho deus do tempo,
aquele que conhece o peso das consequências,
entra nesse território incandescente.

Saturno em Áries é o tempo
tentando ensinar o fogo a durar.

Cronos treme aqui,
porque Áries não espera.
Mas se ele consegue permanecer,
se não foge nem endurece,
ele transforma impulso em destino consciente.

É o pai que não castra o filho,
mas ensina:
“não basta começar sustenta.”

Quando Poseidon toca o nascimento

E então vem Poseidon,
o deus sem margens.

Netuno no grau zero de Áries
é o sonho tentando nascer sem forma,
é o oceano aprendendo a ser faísca.

Aqui, os ideais são absolutos,
as visões parecem revelações,
e o delírio pode se vestir de fé.

Mas quando Poseidon é ouvido com maturidade,
ele sopra no fogo
não para apagá-lo,
mas para torná-lo chama sagrada.

É a espiritualidade que não foge do corpo.
É o místico que age.

O encontro dos três deuses

No grau zero de Áries,
Ares ergue a espada.
Cronos segura o pulso.
Poseidon dissolve o medo.

E o céu sussurra:

“Começa.
Mas começa sabendo
que toda chama cria sombra,
que todo sonho exige responsabilidade,
que toda coragem será testada.”

Este é o ponto onde nascem:
* as revoluções verdadeiras
*os líderes éticos
*as guerras santificadas
*os mitos que salvam
e os mitos que destroem

Tudo depende
de quem segura o fogo.

A poesia celeste do grau zero

No grau zero, o mundo ainda não sabe quem será.

O fogo não é bom nem mau,
apenas vivo.

Saturno ensina o tempo a caminhar sem medo.
Netuno ensina o sonho a tocar a terra.
Áries ensina que existir
é um ato de coragem radical.

Este é o céu do primeiro passo,
onde os deuses observam em silêncio
para ver se o humano
escolherá consciência
ou repetição.
Um novo capítulo se inicia, agora depende de nós como escreveremos esse capítulo.

Bárbara Sandrini- Astróloga e filósofa- 2026

O Canto de Aquário sob o Olhar de PlutãoHá um céu em que os deuses não caminham mais em silêncio.Em Aquário, eles se agr...
26/01/2026

O Canto de Aquário sob o Olhar de Plutão

Há um céu em que os deuses não caminham mais em silêncio.
Em Aquário, eles se agrupam como conspiradores à beira do tempo:
Sol, Vênus, Mercúrio e Marte — todos inclinados, todos magnetizados
pela presença invisível de Plutão,
o deus que não fala, mas decide.

Aquário não nasce para pertencer.
Ele nasce quando o mundo antigo já não sustenta a alma
e o novo ainda não tem nome.
É o signo do exílio voluntário,
do visionário que ama um futuro
que ninguém ainda consegue ver.

O Sol, em conjunção com Vênus, não brilha sozinho.
Ele ama para existir.
Aqui, o amor não é promessa nem contrato:
é princípio cósmico.
Ama-se a ideia, ama-se o impossível,
ama-se aquilo que quebra as formas herdadas.
É um amor que não se ajoelha —
porque ajoelhar seria trair a própria luz.

Vênus, tocando o Sol, recorda à alma
que beleza não é harmonia,
mas verdade.
E a verdade, quando nasce em Aquário,
quase sempre fere.

Mercúrio pensa como quem escuta o amanhã.
Suas palavras não pedem licença.
Elas atravessam.
São frases que soam estranhas hoje
e inevitáveis amanhã.
Ele fala como Hermes liberto,
não mais mensageiro dos reis,
mas cúmplice dos que despertam no meio da noite
com uma ideia que não permite mais dormir.

E então vem Marte,
não como o guerreiro do campo aberto,
mas como aquele que encontra Plutão nas profundezas.
Ares desce ao reino de Hades
e retorna sabendo que toda luta real
é uma morte anunciada.
Marte conjunto a Plutão não quer vencer —
quer transformar.
Ele destrói não por ódio,
mas porque certas estruturas
já apodreceram por dentro.

Plutão observa tudo.
Ele não grita, não corre, não disputa.
Ele espera.
E tudo o que orbita seu campo gravitacional
é obrigado a perder a pele antiga.
Nada superficial sobrevive a esse toque.
Nada falso permanece.

Esse stelium é um rito.
Uma iniciação silenciosa.
A alma que o carrega caminha como Prometeu:
sabendo que o fogo roubado
vai queimar as próprias mãos,
mas também sabendo
que sem esse fogo
a humanidade permanece no escuro.

Aquário, aqui, não sonha com o paraíso.
Ele sabe que toda utopia verdadeira
nasce de uma ruína.
E mesmo assim — ou por isso mesmo —
continua.

Porque há almas que não vieram para viver em paz.
Vieram para abrir caminho.
E depois desaparecer,
como estrelas que explodem
para que outros possam enxergar melhor o céu.


Bárbara Sandrini- Astróloga e Filósofa

O ano de 2026, para alguns a regência vai para Marte, para outros não. O que importa é que esse ano teremos mudanças sig...
03/01/2026

O ano de 2026, para alguns a regência vai para Marte, para outros não. O que importa é que esse ano teremos mudanças significativas no céu, uma nova geração está chegando.

Teremos que nos adaptar as máquinas o mais rápido possível, é um ano de muitas guerras e confrontos, ainda somos muito bélicos.
Não entendemos que somos todos humanos, não entendemos que devemos respeitar as diferenças e em contrapartida quem sofre é a terra, que está sendo destruída todos os dias por nós.

Com a saída de Urano em touro, teremos eventos climáticos muito atípicos, a terra tende a responder cada vez mais agressivamente as nossas atitudes, portanto catástrofes naturais não serão algo isolado, serão notícias diárias.

É uma resposta; um grito do planeta que te abriga, que te empresta um corpo, uma vivência, onde tudo não pertence a você, pertence a terra e nela ficará, para que haja respeito e cuidado com ela.

O ano pede coragem, pede mudança, pede disciplina pois Saturno estará em queda, a partir ordem e a disciplina não existem em um planeta que rege a estrutura as regras, com a entrada de Saturno em Áries, as autoridades serão desafiadas e o sistema anárquico ganhará força.

Os planetas nos desafiam, desafiam a mudarmos, mas a escolha é nossa, portanto em 2026 que possamos respeitar o próximo, respeitar o planeta e respeitar a nós mesmos.

Bárbara Sandrini- Astróloga e Filósofa
2026

Saturno retrogrado em peixes, não confie em quem diminui pessoas menos favorecidas.
09/10/2025

Saturno retrogrado em peixes, não confie em quem diminui pessoas menos favorecidas.

Saturno retrogrado no grau 29 de peixes… a colheita é inexorável!!!
13/09/2025

Saturno retrogrado no grau 29 de peixes… a colheita é inexorável!!!

Esse é o aspecto que chamamos mitologicamente de Hades e Perséfone, um amor tão visceral que rasga as entranhas, na mesm...
07/06/2025

Esse é o aspecto que chamamos mitologicamente de Hades e Perséfone, um amor tão visceral que rasga as entranhas, na mesma proporção que essa paixão súbita e intensa acontece, ela também machuca e te convida as maiores profundezas de si mesmo, é um aspecto que te cega, que traz toda a intensidade para mergulhar no profundo do ser, porém a dificuldade eminente em ficar, o amor pode ser destruído em fração de segundos.

Para que esse posicionamento funcione, a força da paixão deve ser utilizada para construir bases sólidas para um amor poderoso; que fará ambos crescerem profundamente, lidando com todas as crises e traumas internos.

É necessário descer as profundezas de Hades, do mundo inferior para ressignificar traumas para assim acender aos mais belos campos de Perséfone, e fazer colheitas lindas e prósperas.

Apaixone- sempre que puder, use essa força visceral para ressignificar assuntos que estão nas entranhas da sua alma.

Vênus quadratura Plutão.

Bárbara Sandrini

Endereço

São Paulo, SP

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