Marileia Rosa - Psicanalista

Marileia Rosa - Psicanalista Psicóloga, Psicanalista, Psicoterapeuta de Casal e Família, Terapeuta Sexual e Palestrante sobre Diversidade e Identidade de Gênero.

22/04/2026

Você dá conta de tudo…
mas não sabe mais onde ficou o seu desejo.

Trabalho, casa, filhos, rotina, cobranças.
A mulher de hoje sustenta muitos papéis e quase sempre se coloca por último.
Na minha experiência clínica, quando o desejo diminui, muitas vezes não é falta de sexualidade.
É excesso de cansaço, de responsabilidade, de sobrecarga emocional.
O corpo não desliga por acaso.
Ele responde ao que você está vivendo.
E quando não há espaço para descanso, conexão ou reconhecimento… o desejo também se retrai.
A sexualidade feminina não funciona sob pressão.
Ela precisa de tempo, presença e, principalmente, de um espaço onde essa mulher também possa existir, não só como mãe, profissional ou parceira, mas como sujeito de desejo.
Isso faz sentido para você?
Se quiser, me conta aqui nos comentários ou salve esse post para lembrar disso nos dias mais difíceis.

14/04/2026



24/03/2026


“Estou casada… mas me sinto sozinha.”
Essa dor é mais comum do que parece.

Na minha experiência clínica, muitas pessoas vivem relações onde há presença física… mas ausência emocional.
E isso confunde, porque “em teoria” você não está só. Mas, por dentro, sente que não tem com quem contar.
A solidão no casamento não é falta de companhia.
É falta de conexão.
É quando você não se sente visto(a).
Quando evita falar para não gerar conflito.
Quando já não compartilha o que sente porque acha que não vai ser acolhido(a).
E, aos poucos, o vínculo vai f**ando silencioso… distante… automático.
Mas essa sensação não é um ponto final.
Ela pode ser um sinal importante de que algo precisa ser olhado, nomeado e cuidado.
Você não está sozinho(a) nisso.
Se isso faz sentido para você, me conta nos comentários ou salva esse post para refletir com calma.


11/03/2026

Uma das críticas mais importantes que precisamos fazer hoje seja essa: o prazer não pode se tornar uma obrigação.
Vivemos em uma cultura que transforma tudo em desempenho inclusive a sexualidade. Mas quando o prazer vira meta, ele deixa de ser experiência. A sexualidade humana não é produtividade. Ela é encontro.
Encontro com o outro.
E encontro consigo.
Na minha experiência clínica, quando uma mulher diz: “eu perdi o desejo”, muitas vezes o que aparece não é ausência de sexualidade.
O que aparece são camadas de história: ressentimentos no relacionamento, falta de reconhecimento, cansaço acumulado, desconexão emocional.
Ou seja, muitas vezes o chamado “problema sexual” é, na verdade, um sinal do corpo sobre algo maior que precisa ser escutado.
Isso faz sentido para você?
Se quiser refletir mais sobre esse tema, salve este post ou compartilhe com alguém que possa se reconhecer nessas palavras.





04/03/2026

Nunca se falou tanto sobre s**o.

Nunca houve tanta informação, tantos livros, podcasts, vídeos, cursos, debates públicos.
E, ainda assim, nos consultórios, algo muito curioso aparece.
Muitas mulheres chegam dizendo:
“Eu acho que tem alguma coisa errada comigo.”
“Eu não sinto mais desejo.”
“Eu deveria querer mais.”
“Eu deveria gostar mais.”
A primeira pergunta que precisamos fazer é:
quem disse que você deveria?
Porque talvez o problema não esteja no desejo da mulher.
Talvez esteja na forma como a sociedade contemporânea passou a organizar a sexualidade.
A promessa cultural é de liberdade.
Mas muitas vezes o que encontramos é uma nova forma de cobrança.





02/03/2026

Muitos casais brigam pelo que foi dito.
Mas se afastam pelo que nunca foi falado.
Na minha experiência clínica, a terapia de casal ajuda a nomear aquilo que dói aquilo que foi sendo silenciado para “evitar conflito”, mas que acabou criando distância.
Pequenas frustrações. Mágoas não reconhecidas. Desejos não expressos. Medos guardados.
Tudo isso vai se acumulando… até que o casal já não sabe mais exatamente onde se perdeu.
Quando conseguimos colocar em palavras o que estava engasgado, algo começa a se reorganizar. Não é sobre apontar culpados. É sobre compreender a dinâmica que se construiu entre os dois.
A terapia não obriga ninguém a f**ar ou a ir embora.
Ela ajuda a decidir com consciência e não no impulso da dor.
Isso faz sentido para você?
Salve este post ou compartilhe com alguém que pode estar precisando dessa reflexão.



26/02/2026

Casais não procuram terapia.
Eles procuram decidir se ainda faz sentido continuar juntos.
Na minha experiência clínica, muitos chegam dizendo que querem “melhorar a relação”.
Mas, no fundo, existe uma pergunta silenciosa:
“Vale a pena continuar?”
A terapia de casal não é um tribunal para decidir quem está certo.
É um espaço para entender o que ainda existe entre vocês desejo, vínculo, mágoa, repetição, silêncio.
Às vezes, o que está em crise não é o amor.
É a forma como vocês aprenderam a se relacionar.
A decisão de continuar ou não não é tomada na primeira sessão.
Ela vai se construindo a partir da escuta, da responsabilização e da possibilidade (ou não) de reconstruir o laço.
Isso faz sentido para você?
Se esse post te atravessou, salva para refletir depois ou me escreve no direct.


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19/02/2026

A primeira sessão de terapia de casal não é para decidir quem está certo.
É para entender o que aconteceu com o “nós”.

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04/02/2026

19/01/2026

Janeiro Branco nos lembra de algo essencial: saúde mental é cuidado contínuo, não só quando a dor f**a insuportável.

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