09/08/2026
É possível comer várias vezes ao dia e, ainda assim, consumir pouca proteína ou distribuí-la mal ao longo das refeições.
Em matéria publicada no Receitas, da Globo.com, expliquei que um único dia com uma ingestão menor dificilmente causa prejuízos para uma pessoa saudável. O problema começa quando o consumo insuficiente se torna frequente.
A proteína vai muito além da construção muscular. Ela participa da manutenção da massa muscular, da recuperação dos tecidos e da produção de enzimas, hormônios e anticorpos.
Quando essa ingestão permanece abaixo do necessário por períodos prolongados, o corpo pode começar a apresentar alguns sinais:
▪️ perda de massa muscular e força;
▪️ cansaço excessivo;
▪️ recuperação mais lenta após os exercícios;
▪️ maior sensação de fome;
▪️ dificuldade para manter a saciedade;
▪️ queda de cabelo e unhas frágeis.
Esses sintomas, porém, não confirmam sozinhos uma deficiência de proteína. Eles também podem estar relacionados a outras condições e precisam ser analisados dentro de uma avaliação completa.
A solução não é viver de whey protein nem concentrar toda a proteína no jantar. A estratégia mais eficiente é organizar a alimentação e distribuir boas fontes ao longo do dia: ovos no café da manhã, iogurtes ou queijos nos lanches e carnes, peixes, frango ou leguminosas nas refeições principais.
O básico bem planejado continua funcionando: proteína, carboidrato de qualidade, vegetais e uma alimentação que consiga ser mantida na vida real.
Agora quero saber:
Qual refeição do seu dia costuma ter menos proteína: café da manhã, almoço, lanche ou jantar?
Salve este post para consultar depois e compartilhe com quem vive dizendo que sente fome logo após comer.
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